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Mostrando postagens de Junho 25, 2020

Jovens autores brasileiros conquistam mercados internacionais

Você tem a vida inteira’, de Lucas Rocha, acaba de ser publicado pela Scholastic nos EUA e a Planeta Portugal prepara o lançamento de ‘As aventuras de Mike’, do casal Manu Digilio e Gabriel Dearo No mês em que se comemora o Dia do Orgulho LGBTI, a editora americana Scholastic lançou  Where we go from here , a versão em inglês do livro  Você tem a vida inteira , do brasileiro Lucas Rocha publicado aqui no Brasil pelo selo Galera Record. Vertido para o inglês pelas mãos de Larissa Helena, o livro conta a história de três jovens entrelaçadas pelo vírus do HIV. Rafaella Machado, a caçula do clã fundador da Record, conta que a trajetória internacional de  Você tem a vida inteira  começou na Bienal Internacional do Livro de São Paulo de 2018, quando o diretor editorial da Scholastic, David Levithan, visitou o evento. O livro de Lucas Rocha foi um dos livros selecionados para o  Kit gay , box de livros lançado pelo selo e que reúne outros títulos da literatura LGBTQIA+.  Levithan l

Literatura para novos tempos

Jornalista e escritora Paulliny Tort lança podcast sobre literatura. Maria Valéria Rezende é a entrevistada do episódio de estreia. Paulliny Tort | © Raquel Pellicano A jornalista e escritora brasiliense Paulliny Tort estreou esta semana um podcast sobre Literatura. O programa,  Sem Papas – Literatura para novos tempos , tem como objetivo aproximar a literatura das pessoas e traz uma série de entrevistas com escritores brasileiros. No episódio de estreia, a premiada Maria Valéria Rezende fala sobre escrita e envelhecimento durante o isolamento social. Com duração de 40 minutos, a conversa é permeada por histórias e curiosidades, tanto da infância quanto das viagens que a escritora empreendeu pelo mundo. Itamar Vieira Junior, vencedor do prêmio LeYa e finalista do Jabuti, é o próximo entrevistado do programa. O tema do papo será  A força da ancestralidade no romance brasileiro , tendo por ponto de partida a escrita de autoria negra. Os episódios, disponíveis nas principais plat

Jornalista Wellington Nunes lança novo livro nesta quinta-feira (25)

Jornalista e historiador Wellington Nunes lança seu segundo livro, “O que me dizem os anos”, com reflexões sobre as mais de cinco décadas de vida Legenda:  Wellington Nunes já tem um livro de poemas publicado. Agora, ele se aventura por pensamentos intimistas, e já planeja uma obra com crônicas para 2021 Foto:  Divulgação Quantos pensamentos passam por sua cabeça durante um só dia? Alguns rápidos, outros que se arrastam pelas 24h, com ou sem uma resolução - se é que isto se faz necessário. Em um ano, o  jornalista, historiador e professor universitário Wellington Nunes  pincelou 411 impressões, registradas diariamente, com o intuito de refletir sobre o que aquelas horas lhe ofereciam. Dali, filtrou 50 aprendizados, que podem ser conferidos em seu novo livro,  “O que me dizem os anos” , um e-book a ser distribuído gratuitamente a partir desta quinta-feira (25), data de  seu aniversário de 53 anos . O projeto teve início em 2017, mas só agora ele retirou da “gaveta”. “A i

Evento on-line debate e promove literatura LGBTQIA+

Festa literária Flicadê acontece de hoje (25) a domingo na internet Representatividade. Essa é a palavra mais lembrada pelos participantes do Flicadê, festa literária on-line dedicada à comunidade LGBTQIA+, que acontece desta quinta-feira (25) até domingo (28), no  YouTube ,  Instagram  e  Twitter . O evento ocorre no mês do Orgulho LGBT e seu nome faz menção ao perfil Cadê LGBT, que está em diversas redes sociais. O escritor baiano Deko Lipe, 34 anos, é um dos organizadores da festa literária com a colega mineira Maria Freitas e ressalta sua importância: “Ainda existe uma invisibilização das pessoas LGBTQIA+ na literatura. No máximo, chegamos à letra 'B' [bissexuais] da sigla. Precisamos furar bolhas, entrar em determinados ambientes. Então, teremos uma mesa trans e outra para falar sobre corpos não padrão. Nessa segunda mesa, vai-se falar sobre os corpos gordos, que não costumam ser protagonistas”. Bruno Santana, homem trans, estará numa mesa Uma das mesas vai

O jovem da remota passeata

O jovem da passeata em pleno viaduto do chá no centro de São Paulo vos saúda e vos deseja um feliz dia Passeata de estudantes no centro de São Paulo pela anistia e pelas liberdades democráticas em 5 maio de 1977 (Sergio Sade/ Editora Abril/ Memorial da Democracia) Ricardo Soares* Sim, me vejo numa passeata em outro tempo. Talvez no jurássico 1977 quando os estudantes iam para as ruas contra a malfadada lei 477 e levavam borracha nas costas. E tem gente que não sabe, não lembra e não viu. E pede, irresponsavelmente, a volta da ditadura, do AI-5 e de todas as mazelas, torturas e usuras do nefasto regime militar que tentou passar a falsa impressão de que era um sistema incorruptível quando todos sabemos que não. Sim, me vejo numa passeata de outro tempo olhando para muitos rostos que já partiram e só posso pensar uma coisa em relação aos que estão aqui hoje, aqui e agora. Vocês não sabem o que foi aquilo e eu nunca imaginei que fosse voltar a viver diante da ameaça de tudo aqu