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Lucilo Varejão Neto toma posse da Academia Pernambucana de Letras (APL)

Acadêmico diz que presidência 'é uma honra enorme' e foi integrante da diretoria da gestão anterior, comandada por Margarida Cantarelli


Lucilo Varejão Neto será o novo presidente da APL a partr desta segunda (27)Foto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco
A Academia Pernambucana de Letras (APL) completa, hoje, 119 anos e celebra seu aniversário com sessão solene comemorativa. Na ocasião, além do lançamento da Revista da Academia (volume 48) e da entrega dos diversos prêmios literários promovidos pela instituição em 2019, haverá a posse do seu novo presidente, Lucilo Varejão Neto.
Filho e neto de membros da APL, Lucilo tem uma longa história com a instituição e foi membro da diretoria que compunha a gestão que está sendo concluída, comandada por Margarida Cantarelli. "Assumir a presidência da Academia Pernambucana de Letras é uma honra enorme para qualquer acadêmico e também um desafio muito grande. Ela é hoje uma das mais importantes do País, além de ter a sede mais bela entre todas as outras. Mas o grande desafio é fazer com que ela continue de portas abertas e recebendo todos aqueles que se interessam pela literatura. Tudo o que foi feito pelos últimos presidentes, como Waldênio Porto, Fátima Quintas e Margarida Cantarelli, foi um trabalho extraordinário. Atualmente, a Academia se apresenta para Pernambuco como uma das casas de Cultura mais importantes do Estado. Mas, apesar dessa importância, a instituição tem um grande problema, que é não ter renda própria. Nós dependemos muito dos próprios acadêmicos, do governo e de parcerias", afirma Lucilo.

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Margarida Cantarelli, que está prestes a repassar para Lucilo a presidência da APL, ocupou o cargo por duas gestões consecutivas. O período ficou marcado por uma vasta reforma, que readequou o espaço físico da APL aos dias atuais. Além da recuperação da casa e do mobiliário, o Museu foi reorganizado e uma série de eventos foi programada para trazer o público para dentro da APL.

"Quanto mais aberta e disponível for a APL, maior a contribuição vai estar dando à sociedade", pontua Cantarelli. "A dificuldade financeira infelizmente será o grande desafio da próxima gestão. Sempre trabalhamos em harmonia, porque se não estivermos unidos, dificilmente se conseguiria ir adiante. O amor à APL tem feito conseguir transformar o pouco em muito", relata a imortal, que assume novo desafio em 2020, como diretora de comunicação do Real Hospital Português.
As categorias de prêmios que serão entregues durante a cerimônia são seis: Prêmio Antônio de Brito Alves (Ensaio), Prêmio Edmir Domingues (Poesia), Prêmio Vânia Souto Carvalho, (Ficção), Prêmio Amaro Quintas (História de Pernambuco) e Prêmio Elita Ferreira (Literatura Infantojuvenil). O Prêmio Leonor Carolina Corrêa de Oliveira (Municípios Pernambucanos) foi destinado para os livros publicados no ano de 2018.
Fonte: Folha PE

APL lança obra sobre a visão histórica da literatura do Piauí.

Seguindo a programação de eventos do ano, a Academia Piauiense de Letras promove no próximo sábado, 16 de novembro, o lançamento de oito novas obras, que valorizam a cultura local e destacam o talento dos escritores do Estado. Dentre os livros, está ‘Visão Histórica da Literatura Piauiense’, que é uma obra referencial da historiografia literária. A publicação é de autoria do jornalista Herculano Moraes, falecido no ano passado. 

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Na solenidade, também estão previstos os lançamentos de ‘Os Fatores do coelhado: escorço de histórico’, escrito por Clodoaldo Freitas; ‘A Harpa do Caçador’, de Teodoro Castelo Branco; ‘Homens que Iluminam’, de Cristino Castelo Branco; ‘Manual do Súdito Fiel ou Carta de um lavrador’, de Coelho Rodrigues; ‘Deslumbrado’, José Newton de Freitas; ‘As Mamoranas Estão Florindo’, de Moura Rêgo; e ‘Capurreiros do Piauí’, escrito por Clóvis de Moura Batista. 
Todas as obras pertencem à Coleção Centenário; que traz aos piauienses obras que reúnem informações, histórias, fatos, relatos e imagens que retratem a história da Academia. “Estamos realizando uma série de eventos em homenagem aos 100 anos da APL; a Coleção Centenário é um desafio editorial e não tem nada similar no Brasil”, indicou o presidente da APL, Nelson Nery Costa.
A instituição está desenvolvendo uma programação desde dezembro de 2017 em que comemora os seus 100 anos. Entre os eventos, já ocorreu a entrega da Medalha do Centenário a mais de 50 personalidades que contribuíram ou tem contribuído para a literatura piauiense. Também já ocorreu a inauguração do Museu da Cultura Literária Piauiense, instalado na Casa de Lucídio Freitas, sede da Academia. Além disso, a Coleção Centenário vem, desde 2016, fazendo um resgate de obras antigas, importantes, escritas por intelectuais renomados, que tratam sobre o Piauí e sobre tudo que se relaciona com o Estado.
Fonte: Portal o dia
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