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Competência

Por Paulo Eduardo Mendes - Jornalista

Ouvir rádio é o modo permanente de continuar radialista por vocação. Escutar o desempenho e a competência de valores do porte de um Tom Barros, por exemplo, de bem a dimensão do que ora registramos por competência. Tom tem os seus espaços definidos nas transmissões esportivas ou nos comentários analíticos dos costumes. Voz sempre alerta aos problemas do dia a dia da própria sociedade em que vivemos.
Tom Barros faz parte do elenco funcional da Rádio Verdes Mares. Profissional sério e cuja competência faz valer sua presença em qualquer horário que ocupe. Realiza substituições em nível de autêntico titular da atração que lhe é confiada. Faz leitura firme dos textos ou da matéria produzida para compor a própria programação da emissora.
O radialista Tom Barros consegue mesclar sua atividade com os valores da sua formação em Direito ou conforme o seu desempenho de jornalista aqui mesmo nas páginas do Diário do Nordeste. Sua competência tem o crivo da responsabilidade pelo que faz, no seu mister de falar para ouvintes de rádio.

No horário das manhãs dos sábados o Tom surgiu desenvolvendo o programa que não é seu, mas que conduziu com simplicidade, seriedade e muita competência. Responsabilidade funcional a servir de exemplo à própria categoria dos radialistas por vocação. Na sua seriedade, o Tom dá exatamente o recado que cativa o ouvinte. Competência natural sem qualquer assomo de vaidades improdutivas.

O Tom Barros das transmissões esportivas ou das intervenções em atrações que permitem a “análise das notícias” é a marca registrada do que deve ser o radialista autêntico. A competência é diploma de sabedoria. O prefixo quer em AM ou FM tem o prestígio do profissional que ama o que faz. Vale a pena sintonizar o padrão competência!

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