Pesquisar este blog
Papa Francisco e sua devoção mariana
RealAudioMP3 Cidade do Vaticano (RV) – “Nos momentos difíceis da vida, o cristão encontra refúgio sob o manto da Mãe de Deus.”
Com um tuíte, o Papa Francisco convida os fiéis a rezarem a Nossa Senhora, na conclusão do mês de maio.
Neste sábado, Francisco participará da cerimônia de encerramento deste mês nos Jardins Vaticanos.
A oração do Terço terá início às 20h (horário de Roma), partindo da Igreja de Santo Estevão dos Abissínios e se concluirá diante da Gruta de Lourdes. Devido ao espaço restrito, a participação é reservada aos funcionários vaticanos e a suas famílias. A presença do Papa Francisco está prevista às 21h.
Não haverá a transmissão em língua portuguesa. Mas as imagens e o som poderão ser acessados através do Vatican Player.
A devoção mariana de Francisco ficou evidente logo que foi eleito à Cátedra de Pedro, indo rezar aos pés de Nossa Senhora na Basílica de Santa Maria Maior. Desde então, ele repetiu este gesto para confiar e agradecer à Mãe de Deus momentos importantes de seu pontificado, como na terça-feira passada (27), após seu regresso da Terra Santa.
Foi também logo após sua eleição que o Arcebispo de Aparecida, Card. Raymundo Damasceno Assis, convidou Francisco a visitar o Santuário Nacional por ocasião de sua viagem ao Brasil, para a Jornada Mundial da Juventude Rio 2013 – convite prontamente aceito pelo Pontífice.
À Nossa Senhora, o Papa confia também seus apelos em prol da paz, como fez na Audiência Geral desta quarta-feira na Praça S. Pedro.
Com a multidão, o Pontífice rezou um Ave-Maria para pedir a intercessão de Nossa Senhora, “rainha da paz, da unidade, mãe de todos os cristãos, para que dê a paz a todo o mundo e que Ela nos acompanhe neste caminho da unidade”.
(BF)
Rádio Vaticano
Papa às crianças: "Deus é amor. Confiemos!"
No adro da Sala Paulo VI, num estilo descontraído, as crianças fizeram uma nova versão da famosa música napolitana "'O sole mio", criando "'O Papa mio". O Pontífice agradeceu às crianças - que ele qualificou como “espertas” - pelos presentes recebidos: a terra das catacumbas de São Genaro e uma planta.
Através de perguntas e respostas, o Papa explicou que as catacumbas são sinônimo de trevas. Todavia, a escuridão é feita para a luz – luz que está dentro de nós, que nos dá alegria e esperança.
“Quando estamos na escuridão, caminhamos em direção à luz. Mas dentro de nós: sempre. E todos nós temos a possibilidade de encontrar a luz”, afirmou o Pontífice, reforçando o conceito de Deus como “amor”.
Todos juntos, como irmãos, lutando um ao lado outro pelo amor. Quando o Apóstolo João, que era muito amigo de Jesus, queria dizer quem era Deus, sabem o que ele disse? “Deus é amor”. E nós vamos rumo à luz para encontrar o amor de Deus. Mas o amor de Deus também está dentro de nós, nos momentos escuros? Sim, sempre. O amor de Deus jamais nos abandona. Está sempre conosco. Tenhamos confiança neste amor.
O evento desta manhã foi organizado pelo Pontifício Conselho para a Cultura, no âmbito da iniciativa “Pátio das Crianças”.
Um trem partiu da Estação de Nápoles Central no início da manhã, levando os alunos de seis escolas das periferias napolitanas até Roma, onde se uniram aos estudantes de duas escolas da capital italiana, para então, seguir até a estação de trem que fica dentro do Vaticano.
Foram selecionadas seis escolas onde é elevado o risco de abandono e dispersão escolar.
(BF)
Rádio Vaticano
Editorial: Autêntica comunicação
Este ano, como já faz habitualmente o grande comunicador Francisco, para comunicar a sua mensagem usou exemplos, e desta vez utilizou a parábola do bom samaritano, exortando a sermos “cidadãos digitais” que constroem, utilizando a internet. O Papa chama este mundo criado pela inteligência do homem, de “dom de Deus”. Sim um dom que deve ser usado por todos, mas também um espaço onde as estradas deste mundo virtual podem conduzir a caminhos nem sempre fáceis.
Vivemos hoje o fenômeno das redes sociais e o Santo Padre vê neste fenômeno algo importante para comunicar a verdade, oportunidade para encontro e praticar a solidariedade, mas não esconde o seu temor pelos perigos que o mesmo apresenta. Francisco chama a atenção da Igreja, que somos todos nós, de que a mesma “não deve ser auto-referencial”, que deve se engajar na internet, para levar ao “homem ferido na estrada digital “óleo e vinho”: “que a nossa comunicação seja um óleo perfumado para a dor e o bom vinho para a alegria” comenta recordando a parábola.
Nos últimos tempos o tema recorrente das mensagens foi o da Internet e as novas formas de relacionamento nas redes sociais. Na sua primeira mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, o Papa Francisco dá continuidade à temática que vem abordando quase cotidianamente, ou seja, a da cultura do encontro. E o verdadeiro poder da comunicação – sublinha Francisco – é a “proximidade”.
Os novos espaços onde evangelizar, onde estar presente nos devem como comunicadores e usuários, levar a uma reflexão sobre o serviço que a comunicação presta para aproximar as pessoas, para criar relações interpessoais. Estamos vivendo um período, diria, histórico e muito particular: evidentemente notamos um progresso técnico extraordinário, que cria novas oportunidades inéditas de interação entre os homens e entre os povos; em certo sentido, estamos vivendo realmente uma globalização das relações. Mas essa globalização dever ajudar as pessoas, o indivíduo a crescer em humanidade, excluindo o egoísmo, o isolamento, o indiferentismo, concentrando energias e aspirações nos encontros que cancelam desconfianças, preconceitos, barreiras.
O Papa Francisco constata na sua mensagem que hoje nós vivemos em um mundo cada vez menor, mas onde, paradoxalmente as divisões e exclusões são maiores. A nível global vemos a distância escandalosa que existe entre o luxo dos mais ricos e a miséria dos mais pobres. Francisco dá um exemplo típico das grandes cidades dos países ricos: “Frequentemente, diz, basta passar pelas estradas de uma cidade para ver o contraste entre os que vivem nas calçadas e as luzes brilhantes das lojas”. Mas, entretanto, “estamos já tão habituados a tudo isso e isso não nos impressiona mais”.
O Santo Padre com essas considerações desenvolve uma reflexão aos comunicadores. A tecla que Francisco toca é mais uma vez a da “cultura do encontro”. E a cultura do encontro requer que estejamos dispostos não só a dar, mas também a receber dos outros. E os meios de comunicação podem ajudar nisso.
Particularmente a internet pode oferecer maiores possibilidades de encontro e de solidariedade entre todos. E o Papa chama então a atenção para os problemas que se apresentam neste mundo virtual: antes de tudo a “velocidade da informação” que “supera a nossa capacidade de reflexão e julgamento”. O desejo da tão fala conexão digital – e isso já é linguagem cotidiana, estou conectado – pode, é a advertência, nos levar ao isolamento, distanciar-se do nosso próximo. Temos ainda o paradoxo, quem não tem internet, não está na rede, corre o “perigo de ficar excluído”, de quase não existir.
Os limites são reais, mas não justificam uma rejeição dos meios de comunicação; ao contrário, a “comunicação é uma conquista mais humana que tecnológica”. E uma indicação para melhor saborear este mundo digital veloz, é recuperar o sentido de pausa de calma. Isto requer tempo e capacidade de fazer silêncio para escutar. Temos necessidade também de ser pacientes, se quisermos compreender aqueles que são diferentes de nós. Se queremos verdadeiramente escutar os outros, então vamos aprender a ver o mundo com olhos diferentes e a apreciar a experiência humana tal como se manifesta nas várias culturas e tradições. Assim, olhando com mais atenção poderemos perceber melhor, diz ainda o Papa, os grandes valores inspirados pelo Cristianismo, como, por exemplo, a visão do ser humano como pessoa.
Então a pergunta de Francisco, como a comunicação pode estar ao serviço da cultura do encontro? A resposta é a dimensão da “proximidade”. De fato, quem comunica se faz próximo.
O Convite, então à Igreja para que abra a portas também no ambiente digital para que o Evangelho possa atravessar os umbrais do tempo e sair ao encontro de todos.
A revolução nos meios de comunicação e de informação - a ultima constatação de Francisco – “é um grande e apaixonante desafio que requer energias frescas e uma imaginação nova para transmitir aos outros a beleza de Deus”.
Francisco nos ensina que temos um grande conteúdo para comunicar, agora devemos encontrar a forma, o prisma, para passar uma mensagem de esperança nestes tempos de férrea crise. (Silvonei José)
Papa: vaidade, orgulho e soberba não fazem parte do ministério episcopal
Na Basílica Vaticana, o Papa renovou os sinais do ministério episcopal previstos no rito de ordenação, com a unção da cabeça, a entrega do Livro dos Evangelhos e das insígnias e a imposição da mitra.
Sinais que indicam fecundidade, fidelidade, santidade e vocação de anúncio e guia de um ministério que, como disse o Papa pronunciando a homilia prevista no Pontifical Romano, renova a presença do próprio Cristo. Dirigindo-se a Dom Fabene, no momento em que a homilia destaca que o episcopado é um "serviço" e não "uma honra", Francisco acrescentou uma reflexão pessoal:
Fostes eleito para o rebanho: que a vaidade, o orgulho e a soberba jamais apareçam. E fostes eleito, constituído para os homens: que tua atitude seja sempre de serviço. Como Jesus.
O Papa recomendou ainda a Dom Fabene que cuide do seu rebanho sem adormecer:
Cuide de ti mesmo e do povo de Deus. Este cuidado significa estar atento para se proteger dos muitos pecados e das atitudes mundanas, e para defender o povo de Deus dos lobos que – como dizia Paulo – podem aparecer.
Mas proteger, recordou ainda o Pontífice, é também rezar:
Rezar pelo povo, como fazia Moisés: com as mãos ao alto, aquela oração de intercessão, de oração corajosa face a face com o Senhor pelo povo.
(BF)
Rádio Vaticano
Ano da vida consagrada: participação de Francisco nos principais eventos
O encontro, de três dias de duração, foi dedicado ao tema “Despertai o mundo” e contou a presença do Presidente da Usg, Pe. Adolfo Nicolás, Prepósito-Geral da Companhia de Jesus.
No último dia, o tema debatido foi o Ano para a Vida Consagrada, que o Papa Francisco convocou para 2015. As iniciativas serão organizadas em três âmbitos: através da Congregação para os Institutos da Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica; da União dos Superiores Gerais; e no âmbito mais restrito das realidades locais, de acordo com cada congregação religiosa.
O primeiro evento já tem data marcada: 29 de novembro de 2014, para a vigília de oração que precederá a abertura oficial no dia seguinte, 30 de novembro, primeiro domingo do Advento. A conclusão está prevista para o dia 2 de fevereiro de 2016, por ocasião do Dia da vida consagrada. Neste amplo espaço temporal, serão realizadas inúmeras iniciativas e celebrações para ressaltar as várias dimensões da missão dos consagrados.
Assim, de 22 a 24 de janeiro de 2015, durante a Semana de oração pela unidade dos cristãos no hemisfério Norte, haverá um congresso ecumênico ao qual serão convidados consagrados e consagradas de outras Igrejas e comunidades eclesiais.
De 8 a 11 de abril de 2015, será a vez de um congresso destinado aos formadores e às formadoras da vida consagrada, com o objetivo específico de aprofundar os critérios que provêm de uma espiritualidade de comunhão. De 23 a 26 de setembro de 2015, haverá um "laboratório" especial para os jovens consagrados. De 24 de janeiro a 2 de fevereiro de 2016, se realizará a Semana mundial da vida consagrada na unidade.
Contemporaneamente, também serão realizados um simpósio teológico sobre a vida consagrada e encontros específicos de estudo sobre a vida monástica, os institutos seculares e o ordo virginum. Além disso, haverá ainda as iniciativas promovidas pela Usg, com a realização de suas assembleias gerais. A próxima foi marcada de 26 a 28 novembro próximo, antes do início do Ano dedicado à vida consagrada.
(BF)
Rádio Vaticano
Combate à infertilidade começa no café da manhã
| domtotal.com
Para os cientistas lanche saudável contribui no combate contra a infertilidade.
De manhã, a fertilidade está na boca. Essa frase resume bem um estudo publicado por pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém e da Universidade de Tel Aviv no jornal Clinical Science. Para os cientistas envolvidos nessa pesquisa, caprichar num café da manhã bem saudável – e limitar as calorias ingeridas no jantar – contribui no combate contra a infertilidade, principalmente em relação a mulheres que sofrem da síndrome de ovários policísticos.
De acordo com o professor Oren Froy, que liderou um estudo de doze semanas envolvendo 60 mulheres não-obesas com idade entre 25 e 39 anos, concentrar calorias diárias no café da manhã reduz os níveis de glicose e melhora os índices de sensibilidade à insulina – problema recorrente em que tem ovários policísticos. Não só isso: a taxa de ovulação tem um aumento significativo. Em resumo, não só a quantidade de calorias consumidas diariamente é importante, como também deve ser levado em conta o período do dia em que essas calorias são ingeridas.
Na opinião do especialista em Medicina Reprodutiva Assumpto Iaconelli Junior, diretor do Grupo Fertility, o excesso de gordura afeta a ovulação por conta da sensibilidade à insulina, do excesso de hormônio masculino e excesso de leptina – que é um hormônio proteico específico, produzido e secretado pelo tecido adiposo. Ou seja, a obesidade pode dificultar a gravidez e afeta a saúde reprodutiva principalmente nos primeiros estágios da gestação – aumentando as chances de aborto. “Uma adequação da dieta e a prática regular de exercícios físicos podem contribuir muito para se atingir o objetivo da maternidade”.
Uma das primeiras mudanças no estilo de vida indicadas para o casal que está encontrando dificuldade para engravidar é justamente adotar hábitos alimentares mais saudáveis. “Pacientes com índice de massa corporal igual ou superior a 30 são normalmente encaminhados para uma nutricionista especializada. O objetivo é que a dieta de perda de peso possa não só melhorar os índices gerais de saúde dos pacientes, mas também contribuir para aumentar a fertilidade do casal”, afirma o médico.
Iaconelli também participou de estudos que mostram que pessoas que reduziram o consumo de massas, doces, frituras, carnes vermelhas e bebidas alcoólicas durante o tratamento de fertilização assistida duplicaram suas chances de engravidar. Em contrapartida, mulheres obcecadas com o peso e que fazem todo tipo de dieta também são orientadas a adotar uma alimentação saudável para elevar as chances de ter um bebê. Um IMC saudável varia entre 19 e 25 – sendo que as refeições devem conter mais legumes, verduras, frutas e grãos, e menos carnes vermelhas, sal e açúcar.
Press Página
Nintendo deve lançar videogame para mercados emergentes
domtotal.com
Produtos serão direcionados a consumidores com rendas menores e menos experiência com jogos.
Por Sophie Knight
TÓQUIO - O presidente-executivo da Nintendo, Satoru Iwata, disse que planeja lançar um novo tipo de videogame e programas para mercados emergentes a partir do ano que vem, em vez de lançar aparelhos existentes como seu Wii U ou o portátil 3DS.
Iwata disse em uma entrevista após encontro com analistas que a Nintendo oferecerá os novos produtos para países como a China, direcionados a consumidores com rendas menores e menos experiência com jogos do que consumidores em países desenvolvidos.
A Nintendo divulgou seus resultados anuais neste mês, contabilizando seu terceiro ano no vermelho após vendas decepcionantes de seu console Wii U.
Reuters
Reino Unido e Brasil reunidos em Manaus
domtotal.com
Renomado botânico e ecologista britânico estará presente como grande facilitador desta relação.
O Royal Botanic Gardens Kew, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), organizam o workshop "Brasil-Reino Unido: Biodiversidade e Bioeconomia", de 2 a 6 de junho, na sede do INPA, em Manaus.
O workshop reunirá um grupo de trabalho formado por pesquisadores e gestores de institutos de pesquisa, universidades e agências de fomento à pesquisa do Brasil e Reino Unido para a articulação de parcerias de pesquisa e extensão entre instituições brasileiras e britânicas, tendo como foco biodiversidade e bioeconomia.
O objetivo principal da reunião é identificar oportunidades de pesquisas colaborativas em biodiversidade, como também temas e projetos de pesquisa de cientistas e instituições britânicas e brasileiras, que possam concorrer aos recursos do Fundo Newton* , lançado no Brasil em abril passado, com o objetivo de fomentar o avanço em pesquisa e inovação em países emergentes.
O renomado botânico e ecologista britânico Prof. Sir Ghillean Prance**, que possui uma história de mais de 50 anos de vivência e experiência na Amazônia, estará presente na programação como grande facilitador desta relação Reino Unido-Brasil. Além das oficinas de trabalho, as delegações britânica e do INPA farão uma visita de campo à reserva Ducke, liderada por Sir Ghillean.
Em 4 de junho, Sir Ghillean Prance fará uma palestra aberta para discorrer sobre sua experiência pioneira e legado em terras brasileiras, ao longo dos últimos 50 anos. Além de homenagear um notável patrono das relações científicas entre os dois países, o evento tem como objetivo inspirar estudantes e pesquisadores interessados em preservação e uso sustentável da biodiversidade.
Ao encerramento da palestra, uma cerimônia homenageará o pesquisador e o Sr. José Ramos, seu primeiro guia na região. Ambos receberão uma Menção Honrosa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas - FAPEAM, como reconhecimento dos esforços investidos no desenvolvimento científico da região Amazônica. Haverá também uma exposição informal de fotografias e objetos relacionados à trajetória de Sir Ghillean na Amazônia.
SERVIÇO
Palestra Sir Ghillean Prance
Data: 4 de junho de 2014 (quarta-feira)
Horário: 17h às 19h (seguido de coquetel)
Local: Auditório da Ciência - Bosque da Ciência
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA)
Av. André Araújo, 2936 - Petrópolis - Manaus/AM
Incrições: eventos@fapeam.am.gov.br
Instituto Carbono Brasil
Como dizer a Páscoa de outra maneira?
domtotal.com
A Festa da Ascensão nos atrai para as alturas, mas nos reenvia ao cotidiano da nossa vida.
Por Raymond Gravel*
A todas e todos, uma boa festa da Ascensão, a segunda face da Páscoa!
Páscoa e Ascensão: dois momentos do mesmo mistério; duas faces de uma mesma festa; duas maneiras de contar a Ressurreição. A Festa da Ascensão nos atrai para as alturas, mas nos reenvia ao cotidiano da nossa vida. Jesus foi para o céu, mas para inaugurar o tempo do Espírito Santo e nos enviar em missão para os nossos irmãos e nossas irmãs. Hoje é, portanto, a festa da Igreja, Corpo de Cristo, cuja cabeça está no céu e pés na terra. Que mensagens podemos tirar do livro dos Atos dos Apóstolos e do evangelho de Mateus sobre a festa de hoje?
A todos os Teófilos (amigos e amigas de Deus)
Lucas é o único que tem o relato da Ascensão. Na verdade tem dois: Lc 24,50-53 e At 1,1-11. Sabemos hoje que o relato de Marcos (Mc 16,9-20) é um acréscimo bem posterior à redação do evangelho, cujo autor inspirou-se nos outros evangelistas. Lucas, após escrever seu evangelho que mostra o acontecimento da Ressurreição como um todo, em suas duas dimensões: horizontal e vertical = Páscoa e Ascensão, no mesmo dia... no livro dos Atos dos Apóstolos, ao contrário, temos dois acontecimentos distintos, separados no tempo (40 dias), que podemos qualificar de tempo teológico de transformação e conversão, para enfatizar simplesmente que os discípulos de Jesus precisaram de tempo para tomar consciência de que Jesus, morto, não somente partiu (Ascensão), mas que também está vivo e presente de outra maneira (Páscoa) na sua Igreja. Além disso, na fé cristã a Ascensão sem dúvida precede a Páscoa, porque os primeiros cristãos constataram, em primeiro lugar, a partida de Jesus antes de se darem conta de que ele estava vivo e presente no meio deles. Por outro lado, como Lucas escreveu seus relatos após os acontecimentos, numa comunidade cristã já bem estabelecida, pôde inverter a sequência, a fim de ter uma lógica maior e uma melhor compreensão.
Além de inverter a sequência – Ascensão/Páscoa para Páscoa/Ascensão –, no livro dos Atos, Lucas chega inclusive a separá-los no tempo, para mostrar que o evento pascal diz respeito não somente ao Cristo ressuscitado, mas também aos seus discípulos, que são seu corpo e que, habitados pelo seu Espírito, o tornam presente e atuante no mundo: “Foi a eles que Jesus se mostrou vivo depois da sua paixão, com numerosas provas. Durante quarenta dias, apareceu-lhes falando do Reino de Deus” (At 1,3). Durante este tempo, os discípulos tomaram consciência da missão que Cristo lhes confiou: “Mas recebereis o poder do Espírito Santo que descerá sobre vós, para serdes minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e na Samaria, e até os confins da terra” (At 1,8).
Por outro lado, Lucas nos mostra que Páscoa e Ascensão são o mesmo acontecimento e nos falam de uma mesma realidade. No dia da Ascensão, assim como no da Páscoa, deve-se observar a importância do olhar: na Páscoa, no túmulo, as mulheres olharam para baixo: “Cheias de medo, elas olhavam para o chão. No entanto, os dois homens disseram: ‘Por que vocês estão procurando entre os mortos aquele que está vivo?’” (Lc 24,5). Aqui, no livro dos Atos, a Ascensão, 40 dias depois da Páscoa, o olhar dos discípulos está voltado para o alto: dois homens vestidos de branco dirão aos discípulos: “Homens da Galileia, por que ficais aqui, parados, olhando para o céu? Esse Jesus que vos foi levado para o céu, virá do mesmo modo como o vistes partir para o céu” (At 1,11).
O Cristo ressuscitado: o Emanuel, Deus conosco
No evangelho de Mateus não há relato da Ascensão, como temos em Lucas; há somente um relato da aparição aos apóstolos sobre uma montanha da Galileia, lugar por excelência do encontro com Deus, onde o Cristo ressuscitado transmite aos apóstolos uma tríplice missão: 1) Missão da proclamação (kerigma) às nações (v. 19a); 2) Missão de santificação pelo batismo (v. 19b); 3) Missão de formação para a vida cristã (v. 20a). O exegeta francês Jean Debruynne escreveu: “O Jesus ressuscitado dá aos cristãos três vocações: a inteligência, a ação e o coração; dito com outras palavras, a fé, a esperança e a caridade. Ao pedir para fazer discípulos, Jesus não está preocupado em inflar o número de cristãos, pois há mais a fazer do que se prender a estatísticas. A missão da Igreja não é colonizar o mundo. Quando Jesus diz: ‘Fazei discípulos meus todos os povos...’, ele nos convida a mudar a relação entre os homens. Não podemos escolher o país de nascimento. Mas podemos escolher ser discípulos. As relações com a nação são jurídicas e políticas. A relação do discípulo é uma relação com qualquer um. Jesus nos convida, portanto, a trabalhar para que as relações sociais se tornem relações entre pessoas”.
Por outro lado, o cristão continua frágil: ele duvida. “Quando viram Jesus, prostraram-se diante dele. Ainda assim alguns duvidaram” (Mt 28,17). O verbo “duvidar” não se encontra na Bíblia, exceto aqui e em Mt 14,31, quando Jesus repreende Pedro que começava a afundar quando caminhava sobre as águas. Não é que Pedro não tivesse fé, mas sua fé era tímida; falta-lhe audácia e coragem. Se o evangelista Mateus sublinha a dúvida dos cristãos é porque ele quer mostrar a humanidade da Igreja, com suas fragilidades, seus limites e sua finitude. A fé cristã nunca é uma certeza; é uma esperança. Bernanos dizia: “A fé cristã é, no dia, 23h55 de dúvida e cinco minutos de esperança”.
Mas é a esses homens – e poderíamos acrescentar hoje a essas mulheres e homens – que Cristo confia sua missão de humanizar o mundo, para que ele possa encontrar Deus. Santo Irineu dizia: “Deus se fez homem para que o homem se tornasse Deus”. E Jean Debruynne continua: “O cristão está a caminho. Não é qualquer um que chega; é alguém a caminho. O cristão está no canteiro de obras; é um homem de ação, portanto, um homem de esperança. ‘Fazei discípulos meus todos os povos...’. Nós não somos, em primeiro lugar, franceses, bretões ou aposentados; somos, em primeiro lugar, discípulos do Filho do Homem. ‘Batizai...’, ou seja, façam nascer. Façam-nos nascer não somente para o mundo, mas também para o seu coração, e a verdadeira batida do seu coração é o próprio Jesus. Trata-se de amar como nunca amamos. Batizai nas grandes águas da caridade. ‘Ensinai...’, ou seja, abram a inteligência da sua fé. O cristão não vai ao encontro de Deus com os olhos fechados. Ele não pode se contentar com o que aprendeu no catecismo. Nós não vivemos somente com aquilo que sabemos, mas também com aquilo que nos tornamos. O cristão não guarda os mandamentos em seu bolso ou apenas em sua memória, ele deve vivê-los...”.
Concluindo, o evangelho de Mateus termina como começou. Começa com José, que recebe a visita do Anjo do Senhor que lhe diz: “Vejam, a virgem conceberá, e dará à luz um filho. Ele será chamado pelo nome de Emanuel: Deus está conosco” (Mt 1,23). E termina com Jesus, antes da sua partida, que afirma ser este Emanuel, esse Deus conosco: “Eis que eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo” (Mt 28,20b). Felizmente, sua presença nunca é uma certeza; seria perigoso; haveria a tentação de impô-lo a todo o mundo. Sua presença é uma esperança. Mas que esperança! Há mais de 2.000 anos, mulheres e homens, apesar das suas dúvidas, testemunham o Ressuscitado, humanizando o mundo e animando-o à maneira de Cristo.
A todas e todos, uma boa festa da Ascensão, a segunda face da Páscoa!
Réflexions de Raymond Gravel
*Raymond Gravel é padre da Diocese de Joliette, Canadá. O texto é baseado nas leituras do Domingo da Ascensão do Senhor – Ciclo A do Ano Litúrgico (1º de junho de 2014). A tradução é de André Langer.
'O dinheiro não é o que mais preocupa o Papa'
domtotal.com
Aquele que fora arcebispo de Sidney e um dos homens mais próximos a Bento XVI, George Pell tem em suas mãos a tarefa de sanar as finanças vaticanas. O Papa Francisco acaba de nomeá-lo prefeito da nova Secretaria para a Economia da Santa Sé. É membro, além disso, da Comissão para a Reforma da Cúria, conhecida como C8 vaticano.
Eis a entrevista:
Como está vivendo estas novas tarefas?
É uma mudança muito grande em relação ao meu trabalho como arcebispo de Sidney. Dei-me conta do esforço que requer durante a Páscoa passada. Durante 40 anos tive que celebrá-la na minha diocese, pregar muitas vezes e escrever artigos para os jornais. Desta vez tive apenas uma homilia e pude participar de todas as celebrações quase como um fiel comum. Foi uma mudança importante.
Qual é o clima entre os membros do C8?
Todos os cardeais que fazem parte desta comissão estão completamente a favor das reformas que o Papa está propondo e quer levar adiante. Não temos nenhuma dúvida. As reformas foram um dos grandes temas que apareceram nas conversas antes do Conclave, durante as chamadas congregações.
Qual é o seu trabalho como “ministro da Economia” do Vaticano?
O novo Conselho de Economia tem que supervisionar a gestão econômica e vigiar as estruturas e as atividades administrativas e financeiras. É formado por 15 membros: oito cardeais e sete leigos especialistas internacionais. Cada um tem um voto e decidimos as diferentes mudanças e as propomos ao Santo Padre. É a primeira vez que os leigos têm voz neste nível. Se poderia dizer que é uma nova realidade na Igreja. Sua principal missão é a transparência e que o Vaticano se ajuste aos padrões internacionais.
Está sendo muito difícil?
Encontro-me com algumas dificuldades, mas não muitas. O Santo Padre precisa do Banco Vaticano (IOR) para ajudar as missões com o dinheiro, sem a permissão de outros países. Precisa dele para poder agir de maneira independente.
Qual é a tarefa mais urgente para o Papa?
Não é o dinheiro. Eu não sou europeu e, no entanto, penso que o desafio mais importante neste momento é a fé na Europa. Sobretudo, que os jovens recuperem a fé. Em muitos lugares do mundo existem outros problemas, mas no Primeiro Mundo o principal é o declínio da fé.
Francisco está causando verdadeira sensação entre as pessoas...
O Papa vive de forma muito simples, pratica a pobreza e prega para as pessoas de maneira muito acessível. A imprensa esquerdista nunca fala dos seus ensinamentos, por exemplo, quando fala do demônio, do dinheiro, da oposição ao aborto ou da importância da família. Isso não lhe interessa. Dão uma visão muito enviesada do seu Pontificado porque não entram no que realmente é o seu magistério e a sua doutrina. Francisco é realmente um homem de Jesus Cristo e do Evangelho, do anúncio dokerigma. Além disso, é preciso lembrar-se de que é um jesuíta à moda antiga e essa é uma das chaves para entendê-lo. Não toma nenhum dia livre na semana, nem sequer tira férias. É um homem muito simples.
Há alguns dias você esteve em nosso país. A que se deveu essa visita?
Fui à Espanha por uma série de razões. Participei de um encontro vocacional de jovens do Caminho Neocatecumenal, em Santiago de Compostela. Os responsáveis por esta realidade eclesial na Galícia estiveram em missão na Austrália em uma paróquia com muitas dificuldades e nos tornamos amigos depois de visitá-los várias vezes. Também quis ir porque este ano é o 200º aniversário do missionário Rosendo Salvado – espanhol que nasceu em Tui (Pontevedra) –, bispo na Austrália e que fundou um mosteiro beneditino em Nova Nurcia (perto da conhecida cidade de Perth). Além disso, foi o grande amigo dos aborígenes do país. Muitas pessoas os tratam mal e Rosendo Salvado tomou sua defesa. Informaram-me que haveria este encontro em Santiago e eu sou um grande defensor do Caminho Neocatecumenal. Erigi o Seminário Redemptoris Mater em Sidney, na época em que era arcebispo. Fui a este encontro para rezar e ouvir a pregação de Kiko Argüello. Sempre fico muito impressionado quando os jovens e as famílias se “levantam”, mostrando-se dispostos a partir em missão e dando assim resposta ao chamado vocacional.
Qual é o legado de Argüello que tanto lhe chama a atenção?
Precisamente isso: seu grande espírito missionário. Foi um homem firme, um homem de fé que trabalhou em circunstâncias muito difíceis e entendeu a necessidade e a beleza da fé, e quis levá-la a outras pessoas. Rosendo Salvado nos lembra o quão importante é conhecer Jesus Cristo e pertencer à Igreja católica.
La Razón, 29-05-2014
Movimento católico alerta para 'marcas profundas' da violência
domtotal.com
Lisboa, Portugal, 31 mai (SIR) – A mensagem do Movimento de Apostolado de Adolescentes e Crianças (MAAC), para o Dia da Criança deste ano, expressa “grande preocupação” pelas situações de violência que se têm abatido sobre os mais novos. O organismo, ligado à Igreja Católica, alerta para as “marcas profundas” que as agressões físicas, verbais e psicológicas do "bullying" ou fenômenos como “a violência doméstica” e “a pedofilia” deixam “no mais íntimo de cada criança e adolescente”. A carta do MAAC partiu de uma reflexão feita nos vários grupos do movimento, com as crianças e os adolescentes.
“O desemprego dos pais, o desentendimento entre o casal, a falta de confiança, a solidão”, a procura de afirmação de “superioridade”, da parte “de algumas pessoas e até dos amigos da escola” ou “a ilusão de encontrar amizades verdadeiras” são alguns dos fatores que potenciam situações de risco para as crianças. “O fato de não terem voz ativa, terem medo e vergonha de denunciar as situações de abusos sexuais provoca um enorme sofrimento em muitas destas crianças e consequências diversas como: o isolamento, o medo de ir para a escola; o receio em falar aos pais por medo de sofrerem represálias dos agressores; o insucesso escolar”, salienta o MAAC.
A pobreza, em virtude do desemprego que atinge hoje milhares de portugueses, é “outro problema sentido fortemente hoje pelas crianças no país”. “Perante estas realidades, há crianças e adolescentes tristes, assustados e até com tendências para o suicídio”, lamenta o movimento. O organismo católico olha também para a realidade internacional, para as novas gerações que veem o seu futuro adiado e os seus “direitos fundamentais” ameaçados por situações de conflito, como na Síria, e por “redes organizadas” de escravatura, exploração e tráfico humano.
Entre outros problemas, o MAAC lamenta a “pressão” a que estão hoje sujeitas “muitas crianças e jovens”, no meio de “uma sociedade cada vez mais competitiva, que lhes retira tempo para brincar, conviver com outros, para crescer” normalmente. Neste quadro, e no âmbito do Dia Mundial da Criança, o Movimento de Apostolado deixa algumas propostas para inverter esta conjuntura, que condiciona o desenvolvimento dos mais novos. De acordo com o MAAC, é essencial construir uma sociedade onde “se dê tempo às crianças para serem simplesmente crianças, para brincarem, para viverem o respeito, o amor, a partilha no seio das suas relações familiares e sociais”. Os promotores desta mensagem defendem ainda a urgência de evitar que os mais novos fiquem sujeitos “à violência e à privação” da guerra e de reconhecer “cada criança como protagonista na construção de uma sociedade mais justa e fraterna, escutando as suas aspirações e opiniões e valorizando as suas iniciativas de cidadania”.
SIR
90% lamentam ter consumido primeiro cigarro
domtotal.com
54% dos brasileiros relatam um alto grau de dependência à nicotina
A maioria dos brasileiros fumantes (85% - 89%) lamenta ter dado início ao hábito. Os dados fazem parte da Pesquisa Internacional de Tabagismo (ITC, na sigla em inglês), apresentado em razão do Dia Mundial sem Tabaco, celebrado neste sábado (31).
A militar aposentada Vânia Cristina da Costa, 55 anos, é uma das brasileiras que compõem essa estatística. Ela diz que começou a fumar aos 15 anos, por modismo, que se arrepende da decisão e tem medo das consequências.
"Cigarro é minha válvula de escape. Se eu estou estressada ou tenho um problema grave eu fumo e me acalmo. Aos 15 anos, quando comecei, era moda adolescente. Hoje me arrependo de ter começado a fumar, principalmente, por trabalhar na área de saúde. E tenho receio de ter um câncer de pulmão ou algo assim", lamenta.
De acordo com a pesquisa, 54% dos brasileiros relatam um alto grau de dependência à nicotina.
Os dados mostram que mais de dois terços dos brasileiros fumantes têm uma opinião negativa em relação ao tabagismo e que 80% deles já tentou parar de fumar.
Ainda de acordo com a pesquisa, a maioria dos fumantes brasileiros não quer fumar, mas está presa pela dependência e apoia o fortalecimento de ações de combate ao tabagismo.
Apesar das dificuldades de largar o cigarro, o engenheiro de sistemas Cleto Praia, 63 anos, mostra que é possível parar.
O engenheiro Cleto Praia parou de fumar há nove anosMarcelo Camargo/Agência Brasil
"Comecei a fumar na adolescência parei e voltei a fumar várias vezes. Agora já tem nove anos que não fumo e não sinto vontade. Pode fumar do meu lado que não me incomodo”, disse.
“Depois que parei de fumar, tudo melhorou. Se eu não tivesse parado estaria morto, eu tinha muitos problemas respiratórios, fumava três maços num só dia e agora caminho duas horas por dia", conta.
O estudo foi coordenado pela Universidade de Waterloo, no Canadá, e desenvolvida em 20 países. No Brasil, foram ouvidas 1.830 pessoas de três capitais: São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.
Agência Brasil
Postado por Pe Geovan
X-Men: Days of Future Past
No futuro, os mutantes são caçados impiedosamente pelos Sentinelas, gigantescos robôs criados por Bolívar Trask (Peter Dinklage). Os poucos sobreviventes precisam viver escondidos, caso contrário serão também mortos. Entre eles estão o professor Charles Xavier (Patrick Stewart), Magneto (Ian McKellen), Tempestade (Halle Berry), Kitty Pryde (Ellen Page) e Wolverine (Hugh Jackman), que buscam um meio de evitar que os mutantes sejam aniquilados. O meio encontrado é enviar a consciência de Wolverine em uma viagem no tempo, rumo aos anos 1970. Lá ela ocupa o corpo do Wolverine da época, que procura os ainda jovens Xavier (James McAvoy) e Magneto (Michael Fassbender) para que, juntos, impeçam que este futuro trágico para os mutantes se torne realidade.
País: EUA , Reino Unido
Ano: 2014
Gênero: Ação
Classificação: 14
Direção: Bryan Singer
Elenco: Hugh Jackman, James McAvoy, Michael Fassbender
Duração: 2h12min.
Classificação dos Internautas:
| Em cartaz |
|---|
Ana Virgínia: De obesa a esportista, mulher perde 25 kg e adere às meias maratonas
Ana Virgínia, de 53 anos, começou a perder peso em 2010.
A morte da mãe fez com que assistente social procurasse ajuda médica.
Do G1 BA
1 comentário
O enfarte fulminante que causou a morte da mãe, em 2010, deu um novo sentido a vida de Ana Virgínia Pereira, de 53 anos. A assistente social, que mora em Salvador, e já tinha desistido da luta contra o ganho de peso, tirou da tristeza o empenho por uma vida saudável. No mesmo ano, por meio de um processo de reeducação alimentar e desenvolvimento de atividades físicas, Ana Virgínia perdeu 25 quilos.
Além de não ter recuperado o peso perdido, ela descobriu a paixão pelo esporte. Virgínia já correu até 23 quilômetros em meias maratonas realizadas em várias partes do Brasil.
Embora a morte da mãe não tenha sido provocada por problemas com obesidade, a fatalidade despertou na família o sinal de alerta. Na época, Ana Virgínia conta que chegou a pesar 90 quilos, sendo que ela tem altura de 1,59 metros. "Entrei na menopausa muito cedo, aos 46 anos. Achei que já estava muito velha e não tinha mais jeito. Meti o pé na jaca e engordei ainda mais. Entrei naquele processo de querer engordar para poder fazer a cirurgia bariátrica", relata a assistente social.
(Foto: Divulgação / Arquivo Pessoal)
Ainda em 2010, quando a mãe faleceu, Ana Virgínia relata que foi orientada pela irmã a procurar ajuda médica para emagrecer. "Por causa do peso, eu também corria risco de enfarte. Eu comecei o tratamento [em uma clínica] em agosto de 2010. Eu dezembro [dos mesmo ano], eu já tinha perdido 23 dos 25 quilos acertado pela nutricionista. Entrei em período de manutenção e, logo após, perdi mais dois quilos", detalha.
Junto com a acompanhamento nutricional, Ana Virginía explica que superou todas as dificuldades que tinha em desenvolver atividades físicas. "Eu era daquelas que se matriculava na academia e não aparecia. Pagava o ano inteiro e nunca ia. Quando comecei a perder peso, eu comecei a procurar alguma forma de me manter magra. Comecei a andar. Do andar, eu comecei a me interessar pelo clube de corrida [da clínica]", lembra a assistente.
A mudança de hábitos iniciada há quatro anos alterou complemente a vida de Ana Virginia. Atualmente, ela relata que só descansa fisicamente aos domingos. "Acompanhada de profissionais, eu faço musculação todos os dias. Corro quatro vezes por semana. Hoje, eu faço uma coisa que nunca imaginei que seria possível: viajo para correr", detalha a mulher que participa de meias maratonas em várias partes do Brasil.
saiba mais
"Eu acabo de fazer a corrida adventure [na areia], na Praia do Forte. Nessas corridas, a minha vitória não é superar os outros, mas a mim mesma. Levando em conta a minha idade e a minha história, eu fico feliz em concluir a corrida e não me sentir acabada. Ainda tenho pique para dançar com os jovens no final", brincou.
Ana Virgínia é casada há 30 anos, mãe de duas mulheres e avó de duas meninas. "Ele [marido] não reclamava do meu peso. Ele nunca me conheceu magra. Mas depois que emagreci, ele disse que nunca tinha me visto tão feliz", destaca.
"A minha vida hoje é completamente diferente. Há 4 anos, eu tinha muitas dores: pé, joelho. Eu tenho duas netas e tinha dificuldade de brincar. Hoje, eu acompanho as minhas netas em todas as brincadeiras. Eu tive problema de tireóide e tive gordura no fígado. Hoje, sem dúvidas, sou muito mais feliz. Com a gordura, eu também tirei o drama da minha vida", conclui.



