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Carta do século 3 oferece uma visão da vida cristã primitiva

Mesmo uma carta tão breve pode nos ensinar muito sobre o mundo antigo

PAPYRUS
Um exame minucioso de uma carta de 1.700 anos está fazendo com que especialistas questionem a noção de que os primeiros cristãos eram reclusos excêntricos com pouco lugar na sociedade. A carta, datada de cerca de 230 dC, é o mais antigo documento cristão descoberto, depois dos livros da Bíblia.
A carta foi escrita por um homem chamado Arrianus a seu “irmão Paulus”, embora não se saiba se eram irmãos de sangue ou espiritualidade. Especialistas acham provável que “Paulus” seja uma dedicatória ao apóstolo Paulo.
O conteúdo da carta parece ser pouco mais que uma saudação e uma espécie de lista. No entanto, transmite um breve vislumbre da vida cotidiana do mundo dos inícios do cristianismo.
Caleb Parke, da Fox News, conversou com Sabine Huebner, professora de história antiga na Universidade de Basel, na Suíça, onde a carta foi preservada em um arquivo nos últimos 100 anos. Huebner descreve alguns dos importantes fatores sociais que a carta revela:
A carta contém indicações de que, no início do terceiro século, os cristãos viviam nas cidades periféricas do Egito, onde ocupavam posições de liderança política e não diferiam de seu ambiente pagão em suas vidas cotidianas.
Huebner sugere que o uso de uma frase abreviada sobre “saudar e despedir-se no Senhor” era um distintivo cristão.
É uma fórmula exclusivamente cristã com a qual estamos familiarizados nos manuscritos do Novo Testamento.
Huebner também observa que o nome “Paulus” era extremamente raro nessa época e indica que era uma prática cristã dar esse nome às crianças a partir do século III.
Fox News fornece a transcrição completa da carta antiga:
“Saudações, meu senhor, meu incomparável irmão Paulus. Eu, Arrianus, te saúdo, rezando para que tudo seja o melhor possível em sua vida.
“Menibios está indo a ti, então achei necessário saudá-lo tão bem quanto nosso senhor pai. Eu o recordo sobre o gymnasiarchy, para que não fiquemos incomodados aqui. Heracleides seria incapaz de cuidar disso: ele foi nomeado para o conselho da cidade. Encontre assim uma oportunidade de comprar as duas [-] arouras.
“Mas me envie também o molho de fígado de peixe, o que você achar que é bom. Nossa senhora mãe está bem e saúda você, bem como as esposas e filhos mais doces de nossos irmãos e todo o nosso povo. Saudai nossos irmãos [-] genes e Xydes. Todo nosso povo te saúda.
“Eu rezo por você, despedindo-me no Senhor.”
[o gymnasiarchy era a liderança do ginásio, que no Egito governado pelos gregos era o centro do treinamento esportivo e do comércio local; uma aroura era uma unidade de terra]
Aleteia

Descoberta de brasileiros pode mudar história da humanidade

Pesquisadores encontraram materiais de pedra lascada na Jordânia, que alteram o que se pensava sobre o desenvolvimento da humanidade

Da redação, com Agência Brasil

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Uma equipe de pesquisadores brasileiros e italianos encontrou materiais que teriam 2,4 milhões de anos em um sítio arqueológico na Jordânia.
A descoberta coloca novos elementos que podem mudar o conhecimento consolidado sobre o desenvolvimento da humanidade e das dinâmicas de migração do gênero homo a partir da África para outras regiões do planeta. O resultado do estudo foi divulgado em uma revista científica.
Nos debates acadêmicos, a tese predominante, em que pese polêmicas e hipóteses divergentes, dá conta que o gênero homo surgiu há cerca de 2,4 milhões de anos na África, tendo como primeiro representante o homo habilis. Há 2 milhões de anos, teria surgido o homo erectus.
As primeiras evidências da presença de homo erectus fora do continente africano ocorreu em um sítio arqueológico da Geórgia, datada de 1,8 milhão de anos.
Os pesquisadores não identificaram fósseis, mas material de pedra lascada no sítio da Jordânia.
As escavações ocorreram entre 2013 e 2015. “Na hora que um homíneo lascou. Isso quer dizer um evento de lascamento. Elas estavam localizadas em algum ponto a 20 cm uma da outra. É muito possível que a gente não só tenha encontrado um sítio antigo, mas que ele tenha significado comportamental”, disse o pesquisador do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP (Universidade de São Paulo), Astolfo Araújo.
As primeiras amostras foram pegas em 2013, sendo submetidas a um método segundo o qual pedras teriam cerca de cinco milhões e o basalto mais baixo teria 2,5 milhões.

Lâminas coletadas

Segundo Giancarlo Scardia, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), outros dois métodos de datação foram aplicados em lâminas coletadas.
“Tivemos cuidado para ter uma idade mais confiável. Os dados convergem para um modelo que não tem incongruências”, afirmou o pesquisador, em São Paulo.
Segundo o coordenador da pesquisa, o professor do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, Walter Neves, as descobertas demonstraram que o homem não deixou a África por volta de 1,9 milhão, mas há 2,4 milhões de anos, e joga luz sobre qual teria sido a primeira modalidade do gênero homo a deixar o continente.
“Nós retrocedemos em 500 mil anos a saída da África. Isso coloca uma pergunta: quem foi esse primeiro hominíneo a deixar a África? O homo erectus? Fica claro que o primeiro hominíneo a deixar a África foi o homo habilis. Veja como muda a perspectiva”, declarou Neves.
O cientista destacou que essa descoberta ajuda a compreender algumas reflexões “nebulosas” nas pesquisas vigentes.
“Nossa pesquisa vai ajudar a enterrar a discussão do que fazer com essa variabilidade tremenda que tínhamos na Geórgia. Era diferente porque a transição entre habilis e erectus se deu na Geórgia. E depois disso se espalhou para o resto do mundo. A gente resolve um dos maiores pepinos da paleoantropologia dos últimos anos”, disse.
A íntegra da pesquisa está publicada na revista Quaternary Science Reviews.

Coração é impresso em 3D em Israel a partir de tecido humano

Cientistas da Universidade de Tel Aviv, em Jerusalém, apresentaram um coração vivo feito a partir de tecido humano com uma impressora 3D.
O estudo, publicado na revista Advanced Science, abre caminho para a realização de transplantes sem risco de rejeição, já que o órgão é feito com células do próprio paciente.
Um copo transparente contendo o que os cientistas israelenses da Universidade de Tel Aviv dizem ser o primeiro coração vascularizado impresso em 3D e vascularizado do mundo
Copo transparente com o que os cientistas israelenses dizem ser o primeiro coração vascularizado impresso em 3D e vascularizado do mundo  (REUTERS/Amir Cohen TPX IMAGES/Direitos reservados)
"Já haviam conseguido imprimir em 3D a estrutura de um coração, mas esta é a primeira vez que alguém consegue projetar e imprimir um coração inteiro, repleto de células, vasos sanguíneos, ventrículos e câmaras", disse ontem (15) o professor Tal Dvir, que liderou a pesquisa, ressaltando que o coração está completo, vivo e palpitando.
"Realizamos uma pequena biópsia de tecido adiposo do paciente, removemos todas as células e as separamos do colágeno e de outros biomateriais, as reprogramamos para que fossem células-tronco e, então, as diferenciamos para que sejam células cardíacas e células de vasos sanguíneos", detalhou.
O protótipo de coração tem cerca de três centímetros, o equivalente ao tamanho do órgão de um coelho ou de uma cereja.
No momento, as células podem se contrair, mas o coração completo não bombeia. "Ainda é muito básico", disse Dvir.

Transplante

De acordo com o pesquisador, é preciso desenvolvê-lo mais, para conseguir um órgão que possa ser transplantado para um ser humano.
"O próximo passo é amadurecer essas células e ajudá-las para que se comuniquem entre elas, de forma que se contraiam juntas. É preciso ensinar as células a se comportarem adequadamente", explicou.
"Depois, teremos outro desafio, que é conseguir desenvolver um coração maior, com mais células. Temos que descobrir como criar células suficientes para produzir um coração humano", acrescentou.
Futuramente, a equipe liderada por Dvir planeja transplantar os corações em pequenos animais, como coelhos e ratos.
"Talvez, em dez anos, haja impressoras de órgãos nos melhores hospitais do mundo, e esses procedimentos sejam conduzidos rotineiramente", finalizou Dvir.
*Com informações da Deutsche Welle (agência pública da Alemanha)

Novo casal imperial do Japão sustenta o peso das tradições

Naruhito não esconde suas críticas ao asfixiante modo de vida da família imperial japonesa.


O príncipe herdeiro do Japão, Naruhito, e sua esposa, a princesa Masako, em 17 de fevereiro de 2019 no Palácio de Togu, sua residência em Tóquio

O príncipe herdeiro do Japão, Naruhito, e sua esposa, a princesa Masako, em 17 de fevereiro de 2019 no Palácio de Togu, sua residência em Tóquio (Agencia de la Casa Imperial de Japón/AFP/Arquivos)
O futuro imperador do Japão, o príncipe Naruhito, deverá manter um difícil equilíbrio entre as tradições de uma instituição milenar e sua vontade de aproximar a família da realidade do mundo atual, ao mesmo tempo em que protege a sua esposa, que enfrenta as dificuldades de um rígido papel a ser seguido.
Naruhito, de 59 anos e que herdará o trono em maio, já expressou preocupação, assim como seu pai Akihito, sobre como assumir o papel de um Japão passado.
Em 2015 ele considerou "importante, já que a recordação vai se apagar", que os japoneses "olhem com humildade" para as décadas passada, sem esconder os abusos cometidos pelo Exército imperial durante a primeira metade do século XX.
Também desejou que "as gerações que viveram a guerra transmitam corretamente para aquelas que não sofreram a trágica experiência vivida pelo Japão e o caminho que tomou na história".
Em fevereiro, expressou sua vontade de estar "próximo do povo e compartilhar suas alegrias e seus pesares", como os atuais imperador e imperatriz, que visitam zonas atingidas por desastres naturais e se encontram com pessoas deficientes ou marginalizadas.
Aberto ao mundo
Naruhito não esconde suas críticas ao asfixiante modo de vida da família imperial japonesa, especialmente no que diz respeito ao sofrimento da princesa Masako, que enfrenta grandes dificuldades para se adaptar a esse ambiente.
"Em várias ocasiões apontou que a casa imperial tinha que se adaptar com as transformações da sociedade. Não esperamos, portanto, que seja uma réplica exata de seu pai, ainda que mantenha certa continuidade", disse à AFP Kenneth Ruoff, diretor do centro de estudos japoneses da Universidade de Portland, nos Estados Unidos.
"Por exemplo, fará as coisas com uma perspectiva mais internacional", considerou.
Nascido em 23 de fevereiro de 1960, Naruhito foi o primeiro príncipe que cresceu sob o mesmo teto que os seus pais, ao invés de ser educado por instrutores e tutores.
Na década de 1980 estudou durante dois anos na Universidade de Oxford, no Reino Unido, após obter um diploma em história no Japão.
Assim, pode viver por um tempo longe das rígidas amarras da vida imperial em seu país, misturando-se com outros estudantes e com a família real britânica.
Em 1993 se casou com Masako Owada, nascido em 1963 em uma família de diplomatas e formada nas universidades de Harvard e Oxford. Poliglota, acostumada a viajar pelo mundo renunciou a uma promissora carreira como diplomata para entrar na família imperial.
Mas é difícil para Masako suportar uma existência cheia de regras estritas da Agência da Casa Imperial.
Entre outras coisas, sofreu enorme pressão para ter um filho, já que a sucessão imperial no Japão é patrilineal. O estresse aumentou quando, em 2001, deu à luz uma menina, a princesa Aiko, única descendente do casal.
Obrigações
Em 2004, Naruhito, que havia prometido "protegê-la a qualquer preço", acusou o protocolo de asfixiar a personalidade de sua esposa, causando comoção na Corte.
"Nos últimos 10 anos, a princesa Masako se esforçou para se adaptar à vida da família imperial. Eu fui testemunha, esta empreitada a deixou totalmente esgotada", declarou.
E a jornalistas japoneses e estrangeiros acrescentou: "Também é preciso dizer que sua antiga carreira e sua personalidade dinâmica foram, em certo sentido, negadas".
No mesmo ano, o Palácio revelou que Masako recebia um tratamento quase desde que contraiu matrimônio para uma doença chamada como "problema de adaptação". Após uma repreensão da família, Naruhito voltou atrás e pediu desculpas por suas declarações, mas nunca deixou de expressar compaixão para com sua esposa e pediu "novas obrigações imperiais" adaptadas à evolução da sociedade.
Naruhito e Masako "não vão poder realizar tantas atividades como o casal imperial atual" devido à saúde de Masako, considera Hideya Kawanishi, professor de história da Universidade de Nagoya.
Vão "cumprir com suas obrigações de maneira progressiva", advertiu o príncipe em coletiva de imprensa no ano passado, antes de uma visita à França sem a companhia de Masako.
Em uma declaração publicada por ocasião de seu aniversário em dezembro, Masako disse que se recuperava progressivamente e considerou que poderá "cumprir com mais obrigações do que antes".

AFP

Escola de samba conta a história do Bode Ioiô, personagem cearense




O Bodê Ioiô é um grande símbolo do sertão cearense. Retirante da seca de 1915, ele foi companheiro de artistas e intelectuais que frequentavam a boemia em Fortaleza. Seu sucesso era tão grande que o bode chegou a ser eleito vereador da capital informalmente.
Passados 88 anos da morte, seu nome volta a ser lembrado, e dessa vez nacionalmente. A história do Bode Ioiô será tema de enredo da escola de samba Paraíso do Tuiuti, no Carnaval de 2019 no Rio de Janeiro.
Segundo o carnavalesco Jack Vasconcelos, ele conheceu a história do bode através de um amigo cearense há quatro anos. “Esse ano o projeto do bode saiu da gaveta. Eu falei que queria conhecer um pouco mais da história desse personagem, e fiz uma viagem até Fortaleza, passei uns dias, fui ao museu e a história virou enredo”, relata.
A história do bode, hoje empalhado no Museu do Ceará, no Centro da capital, chamou atenção do carnavalesco por conta de sua fama. “Ele virou uma personificação da população e da resistência popular. A imagem do bode sobrevive até os dias de hoje, as pessoas amam sua história”, reflete.
Jack compara Ioiô com um símbolo carioca, o Macaco Tião, que não teve tanta representatividade na história. “Ele não foi um personagem que sobreviveu ao tempo, muitas pessoas da nova geração dificilmente ouviram falar do macaco. O Ioiô é super vivo, ele dá nome a bloco de rua, é lembrado em manifestações popular. Eu pensei ‘Isso é muito Brasil, eu preciso falar dele'”.
O carnavalesco ressalta a importância do Bode Ioiô na conjuntura política do país. “A gente vai usar o bode para fazer algumas brincadeiras em relação a como as pessoas tratam a política e vamos usar ele porque foi exemplo de voto de protesto e da insatisfação das pessoas”, retrata.
Durante os preparativos para confirmar o enredo, Jack visitou Fortaleza para conferir de perto toda a cultura local. “Eu conheci um pouco do artesanato, estou trazendo para cá e estamos reproduzindo como os tradicionais fuxicos, as tendas de bilro, os bonecos de barro e os tapetes de retalho trançado”, lista.
Outro fator que chamou atenção do carnavalesco foi a cor do mar de Fortaleza, esverdeado. “Gostei muito de ver o esverdeado do mar, porque aqui no Rio, o mar é mais azulado”. A cor do mar será tema de um carro no desfile. “Mandei tingir alguns tecidos nesses tons de verde para reproduzir a cor que eu vi”.

História

O Bode Ioiô causou algumas histórias memoráveis na Praça do Ferreira, considerada o “Coração de Fortaleza”. Segundo informações do Blog Fortaleza Nobre, o animal teria chegado à capital junto a retirantes da seca que atingiu o Ceará em 1915.
Seu dono o vendeu, na época, para um representante de empresa britânica, e ele acabou se tornando uma espécie de mascote. Conforme o blog, o bode teria cansado de comer os ‘matos’ em volta da empresa, localizada na Praia de Iracema, e decidiu passear pela cidade. O caminho entre a Praia e a Praça do Ferreira se tornou diário e, foi a partir daí, que ele virou um memorável ícone da boemia fortalezense, compartilhando passeios com escritores, pensadores, músicos e atores.
Em 1921, Ioiô faria um causo que consagraria sua história. Durante a cerimônia de inauguração do Cine Moderno, nas redondezas da Praça do Ferreira, várias pessoas aguardavam com expectativa a chegada de governadores e celebridades. Ioiô quebrou as regras, tomou a frente e comeu a fita de inauguração.
A partir daí, no mesmo ano, intelectuais “candidataram” o bode Ioiô a vereador. Em 1922, o nome do bode apareceu como vitorioso, apesar de não haver uma candidatura legalizada. Nesse período, pessoas votavam em cédulas de papel, escrevendo o nome de seus candidatos e, por isso, a vitória. Bode Ioiô morreu em 1931 e, logo após sua morte, foi empalhado e doado ao Museu do Ceará, localizado em Fortaleza.
Tribuna do Ceará

Uma sereia na luta contra a poluição dos mares

A ideia de utilizar a figura da sereia foi escolhida com precaução pela equipe do AquaRio.
A estudante de biologia marinha Isabela Cardoso, de 21 anos, nada fantasiada de sereia no Aquário do Rio de Janeiro (AquaRio) para chamar atenção à poluição dos mares, 14 de janeiro de 2019
A estudante de biologia marinha Isabela Cardoso, de 21 anos, nada fantasiada de sereia no Aquário do Rio de Janeiro (AquaRio) para chamar atenção à poluição dos mares, 14 de janeiro de 2019 (AFP)

Crianças e adultos com celulares posicionados. Cliques e gritos acompanham cada mergulho da estudante de biologia marinha Isabela Cardoso, 21 anos, no tanque principal do Aquário do Rio de Janeiro (AquRio), na zona portuária da cidade.
Em todas as vinte quatro vezes que Isabela mergulha com sua cauda rosa e azul, todos os olhares e a atenção do público se voltam para a mensagem trazida pela sereia carioca: o lixo é o grande vilão dos mares.
A brincadeira de criança de se manter o máximo possível de tempo debaixo d'água virou profissão desde 2017 nos tanques do Aquário do Rio de Janeiro. Mas essa sereia está sempre chamando atenção do público para as ameaças à vida marinha. O lixo, especialmente o plástico, é lembrado em cartazes que a sereia carrega consigo nas duas sessões diárias de mergulhos realizados na época de maior público para conscientizar crianças e adultos sobre como o lixo afeta os mares.
"A vida veio do mar então porque não tratar e cuidar dos oceanos? Uso a imagem da sereia para chamar atenção de como a poluição mata e se não fizermos nada, toda essa vasta diversidade marinha acabará", explica Isabela.
A ideia de utilizar a figura da sereia foi escolhida com precaução pela equipe do AquaRio. "Não queríamos que fosse um show com mergulhadoras vestidas de sereia mandando beijos e nenhuma informação fosse passada ao público", conta Paulo Salomão, 35 anos, Biólogo Educador do AquaRio.
"Apesar do vasto litoral, o problema que o lixo causa nos mares é pouco conhecido", explica Salomão.
"Somos uma ferramenta da educação e pesquisa e com essa posição precisamos sensibilizar e conscientizar os visitantes sobre os maiores problemas que os mares enfrentam. O lixo é o maior dos problemas. Queremos mostrar que o problema existe e que precisamos ajudar", acrescenta.

AFP

Começa a maratona de memes para celebrar o Dia do Amigo; confira os melhores

O Povo
Nesta sexta-feira, 20, é comemorado o Dia Nacional do Amigo, data para celebrar aquele sentimento de fraternidade. No Twitter, o assunto é o mais comentado do Brasil. Os usuários aproveitam para criar diversos memes. Confira:
to desejando feliz dia do amigo pra crush mas queria mesmo era ter desejado feliz dia dos namorados mês passado
-Voce já homenageou seus amigos hoje?
- Eu não rs
- Amas porque
- Não tem ninguém pra eu homenagear
- Nossa mas vc tá bem com isso
- Eu? Tô ótima kkkkkk...

Eles não falam.
Mas seus olhos nos dizem coisas que muitas vezes gostariamos de ouvir de alguém.
UM SINCERO, EU TE AMO!

"Todo mundo me mandando mensagens de feliz dia do amigo mas ninguém tem coragem de me convidar pra comer um sanduíche de presunto"
-Chaves

"Meu mundo fica é feliz contigo"
"Vc é importante pra mim"
"Conte comigo"
"Eternamente amigos"
"Quando o coração apertar estarei aqui pra te confortar"
Assim são esses Anjos, que chamamos de Amigos


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