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Choram porque amam

Padre Geovane Saraiva* Como é bom rezar e colocar em primeiro lugar o mistério da redenção! Nem sempre, porém, sabemos rezar e nem d...

4 de agosto de 2016

LIVROS DE AUTORIA DO PADRE GEOVANE SARAIVA

Geovane Saraiva – padre, blogueiro, escritor e colunista.
BofPadre Geovane Saraiva, nascido aos 30 de outubro de 1956, em Capistrano-CE, filho de Agapito Saraiva Costa e de Maria Eliete Saraiva. Sacerdote de origem simples e humilde, iniciou o estudo das primeiras letras na Escola Pública de Mazagão, na mesma cidade. O menino Geovane, desde cedo, manifestou sua vocação para o sacerdócio, postergado pelas circunstâncias, uma vez que, como bom filho que era e é, de ajudar os pais nos trabalhos da propriedade do pai, que o obrigaram a permanecer em sua terra natal. A providência divina tarda, mas não falha, diz a sabedoria popular. Aos 17 anos, deixa a casa de seus queridos pais, no sonho de dedicar-se à messe do Senhor. Esse desejo do seminário falou mais alto.
Geovane Saraiva é cidadão de Fortaleza, desde abril de 2007. Condecorado com a Medalha Boticário Ferreira em 1º de abril de 2011. Escreve para jornais, revistas, diversos sites e blogs.
Publicou os livros:
“O Peregrino da Paz” e “Nascido Para as Coisas Maiores” (por ocasião do centenário de Dom Helder, 1909-2009), “A Ternura de um Pastor” (homenagem ao Cardeal Lorscheider), “A Esperança Tem Nome” (espiritualidade e compromisso), “Dom Helder: Sonhos e Utopias” (o pastor dos empobrecidos), “25 Anos sobre Águas Sagradas” (coletânea de artigos e fotos), “Francisco, um sinal para o mundo” (coletânea de artigos) e “Voz dos que não têm voz” (crônicas); “Rezar com Dom Helder” (orações e súplicas); “Francisco, o Futuro do Mundo” (oração e profecia). 
Integra a Academia de Letras dos Municípios do Estado do Ceará representando o Município de Redenção, na cadeira de Nº 71 e a Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza (AMLEF), ocupando a cadeira Nº 8, cujo patrono é Olavo Oliveira. Exerce a função de vice-presidente da Previdência Sacerdotal. No dia 21 de novembro do ano de 2011, foi-lhe outorgada pela Câmara Municipal de Fortaleza a Medalha de Defesa dos Direitos Humanos Dom Helder Câmara e, no dia 22 de dezembro do mesmo ano, a Medalha Dom Helder Câmara, o Artesão da Paz, pela Academia de Letras dos Municípios do Estado Ceará (ALMECE).

Resumo dos Livros da Dr. Grecianny Cordeiro

GRECIANNY CARVALHO CORDEIRO é Promotora de Justiça no Estado do Ceará. Mestre em Direito Público pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ e pela UNIVERSIDADE DE FORTALEZA. Autora dos livros jurídicos: PENAS ALTERNATIVAS - UMA ABORDAGEM PRÁTICA (2ª ed.) e PRIVATIZAÇÃO DO SISTEMA PRISIONAL BRASILEIRO (2ª ed.), pela Editora Freitas Bastos, Rio de Janeiro. Articulista do JORNAL O ESTADO. Autora dos romances: ANJO CAÍDO (Novo Século), TROIA – UMA VIAGEM NO TEMPO (REBRA/Scortecci) e MARCAS DA INOCÊNCIA (Giostri). Em coautoria com Luiz Gondim, escreveu POEMAS A QUATRO MÃOS (vols. 1 e 2) (Premius). Atual Presidente da Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza.


MARCAS DA INOCÊNCIA

Rebecca Thompson mora em Nova York e tem tudo o que uma jovem pode querer: beleza, dinheiro, inteligência e um maravilhoso futuro pela frente. Mas sua vida dá uma enorme reviravolta quando é acusada do assassinato de Sandy FitzGerald, sua melhor amiga.
Ficção e realidade se encontram neste romance, cujo enredo passa pelo crescimento dos Estados Unidos após a Grande Depressão, a ascensão do nazismo, o Holocausto, a Guerra Fria e outros acontecimentos marcantes do século XX. (GIOSTRI.2014).






TROIA: UMA VIAGEM NO TEMPO convida o leitor a uma empolgante viagem pelo mundo de Homero, pela Guerra de Troia, com seus mitos, deuses e heróis.
Mário é um garoto que, em circunstâncias misteriosas, cruza o portal do tempo e chega à bela e rica cidade de Troia. Com a ajuda da princesa Cassandra, passa a morar no castelo de Príamo, tornando-se um dos soldados do príncipe Heitor e participando dos principais eventos que marcaram essa guerra épica entre gregos e troianos.
Aventura, fantasia, mitologia, suspense, ação, romance, são os ingredientes que tornam TROIA: UMA VIAGEM NO TEMPO um livro fabuloso. (REBRA/SCORTECCI.2012)




ANJO CAÍDO é um romance policial eletrizante que aborda os bastidores do turismo sexual, da exploração sexual de adolescentes e do tráfico de mulheres.
Maria da Silva resolve se prostituir na adolescência e logo se torna o braço direito de um dos maiores agenciadores de mulheres para abastecer o mercado do turismo sexual no Ceará, especialmente fomentado por turistas estrangeiros.

Transformada em escrava sexual numa boate de luxo em Milão, Maria da Silva é alvo de investigação das polícias brasileira e italiana, que buscam desvendar as redes criminosas do turismo sexual e do tráfico de mulheres. (EDITORA ABC.2009)










Sinopse da obra Olhos para Mariella


Olhos para Mariella é o volume 2 da Trilogia Sonhos de Mariella, ou seja, é a continuação do romance Os olhos não veem, o coração sente (Volume 1). No enredo, a protagonista Mariella tem seu sonho prestes a se realizar: dançar no templo do balé – o Teatro Bolshoi, na Rússia.
Até que ponto ela será capaz de dar continuidade ao seu sonho? Obstáculos vão influenciar suas decisões e, ao lado de seus pais Sarah e Filipe, ela terá grandes emoções. Lauro, seu parceiro na dança, resolve abrir seu coração para a bailarina, mas um rival poderá estragar seus planos. Em meio às tradições, aos aspectos históricos, políticos e culturais de Moscou, Mariella viverá dias de intensa alegria e momentos de grande reflexão sobre a vida. As noites brancas da capital russa intensificarão o amor em seu jovem coração, mas a maior das aventuras ela viverá quando estiver presente no momento de um atentado a bomba numa estação do metrô da cidade, o que desencadeará na protagonista uma verdadeira catarse interior a qual a levará a um amadurecimento emocional.

Entre o Brasil e a Rússia a adolescente viverá grandes desafios. A capacidade de superação, a luta contra o preconceito, o ambiente escolar como lugar de fomentação de ideias e valores, os amigos que não se abandonam, os avós que influenciam uma família, o amor que floresce na mais bela das idades, são algumas das temáticas vivenciadas pelos personagens que interagem com o leitor e, assim, envolvendo-o e convidando-o à leitura.

Sinopse da obra Os olhos não veem, o coração sente


Os olhos não veem, o coração sente é o volume 1 da Trilogia Sonhos de Mariella que e é uma narrativa em 3ª pessoa na qual o narrador-observador conta ao leitor a história de Mariella, uma garota entre 12 e 13 anos e que é mais do que uma adolescente comum, pois faz de suas dificuldades o alicerce para vencer os desafios à sua frente.
A dança, a arte e o balé possuem a força e a transformação os quais estão inseridos no mote que influenciam e impulsionam os demais personagens, como os componentes da escola de dança da professora Verônica e os pais de Mariella, Sarah e Filipe, que dão apoio incondicional à filha para que ela possa realizar seu sonho: dançar no Teatro Bolshoi, na Rússia. Para isso, seus pais não medem esforços e preferem não interferir no aspecto emocional da garota ao ponto de esconder dela e de todos da família que Sarah possui uma grave doença que pode deixar sua visão comprometida por tempo indeterminado. A família exerce, nesse momento, uma forte carga de ensinamento e é a base deles para suportar e ultrapassar os dilemas pelos quais, juntos, se predispõem a viver e solucionar a mais difícil das batalhas: a luta contra o câncer que acometera Sarah.
Os tios, os avós, os pais, Marília (prima de Mariella) ficarão cada vez mais unidos e mostrarão que essa é a melhor de todas as armas quando se tenta enfrentar o desconhecido mundo da dor e do sofrimento e, que se pode vencer tudo, tendo como base os alicerces do amor e do respeito.
E, entre esses dilemas, Mariella se mostra ao leitor com uma personalidade forte e amadurecida, algo que vai além da idade cronológica e, mesmo em meio às dificuldades, ela não se faz de vítima, pelo contrário, se mostra como capaz de superar os maiores medos e problemas e que a capacidade de luta e abnegação vão além de uma época da vida e essa força interior pode surpreender até a quem mais se ama.








LIVRO: O Mundo de Flora, de Angela Gutiérrez, completa 25 anos

25 anos após o lançamento de O Mundo de Flora, a cearense Angela Gutiérrez revela como o livro a ajudou a enfrentar seus fantasmas

Angela Gutiérrez participará de debate sobre a sua obra hoje à noite no Espaço O POVO
Nem tudo é inocência e deslumbre pueril na história de Flora. As aventuras infantis da protagonista, suas brincadeiras de terreiro e a contação de causos herdados convivem com fantasmas do passado e murmúrios de tragédia. Vida e morte dividem espaço entre as paredes de casarões antigos, ocupam juntas assentos das mesas de jantar.
“Imaginei a história de uma mulher com uma doença grave, seus sentimentos e seu desejo de permanência pela narrativa da própria vida”, conta a autora, que começou a escrever a história em uma noite de dores, sentada no chão do closet.

“No momento exato em que escrevi o livro –à mão, em um caderno! -, nos anos oitenta, sofria com uma síndrome reumática. Sentia dores nas articulações, algumas inchavam”, revela. Naquela noite, Angela escreveu páginas e páginas em forma de fragmentos, esquematizando personagens e escolhendo o título que se tornou definitivo.

O Mundo de Flora apareceu nas livrarias no início da década de 1990, com publicação das Edições UFC, quando também recebeu o Prêmio Estado do Ceará de Literatura. Na época, chamou atenção o modo como uma escritora iniciante se aventurava por uma narrativa fragmentada e de múltiplas vozes. Angela, que acabava de finalizar seu mestrado em educação e era professora no curso de 


letras da Universidade Federal do Ceará (UFC), havia escrito um romance que mais tarde seria classificado como “pós-moderno”. 

“Não planejei escrever um livro pós-moderno. A etiqueta lhe foi atribuída posteriormente pelos críticos. Na verdade, o livro foi criado em dois momentos principais: o primeiro, do impulso, e mesmo da urgência, em espantar o medo, e o segundo, da consciente construção literária”, explica a autora. Há em O Mundo de Flora uma inteligente alternância de narrador, tempo e tom, além da presença de elementos narrativos inspirados em cartas, artigos de jornal, páginas de diário, documentos e relatos orais.

Reeditado pela UFC em 2007, quando integrou a lista de obras indicadas para o vestibular da instituição, ao lado de títulos de Milton Dias, Natércia Campos e Ana Miranda, o livro conheceu uma nova geração de leitores. Provou sua atualidade e a capacidade de se comunicar com públicos de diferentes idades e formações.

“O romance não envelheceu, continua condizente com as tendências contemporâneas relativas à polifonia, aos diversos planos temporais, aos flashes cinematográficos que, 25 anos atrás, eram novidades na literatura cearense”, avalia Cleudene Aragão, professora da Universidade Estadual do Ceará (Uece).

No início da noite de hoje, 4, no Espaço O POVO de Cultura & Arte, Cleudene e a professora da UFC Inês Cardoso conversam com Angela sobre a importância da obra em sua trajetória literária e os elementos que a inspiraram em sua criação. O evento é aberto ao público.

Leia a entrevista completa em:
http://bit.ly/2axZlmw

SERVIÇO
Encontro O Mundo de Flora e Outros Mundos de Angela Gutiérrez, com presença da escritora
Quando: hoje, às 19 horas
Onde: Espaço O POVO de Cultura & Arte (av. Aguanambi, 282 - José Bonifácio)
Gratuito

O POVO online

STF: estados não podem obrigar operadoras a bloquear sinal de celular em prisões

A Corte julgou procedentes ações protocoladas pela Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel) e entendeu que a matéria é privativa do Congresso Nacional, por tratar-se de telecomunicações
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira, 3, que os estados não podem obrigar as operadoras de celular a instalar bloqueadores de celular nas penitenciárias. Por votos 8 votos a 3, a Corte julgou procedentes ações protocoladas pela Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel) e entendeu que a matéria é privativa do Congresso Nacional, por tratar-se de telecomunicações.

O julgamento ocorreu em meio aos ataques criminosos no Rio Grande do Norte, que têm sido atribuídos  a retaliações de presos pela decisão do governo, que instalou os bloqueadores em um presídio do estado.

Nas ações, foram contestadas as leis estaduais de Santa Catarina, do Paraná, de Mato Grosso do Sul e da Bahia que determinavam às operadoras a instalação dos bloqueadores ou a adoção de outras medidas tecnológicas para cortar o sinal dos celulares dentro dos presídios.

A maioria dos ministros seguiu o voto do relator de uma das ações, ministro Marco Aurélio. De acordo com Marco Aurélio, as leis são inconstitucionais por tratarem de telecomunicações, assunto, que, segundo a Constituição, deve ser legislado pelo Congresso Nacional.

Seguiram o relator os ministros Teori Zavascki, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Celso de Mello e o presidente, Ricardo Lewandowski.

Toffoli defendeu a atuação conjunta de órgãos do governo federal, como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), e a Procuradoria-Geral da República para encontrar uma solução para o bloqueio do sinal de celulares nas penitenciárias. “Penso que a solução é muito mais no âmbito executivo, muito mais no âmbito da integração dos órgãos de segurança e fiscalização, de regulação do que no âmbito normativo.”

O ministro Luiz Fux destacou que os estados são omissos no controle de celulares nos presídios e repassam às operadoras de telefonia o ônus de arcar com os cursos do bloqueio. De acordo com Fux, as empresas não são responsáveis pela segurança pública. “Esses celulares entram nos presídios por omissão do estado. Então, o estado, partindo de sua premissa de incompetência, quer repassar essa responsabilidade às empresas de concessão de telefonia”, afirmou Fux.

Voto divergente, Luís Roberto Barroso validou as leis, por entender que nenhuma norma federal impede os estados de determinarem o bloqueio do sinal. Para o ministro, não se pode levar em conta intepretações normativas que não enxergam a vida real. Barroso criticou o argumento de algumas operadoras, segundo as quais o bloqueio traz prejuízos aos usuários que estão próximos das penitenciárias.

“Se, para proteger a sociedade, se tiver que impor um prejuízo a esse eventual particular, ele terá direitos, mas não o direito se opor a uma medida evidentemente benéfica para a coletividade, e se insere na esfera da razoável competência dos estados”, concluiu.

Rio Grande do Norte

Desde a semana passada, o Rio Grande do Norte registrou mais de 90 ocorrências de vandalismo contra o transporte público e prédios na região metropolitana de Natal e no interior. O governo local atribui os ataques a ação de integrantes de grupos criminosos em protesto contra a instalação de bloqueadores de celulares no presídio de Parnamirim.

Tropas das Forças Armadas chegaram hoje a Natal para auxiliar o trabalho da polícia. Cerca de 1,2 mil homens do Exército e da Marinha ficarão no Rio Grande do Norte até o dia 16 deste mês.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, mais de 85 pessoas já foram detidas por suspeita de envolvimento nos ataques. Já foram registradas 92 ocorrências, entre incêndios, tentativa de incêndio, disparos contra prédios públicos e nas proximidades de tais imóveis, depredações e uso de artefatos explosivos – 29 veículos, entre ônibus e micro-ônibus foram incendiados.

Agência Brasil
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Academia do Oscar reelege presidente da Academia das Artes e das Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos

Cheryl Boone Isaacs é a presidente que mais promoveu diversidade dentro do organismo.


A presidente da Academia das Artes e das Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, Cheryl.

A presidente da Academia das Artes e das Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, Cheryl.
A presidente da Academia das Artes e das Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, Cheryl Boone Isaacs, promotora de mudanças para promover uma maior diversidade na instituição, foi reeleita pela quarta vez na terça-feira à noite (2).
A reeleição confirma a confiança dos membros do organismo responsável pelo prêmio mais esperado do mundo do cinema em Cheryl, que assumiu em janeiro deste ano as críticas pela ausência de atores e de diretores negros entre os indicados ao Oscar pelo segundo ano consecutivo.
Poucos dias depois das indicações, a Academia anunciou um pacote de medidas para promover a diversidade. Desde então, quase metade das 683 pessoas convidadas a integrar a instituição este ano é composta por mulheres e por negros.
Entre eles, estão John Boyega - nova estrela da saga "Guerra nas Estrelas", Emma Watson - que ganhou o mundo como a bruxinha Hermione de "Harry Potter" -, a sueca Alicia Vikander - última vencedora do Oscar de melhor atriz coadjuvante por "A garota dinamarquesa" - e a cantora Mary J. Blige.
O novo grupo conta com 283 pessoas de 59 países, como o brasileiro Alê Abreu, que dirigiu a premiada animação "O menino e o mundo", a argentina Cecilia Roth, as espanholas Marisa Paredes e Isabel Coixet, o guatemalteco Oscar Isaac, o cubano Jorge Perugorría, o colombiano Ciro Guerra, a mexicana Patricia Riggen e os chilenos Pato Escala e Gabriel Osorio.

AFP

EUA testam em humanos 2ª vacina contra zika

A vacina será administrada em 80 voluntários saudáveis com entre 18 e 35 anos.


A vacina será administrada em 80 voluntários saudáveis com entre 18 e 35 anos em três centros de pesquisas.
Os resultados dos testes com animais foram animadores.
Os resultados dos testes com animais foram animadores.
As autoridades de saúde americanas lançaram na quarta-feira o segundo teste clínico com humanos de uma vacina contra o vírus zika, que pode causar malformações fetais e está se espalhando pelos Estados Unidos e a América Latina.
A vacina de DNA experimental do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (Niaid) será administrada em 80 voluntários saudáveis com entre 18 e 35 anos em três centros de pesquisas nos Estados Unidos, anunciou a agência federal americana.
Os participantes receberam a primeira dose na terça-feira, afirmou o Niaid em um comunicado.
"Uma vacina segura e eficaz para prevenir a infecção pelo vírus zika e as devastadoras malformações congênitas que ele causa é um imperativo de saúde pública", comentou Anthony S. Fauci, diretor do Niaid.
"Os resultados dos testes com animais foram muito animadores. Estamos contentes de ter agora condições para desenvolver esse estudo inicial com pessoas", acrescentou.
A vacina não é capaz de infectar as pessoas com o zika, mas foi concebida para fazer com que o corpo desenvolva uma resposta imune ao vírus.
Outra vacina experimental contra o zika, do laboratório Inovio Pharmaceuticals e da empresa biotecnológica sul-coreana GenOne Life Sciences, começou a ser testada no mês passado em Quebec, no Canadá, e em Miami e na Filadélfia, nos Estados Unidos.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) calculam que mais de 50 países e territórios, em sua grande maioria na América Latina e no Caribe, estão em zona de risco de transmissão ativa do vírus.
Não existe até o momento nenhum tratamento contra o zika, que na maioria dos casos causa apenas sintomas brandos.
O vírus pode provocar, porém, transtornos neurológicos em pessoas infectadas, como a síndrome de Guillan-Barré, além de malformações congênitas graves, como a microcefalia, que se caracteriza por um desenvolvimento insuficiente do cérebro, em fetos de mulheres que contraíram o vírus durante a gravidez.

AFP

Indígenas conquistam representação na ONU

Conselho Indigenista Missionário, um organismo tutelado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, obteve o estatuto de entidade consultiva especial no Conselho Econômico e Social das Nações Unidas

Após dois anos de análise a documentos e relatórios, o Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) concedeu esta semana o estatuto de órgão consultivo especial ao Conselho Indigenista Missionário (CIMI). A partir de agora, os serviços técnicos da instituição tutelada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) podem ser requisitados pela ONU sempre que houver necessidade de obter informações especializadas ou pareceres sobre assuntos relacionados com os povos indígenas do Brasil. 

Para o arcebispo de Porto Velho e presidente do CIMI, Roque Paloschi, esta concessão representa um reconhecimento do trabalho da organização a nível nacional e internacional na defesa dos projetos de vida dos povos indígenas. «Trata-se de um palco estratégico para denúncias e para uma construção coletiva do conhecimento e dos interesses das comunidades indígenas de todo o mundo, com capacidade efetiva de influenciar ações e os acordos no campo dos direitos sociais e económicos», sublinhou. 

O ECOSOC é o maior conselho da ONU, com 54 Estados-membros. Coordena as atividades nas áreas econômicas e sociais das agências especializadas das Nações Unidas - entre elas, OIT, FAO, UNESCO e OMS -, além das comissões técnicas e regionais. Como principal fórum de deliberação sobre questões econômicas e sociais, elabora recomendações práticas dirigidas aos 193 Estados membros e à própria ONU.

Fátima Missionária

Surfe, skate, beisebol, escalada e caratê entram no programa olímpico de 2020

Edgard Matsuki - Enviado Especial do Portal EBC
O Comitê Olímpico Internacional (COI) definiu por unanimidade, na tarde desta quarta-feira (3), que os Jogos Olímpicos de Tóquio (que serão realizados em 2020) terão cinco novos esportes. A partir da próxima Olimpíada, beisebol (junto com o softbol, versão feminina do esporte), surfe, skate, caratê e a escalada estarão dentro da competição. A decisão foi anunciada durante o 129º congresso anual da entidade, que ocorre na capital fluminense.
Para serem aceitos no programa olímpico, os esportes já haviam passado por duas triagens. Na primeira, realizada no ano passado, oito dos 26 esportes inscritos foram aceitos pelo Comitê Organizador de Tóquio. Em junho deste ano, cinco esportes foram abalizados pelo COI. Esportes como xadrez, squash, sumô e boliche, no entanto, ainda ficarão de fora dos jogos.
Rio de Janeiro - O surfista paulista Gabriel Medina durante o Billabong Rio Pro 2014, etapa brasileira do circuito mundial de surfe (WCT), na praia da Barra da Tijuca. Fotos de Fernando Frazão
O surfe vai entrar nos Jogos Olimpícos de 2020, em Tóquio. Na foto, o surfista brasileiro Gabriel MedinaFernando Frazão/Agência Brasil
























O COI usou dois critérios para justificar a decisão de incluir as modalidades no programa olímpico: as que são extremamente populares no Japão (beisebol/softbol e caratê) e as que vão atrair atenção dos jovens (surfe, escalada e skate). “O beisebol é o esporte nacional do Japão. O caratê nasceu no país. Já os outros vão inspirar jovens a gostarem do esporte olímpico”, afirmou Yoshiro Mori, membro do comitê executivo dos Jogos de Tóquio.
Jogos de Tóquio
Thomas Bach, presidente do COI, considerou a proposta histórica, já que é a primeira vez que tantos esportes entram em uma edição. Ele ressaltou, porém, que a inclusão só vale para 2020. “Essa proposta serve para aumentar a flexibilidade para novos programas olímpicos. Ela não é vinculada para Jogos Olímpicos no futuro”, apontou.
>> Acompanhe aqui os jogos da Rio 2016

O beisebol e o softbol terão seis seleções disputando as medalhas. O Comitê Organizador de Tóquio apontou que já entrou em acordo com quase todas as federações nacionais do esporte, com exceção da Federação Norte-Americana. “Estamos conversando com eles”, disse Mori. Membros do comitê mostraram preocupação com a não participação de estrelas no esporte, mas aceitaram a inclusão dos esportes.
O skate terá a modalidade street (com obstáculos) e uma de pista em local fechado, com 40 participantes (20 no masculino e 20 no feminino) em cada uma. O surfe será disputado por 40 atletas, 20 no masculino e 20 no feminino. O caratê terá competições nas categorias de combate (kumite), com 60 atletas, e de exibição (kata), com 20 atletas. Já a escalada será disputada por 20 atletas no masculino e 20 no feminino.
Com a novidade, o número de esportes subirá para 33. A edição de 2020 será a com maior número de modalidades na história das Olimpíadas.
Animação
A entrada dos cinco novos esportes animou atletas brasileiros. Fora dos Jogos do Rio, nomes conhecidos como Gabriel Medina e Adriano de Sousa (o Mineirinho) e nem tão conhecidos como o do carateca Breno Teixeira vão ter a chance de representar o país em uma Olimpíada.
Em entrevista ao Portal EBC no último mês, Mineirinho via com animação a possibilidade de participar dos Jogos de Tóquio: “Enxergo como um prêmio muito merecido ao surf como esporte e uma oportunidade incrível de poder representar a bandeira brasileira”. Na última terça (2), quando visitou a Vila Olímpica, Medina também demonstrou animação com a entrada do surfe nos jogos: "Espero um dia poder estar em um prédio desses junto com toda seleção do Brasil. Seria um sonho para nós".
Breno Mateus, campeão sul-americano de caratê, diz que está feliz pela modalidade. "O primeiro sonho já foi realizado de tornar o caratê olímpico. Agora, eu vou treinar mais porque tenho certeza que a concorrência vai aumentar. Finalmente, o caratê vai ganhar o respeito que merece".
Atleta da escalada, Felipe Ramos, faz parte de um esporte que sequer tem confederação brasileira. Ele acredita que o esporte pode se popularizar no país. "Uma competição traz seus benefícios. Promoção da atividade, melhor estruturação da atividade no país, interesse de patrocinadores e de novos praticantes. Mas existe um custo. Os vilões são a esportivisação e o "alto rendimento". As atividades crescem em quantidade, mas não em qualidade. Portanto, a estruturação deve ser bem pensada e elaborada", aponta.

Britânicos reduzem em 85% uso de sacos plásticos

Da Sputnik Brasil
Os britânicos estão recusando sacos plásticos. Economizando mais de seis bilhões de sacos, a Grã-Bretanha tenta solucionar um problema de poluição ambiental.
No primeiro semestre de 2016, os britânicos usaram 500 milhões de sacos de plástico. Parece muito, mas no mesmo período do ano passado, foram utilizados 7 bilhões dessas embalagens.
É pouco provável que os residentes do Reino Unido se tenham tornado muito mais conscientes em termos de proteção ambiental. Uma ferramenta mais eficaz do que a divulgação de informações sobre os perigos do plástico para ecossistemas virou o imposto sobre sacos. Em outubro do ano passado, o governo introduziu o tributo com o valor de 5 pence, o equivalente a R$ 0,22.
O governo britânico esperou diminuir o número de embalagens usadas e teve razão: quase imediatamente após a introdução da taxa, compradores começaram a recusar os sacos de plástico. No primeiro semestre deste ano, eles usaram 85% menos pacotes de plástico que no ano passado.
Se outros países introduzirem um imposto semelhante, será alcançado um impacto positivo sobre o meio ambiente. Anualmente, os oceanos e mares recebem oito milhões de toneladas de plástico. Este material tem um impacto devastador sobre todos os ecossistemas: muitos animais marinhos o confundem com alimento.
Pedaços de plástico foram detectados em mais de 31 espécies de mamíferos marinhos e em 100 espécies de aves. Muitos deles obstruem o estômago com plástico e morrem de fome ou de danos de órgãos internos. As tartarugas marinhas confundem sacos de plástico na água com medusas e morrem de oclusão intestinal.