Livre para voar

Paulo Eduardo Mendes*

É bom ser livre. Voar. Imaginação fértil. Voos rasantes dos nossos pensamentos. Somos seres sem azas, mas alcançamos alturas inimagináveis. Basta sonhar em ser livre. Olhos abertos mirando a linha do infinito do nosso pensar. Pairar acima das nuvens no nosso raciocínio de piloto desta encarnação em que pousamos de almas. Vivemos num corpo físico. Espíritos submetidos aos hormônios e às forças criadoras. Somos espíritos sempre livres para voar. O sonho de voar é inerente ao ser humano dotado de sensações extrassensoriais. Realizamos qualquer tarefa que nos coloque bem diante da vida. Temos discernimento para entender nossos limites. Força para superarmos dificuldades, notadamente aquelas provocadas muitas vezes pela nossa insensatez. Levantar a cabeça. Andar. Buscar novas luzes. Livres para voar com a liberdade necessária, a fim de atingir cumes de respeitabilidade.
Praticaremos tão somente atos para dignificar compromissos encarnatórios. Todos vivenciaremos um mundo realmente novo de respeito e harmonia. Resta esperar o momento exato. Procurar agir valorizando o intelecto como fonte do saber que nos anima a voar por assuntos reencarnatórios dentro dos princípios da Justiça Divina. É o serviço de educação humana que vamos encontrar na expressiva literatura espírita. "Livre para voar" é o traço de união desta crônica que enfoca mais um livro em comentário de aprovação ao romance que traz a assinatura de Wilson Frungilo Júnior. "O autor voou" quando escreveu o "Livre Para Voar", contando fatos reais e desfilando temas em consonância ou intercâmbio com os Espíritos.

*Jornalista
 

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