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Exposição de Tarsila do Amaral no Masp bate recorde histórico

Número total de visitantes foi de 402.850. Em pouco mais de três meses, exposição das obras de Tarsila do Amaral bateu um recorde estabelecido por uma mostra de Claude Monet.


Nas últimas semanas, o Museu aumentou o horário de visitação por conta da grande procura do público.
Nas últimas semanas, o Museu aumentou o horário de visitação por conta da grande procura do público. (Estadão Conteúdo)
A exposição Tarsila Popular, encerrada no domingo (28), bateu um recorde histórico e se tornou a mais visitada na história do Museu de Arte de São Paulo, o Masp. O número total de visitantes foi de 402.850. Em pouco mais de três meses no local (a mostra abriu no dia 5 de abril), a exposição das obras de Tarsila do Amaral bateu um recorde estabelecido por uma mostra de Claude Monet realizada em 1997, que havia atraído cerca de 401 mil pessoas.

A entrada no Masp custa R$ 40, mas é gratuita às terças-feiras. Nas últimas semanas, o museu aumentou o horário de visitação por conta da grande procura do público.

Com curadoria de Adriano Pedrosa e Fernando Oliva, Tarsila Popular apresentou cerca de 120 trabalhos da artista que teve importância central no movimento modernista brasileiro. Foi a maior já realizada sobre sua obra no Brasil.

Entre as atrações, estavam as icônicas Abaporu (1928), uma das mais populares da artista e que integra o acervo do Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires (Malba), Antropofagia (1929) e O batizado de Macunaíma (1956). A exposição marcou o retorno da obra da artista a São Paulo, depois de percorrer, entre 2017 e 2018, museus em Nova York e Chicago (EUA).

Agência Estado

Masp espera 30 mil nos últimos dias de 'Tarsila'

A mostra, que reúne as principais obras da pintora modernista, foi visitada até domingo (21) por mais de 350 mil pessoas.
Pessoas visitam o último dia grátis da exposição de Tarsila no Masp, na noite dessa terça-feira (23), dia em que foram registradas mais de 7 mil visitas.
Pessoas visitam o último dia grátis da exposição de Tarsila no Masp, na noite dessa terça-feira (23), dia em que foram registradas mais de 7 mil visitas. (Bruno Rocha/Fotoarena/Estadão Conteúdo)

Na última semana da exposição Tarsila Popular, o Masp espera receber 30 mil visitantes. Aberta no dia 5 de abril e reunindo as principais obras da pintora modernista, a mostra foi visitada até domingo (21) por mais de 350 mil pessoas, segundo o museu, e registrou seu recorde histórico de público na terça-feira (16): 8.454 pessoas, que esperaram cerca de cinco horas na fila.
Às terças, a entrada é gratuita e ontem, a última da exposição, o Masp estendeu a visitação até meia-noite - com isso, um novo recorde pode ser registrado. No sábado (27) o museu também fechará neste horário. Hoje, quinta e domingo, a exposição poderá ser visitada das 10h às 19h. Na sexta, até as 21h. Com curadoria de Adriano Pedrosa e Fernando Oliva, Tarsila Popular apresenta cerca de 120 trabalhos da artista que teve importância central no movimento modernista brasileiro. É a maior já realizada sobre sua obra no Brasil.
Entre as atrações, estão as icônicas Abaporu (1928), uma das mais populares da artista e que integra o acervo do Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires (Malba), Antropofagia (1929) e O batizado de Macunaíma (1956). A exposição marca o retorno da obra da artista a São Paulo, depois de percorrer, entre 2017 e 2018, museus em Nova York e Chicago.
A expografia de Tarsila Popular deixa o público seguir seu caminho livremente, mas alguns agrupamentos de obras da pintora foram feitos em pequenas salas dentro do grande espaço expositivo. A mostra começa com A negra (1923) e com uma série de retratos e autorretratos, como Autorretrato com vestido laranja (1921). Ela continua com um setor de nus, outro de viagens, até chegar a um sobre manifestações religiosas. Tarsila do Amaral pintou referências católicas de um jeito bem brasileiro, como em Religião brasileira I (1927). Depois, surgem pinturas que mais se relacionam, diretamente, com a ideia de popular, como Segunda Classe (1933) e Trabalhadores (1938).
O setor final é o mais populoso, com, justamente, suas obras mais conhecidas. Lá, Abaporu e Antropofagia dialogam com Batizado de Macunaíma.
TARSILA POPULAR
Onde: Masp (Avenida Paulista, 1.578).
Até quando: 28 de julho
Horários: 10h às 19h, 6ª, 10h às 21h, sáb., 10h à 0h.
Valor: R$ 40
Informações: (11) 3149-5959. 4ª, 5ª e domingo

Agência Estado/Dom Total
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