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Choram porque amam

Padre Geovane Saraiva* Como é bom rezar e colocar em primeiro lugar o mistério da redenção! Nem sempre, porém, sabemos rezar e nem d...

30 de janeiro de 2017

Desglobalização

Gonzaga Mota*

O processo de globalização sempre existiu ao longo do tempo. Historicamente não é novidade. É claro que no passado ela ocorria de forma espontânea e natural, com pouca ou nenhuma regulamentação. Prevalecia a lei dos mais fortes ou daqueles tecnologicamente mais avançados. Dando um salto na História, sem prejudicar a linha de raciocínio, o processo ficou mais organizado após a Segunda Guerra Mundial, com a criação de Instituições Internacionais como a ONU, o Banco Mundial, o FMI e, posteriormente, com o fim da Guerra Fria e a queda do Muro de Berlim. Em novembro de 1989 em um encontro ocorrido na capital dos EE.UU, convocado pelo “Institute for International Economics”, criaram o que se chamou de “Consenso de Washington”, abrangendo dez regras básicas para promover o ajustamento macronômico. Além de mencionar disciplina fiscal, investimentos, e outras medidas, deu-se prioridade à abertura comercial e ao câmbio de mercado, objetivando fortalecer a globalização. De início, os Países do grupo da chamada direita defendiam as diretrizes; já aqueles de esquerda eram contra. Por exemplo, EE.UU e Grã-Bretanha, de um lado, e China e Rússia, de outro. Ocorreram alterações significativas, envolvendo épocas boas e momentos de crises econômico-financeiras, de desemprego, de desentendimento, de violência, etc. Hoje, a esquerda é a favor e a direita é contra a globalização. Basta examinar o BREXIT, o preconceituoso “Trumpnanismo” e o posicionamento não confiável chinês. Realmente, a politica é dinâmica. Esperamos que prevaleçam a ética, a justiça e a paz, nesse cenário de incertezas.

*Professor aposentado da UFC

'Jornal Nacional' ignora morte de Russo

Russo morreu na manhã de sábado por complicações decorrentes de uma infecção pulmonar. (Reprodução/TV)
O Jornal Nacional não noticiou neste sábado (28) a morte de Russo, que trabalhou por 46 anos nos principais programas de auditório da Globo. Nas redes sociais, o público notou a ausência de uma reportagem sobre ele e criticou o telejornal e a emissora.

O noticiário falou da morte do ator britânico John Hurt, aos 77 anos, e dedicou um minuto de sua grade ao estrangeiro, mas não citou o famoso contrarregra.

Russo faleceu na manhã do último sábado, por complicações decorrentes de uma infecção pulmonar, aos 85 anos de idade. Ele deixou a emissora em 2014.

Xuxa e Luciano Huck lamentam a morte de Russo
Xuxa e Luciano Huck foram alguns dos artistas que lamentaram a morte de Russo nas redes sociais. Os dois apresentadores trabalharam com o assistente de palco, em períodos diferentes, na Globo.

"Russo, continue correndo de um lado pro outro e alegrando a todos, só que agora em um lugar especial. Você fez parte da minha historia, com Deus [sic]", escreveu Xuxa.

"Dedico o Caldeirão de hoje a ele. Foram muitos anos correndo pelo nosso estúdio. Muitas risadas. Russo é parte da história dos programas de auditório. Parte da história da TV no Brasil. Deixa muitas histórias e muitas lembranças. Vá em paz meu amigo querido", publicou Huck.

Outros artistas também homenagearam Russo. O enterro foi realizado neste domingo (29) no Cemitério de Xerém, no Rio de Janeiro.

"O verdadeiro Super-Homem é aquele que protege todos a sua volta com a força do seu amor. São esses os heróis que ficam de exemplos nobres pra história. Os que caminharam sempre com um sorriso no rosto, com a gentileza nos gestos, com palavras de afeto, sem armaduras, muito menos máscaras. Não precisam delas. São homens cobertos não por capas mas apenas pelo essencial no ser humano que é a alma do bem. Voe sem capa Russo. O céu te abraça hoje cheio de orgulho de um verdadeiro herói. Que sorte a do céu! Ele agora o tem", escreveu Danielle Winits.

Marina Elali, Sônia Abrão e Simony também homenagearam Russo em seus perfis nas redes sociais.

Agência Estado

Rosto do papa Francisco desaparece das moedas de euro

Nas oito moedas, que vão de um centavo a dois euros, aparecerá o escudo papal. (AFP)
O rosto do papa Francisco desaparecerá a partir de março das moedas de euro do Estado do Vaticano e será substituído pelo escudo pontifício rodeado pelas doze estrelas da União Europeia.
"Trata-se de uma surpresa para os colecionares e numismáticos", segundo informou o jornal católico italiano Avvenire.
Nas oito moedas, que vão de um centavo a dois euros, aparecerá o escudo papal.
Não se descarta que a decisão de retirar seu rosto tenha sido tomada pelo próprio papa argentino, que costuma criticar duramente "a adoração pelo deus dinheiro".
As moedas do Vaticano, que circulam em toda a zona do euro, costumam ser apreciadas pelos colecionadoras e as mais raras alcançam preços elevados notáveis.
Em função dos acordos assinados com a União Monetária Europeia, o Vaticano tem uma cota monetária específica e as moedas são cunhadas pelo Estado italiano.
A primeira série de euros com o rosto de um papa saiu à venda em 1 de março de 2002, com a imagem de João Paulo II.

AFP

Francesa vence o concurso Miss Universo

A jovem de 1,72 metro havia prometido, em caso de vitória, utilizar a notoriedade para promover a higiene dental. (Reuters)
A francesa Iris Mittenaere, uma estudante de Odontologia de 24 anos que gosta de cozinhar, foi coroada Miss Universo nesta segunda-feira em Manila.
Nascida em Lille, norte da França, onde mora até hoje, Mittenaere foi Miss França em 2016 e Miss Norte-Pas-de-Calais no ano anterior.
A jovem de 1,72 metro havia prometido, em caso de vitória, utilizar a notoriedade para promover a higiene dental, segundo o site do concurso.
Ela confessou adorar "esportes radicais, viagens e preparar pratos da culinária francesa".
Na última rodada de perguntas, a francesa afirmou que é partidária da globalização e das fronteiras abertas.
"Ter fronteiras abertas nos permite viajar mais pelo mundo e ver o que acontece em outros lugares", disse.
A nova Miss Universo superou na etapa final do concurso as representantes do Haiti, Raquel Pelissier, e da Colômbia, Andrea Tovar.
A representante do Brasil, Raissa Santana, que chegou a ser apontada como uma das favoritas, ficou entre as 13 finalistas do concurso.
Um dos destaques do concurso foi Deshauna Barber, reservista do exército americano.
O apresentador da cerimônia foi o mesmo do ano passado, o americano Steve Harvey. Em 2016, ele provocou uma grande confusão ao anunciar a vencedora equivocada (atribuiu o título à representante da Colômbia, mas a campeã era a Miss Filipinas).
Harvey corrigiu o erro minutos depois, pedindo desculpas a todos, mas a confusão provocou muitas piadas na edição deste ano.
Esta foi a segunda vitória de uma francesa no Miss Universo. A primeira aconteceu em 1953, com Christiane Martel.

AFP

Bispos dos EUA criticam ordem que proíbe entrada de refugiados no país

Alguns bispos americanos consideraram as medidas de Donald Trump como uma “página negra” na história dos EUA

Da redação, com Agência Ecclesia
A Comissão das Migrações dos bispos católicos dos EUA criticou a ordem executiva do presidente Donald Trump que proíbe a entrada de refugiados no país e limita o ingresso de cidadãos de sete nações.
Dom Joe S. Vásquez, bispo de Austin e presidente da Comissão das Migrações da conferência episcopal norte-americana, disse “discordar veementemente” desta solução, lamentando a proibição de entrada de refugiados sírios e questionando a prioridade dada a minorias religiosas.
“Acreditamos na assistência a todos os que estão vulneráveis e fogem da perseguição, independentemente da sua religião. Isso inclui cristãos, bem como yazidis e muçulmanos shia da Síria”, assinala.
Já o cardeal Blase Cupich, arcebispo de Chicago, manifestou-se em comunicado contra a decisão do presidente Trump, considerando-a como uma “página negra” na história dos EUA.
O patriarca iraquiano Dom Louis Sako, da Igreja Caldeia, assinalou por sua vez que qualquer política de acolhimento que discrimine aqueles que são perseguidos, com base na religião, “prejudica os cristãos do Oriente”, pois “fornece argumentos a toda propaganda e preconceitos que atacam as comunidades cristãs autóctones do Médio Oriente como ‘corpos estranhos’, grupos mantidos e defendidos pelas potências ocidentais”.
Donald Trump explicou nesse domingo, 29, que a ordem executiva tomada na sexta-feira – que proíbe a entrada de refugiados e limita a de cidadãos do Iraque, Irão, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iémen nos EUA – não quer ser uma medida diretamente contra os muçulmanos.
“Isto não tem a ver com religião. Tem a ver com terrorismo e com manter o nosso país seguro. Há mais de 40 países no mundo que são maioritariamente muçulmanos e que não são afetados por esta medida”, assinalou.

Pelo mundo

No resto do mundo, o decreto de Trump provocou protestos, boicotes, mal-estar diplomático e críticas de líderes mundiais.
Advogados independentes deram assistência gratuita a imigrantes muçulmanos em aeroportos norte-americanos nos últimos dias.
Empresas como Google, Starbucks e a Uber criticaram a medida e anunciaram a abertura de vagas de empregos para refugiados, além de fundos de assistência financeira.
As grandes potências europeias também se uniram contra a política imigratória de Trump. França, Itália e Alemanha, nações que recebem milhares de imigrantes e vivem uma crise de refugiados, e até o Reino Unido, cuja premier Theresa May se reuniu com Trump semana passada, demonstraram desacordo com o decreto norte-americano. “A necessária luta contra o terrorismo não justifica essa medida”, disse a chanceler alemã, Angela Merkel. “Está nos valores da Itália manter uma identidade pluralisma, uma sociedade aberta e nenhuma discriminação”, argumentou, por sua vez, o premier italiano, Paolo Gentiloni.
As Bolsas de Valores da Europa abriram a semana com queda devido aos efeitos da medida imigratória e com os temores de que o presidente norte-americano adote mais políticas protecionistas.
Em Milão, a Bolsa registrou queda de -1,5%.
Mais de um milhão de britânicos também já assinaram uma petição para proibir que Trump realize uma visita oficial a Londres, em retaliação às suas políticas.

Jovens e governantes debatem problemas globais

O Fórum da Juventude 2017 arranca esta segunda-feira, 30 de janeiro, em Nova Iorque (Estados Unidos da América). Organizado pelos membros do Conselho Económico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), o encontro vai motivar debates entre jovens, governantes e sociedade civil, ao longo de dois dias.


Este ano, o Fórum da Juventude aborda o conceito de «prosperidade compartilhada», que está no centro da Agenda 2030 para o desenvolvimento. O encontro incidirá, de forma particular, sobre o papel dos jovens para a erradicação da pobreza e para a promoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).


Em discussão vai estar «o problema do desemprego entre os jovens, a importância da igualdade de género e das ações de combate às alterações climáticas». Além disso, os participantes também vão a ter oportunidade para partilhar com os representantes dos Estados-membros das Nações Unidas as suas ideias sobre inovação e soluções para problemas globais.


«Os jovens estão entre os mais esquecidos do mundo, especialmente os pobres e os desempregados. Simultaneamente, eles são os que mais podem se beneficiar das inovações tecnológicas, porque costumam ser os primeiros a abraçar novas ideias», destacam os responsáveis do ECOSOC, citados pela Rádio ONU.

Fátima Missionária

Arquiteto português é tema de exposição no Museu da Casa Brasileira

Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil
Foto: Wikipédia
O Museu da Casa Brasileira recebe a exposição sobre um dos arquitetos portugueses mais relevantes da atualidade: João Luís Carrilho da Graça. A mostra é uma oportunidade única de conhecer a obra do arquiteto, com projetos construídos e não-construídos na capital portuguesa, desde alguns mais conhecidos, como a Escola Superior de Comunicação Social (1987-1993), quanto outros menos publicados, como o plano estratégico do programa Valis (Valorização de Lisboa) e seus projetos que concorreram para os pavilhões de Portugal na Expo’98.
Carrilho da Graça tem a peculiaridade de priorizar o território e sua topografia como suporte de suas obras e é este olhar o principal foco da exposição Carrilho da Graça: Lisboa. A abertura acontece na quarta-feira (1º), às 19h30, com presença e palestra do arquiteto sobre seus projetos e seu modo de trabalho. Não é necessário agendamento prévio e a entrada é gratuita.
As obras selecionadas mostram como o arquiteto pensa seus projetos a partir de sua “teoria do território”, que relaciona a influência da topografia com os percursos humanos e suas construções.
A exposição já passou por Lisboa, em Portugal e por Bogotá, na Colômbia, entre 2015 e 2016. A curadoria é da arquiteta e colaboradora do escritório Carrilho da Graça, Susana Rato, e da professora e pesquisadora na Universidade de Évora, Marta Sequeira.
Carrilho da Graça
O português trabalha em escritório próprio desde que se formou, em 1977, na Escola Superior de Belas Artes em Lisboa. Ao conjunto da sua obra foram atribuídos diversos prêmios, como o prêmio Aica (Associação Internacional dos Críticos de Arte) em 1992, a Ordem de Mérito da República Portuguesa em 1999, o prêmio da Bienal Internacional da Luz – luzboa em 2004 e o título de Chevalier des arts et des lettres pela república francesa em 2010.
Museu da Casa Brasileira
O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, dedica-se à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração e promove debate sobre temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas iniciativas, destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país, realizado desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.

Serviço:

Carrilho da Graça: Lisboa
Abertura: dia 1º de fevereiro, quarta-feira às 19h30 (entrada gratuita)
Visitação: De terça a domingo, das 10h às 18h, até dia 19 de março
Local: Museu da Casa Brasileira - Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705, Jardim Paulistano
Ingressos: R$ 8 e R$ 4 (meia-entrada) Gratuito aos finais de semana e feriados


Google, Uber, Starbucks e Airbnb ajudarão imigrantes nos EUA

Da Agência Ansa
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante visita ao Pentágono (AFP/Direitos Reservados)
Medidas recentes de Trump sobre imigração e refugiados vêm despertando forte polêmica e reações nos EUA 
Mandel Ngan/AFP/Direitos Reservados





















Grandes empresas dos Estados Unidos - como Starbucks, Google, Uber e Airbnb – decidiram adotar políticas de apoio a imigrantes. O tema ganhou destaque recentemente após a polêmica decisão do presidente Donald Trump de suspender a entrada de cidadãos de sete países muçulmanos nos EUA por pelo menos 90 dias. As informações são da Agência ANSA.
A famosa cadeia de cafeterias Starbucks afirmou que empregará 10 mil refugiados em suas lojas em todo o mundo e dará preferência, nos EUA, a imigrantes que serviram às Forças Armadas do país. "Existem mais de 65 milhões de cidadãos do mundo reconhecidos como refugiados pelas Nações Unidas e nós estamos desenvolvendo planos de contratar 10 mil deles em 75 países onde a Starbucks faz negócios", afirmou o CEO da companhia, Howard Schultz.
"Nós somos todos obrigados a assegurar que nossos políticos eleitos nos ouçam individualmente e coletivamente. A Starbucks está fazendo a sua parte", disse Schultz, que ressaltou que fará seu melhor para que a empresa e seus funcionários não sejam afetados por outras medidas de Trump, como o aumento de impostos sobre produtos mexicanos.
A gigante Google também se mostrou indignada com as restrições apresentadas pelo mandatário republicano e anunciou que criou um fundo de US$ 4 milhões - dos quais US$ 2 milhões são oriundos de doações de funcionários da empresa -  destinado a quatro organizações que lidam com imigrantes: a American Civil Liberties Union, a Immigrant Legal Resource Center, o International Rescue Comittee e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur).
Em um comunicado aos funcionários, o CEO da companhia, Sundar Pichai, afirmou que altos executivos da Google também farão doações para o fundo. Além disso, Pichai pediu na sexta-feira (27) que todos os funcionários da empresa que possam ser afetados pelas medidas de Trump voltem imediatamente para os EUA e contatem a empresa para receber ajuda. Segundo o CEO, mais de 100 funcionários são atingidos pelo decreto do presidente norte-americano.
Já o Uber disse que criará um fundo de defesa legal de US$ 3 milhões para ajudar seus motoristas afetados por medidas de Trump relacionadas à imigração. O CEO da empresa, Travis Kalanick, disse que o Uber pressionará o governo dos EUA a devolver o direito de viajar de qualquer cidadão americano, independente da sua nacionalidade de origem. No entanto, muitos consideram hipócrita a decisão de Kalanick, já que ele se reunirá com Trump na próxima sexta (3) para tratar de negócios.
A plataforma de hospedagem Airbnb informou no domingo (29), através do seu CEO, Brian Chesky, que providenciará moradia gratuita para refugiados e para qualquer pessoa que não puder entrar nos EUA. "Nós temos 3 milhões de casas. Então nós definitivamente podemos encontrar um lugar para essas pessoas ficarem", afirmou Chesky, em nota oficial, ressaltando que impedir a entrada de pessoas como decidido por Trump "não está certo".

Resultado do Sisu já está disponível

Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil
O resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) está disponível no site do programa. Os estudantes já podem consultar se conseguiram a vaga que pleitearam no ensino superior público. Ao todo, são ofertadas 238.397 vagas em 131 instituições públicas, entre universidades federais e estaduais, institutos federais e instituições estaduais.
Após estudantes manifestarem dificuldades em acessar o sistema, o Ministério da Educação (MEC) decidiu prorrogar o período de inscrição. Inicialmente, o prazo terminaria no dia 27 mas, com as falhas no site, foram prorrogadas até ontem (29). A data do resultado, no entanto, foi mantida. O período de matrícula será de 3 a 7 de fevereiro.
Demora na divulgação do resultado
    O MEC não especificou a que horas o resultado seria divulgado. A espera gerou ansiedade nas redes sociais. "A única coisa que o MEC faz com pontualidade é fechar o portão do ENEM e fechar o sisu mas divulgar o resultado nada né", diz um usuário no Twitter.
    Outro comparou o resultado da prova a um novo amor: "Dormi pensando no sisu acordei pensando no sisu, parece até que tô apaixonada de novo...", diz. "O Sisu deveria dar vaga pra nós só pelo fato da gente ficar de plantão no site", defendeu outra usuária do microblog. 
    Lista de espera
    Os candidatos que não forem selecionados na chamada regular poderão participar, a partir de hoje (30) da lista de espera. Isso pode ser feito até 10 de fevereiro. Esses candidatos serão convocados a partir do dia 16 de fevereiro, caso haja vagas remanescentes.
    Para partipar da lista, basta acessar o site e clicar no campo correspondente para acessá-la. É necessário fazer o login com o número de inscrição e a senha escolhidas na hora do cadastro no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A lista é para a primeira opção de curso feita pelo estudante. 
    O Sisu seleciona os estudantes com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cabe a cada instituição definir o cálculo que utilizará para a seleção dos novos alunos. Para participar do processo, o estudante não pode ter tirado nota zero na redação do exame. Ao todo, mais de 6,1 milhões fizeram o Enem em 2016.