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1 de maio de 2019

Festival em Interlagos homenageia Ayrton Senna, 25 anos após sua morte

Com diversas atrações, o Senna Day acontece neste 1° de maio em São Paulo, cidade natal do tricampeão da Fórmula 1

Ayrton Senna
Divulgação
Ayrton Senna ganha homenagens nos 25 anos de sua morte
A morte de Ayrton Senna completa 25 anos neste 1° maio de maio de 2019, e a cidade de São Paulo, terra natal do piloto, recebe um festival com diversas atrações em homenagem ao eterno ídolo brasileiro.
Senna Day acontece no no Autódromo de Interlagos, das 7h às 17h, e tem como uma de suas atrações um simulador de corrida, onde os participantes podem sentir a emoção de dar uma volta em um carro da Fórmula 1 com a narração de  Senna .
Além do simulador, outras atrações virtuais são opção para o público, como os cinco simuladores XBOX com o Forza Horizon 4, jogo que tem o McLaren Senna como carro principal. Os fãs também poderão usar um óculos de VR para acompanhar uma volta completa de F1 virtual em Interlagos.
O Senna Day Festival tem ainda diversas atrações musicais, infantis, corridas de 5km e 10km, além de caminhada de 5km, exposições de itens do piloto, atividades de pintura, volta rápida com o McLaren Senna, baterias de kart e espaço gastronômico. A renda dos ingressos, que custam 45 reais pelo site do evento, será revertida em ações para o Instituto Ayrton Senna.

Programação

07h- Abertura estacionamento – Portão G
09h – Largada Corrida e Caminhada
09h – Início das Atividades Infantis
10h – Início da Senninha Racing Day
11h – Início das Baterias de Kart
12h – Início da Volta rápida com o McLaren Senna
13h – Início das Atrações Musicais
17h- Show de encerramento em homenagem a Senna

Suspensa venda de livros de brasileira acusada por Nora Roberts de plágio

A Justiça também mandou bloquear os royalties advindos da venda desses livros e os valores devem ser depositados em conta judicial.
Nora Roberts, estrangeira sem bens no Brasil, está dando como garantia os direitos autorais de seus livros publicados por três editoras.
Nora Roberts, estrangeira sem bens no Brasil, está dando como garantia os direitos autorais de seus livros publicados por três editoras. (Instagram/Reprodução)

A escritora best-seller americana Nora Roberts ganhou a primeira batalha contra a brasileira Cristiane Ribeiro Allevato Serruya em processo de plágio aberto na semana passada, no Rio de Janeiro. Em sua decisão, Maria Cristina de Brito Lima, da 6ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, determinou a suspensão da venda dos livros físicos, e-books e audiolivros dos títulos Royal Love Royal Affair, Unbroken Love, Hot Winter, Forevermore e From the Baroness's Diary, além da inclusão, na capa e nos links disponibilizados nos sites da Amazon, Saraiva, Cultura, Barnes & Noble, Kobo e E-Bay da expressão "suspensa a venda por ordem judicial".
A juíza determinou ainda o bloqueio dos royalties advindos da venda desses livros nas livrarias citadas. Os valores devem ser depositados em conta judicial. O descumprimento da decisão judicial, por parte de Cristiane, das livrarias ou editoras, poderá acarretar multa de R$ 5 mil por exemplar de obra indevidamente vendida. 
"Isso representa um novo patamar de demanda judicial na área literária", diz Gustavo Martins de Almeida, advogado de Nora Roberts. Principalmente porque envolve suportes imateriais - e-books e audiolivros - e porque Nora Roberts, estrangeira sem bens no Brasil, está dando como garantia os direitos autorais de seus livros publicados por três editoras. "É interessante ver o Judiciário se adequando às novas tecnologias", comenta o advogado.
Cristiane Ribeiro Allevato Serruya tem 15 dias para recorrer da decisão. O jornal O Estado de S. Paulo não conseguiu contato com a brasileira até o fechamento da matéria.

Agência Estado/Dom Total

De volta aos tempos de ouro com Célio Balona

O compositor, arranjador e instrumentista apresenta o show "Anos Dourados" na série de apresentações "Célio Balona: 80 anos de vida e 65 anos de música"
'Célio Balona: 80 anos de vida e 65 anos de música – Anos Dourados'
'Célio Balona: 80 anos de vida e 65 anos de música – Anos Dourados' (Divulgação)

Chegamos ao final de uma série especial em comemoração aos 80 anos de vida e 65 anos de música de Célio Balona. O público foi presenteado com apresentações de repertórios que marcaram a carreira do instrumentista, arranjador e compositor mineiro, com novas roupagens e convidados. No dia 1º de maio, às 20h, o palco do Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB vai receber o show Anos Dourados, com a participação de seu companheiro de longa data, Nivaldo Ornelas (saxofone).
“Anos Dourados” é uma visita saudosa aos “old good times”, como o próprio Célio Balona se refere a apresentação. É uma volta ao romantismo, das músicas que embalavam os casais apaixonados nos grandes salões de festas. E Balona viveu intensamente esses tempos. “As apresentações eram repletas de emoção e sensibilidade através de boleros, músicas de filmes, canções francesas, americanas, italianas e as brasileiras, compostas por grandes compositores, como Ary Barroso, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Noel Rosa, Pixinguinha e tantos outros que deixaram sua marca indelével no cancioneiro popular”, explica o músico.
E um dos maiores orgulhos de Célio é saber que ele fez a trilha sonora de milhares de casais ao longo desse tempo. E para relembrar essa época, ele convidou um grande amigo e artista consagrado, o saxofonista Nivaldo Ornelas, que integrou o conjunto original de Balona na década de 60.
Para acompanhá-los, Christiano Caldas (piano acústico), Milton Ramos (contrabaixo acústico), Ezequiel Lima (contrabaixo elétrico), Pingo Ballona (bateria) e Wagner Souza (trompete e flugelhorn).
Conheça mais sobre Célio Balona
Nascido em Visconde do Rio Branco, Célio Balona é músico, compositor, arranjador, tecladista e acordeonista. Estudou na Escola de Formação Musical da Polícia Militar de Minas Gerais. Aos 15 anos, Célio já atuava como profissional. Na década de 60, ao lado de Nivaldo Ornelas e Wagner Tiso, formou seu primeiro grupo musical. Mais tarde, começou a se dedicar à composição e à música instrumental. Atuou em shows nos Estados Unidos, México, Colômbia, Espanha, Inglaterra, França e Itália.
Balona fez os arranjos e criou a trilha sonora do desfile do estilista Ronaldo Fraga, na São Paulo Fashion Week, em 2013. É também um dos idealizadores e curador do Festival Internacional de Acordeon (FIA).

Serviço
“Célio Balona: 80 anos de vida e 65 anos de música – Anos Dourados”
Dia 1º de maio, às 20h
CCBB-BH – Teatro I – Praça da Liberdade, 450, Funcionários
Mais informações: 31 3431-9400
Venda de ingressos: eventim.com.br ou na bilheteria do CCBB, de quarta a segunda, das 9h às 21h – R$30 (inteira) / R$15 (meia
Clientes Banco do Brasil pagam meia-entrada em todas as apresentações.
Classificação: livre
Duração: 90 minutos

Hoje é a festa de São José Operário, padroeiro dos trabalhadores

(ACI).- Neste dia 1º de maio, a Igreja celebra a festa de São José Operário, padroeiro dos trabalhadores, coincidindo com o Dia Mundial do Trabalho. Esta celebração litúrgica foi instituída em 1955 pelo Papa Pio XII, diante de um grupo de trabalhadores reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano.
Naquela ocasião, o Santo Padre pediu que “o humilde operário de Nazaré, além de encarnar diante de Deus e da Igreja a dignidade do trabalho manual, seja também o providente guardião de vocês e suas famílias”.
Pio XII desejou que o Santo Custódio da Sagrada Família “seja para todos os trabalhadores do mundo, especial protetor diante de Deus e escudo para proteger e defender nas penalidades e nos riscos de trabalho”.
Por sua vez, João Paulo II, em sua encíclica “Laborem Exercens”, sublinhou que, “mediante o trabalho, o homem não somente transforma a natureza, adaptando-a às suas próprias necessidades, mas também se realiza a si mesmo como homem e até, num certo sentido, ‘se torna mais homem’”.
Mais tarde, no Jubileu dos Trabalhadores, em 2000, o Papa da família disse: “Queridos trabalhadores, empresários, cooperadores, homens da economia: uni os vossos braços, as vossas mentes e os vossos corações a fim de contribuir para a construção de uma sociedade que respeite o homem e o seu trabalho”.
“O homem vale pelo que é e não pelo que possui. Tudo o que se realiza ao serviço de uma justiça maior, de uma fraternidade mais ampla e de uma ordem mais humana nas relações sociais conta muito mais do que qualquer progresso no âmbito técnico”, acrescentou.

Oração a São José Operário
Glorioso São José, modelo de todos os que se dedicam ao trabalho, obtende-me a graça de trabalhar com espírito de penitência para expiação de meus numerosos pecados;
De trabalhar com consciência, pondo o culto do dever acima de minhas inclinações;
De trabalhar com recolhimento e alegria, olhando como uma honra empregar e desenvolver pelo trabalho os dons recebidos de Deus;
De trabalhar com ordem, paz, moderação e paciência, sem nunca recuar perante o cansaço e as dificuldades;
De trabalhar, sobretudo com pureza de intenção e com desapego de mim mesmo, tendo sempre diante dos olhos a morte e a conta que deverei dar do tempo perdido, dos talentos inutilizados, do bem omitido e da vã complacência nos sucessos, tão funesta à obra de Deus!
Tudo por Jesus, tudo por Maria, tudo à vossa imitação, oh! Patriarca São José!
Tal será a minha divisa na vida e na morte. Amém.

1º de Maio: Trabalho «4.0» é desafio para a sociedade, alterando noção de empresa

Especialistas e profissionais sublinham impacto das mudanças em curso com a chegada de plataformas e crescente digitalização
Lisboa, 30 abr 2019 (Ecclesia) – A transformação do mundo laboral, com a chamada quarta revolução industrial e o trabalho ‘4.0’, estão a alterar a noção de empresa e a relação entre profissionais e clientes.
Helena Lopes, investigadora do ISCTE-IUL, refere à Agência ECCLESIA que o surgimento de plataformas digitais, que agregam profissionais e os colocam em contacto direto com os consumidores pode fragilizar o prestador, entregue a si próprio.
“É como se essas plataformas se substituíssem à empresa, já não são empresas propriamente ditas. São plataformas que coordenam o trabalho. Aquilo que a empresa fazia, organizar o trabalho, o empreendimento coletivo, agora não existe, é só preciso pôr em contacto o cliente com o trabalhador”, precisa.
Em 2011, na Feira de Hannover anunciava-se uma quarta revolução industrial e do trabalho 4.0, baseado na possibilidade de as máquinas comunicarem entre si, na capacidade do processamento de dados e na sua disponibilização aos operadores humanos.
Uma realidade que tem vindo a mudar o mundo do trabalho e a “polarizar” o emprego.
Helena Lopes sublinha que há “cada vez mais empregos qualificados e cada vez mais empregos desqualificados, com o desaparecimento dos intermédios”, o que pode levar a um “desaparecimento da classe média”, segundo alguns autores, e “uma espécie de esvaziamento do centro”, do ponto de vista político.
Entre as novas aplicações digitais agregadoras de serviços destacam-se os transportes, com as alternativas mais recentes a gerarem alguma tensão com as associações tradicionais dos transportes.
Para alguns foi também a oportunidade de regressar ao mundo do trabalho, como é o caso de António (nome fictício), condutor.
“Temos de vir para a estrada todos os dias”, com um objetivo diário, “para poder levar algum dinheiro, no final”, relata.
Se ficar doente e faltar alguns dias, não vou rentabilizar a viatura. Se não rentabilizar a viatura, já não vou dar lucro”.
O profissional fala numa realidade em que “não há nada fixo” e realidades como férias ou 13.º mês não são contempladas.
“Se trabalharmos vamos ter rendimento, se não trabalharmos, não temos rendimento”, sintetiza.
O Laboratório Colaborativo (CoLABOR) para o Trabalho, Emprego e Proteção Social promoveu esta segunda-feira, na Fundação Gulbenkian, uma reflexão sobre o trabalho 4.0 o impacto da tecnologia no trabalho e no emprego no séc. XXI.

Manuel Carvalho da Silva, coordenador do CoLABOR, refere à Agência ECCLESIA que é preciso promover uma reflexão sobre a proteção social, sem submissão a “lógicas deterministas”, e apresentar sugestões que possam ser um “impulso de desenvolvimento”.
“O trabalho continuará a ser central nas nossas vidas e na organização da sociedade. Procuraremos encontrar respostas, na articulação das tecnologias com o trabalho, o que são os impactos a nível dos perfis, das competências”, observa.
Manuel Heitor, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, realça, por sua vez, que “aprender é importante e recompensa”, destacando o impacto da robotização e da inteligência artificial no “crescimento do emprego”, cada vez mais complexo.
“Temos de antecipar e estudar essas evoluções, para garantir mais e melhor emprego”, com condições de estabilidade, conclui o membro do Executivo.
HM/OC