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22 de janeiro de 2017

Batimento cardíaco pode estimular preconceito

Manifestante apoia o Movimento Black Lives Matter. (AFP)
Um único batimento cardíaco pode fazer com que uma pessoa tome uma decisão baseada em um preconceito racial, segundo um estudo sobre a influência desse órgão no julgamento humano imediato.
Participantes do estudo brancos e asiáticos cujos ritmos cardíacos foram monitorados foram mais propensos a perceber um homem negro desarmado como uma ameaça quando observavam sua foto durante um batimento cardíaco do que entre batimentos, disseram pesquisadores do Reino Unido.
A descoberta pode ser útil para conceber formas de combater o alto número de assassinatos de negros desarmados por policiais nos Estados Unidos, disse a equipe.
"Podemos usar o estudo para pensar sobre maneiras de direcionar essa comunicação coração-cérebro de modo a reduzir as tragédias causadas pelo preconceito racial", disse a coautora do estudo Sarah Garfinkel, da Brighton and Sussex Medical School.
Os cientistas já sabiam que cada pulsação dispara um poderoso sinal para o cérebro. Entre batimentos, os sinais são silenciosos.
Pesquisas anteriores também revelaram que o preconceito racial muitas vezes leva a confundir objetos inofensivos com armas nas mãos de pessoas negras, inclusive pela polícia, que como resultado pode acabar atirando.
O que não se sabia era se o coração pode influenciar o cérebro quando se trata de perceber uma ameaça. O novo estudo, publicado na revista científica Nature Communications, conclui que sim.
Foram mostradas para os participantes imagens de homens negros ou brancos segurando uma arma ou um objeto inofensivo, como uma carteira ou telefone celular.
Os voluntários foram convidados a "atirar" nos indivíduos que eles acreditavam estar armados, pressionando uma tecla de computador.
Quando a imagem era exibida durante um batimento cardíaco, os participantes foram cerca de 10% mais propensos a perceber o objeto como uma arma quando segurado por uma pessoa negra, descobriu o estudo.
Corações e mentes
"Os sinais que vão do coração para o cérebro parecem ser fortes o suficiente para mudar nossas percepções", disse o autor Manos Tsakiris, da Royal Holloway University of London.
"Em alguns casos, eles dominam nossas percepções até o ponto em que percebemos mal as coisas que vemos na nossa frente", disse o pesquisador a jornalistas antes da publicação do estudo.
Os cientistas advertiram que o risco de falsa percepção de uma ameaça pode ser exacerbado em uma situação tensa com um batimento cardíaco mais rápido e mais forte.
"Todos sabemos que, em grande medida, estereótipos sociais e raciais parecem estar integrados em nossa cultura", disse Tsakiris.
"O que estamos mostrando com este estudo em particular é que eles também ficam incorporados em nossa fisiologia", acrescentou.
Inspirada pela natureza racial de muitos tiroteios policiais nos Estados Unidos, a equipe espera que seu trabalho possa fazer uma diferença prática.
Uma opção teórica seria fortalecer o papel relativo da chamada parte "pensante" do cérebro, o córtex pré-frontal, para substituir e suprimir a ativação automática do medo.
"Normalmente, em nossa cultura e civilização, nós tendemos a fazer isso através da educação - este é um dos principais objetivos da educação, fazer com que tenhamos mais consideração com os outros, para nos tornarmos menos tendenciosos em relação às pessoas", disse Tsakiris.
Mais drasticamente, algum tipo de estimulação cerebral médica poderia ser considerada.
Segundo Garfinkel, outros estudos mostraram que as pessoas que entendem os processos automáticos do corpo humano - como o impacto de um batimento cardíaco no medo ou no pensamento - são mais capazes de controlá-los.
"Então, se pudermos capacitar as pessoas a serem (...) mais conscientes de seus batimentos cardíacos, então eles poderão neutralizar os efeitos negativos e as influências que esses sinais podem ter", concluiu a pesquisadora.

AFP

Exercitar-se nos fins de semana pode ser tão benéfico quanto diariamente

O exercício físico reduz o colesterol, controla o ganho de peso e melhora o sono. (Dicas de Saúde)
As pessoas que se exercitam principalmente nos finais de semana podem colher grandes benefícios para a sua saúde, tanto quanto as pessoas que fazem atividades físicas mais regularmente, disseram pesquisadores.
Atualmente, os especialistas recomendam 150 minutos de atividade física moderada por semana, ou 75 minutos de exercícios intensos.
Mas não há consenso sobre a frequência com que uma pessoa precisa se exercitar, e se as atividades devem ser feitas diariamente ou se podem ser condensadas em poucos dias.
Os resultados, publicados na revista médica Journal of the American Medical Association (JAMA) Internal Medicine, mostraram que as pessoas que concentram todo o seu exercício físico em um ou dois dias da semana - muitas vezes chamadas de "guerreiros de fim de semana" - parecem reduzir seus riscos de morrer tanto quanto as pessoas que se exercitam três ou mais vezes por semana.
O estudo se baseou nas respostas de cerca de 64.000 pessoas, e as agrupou em quatro categorias: sedentário, insuficientemente ativo, guerreiro de fim de semana e regularmente ativo.
Os três grupos de pessoas que faziam exercícios conseguiram melhores resultados do que as pessoas que eram sedentárias.
Ao comparar os guerreiros de fim de semana com os adultos sedentários, os pesquisadores descobriram que aqueles que se exercitavam apenas um ou dois dias por semana tinham um risco 30% menor de morrer por doenças.
O risco de morte por doença cardiovascular foi 40% mais baixo para guerreiros de fim de semana do que para adultos sedentários, e o risco de morte por câncer foi 18% menor.
Efeitos similares foram observados entre pessoas insuficientemente ativas que faziam menos exercícios do que o recomendado e pessoas regularmente ativas que se exercitavam três ou mais dias por semana.
Em comparação com os participantes sedentários, o risco de morrer de qualquer causa entre os participantes insuficientemente ativos foi 31% menor, e 35% menor nos participantes regularmente ativos.
Os riscos de morrer de doença cardíaca ou de câncer entre os que se exercitavam insuficientemente e os que se exercitavam regularmente também foram bastante semelhantes - com poucos pontos percentuais de diferença - ao risco reduzido dos guerreiros de fim de semana.
"É uma notícia muito animadora que ser fisicamente ativo apenas uma ou duas vezes por semana está associado a um menor risco de morte, mesmo entre as pessoas que fazem alguma atividade mas não atingem os níveis de exercício recomendados", disse o autor sênior Emmanuel Stamatakis, professor na Universidade de Sydney.
"No entanto, para obter benefícios de saúde ótimos com a atividade física é sempre aconselhável cumprir e exceder as recomendações", acrescenta.
Estatisticamente poderoso
O estudo não demonstrou uma relação de causa e efeito, porque se baseou em pessoas que preencheram pesquisas de saúde na Grã-Bretanha, e confiou na intensidade e duração auto-relatadas dos exercícios.
Os pesquisadores também advertiram que, uma vez que 90% dos entrevistados eram da raça branca, os benefícios dos exercícios de fim de semana podem não ser válidos para toda a população.
O estudo revelou que estes guerreiros de fim de semana tendiam a ser homens que praticavam em média 300 minutos de exercícios por semana, em um ou dois dias.
Os tipos de exercício que eles faziam incluíam jardinagem, caminhadas, ciclismo, corrida e esportes organizados.
A maioria dos entrevistados eram sedentários - quase 63%. Outros 22% eram insuficientemente ativos. Apenas 3,7% eram guerreiros de fim de semana, e 11% praticavam exercícios regularmente.
Eles tinham 40 anos ou mais, e foram acompanhados por uma média de nove anos.
Apesar das limitações do estudo, os autores descreveram suas descobertas como "estatisticamente poderosas", e disseram que estas respaldaram pesquisas anteriores da Universidade de Harvard que acompanharam 580 pessoas e encontraram um menor risco de morte entre guerreiros de fim de semana em comparação com homens sedentários.
Especialistas dizem que o exercício físico melhora a saúde, ao reduzir o colesterol, controlar o ganho de peso, melhorar o sono e reduzir o risco de doenças cardíacas, câncer e diabetes.

AFP

Livro retrata intolerância e religiosos cobram plano de combate à violência

Isabela Vieira – Repórter da Agência Brasil
Foto: Google
Há mais de um ano, uma menina de 11 anos, praticante do candomblé, no Rio de Janeiro, ficou conhecida após ter sido apedrejada na cabeça e insultada por homens que portavam Bíblias e que, supostamente, pertencem a seitas cristãs evangélicas ou neopentecostais. Mais recentemente, no último sábado (14), um homem foi detido por depredar santos da Catedral São João Batista, em Niterói.
Casos de intolerância religiosa como esses que culminaram em ofensas, agressões e depredações crescem ano a ano e exigem uma ação coordenada do Poder Público. Essa é a conclusão da publicação Intolerância Religiosa no Brasil - Relatório e Balanço, lançado esta semana, às vésperas do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, lembrado hoje (21).
O estudo foi coordenado pelo Laboratório de História das Experiências Religiosas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em parceria com o Centro de Articulação das Populações Marginalizadas (Ceap) e a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) -- formada por representantes de várias crenças, do Ministério Público, do Tribunal de Justiça do Rio e da Polícia Civil.
Em mais de 160 páginas, a publicação reúne números de denúncias compilados por serviços de governo como o Disque 100 Direitos Humanos, artigos científicos com diagnóstico do problema no país e uma proposta de plano nacional para enfrentar o problema. No início de 2016, um documento com esse teor começou a ser articulado pela Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), hoje vinculada ao Ministério da Justiça, mas não foi concluído.
Entre 2001 e 2015, o país registrou 697 casos de intolerância religiosa. Depois de atingir um pico em 2013, com 201 episódios, o número quase dobrou de  2014 para 2015, passando de 149 casos para 223. Alguns relatos, como o da menina de 11 anos agredida no Rio, de crianças judias ofendidas em um clube na zona sul carioca e de uma mulher muçulmana apedrejada na perna, na periferia de São Paulo, são analisados na publicação. O documento também aponta que vizinhos, professores e familiares estão entre os agressores mais comuns.
De acordo com um dos organizadores da publicação, o babalawô Ivanir dos Santos, doutorando em história comparada pela UFRJ e interlocutor da CCIR, o enfrentamento à discriminação exige respostas do Executivo federal, estadual e municipal, legislativos e do Judiciário, como determinam acordos internacionais ratificados pelo Brasil e o Estatuto da Desigualdade Racial, de 2010.
"Primeiro, tem que tipificar a intolerância religiosa como crime, depois, ampliar medidas educativas", afirmou.
Ivanir defende a aplicação universal da Lei 10.639, que obriga o ensino da história e culturas africanas e afro-brasileiras nas escolas. "Essa é a única saída para entender as outras culturas e respeitar o próximo. Porém, essa lei tem dificuldade de andar porque sofre grande perseguição de neopentecostais e de racistas", afirmou.
Para fomentar a discussão do plano nacional, o livro Intolerância Religiosa no Brasil - Relatório e Balanço resgata uma proposta apresentada pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, em 2013, com ações nas áreas de segurança, trabalho e educação, por exemplo.
Escola perpetua intolerância
A discussão do tema na escola —que foi tema de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2016— é uma das recomendações da publicação.
A hipótese é de que a educação tem falhado na formação de profissionais e que o atual modelo de ensino, material didático e currículos escolares deixam a violência passar despercebida, na análise da pesquisadora do Laboratório de Experiências Religiosas da UFRJ Juliana Cavalcanti. Os dados, diz, “têm demonstrado que nossas unidades de ensino, além de apresentarem um silêncio no quesito religiosidade, são também ambientes onde se manifesta o desrespeito”.
Programas de TV
Para combater a intolerância, o estudo também cobra que o Ministério Público denuncie programas de televisão e de rádio que incentivem o ódio ou a discriminação a religiões. Outra reivindicação é que o Ministério das Comunicações puna com multa emissoras e retire programas do ar e que proíba patrocínio de órgãos e estatais a veículos com esse tipo de conteúdo.
"Quando uma pessoa tem a atitude de jogar uma pedra em uma menina ou de quebrar um santo da Igreja Católica, aquela não é uma atitude individual. A pessoa ouviu aquilo na igreja [que frequenta] e ouviu sua liderança falar nos meios de comunicação, demonizando alguns setores. Em algum momento, a emoção disparou e a pessoa fez o que fez", avaliou Ivanir. Ele lembrou que concessões de rádio e TV são públicas e devem ser fiscalizadas. "O Poder Público tem sido omisso."
Agência Brasil procurou a Seppir, atualmente vinculada ao Ministério da Justiça, sobre a elaboração do plano de combate à intolerância que estava em gestão, no ano passado, mas não foi atendida. O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações respondeu que "não tem nenhuma informação sobre o assunto [plano de combate à intolerância religiosa]".

Projeto da ONU engaja mais de 100 músicos da Baixada e vai virar documentário

Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil
Belford Roxo (RJ) - Jovens da Baixada Fluminense que cantam rap sobre sustentabilidade, transparência e responsabilidade governamental participam de filme em parceria com o PNUD (Fernando Frazão/Agência Brasil)
Belford Roxo (RJ) - Jovens da Baixada Fluminense que cantam rap sobre sustentabilidade, transparência e responsabilidade governamental participam de filme em parceria com o PNUD Fernando Frazão/Agência Brasil
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) estabeleceu parceria com documentaristas da Itália e do Brasil para produzir filme sobre o poder da música em engajar pessoas na implementação da agenda de desenvolvimento sustentável.
O filme contará a história da primeira rede de músicos comprometidos com a sustentabilidade e com a divulgação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. O projeto-piloto está sendo implementado pelo PNUD na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, e vai disponibilizar um modelo para réplica nos escritórios do programa em 166 países em desenvolvimento
O Rio de Janeiro é o berço da Agenda 2030, o plano de ação global composto por 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que foram ratificados por todos os 193 países-membros das Nações Unidas. Criados na Conferência Rio+20, realizada no Rio de Janeiro em 2012, a agenda da ONU e os ODS representam um plano de ação para direcionar padrões de desenvolvimento rumo à sustentabilidade.
A Agenda 2030 é um compromisso dos governos para abordar questões como exclusão e desigualdade que comprometem os avanços no desenvolvimento. Para a ONU, as metas só serão atingidas com a participação ativa dos cidadãos e das organizações da sociedade civil para pressionar seus governos locais e nacionais para se responsabilizarem e cumprirem as metas acordadas internacionalmente.
Projeto-piloto
O projeto-piloto das Nações Unidas com os músicos da Baixada está sendo implementado pelo Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável do PNUD (Centro RIO+) desde junho do ano passado e já engajou cerca de 100 músicos e bandas da Baixada. Algumas das ações incluem oficinas sobre a Agenda 2030 e os ODS na Baixada e produção de um CD promocional com músicas inéditas sobre sustentabilidade.
Os documentaristas, o italiano Christian Tragni e a brasileira Juliana Spinola, e a ONU estão produzindo neste mês o filme em Belford Roxo, Nova Iguaçu, Duque de Caxias e outras cidades na Baixada. Na quinta-feira (19), eles gravaram cenas de uma roda de rap na Casa da Cultura de Belford Roxo.
“A ideia é chegar à população, não através das instituições, que muitas vezes em lugares carentes têm dificuldade de se conectar com a população, mas chegar às pessoas para apresentar esses temas que saíram da Rio+20 através dos artistas e dos músicos que estão fisicamente perto da população”, disse Christian.
O rapper e MC (mestre de cerimônias) Roberto de Oliveira Silva, o Eddi MC, conta que, no ano passado, um grupo de músicos criou o coletivo “Baixada nunca se rende”, que, em parceria com o Centro RIO+, divulga os ODS por meio da música. “Na Baixada, a gente já trabalha com a música que busca a justiça social, o fim da pobreza, há bastante tempo. Esse encontro com a ONU, querendo falar dos ODS, muitos deles a gente já traz na nossa música. Com o rap, a gente fala com a juventude de uma forma mais direta”, disse Roberto.

Incrições para o Sisu começam na terça-feira; consulta já pode ser feita no site

Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil
sala de aula
O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)Arquivo/Agência Brasil
As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começam esta semana, do dia 24 ao dia 27 de janeiro. As vagas já estão disponíveis e os estudantes podem aproveitar o final de semana para pesquisar as melhores opções.
A consulta pode ser feita no site do Sisu por curso, instituição e município. Ao todo, são 238.397 vagas 131 instituições públicas.
O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cabe a cada instituição definir o cálculo que utilizará para a seleção dos novos alunos. Para participar do processo, o estudante não pode ter tirado nota zero na redação do exame. Ao todo, mais de 6,1 milhões fizeram o Enem em 2016.
Nota de corte 
Após a abertura das inscrições, uma vez por dia, são divulgadas ao notas de corte de cada um dos cursos, tanto pelo sistema universal quanto pelo sistema de cotas.
O candidato também pode consultar, em seu boletim, a sua classificação parcial na opção de curso escolhido. Ao final do período de inscrição, é divulgada a lista de selecionados. No boletim de acompanhamento, o candidato pode consultar sua classificação e o resultado final. Ao longo do período de inscrição, o candidato pode mudar as opções de curso.
O Ministério da Educação (MEC) ressalta que o tanto a classificação parcial quanto a nota de corte são calculadas a partir das notas dos candidatos inscritos na mesma opção. Portanto, são apenas uma referência, não sendo garantia de seleção para a vaga ofertada.
O resultado será divulgado no dia 30. O período de matrícula será de 3 a 7 de fevereiro. Os candidatos que não forem selecionados na chamada regular para as vagas poderão participar da lista de espera, entre 30 de janeiro e 10 de fevereiro. Esses candidatos serão convocados a partir do dia 16 de fevereiro, caso haja vagas remanescentes.