Destaque

Choram porque amam

Padre Geovane Saraiva* Como é bom rezar e colocar em primeiro lugar o mistério da redenção! Nem sempre, porém, sabemos rezar e nem d...

13 de dezembro de 2014

Parlamento português recomenda reconhecimento do Estado da Palestina

12/12/2014 | Agência Lusa


O Parlamento português aprovou hoje (12), por maioria, uma recomendação para que o governo reconheça o Estado da Palestina. A proposta, apresentada em conjunto pelo PSD, CDS-PP e PS, teve nove votos contra de deputados dos grupos proponentes.
No primeiro ponto do projeto de resolução da maioria e da bancada socialista, o Parlamento insta o governo a "reconhecer, em coordenação com a União Europeia, o Estado da Palestina como um Estado independente e soberano, de acordo com os princípios estabelecidos pelo direito internacional". Esse item foi rejeitado por nove deputados.
O segundo ponto da proposta defende que o governo, "em conjunto com seus parceiros da União Europeia e internacionais, continue a promover o diálogo e a coexistência pacífica de dois Estados democráticos Israel e Palestina, pois só por meio de negociações será possível garantir a segurança e a paz naquela região", e foi aprovado pela maioria dos parlamentares.
Segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, o governo português "procurará escolher o momento mais adequado" para reconhecer o Estado da Palestina, como recomendou o Parlamento. "O governo é sensível ao apelo da Assembleia da República e procurará escolher o momento mais adequado para proceder ao reconhecimento do Estado da Palestina de modo que esse ato possa facilitar a solução que se considera necessária para que israelenses e palestinos convivam duradouramente de forma pacífica", disse Machete no Parlamento.
Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br

Bolsonaro pode sofrer ação penal

12/12/2014  |  domtotal.com

O Conselho Nacional de Direitos Humanos protocolou representação na PGR.

As ofensas do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), direcionada à deputada Maria do Rosário (PT-RS), na terça-feira (9) continuam repercutindo entre diversas entidades de defesa dos direitos humanos. Na tarde de quinta (11), o Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) protocolou representação contra Bolsonaro na Procuradoria-Geral da República (PGR). O pedido é para abertura de processo criminal e cível contra o parlamentar.

“A representação é muito clara, o conselho tem a convicção que foi cometido um crime de incitação à violência, de apologia a um crime considerado hediondo”, disse a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH), Ideli Salvatti. Tanto ela como todos os conselheiros, empossados na quarta (10), sentaram-se à mesa com a vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko, e entregaram formalmente o documento.

Para a vice-procuradora-geral da República, o caso agrega elementos suficientes para que a representação vire uma ação penal. “São as palavras, a forma, e, a partir delas, todo um movimento misógino. Fiquei sabendo de comentários em redes sociais e então, [ficou provada] a força deletéria, perversa dessas declarações. Elas têm uma força de incitação ao crime, ao estupro”.

Bolsonaro ficou surpreso com a representação apresentada contra ele à Procuradoria-Geral da República pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos em razão das ofensas contra a deputada Maria do Rosário (PT-RS). “Não sabia da representação. Agora tenho que esperar ser notificado para me defender. Vou me defender após receber a peça apresentada à PGR”.

O deputado citou o Artigo 53 da Constituição, que trata da invioabilidade das opiniões dos parlamentares. “Os deputados e senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos”, diz o texto constitucional.

A representação do CNDH, no entanto, não se refere às ofensas de Bolsonaro na tribuna, e sim na entrevista ao jornal Zero Hora, em que o deputado disse que não estupraria sua colega de Câmara por ela ser “muito feia”.

“O que ele diz no plenário, no exercício do seu mandato, está coberto pela inviolabilidade constitucional. Então, por essa razão, o fato de ele ter falado isso no plenário não pode ser levado em conta nessa análise”, disse Ela Wieko. Agora, a representação vai passar 30 dias na Procuradoria-Geral da República e o procurador-geral, Rodrigo Janot, vai decidir se o documento apresentado seguirá para o Supremo Tribunal Federal, em forma de ação penal.

Além do CNDH, duas entidades se manifestaram hoje sobre o caso. O Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM) protocolou na Câmara dos Deputados um pedido de providência em relação à atitude do deputado do PP. O pedido foi assinado por 23 organizações que representam as mulheres. “Instamos a Mesa da Câmara a tomar a única atitude admissível nesse caso: a instauração de processo de cassação do infrator por apologia e incitamento à violência sexual contra as mulheres”, diz o pedido do conselho.

Na quarta (10), o PT, PCdoB, PSOL e PSB também representaram no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados contra o deputado Bolsonaro. Os partidos pedem a cassação do atual mandato do parlamentar.

De acordo com Ideli, o CNDH também deve protocolar pedido de cassação na Câmara no mês de fevereiro, que já poderia ter efeitos no novo mandato de Bolsonaro, reeleito em outubro. “Apresentaremos de imediato, e como está terminando a legislatura, vamos apresentar novamente em fevereiro”.

Em nota, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) também se manifestou contra as declarações de Bolsonaro. "É inconcebível que um parlamentar se utilize indevidamente do sistema de imunidades para atentar contra a própria Constituição Federal e a dignidade das mulheres, estimulando uma cultura de desrespeito aos direitos humanos”, diz. A AMB conclui a nota, pedindo ao Congresso Nacional que “estabeleça medidas em defesa da ética parlamentar de forma a preservar o sistema representativo e dignificar a importante função do parlamento para democracia brasileira”.
Agência Brasil

Mensagem do Papa à Conferência Internacional sobre o clima

2014-12-12 Rádio Vaticana


O Papa Francisco enviou uma mensagem à 20.ª Conferência sobre o Clima (COP20), que termina hoje, dia 12, em Lima no Peru, advertindo os líderes mundiais que o tempo para enfrentar as mudanças climáticas está a “esgotar-se”.
Num texto endereçado ao Ministro do Ambiente do Peru, Manuel Pulga Vidal, presidente desta conferência da ONU, o Papa Francisco afirma que “as consequências das alterações climáticas, que já se sentem de forma dramática em muitos países, sobretudo nos Estados insulares do Pacífico, lembram-nos da gravidade da incúria e da inação: o tempo para encontrar soluções globais está a esgotar-se” – declara o Santo Padre.
A cimeira COP 20 sobre alterações climáticas tem como objetivo abrir caminho a um acordo global para a redução de emissões de CO2. “Apenas podemos encontrar soluções adequadas se atuarmos juntos e de forma harmónica – escreve o Santo Padre.
O Papa Francisco na sua mensagem recorda aos líderes mundiais que as suas decisões vão afetar “toda a humanidade, em particular os mais pobres, e as gerações futuras”. “Trata-se de uma grave responsabilidade ética e moral” – adverte o Santo Padre.
A mensagem pede uma “luta eficaz” contra o aquecimento global através de uma resposta que “supere interesses e comportamentos particulares”, decorrendo sem “pressões políticas e económicas”.
O Papa Francisco afirma que a resposta coletiva deve ser também “capaz de superar atitudes de desconfiança e de promover uma cultura da solidariedade, do encontro e do diálogo”.
Recordemos que a redução de emissões de CO2 vai estar em grande destaque na Conferência de Paris que se realizará em 2015.

(from Vatican Radio)

Direitos Cósmicos e Espiritualidade

13/12/2014  |  domtotal.com

Nessa quarta feira, o mundo celebra mais um aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, emitido no 10 de dezembro de 1948. Comumente, a sociedade dominante apresenta os Direitos Humanos apenas como campo de inviolabilidade individual. Nele se destacam os direitos liberais de ir, vir, comprar e consumir.

Nas últimas décadas, quem mais invoca a Declaração dos Direitos Humanos são os impérios ocidentais. Eles insistem nesses direitos individuais, mas para tê-los o passaporte necessário é o dinheiro. Nesse tipo de sociedade, a pessoa só é cidadã se puder ganhar e consumir. Ao mesmo tempo que prega direitos individuais para ganhar mais dinheiro, o governo dos Estados Unidos e seus aliados têm invadido países, torturado e assassinado pessoas e destruído civilizações e culturas humanas. Mesmo nos países que eles não invadem, violam a justiça internacional e patrocinam golpes e financiam os piores partidos políticos, sempre à sombra dos direitos humanos e até do nome de civilização cristã.

As antigas civilizações da Ásia, Oceania e África, assim como as comunidades índias e afrodescendentes da América insistem que os direitos não são apenas individuais e sim comunitários e coletivos. Também não isolam direitos humanos do cuidado com a mãe-terra, dos animais e de todos os seres vivos que se tornam assim, de alguma forma, sujeitos de direitos. É uma outra concepção de direitos humanos. É dever das pessoas de bem, das comunidades e organizações sociais incorporar em seu trabalho essas concepções contra hegemônicas e alternativas dos Direitos Humanos. O amor incondicional e solidário nos leva a assumir a responsabilidade ética pelos mais frágeis e marginalizados por essa sociedade cruel. No entanto, além de solidarizar-se à luta dos lavradores, índios, negros, mulheres oprimidas e todas as categorias de alguma forma vítimas da sociedade excludente, essa solidariedade nos leva a um novo modo de pensar e viver a relação com a Terra, a água, a natureza, os animais e todo ser vivo.  Também, a Terra, as águas, os animais e as plantas precisam ser cuidados e defendidos. Não podemos tratá-los como se fossem meras mercadorias. Conosco eles formam uma grande teia de relação que é como uma comunidade: a comunhão da vida.

Esse modo de viver e compreender a vida e os direitos humanos faz parte de uma cultura amorosa que compreende e pratica a Espiritualidade como forma de viver plenamente humana e humanizadora. As tradições religiosas têm como missão ajudar as pessoas a aprofundar esse sentido mais profundo da vida. Infelizmente, ainda há muita gente que confunde Espiritualidade com Espiritualismo e trata a fé como se se tratasse de um assunto meramente íntimo da relação livre do fiel com uma divindade. A mística francesa Simone Weil afirmava: “Eu reconheço quem é de Deus não quando me fala de Deus, mas pelo seu modo de tratar as outras pessoas”.

Todas as religiões, de uma forma ou de outra, reconhecem: o divino só pode ser encontrado realmente no humano. A espiritualidade, religiosa ou não, faz da defesa dos direitos do ser humano e da natureza um método de intimidade com o Divino, presente no mundo. No século II, Irineu, pastor da Igreja de Lyon, ensinava: “Como você poderá divinizar-se se ainda nem se tornou humano? Antes de tudo, garanta a condição de ser humano e, assim, poderá participar da glória divina”.

Marcelo Barros
Marcelo Barros é monge beneditino e teólogo especializado em Bíblia. Atualmente, é coordenador latino-americano da Associação Ecumênica de Teólogos/as do Terceiro Mundo (ASETT). Assessora as comunidades eclesiais de base e movimentos sociais como o Movimento de Trabalhadores sem Terra (MST). Tem 45 livros publicados dos quais está no prelo: "O Evangelho e a Instituição", Ed. Paulus, 2014. Colabora com várias revistas teológicas do Brasil, como REB, Diálogo, Convergência e outras. Colabora com revistas internacionais de teologia, como Concilium e Voices e com revistas italianas como En diálogo e Missione Oggi. Escreve mensalmente para um jornal de Madrid (Alandar) e semanalmente para jornais brasileiros (O Popular de Goiânia e Jornal do Commercio de Recife, além de um jornal de Caracas (Correo del Orinoco) e de San Juan de Puerto Rico (Claridad). 

A consciência da Boa Nova

13/12/2014  |  domtotal.com

No batismo, recebemos a luz para que déssemos testemunho do Cristo. O que temos feito desta luz?

Só no 4º Domingo, o evangelho vai nos falar de Maria, remetendo-nos ao primeiro dia de sua espera, com o “relato” da Anunciação. Podemos pensar, no entanto, em tudo o que ela viveu durante a sua gravidez, em particular, nas últimas semanas. Por atenção ao que se passou com ela, esperando o Messias prometido? Toda cheia de alegria? Certamente. Mas também com uma ponta de inquietação, suplantada pela fé.

A liturgia nos faz cantar o Magnificat entre as duas primeiras leituras. Devemos compreender que a humanidade está em estado de gravidez, em gestação, até a última vinda do Cristo. É, sem dúvida, a gestação do Homem completo, terminal, mas gestação também de nós mesmos, que seguimos realizando o término da nossa criação. Portanto, não nos deixemos apanhar, nem nos afligir, pelo espetáculo do que se passa no mundo, mas creiamos firmemente que o que está por vir é o melhor: o melhor absoluto, insuperável. O texto de Isaías é particularmente eloquente: fala em termos nupciais e em fecundidade.

Em certo sentido, o Advento é, no fundo, o tempo para tomarmos consciência da Boa Nova. Muita gente tem dificuldade em levar a sério esta Boa Nova e em atribuir-lhe a importância decisiva que ela conserva, exatamente porque é boa, de uma bondade insuperável. De fato, temos diante dos olhos e bloqueando a nossa vista o espetáculo de todas as más notícias que a imprensa nos traz todos os dias. Não esqueçamos que foi passando pelo Calvário que o Cristo chegou ao novo nascimento, ao Homem Novo.

João sempre aí

Quando perguntado sobre quem era ele, João não declinou uma identidade, definiu-se como uma voz. Esta voz que grita no deserto ressoa desde sempre. Voz humanamente anônima, porque não é voz de homem, mesmo se passando pelos homens, é verdade, mas é a voz de Deus. O Verbo já está aí, mas ainda velado, não ainda em plenitude. Oculto por esta plenitude à qual pertence, mas que o ultrapassa, é que João desaparece, faz-se desaparecer.

Por que insistir tanto? Porque, de certo modo, estamos sempre aí. Vimos, com certeza depois de João e depois também de Jesus, em quem recebemos um batismo não mais de água, mas de espírito (versículo 33, fora da leitura). Mas a vinda do Cristo, no que se refere à sua plena realização, está ainda no futuro. Ainda há “judeu e pagão, homem e mulher, escravos e homens livres”; ainda não somos “todos Um no Cristo Jesus” (Gálatas 3,28). Isto já está realizado por direito, por assim dizer, em possibilidade.

E a Páscoa do Cristo foi que o pôs no mundo. Mas temos de realizá-lo historicamente. As nossas divisões estão longe de serem superadas e o deserto do amor é sempre o lugar onde temos de fazer ressoar a voz divina. Os homens de poder “enviados de Jerusalém” estão hoje menos agressivos do que nos tempos de João Batista; eles deixam que os atuais “profetas” falem, enquanto se entregam ao culto de seu próprio prestígio.

Todos profetas

Voltemos às linhas precedentes: temos, hoje ainda, muitos “profetas” feitos prisioneiros e levados à morte, assim como João Batista. Pensemos, entre tantos outros (no Iraque, na Nigéria, em El Salvador, aqui entre nós...) nos monges de Tibirine.

O deserto de Deus, o deserto do Amor permanece assassino. O deserto está cheio de ídolos e os ídolos, falsas imagens de Deus, são assassinos. O batismo vem desqualificar, vem ultrapassar o ídolo: uma vez morto e assassinado, vem assumir esta morte e inaugurar uma nova vida, outra vida. Ser mergulhado na água significa voltar ao abismo primordial, de Gênesis 1,2, onde já encontramos a água e o sopro, o Espírito.

Mas o batizado não fica dentro da água; sai dela para uma vida além da morte, figurada pela imersão. O rito não basta, é preciso também a palavra proclamada no deserto: este deserto, às vezes, tão vazio de ouvintes. Mas quem fala hoje? Quem são os profetas? Obviamente, temos os padres, os bispos, o papa…

Estes profetas de tempo integral não nos devem fazer esquecer que, sendo cristãos, somos um povo de profetas. E que todos nós temos de “estar sempre prontos a dar a razão da nossa esperança a todo aquele que no-la pede, mas com mansidão e respeito” (1 Pedro 3,14). “Esperança”, diz o texto. O que em Cristo nos é dado ainda não está aí, ao menos em sua realização última. A nossa maneira de possuí-lo é esperar, com confiança.
Croire
*Marcel Domergue é sacerdote jesuíta. O texto é baseado nas leituras do 3º Domingo do Advento (14 de dezembro de 2014). A tradução é de Francisco O. Lara, João Bosco Lara e José J. Lara.

Polônia, país com maior aprovação a Francisco

  domtotal.com

Cidade do Vaticano, 13 dez (SIR) – A Polônia é o país onde o Papa Francisco tem o mais alto índice de aprovação pela opinião pública, 92%. A nível global, a aprovação é de 60%. Foi o que revelou uma pesquisa do prestigioso Instituto estadunidense  ‘PewResearch’, divulgada nesta seman em Washington. Após a terra de João Paulo II, os mais altos índices são encontrados na Argentina, seu país natal, e na Itália, terra de origem de sua família, ambos 91%, com 3% contrários na Argentina e 5% na Itália. 

Em termos de continente, Europa e América Latina registram os maiores índices de aprovação, com 84% e 72%, respectivamente. Na América Latina, após a Argentina, os maiores índices de aprovação são a Colômbia com 83%, México e Brasil com 74% e Peru com 72%.

No continente europeu, após Polônia e Itália, seguem França com 88%, Espanha com 84% e Alemanha com 82%. Nos Estados Unidos, 78% dos entrevistados tem uma opinião favorável em relação ao Papa Francisco. No continente africano, por sua vez, Bergoglio é aprovado por 44% dos entrevistados e na Ásia, onde os católicos são minoria, por 41%.

Curiosos são os índices no Oriente Médio, onde favoráveis e contrários são 25% e 41% não expressou nenhum juízo. Para chegar a estes dados a ‘Pew Research’ conduziu duas pesquisas: a primeira de 30 de outubro de 2013 a 4 de março de 2014, num universo de 14.564 entrevistados em nove países da América Latina; e a segunda de 17 de março a 5 de junho deste ano, num universo de 36.430 entrevistados em 34 países.

 
SIR

Vítima de abusos sexuais envia carta para Francisco

13/12/2014  |  domtotal.com


O espanhol Javier Paz Ledesma, que dos 10 aos 20 anos foi vítima de abusos sexuais por parte de um sacerdote de Salamanca, escreveu uma carta aberta ao papa Francisco porque está "indignado com o silêncio da Igreja" sobre seu caso. Na correspondência, divulgada pelo portal "Público", Ledesma lembra o Pontífice que ninguém do Vaticano o chamou para falar do assunto.

"No começo de 2011, apresentei uma denúncia por via canônica contra o sacerdote Isidro López Santos na arquidiocese de Salamanca perante o bispo Carlos López. O motivo da denúncia eram os abusos sexuais sofridos dos meus 10 aos 20 anos por parte daquele sacerdote", diz a carta.

A suposta vítima conta que ainda escreveu diversas vezes à Congregação para a Doutrina da Fé, mas a única resposta que teve de Salamanca e do Vaticano foi o silêncio. Devido a essa inação, Ledesma decidiu apresentar uma denúncia penal contra o religioso. O objetivo era "tornar público o caso e fazê-lo sair da obscuridade à qual a Igreja Católica o havia relegado".


 
SIR

Tortura: ´O que o relatório muda para nós?´

13/12/2014  |  domtotal.com

De seus anos em Bagram, Kamil Shah lembra uma mistura de torturas violentas e não violentas
O relatório americano que detalha as torturas infligidas pela CIA a seus prisioneiros não apaga o sofrimento pelo qual eles passaram, declarou à um detido paquistanês que foi espancado e ameaçado com cachorros.
Kamil Shah foi detido em Bagram, uma prisão militar do norte de Cabul, durante muito tempo chamada de "Guantánamo afegão", onde os americanos, quando estiveram à frente dela, foram com frequência acusados de torturar presos acusados de terrorismo.
O relatório senatorial americano publicado nesta semana, que detalha as torturas aplicadas pela CIA em presos suspeitos de vínculos com a Al-Qaeda em locais secretos de vários países, provocou uma onda de condenações em todo o mundo.
"O que o relatório muda para nós? Por acaso os Estados Unidos vão nos dar indenizações?", pergunta-se o paquistanês Kamil Shah, ao contar por telefone à seus cinco anos de sofrimento em Bagram, entre 2004 e 2009.
Detido pelos americanos no sul afegão, Kamil Shah, de 17 anos, na época, foi libertado após estes cinco anos em Bagram, sem que tenha sido declarado culpado de nada.
"Os americanos detiveram inocentes, os colocaram em celas sem luz, os torturaram durante 5 ou 10 anos, e agora dizem que se equivocaram", queixa-se Kamil, que hoje voltou a sua região do norte do Paquistão.
De seus anos em Bagram, Kamil Shah lembra uma mistura de torturas violentas e não violentas, da falta de luz, dos espancamentos realizados por seus carcereiros, dos intermináveis interrogatórios durante nove ou dez horas, das torturas com eletricidade.
"Às vezes traziam cachorros e me diziam que se não dissesse a verdade me lançariam a eles", relata.
"Fui torturado (...) sem razão alguma, minha vida foi arruinada. Então de que serve este documento?", lamenta Kamil, que pede - sem a menor esperança - se oficialmente absolvido das acusações que valeram sua prisão.
AFP

La Jalousie - O ciúme


Louis (Louis Garrel) é ator e vive com Claudia (Anna Mouglalis), também atriz, em um pequeno apartamento, onde levam uma vida normal, porém complicada financeiramente. A carreira dela vai de mal a pior e ele faz de tudo para ajudá-la, enquanto tenta encontrar tempo ainda para manter-se próximo à filha Charlotte (Olga Milshtein), cuja mãe (Rebecca Convenant) ele abandonou recentemente.
País: França
Ano: 2014
Gênero: Drama
Classificação: 12
Direção: Philippe Garrel
Elenco: Louis Garrel, Anna Mouglalis, Rebecca Convenant
Duração: 1h17min.

Papa Franscico: Boa imagem no mundo


13/12/2014  |  domtotal.com

O papa obteve cerca de 60% de opiniões favoráveis

O papa Francisco goza de uma imagem positiva em quase qualquer lugar do mundo, particularmente na Europa, nos Estados Unidos e na América Latina, indicou nesta semana um estudo de um instituto de pesquisa americano.
O papa obteve cerca de 60% de opiniões favoráveis contra 11% desfavoráveis nos 43 países onde a pesquisa foi realizada, segundo o Pew Research Center de Washington.
O sumo pontífice é particularmente apreciado na Europa, que ocupa o primeiro lugar com 84% de opiniões positivas; seguida por Estados Unidos, onde estará de visita em 2015, onde soma 78%. O Papa, nascido na Argentina, tem 72% de aprovação na América Latina.
Na África sua imagem é mais indiferente. Francisco obteve 44% de resultados favoráveis, contra 40% que não emitiram opinião. Já na Ásia as porcentagens foram de 41% positivos e 45% sem opinião sobre o papa.
Sua popularidade logicamente cresce nos países católicos. Na Polônia tem 92% de imagem positiva, 91% na Argentina e 88% na Itália e na Espanha.
Na Jordânia, Egito e Turquia sua imagem tende a cair com números por volta dos 30%.
A pesquisa foi realizada em duas ocasiões. No inverno 2013-2014 em nove países da América Latina, onde foram interrogadas 14.564 pessoas; e na primavera de 2014 em outros 34 países com 36.430 pessoas entrevistadas.
AFP

Apostolado da Oração e MEJ tem novo Diretor Nacional

eliomar300
O Superior Geral da Companhia de Jesus, Pe. Adolfo Nicolás, SJ, nomeou o novo Diretor Nacional do Apostolado da Oração e do Movimento Eucarístico Jovem do Brasil. Pe. Eliomar Ribeiro, SJ, 49 anos, nasceu em Iúna – ES, é Mestre em Teologia Pastoral com especialização em juventude pela Universidade Salesiana de Roma, foi Sócio do Provincial da antiga Província do Nordeste e atualmente é Superior da Residência Sagrado Coração de Jesus e Diretor do Mosteiro dos Jesuítas, Baturité – CE. Desde já vamos intensificar nossas orações para que o Sagrado Coração de Jesus abençoe os trabalhos futuros com muitos frutos. Seja bem-vindo Pe. Eliomar nesta grande rede de corações unidos em oração a serviço do Reino de Cristo! O Apostolado da Oração e MEJ-Brasil o acolhem de braços abertos. O nosso muito obrigado ao Pe. Otmar Jacob Schwengber, SJ, que foi Secretário Nacional durante nove anos dedicando-se inteiramente a esse serviço apostólico. Conte sempre com nossas orações! Sagrado Coração de Jesus, nós temos confiança em vós!
Por Everson Lima, Apostolado da Oração e do Movimento Eucarístico Jovem do Brasil