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Lei é lei!

Por Paulo Eduardo Mendes - Jornalista

Lei é lei.
Miscigenação para dizer do fiel cumprimento ou obediência às regras explícitas da legislação que determina a harmonia social das democracias legítimas. Aqui, o enfoque é outro. Trata-se da lei do retorno ou retorno legal. A volta, segundo a máxima divina de Justiça pura. Forma objetiva direta para mostrar a sensatez da cultura filosófica inspirada nas raízes divinas.
A Justiça Divina tem o suporte espontâneo da prevalência do bem. Somos seres humanos da criação de Deus e já nascemos simbolicamente com um pendrive implantado no cérebro. Regra consciencial do bom senso para conviver em sociedade. Verifique-se que toda criança sabe o que é certo ou errado, mesmo nas brincadeiras inocentes. Qualquer desvio de rota faz com que a criança olhe para os pais aguardando a aprovação ou reprovação vinda só do olhar. É assim a vida. 
Somos repetentes em encarnações evolutivas. Trabalhamos o anseio de avançar com ideias de prosperidade, na forma de planejar amanhãs de luz. Mercê do “esquecimento das vidas passadas” é certo que batalhamos sempre para “acertar os ponteiros” da nossa existência física. 
Os desvios de conduta são determinados pelo livre arbítrio que nos coloca realmente em plena liberdade de viver. Viver com respeito aos limites do outro. A Lei do Retorno tem todas as características da Carta Magna de Céu. Allan Kardec sedimentou esse estudo através do livro “O Céu e o Inferno” ou “A Justiça Divina Segundo o Espiritismo”. Fonte de sabedoria para explicar os resultados da ação e reação que nos coloca na vivência das práticas de justiça acima de qualquer filosofia de vida. 

O retorno legal é biológico. São reencarnações necessárias. A forte presença de Deus nos anima a respeitar nossos impulsos e frear procedimentos incompatíveis com a lei do retorno.

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