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Bíblia Sagrada

Por Gonzaga Mota - Professor aposentado da UFC

Tomamos a liberdade de sugerir, nesse resumido texto, a leitura e interpretação da Bíblia. Conforme estudiosos, é o Livro mais vendido de todos os tempos; todavia, não sabemos se é o mais lido e interpretado. Consideramos o Texto mais sábio da literatura universal. É formado pelo Novo e Antigo Testamentos. Todos os livros bíblicos destacam a importância das análises teológicas, é um convite à reflexão. Existem estudos controversos, no entanto, para nós a Bíblia é a palavra de Deus. É bom salientar que a Sagrada Escritura não pertence aos estudiosos, mas ao povo. O Antigo Testamento inclui 46 livros anteriores a Jesus Cristo e o Novo Testamento, abrange 27 livros que exaltam Jesus como enviado de Deus. Acreditamos que a Bíblia Sagrada não se destina somente à leitura, mas principalmente, à oração. Os ensinamentos contidos são vários, no entanto, podemos resumi-los em uma só expressão: “Amar a Deus e ao próximo como a si mesmo”. A exegese bíblica não é fácil, pois os livros foram escritos em várias épocas e em muitos lugares, por pessoas distintas e em línguas diferentes. Para se ter uma ideia, o Antigo Testamento foi escrito em hebraico e, alguns trechos, em aramaico. Já o Novo, foi todo redigido em grego. Sendo a Bíblia um Livro de difícil entendimento e interpretação surgiram, ao longo do tempo, conflitos entre ciência e religião, sanados, quase sempre, com a harmonização da fé e da razão. Gostaríamos, também, de lembrar uma frase constante de um dos sermões do Padre Vieira: “Semem est verbum Dei” (A semente é a palavra de Deus). Realmente, a palavra de Deus está no Livro Sagrado e na medida em que possamos segui-lo, os frutos surgirão e estaremos nos aproximando da felicidade. Ao interpretarmos e entendermos a Bíblia, nós reconhecemos os nossos erros do passado e do presente e visaremos com fé, à esperança e ao amor o futuro.

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