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Cenário da Economia

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Nos últimos 25 anos, podemos dizer que a economia brasileira, irmã gêmea da política nacional, apresentou pontos positivos e negativos. Fica difícil, neste resumido texto, citar todos os fenômenos. No entanto, mostramos apenas quatro itens que proporcionaram oscilações no ambiente nacional. 
De modo cronológico, para melhor, a estabilização monetária (Plano Real) e a expansão das exportações de commodities; para pior, a Emenda Constitucional da reeleição e a corrupção endêmica e sistêmica. Ademais, vale ressaltar, dois pontos complicadores: os três Poderes da União algumas vezes não funcionaram com independência e harmonia entre si, conforme estabelecido no Artigo 2º da Constituição, e os desentendimentos envolvendo outros países. 
O cenário atual do País não é fácil, porém a realização de determinadas reformas, permitindo os equilíbrios fiscal, monetário e cambial, poderá conduzir o Brasil para uma melhor situação política e socioeconômica. Os resultados não serão imediatos, mas de médio e longo prazos. 

Pesquisamos alguns relatórios e textos elaborados por Instituições nacionais e internacionais (IPEA, BACEN, IBGE, FMI, etc) e observamos para 2019, desde que não ocorram oscilações bruscas no País e fora dele, sinais de melhoria da Economia brasileira, tais como: 1. Taxa de juros (Selic) estável em 7,25% ao ano; 2. Variação do PIB de 2,7%; 3. Déficit primário passando de -2,0% (2018) para -1,0% (2019); 4. Relação investimentos/ PIB da ordem de 6,4% (a maior desde 2012); 5. Taxa de desemprego caindo de 12,5% (2018) para 11,6% (2019), gerando 800 mil empregos; 6. IPCA (taxa de inflação) da ordem de 4,0%, abaixo da meta de 4,5% ao ano; 7. Taxa de câmbio (R$/US$) variando entre 3,6 e 3,8, o que permitirá a expansão do comércio exterior. Diante destes poucos mas importantes indicadores, a Economia poderá iniciar um processo de recuperação.

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