Pular para o conteúdo principal

Cruzeiro

Por 
Distante das lides políticas, frei Hermínio Bezerra de Oliveira procura a valorização da nossa moeda ao destacar, em livro, o “Cruzeiro”. Forma literária de projetar a moeda brasileira no seu valor histórico. “O Cruzeiro - Vida e Metamorfose” tem lastro ouro, não entra no rol da desvalorização do dinheiro. Frei Hermínio usa os valores da Língua Portuguesa para descrever a trajetória das notas dessa família monetária que aquece a vida financeira repleta de metamorfoses do modelo econômico vigente no elementar jogo das trocas que configuram o comércio de todos os povos do mundo.

“O Cruzeiro” no histórico de frei Hermínio tem o suporte de valia da boa literatura. Não há desvalorização nessa moeda alvo da história. A riqueza da evolução do cruzeiro através do tempo tem a estrutura real de permanecer forte na análise sem a erosão inflacionária ditada pela política de desequilíbrio nefasto ao desenvolvimento tão almejado na senda do progresso. “O Cruzeiro – Vida e Metamorfose” tem valor inconteste no histórico que ilustra a emissão do nosso dinheiro, na esteira evolutiva da própria personalidade da espécie em circulação. Trabalho de roteiro objetivo na seriedade dos registros independentemente de interesses pecuniários. Texto bem norteado, na elegância de mostrar a grandeza do nosso dinheiro, na sua pontuação para a história. Um livro forte no ideário de situar a seriedade da política monetária pelo ângulo da “vida e metamorfose” no padrão de divisas econômicas da mais alta e correta busca da respeitabilidade. Livro exemplo para ocupar o espaço literário no desempenho do autor como membro da Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza – a Amlef. Simpática forma de “contar dinheiro” longe da atuação política dos desacertos que aí estão desvalorizando nosso capital nos parâmetros da economia doméstica.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Corpo do Jornalista Carlos Heitor Cony deve ser cremado na terça-feira

Vinícius Lisboa - Repórter da Agência Brasil* O corpo do jornalista Carlos Heitor Cony deve ser cremado na próxima terça-feira (9), no Memorial do Carmo, segundo a Academia Brasileira de Letras (ABL), respeitando o desejo do imortal. Cony morreu ontem (6), aos 91 anos, vítima de falência múltipla dos órgãos após dez dias de internação. Segundo a ABL, como a morte ocorreu em um fim de semana, procedimentos jurídicos e administrativos terão que ser resolvidos nesta segunda-feira (8). Após a cremação, suas cinzas devem ser lançadas em um local que remete a sua infância. Também a pedido do jornalista, seu corpo não foi velado na sede da academia. A amiga e também jornalista Rosa Canha disse que Cony desejava uma cerimônia íntima. "Ele não queria velório, não queria missas nem nenhum tipo de homenagens. Ele pediu muito que fosse uma cerimônia apenas para a família".  Saiba MaisTemer lamenta morte do jornalista Carlos Heitor Cony Carlos Heitor Cony nasceu no Rio em 14 de março de 1926.…

Participe da Coletânea "100 Poetas e 100 Sonetos"

O Instituto Horácio Dídimo de Arte, Cultura e Espiritualidade está selecionando 100 poetas para compor a Coletânea “100 Poetas e 100 Sonetos”. Os sonetos são de tema livre e devem ser metrificados em qualquer tamanho ou estilo, rimados ou não. 

Não haverá taxa de inscrição e nem obrigatoriedade de aquisição do livro pelos participantes, que em contrapartida cedem seus direitos autorais. 

A data e local do lançamento da coletânea serão definidos posteriormente. 

Para participar, envie o seu soneto para o email ihd@institutohoraciodidimo.org ou pelo formulário até 10/07/2019 com uma breve biografia.

Por https://institutohoraciodidimo.org/2019/06/11/coletanea-100-poetas-e-100-sonetos/

Projeto do escritor e professor cearense Gonzaga Mota doa livros para escolas públicas da Capital e do interior

Por Diego Barbosa,  Com a ação, Gonzaga Mota já circulou por 20 instituições, ora aumentando acervos, ora criando novas mini-bibliotecas Com facilidade, a porta em que está cravada a placa "Livros de escritores cearenses" escancara-se em nova visão. Do outro lado do anteparo, o olhar mira num aconchegante espaço, onde repousam, organizadas e coloridas, obras de toda ordem. São títulos tradicionais e contemporâneos, exemplares de poesias, contos, crônicas, romances. Em comum a todos eles, o DNA nosso: possuem assinatura de cearenses. E querem ganhar mais mundos, outras trilhas. Mantido pelo escritor e professor Gonzaga Mota, o gabinete da descrição acima é recanto de possibilidades. Desde o começo deste ano, o profissional mantém um projeto de doação de livros para escolas públicas de Fortaleza e do interior, almejando estender o raio de alcance da leitura, especialmente entre crianças e jovens. A vontade de fazer com que os volumes saltem da…