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Programa selecionará obras didáticas e literárias para alunos de creche e pré-escola
O Ministério da Educação publicou o edital do PNLD 2022 pelo qual o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) comprará obras didáticas e literárias destinadas aos estudantes e professores da Educação Infantil (creche e pré-escola) e ainda obras pedagógicas de preparação para alfabetização baseada em evidências. Os livros adquiridos por este edital serão destinados aos alunos e professores de escolas das redes públicas federal, estaduais, municipais e do Distrito Federal, além de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas conveniadas com o poder público. Clique aqui para acessar o edital.
“Efatá” palavra do aramaico, significa “Abra-se” em português. Segundo o Evangelho de Marcos (Mc 7, 34), foi uma palavra usada carinhosamente por Jesus para curar um surdo- mudo. As pessoas presentes ficaram admiradas e diziam: “Tudo o que faz, Ele faz bem” Mc (7,37).
A fé do homem foi fundamental para sua cura. Por outro lado, nestes dias difíceis de pandemia da Covid-19 por que passa a humanidade é importante ter fé. Acreditamos ser o filósofo e o poeta figuras bastante parecidas, pois ambos buscam entender as inquietações da vida: o ser e o não ser, a esperança e a desesperança, o certo e o errado, a gratidão e a ingratidão, o começo e o fim, etc. Precisamos abrir os nossos corações em busca da paz, assim como do bem e não do mal.
O amor é fundamental e o ódio é cruel. Tentemos, com fé em Deus e nas pessoas, mediante a poesia, superar o que estamos sofrendo no momento. Dessa forma, escrevemos dois poemas prosaicos para análise e crítica do leitor. 1. “Ilusão”. Tudo Passará: a vida terrestre, a glória, a decepção, a paixão, o ódio e o orgulho, a derrota e a preocupação, o poder e a riqueza, a dor e a satisfação, a tristeza e a alegria, o desespero, a inveja e a calúnia; enfim, qualquer manifestação temporal. Tudo é ilusão. Só não passará a verdade divina, pois nos levará à vida eterna. 2. “Sonhar para Viver”. Sonhando talvez encontre: momentos de alegria, o tempo perdido, forças para superar a dor, verdadeiros amigos, a fé, desejo de amar, reconhecimento dos erros, distância da melancolia, a sinceridade, a esperança, corações que ouvem, o carinho da amada, a verdade, o perfume do bem, generosidade, valores vindo d'alma, as veredas, paz.
Enfim, a razão de viver. O que devemos fazer, meu Deus, para que existam muitas flores nos jardins de nossos corações? Ademais, a vida é muito curta para gastarmos com injustiças, falsidade e inveja.
Após seis meses de adaptação, punições ainda não estão definidas. Multas de até R$ 6 mil foram vetadas pela Prefeitura, que deverá definir as penalidades para quem descumprir a Lei
Multa prevista no projeto aprovado pelos vereadores foi vetada pelo Poder Executivo
Foto: Fabiane de Paula
Entra em vigor a partir do próximo domingo (31) a proibição da venda e do fornecimento dos canudos plásticos em Fortaleza. A lei foi sancionada pelo prefeito Roberto Cláudio (PDT) em dezembro de 2019 e estabeleceu prazo de seis meses para adaptação de comerciantes e consumidores. As punições para quem descumprir a norma ainda serão regulamentadas pela Prefeitura.
O projeto de lei proibindo a comercialização de canudos plásticos em Fortaleza foi apresentado pelo vereador Iraguassú Filho (PDT) e aprovado em setembro do ano passado pela Câmara Municipal.
A Lei determina que os estabelecimentos comerciais, como bares, restaurantes e padarias, além do comércio varejista e atacadista não forneçam canudos plásticos aos clientes. Ao invés do descartável, usem canudos de material biodegradável, como o papel, ou mesmo os de uso individual, como os de inox.
Punição
O projeto original aprovado na Câmara previa multas de R$ 1.065 a R$ 6.390 para quem descumprisse a Lei quando entrasse em vigor, ou seja, após o prazo de seis meses de adaptação das normas.
No entanto, ao sancionar a Lei em dezembro do ano passado, o prefeito Roberto Cláudio vetou alguns pontos, inclusive esse que estabelecia as multas. Segundo Iraguassú Filho, os valores foram considerados altos e o acordo foi que a Prefeitura regulamentaria a punição.
O vereador, então, apresentou um novo projeto de lei, alterando a Lei vigente determinando que ficará a cargo da Prefeitura definir as penalidades. O texto está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, que precisa designar um relator para análise.
"Não tem sentido ter uma lei proibitiva sem ter punição. Apesar da Lei ser antipática para alguns, o meu objetivo não é multar, mas sim provocar uma mudança de comportamento do consumo", defende.
Enquanto isso, ainda não está claro como será a fiscalização da Lei, mas Iraguassú Filho disse que enviará um ofício para a Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) pedindo informações sobre o planejamento de ações para fiscalizar a norma.
'Divã ocidento-oriental' traz produção poética e ensaística do romântico alemão, Johann Wolfgang von Goethe
O Divã ocidento-oriental (Estação Liberdade, 448 pp, R$ 72 – Trad.: Daniel Martineschen) é o resultado do movimento de Goethe em direção ao Oriente, “de onde há milênios têm chegado a nós tantas coisas grandiosas, boas e belas”. Este desejo teve sua gênese no encontro do poeta alemão com o diwan (coletânea) do persa Hafez. Reunindo mais de 500 gazéis (poemas curtos e líricos, de temática mística ou amorosa), o diwan de Hafez circulava pelo Oriente desde o século XIV. Quando a primeira tradução integral deste conjunto chega a Goethe, ele é arrebatado por sua leitura e tomado de uma necessidade de responder produtivamente à “poderosa aparição” de Hafez, a quem Goethe passou a considerar um “gêmeo”. O alemão, então com 64 anos, decide renovar-se como criador e empreender sua viagem literária rumo ao Oriente. Por meio de leituras, pesquisas e traduções, o poeta se transplanta ao antigo mundo das Mil e uma noites, às civilizações dos livros sagrados e suas tradições poéticas. O Divã ocidento-oriental é o relato dessa imersão. O tradutor também assina um posfácio que conta mais sobre a escrita do Divã por Goethe, a história das traduções da obra, e a história da presente tradução.
Jornalista, Melo Filho acompanhou de perto a política nacional, a construção de Brasília e a guerra do Vietnã
Faleceu, na manhã da última quarta-feira (27), o acadêmico e jornalista Murilo Melo Filho, vítima de falência múltipla de órgãos. Ele tinha 91 anos. Sexto ocupante da Cadeira nº 20, Melo Filho nasceu em Natal. Aos 12 anos, começou a trabalhar no Diário de Natal, com Djalma Maranhão, escrevendo um comentário esportivo. Aos 18 anos, foi para o Rio de Janeiro, onde estudou no Colégio Melo e Souza e foi aprovado em concursos públicos para datilógrafo do IBGE e do Ministério da Marinha, ingressando a seguir no Correio da Noite, como repórter de polícia. Trabalhou na Tribuna da Imprensa, no Jornal do Commercio, no Estado de S. Paulo, e na Manchete. Dirigiu e apresentou na TV-Rio, o programa político Congresso em Revista, que ficou no ar ininterruptamente durante sete anos. Foi também membro do Conselho Administrativo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e membro da União Brasileira de Escritores (UBE). Seus textos estão nos livros Cinco dias em junho (1967), O desafio brasileiro (1970), O brasileiro Rui Barbosa (2009) e Políticos ao entardecer (2009).
Obra aborda temas como família, amor, perdas, viagens e saudade
Em Mais longa vida (Record, 160 pp, R$ 39,90), Marina Colasanti transborda sua ampla cultura literária e sua intimidade com a poesia italiana e luso-brasileira. Com sua escrita sensível, a autora trata na obra de temas como família, amor, perdas, viagens e saudade, usando suas lembranças pessoais para construir uma poesia simples e ao mesmo tempo complexa. Em entrevista ao Estadão, Marina contou que finalizou a obra em 2016, quando ela seria originalmente editada. “Não mudei nada, pois, quando sai da minha mesa, está pronto. Há pintores que refazem suas telas, mas eu não quero refazer meus passos”. Ao longo do livro, o leitor é convidado a participar de um diálogo com a autora e refletir sobre os mais diversos temas.
A obra ‘Todas palavras feitas da terra’ foi inspirada em sítios arqueológicos presentes no Nordeste do Brasil
Amor. Guerra. Perdas. Migrações. Germinações. Temas que inspiram poetas desde tempos imemoriais e se entrelaçam às histórias de cada um de nós, ganham uma nova abordagem em Todas palavras feitas da terra (Chiado, 172 pp, R$ 32). Nesta obra, André Zahar explora a poética do carvão e vai ao encontro da própria caligrafia ao estirar no traço inquietações que vão do íntimo ao político. O livro se inspira em sítios arqueológicos presentes no Nordeste do Brasil — Serra da Capivara, Vale do Catimbau, Carnaúba dos Dantas, Pedra do Ingá, Lajedo do Pai Mateus —, onde desenhos e incisões deixados na rocha por povos pré-coloniais revelam narrativas essenciais de muitas Eras. De forma análoga, a poesia de Zahar busca na vivência pessoal do tempo o que há de mais remotamente humano.
Com as atividades presenciais suspensas pela pandemia, o equipamento cultural aposta em ações digitais de imersão
Desde que a pandemia do novo coronavírus chegou, equipamentos culturais do mundo inteiro estão reinventando-se para continuar oferecendo atividades de entretenimento ao público confinado. As ferramentas virtuais são as grandes aliadas do momento e, dentro dessa perspectiva, o Museu da Fotografia Fortaleza (MFF) traz novidades. Nesta quinta-feira (28), será lançada a “Visita 360º” da exposição “Bob Wolfenson: Retratos”, que ficará disponível para imersão por tempo indeterminado.
A mostra, que entrou em cartaz no MFF em outubro de 2019, reúne mais de 150 retratos de celebridades, vários deles ainda inéditos, feitos pelo fotógrafo paulistano ao longo de 45 anos. Quem não teve a oportunidade de conferir o acervo presencialmente, poderá agora fazer a visita por meio da plataforma Google Street View, cujo link será disponibilizado no perfil do Museu no Instagram (@museudafotografiafortaleza).
Até a interrupção das atividades presenciais, essa exposição chegou a reunir 11.863 visitantes em Fortaleza, e sua permanência no pós-pandemia, segundo o assessor da coordenação geral do MFF, Tomaz Maranhão, ainda está em avaliação, tendo em vista o planejamento anual de exposições temporárias. “Nosso intuito (com a Visita 360º) é que a sociedade possa ter acesso a arte e a cultura, mesmo diante de toda a situação de isolamento que nos encontramos”, destaca Tomaz.
Chico Buarque, 1995, Rio de Janeiro
Foto: Bob Wolfenson
Preparada em 2018, no Espaço Cultural Porto Seguro, em São Paulo, a mostra tem curadoria de Rodrigo Villela e assistência de curadoria de Fábio Furtado. Personalidades das mais diversas áreas, como cultura, moda, música e esporte podem ser analisadas nos retratos de Bob. Caetano Veloso, Fernanda Montenegro, Lázaro Ramos, Malu Mader, Caio Fernando de Abreu, Laerte, Sebastião Salgado, Leonilson e Belchior são alguns dos nomes que estão na mostra.
Em entrevista ao Verso, por ocasião do lançamento da exposição em Fortaleza, em 2019, Bob Wolfenson descreveu a arte de fazer retratos, na qual se especializou. “Sou contra essa ideia de que o fotógrafo tem esse poder de retratar a alma de alguém, o retrato é um encontro, um encontro breve e não dá o direito a trancar a personalidade da pessoa”.
INVESTIMENTO
A “Visita 360º” da exposição “Bob Wolfenson: Retratos” não é a primeira iniciativa do MFF no que diz respeito à dinamização desses acessos digitais. Tomaz Maranhão lembra que, próximo à inauguração do equipamento, foi feita uma visitação imersiva 360º junto a uma maquete 3D, que ainda hoje pode ser encontrada no site da instituição. “Nessa maquete é possível ver todos os andares do prédio, porém as imagens da imersão são um pouco mais antigas, pois já entraram novas exposições”, ressalta.
Na visão dele, ações como essas são uma tendência. Tomaz acredita ainda que elas vêm como forma de ampliação da democratização do acesso. “Pessoas de outros lugares que não possam vir a Fortaleza para conhecer o acervo do Museu da Fotografia poderão, de forma imersiva e virtual, apreciar a arte e consumir cultura”, identifica.
Maria Bethânia, 1989, São Paulo
Foto: Bob Wolfenson
Além da Visita em 360º, o MFF vem produzindo outros conteúdos online nesta quarentena, destaque para os vídeos tutoriais de oficinas, como a de câmera obscura, maquete e zine. Tem ainda o projeto Cine Foto, com filmes das décadas de 1950 e 1960 no YouTube do Museu, atualizados a cada domingo. O “Tour no MFF”, por sua vez, traz uma série de vídeos sobre as obras do acervo.
Ainda como novidade de programação, nesta sexta-feira (29), a partir das 15h, no perfil do Museu no Instagram, será realizada a live de uma Oficina de Autorretrato, com a educadora Larissa Sales, inspirada no trabalho do fotógrafo e artista plástico, Vik Muniz. Para participar, é necessário ter em mãos uma foto (sem muitos detalhes), uma folha de papel ofício, lápis e tudo o que você achar que pode compor seu retrato (arroz, feijão, macarrão parafuso, café, botões). “É uma experimentação muito enriquecedora para os adultos e muito divertida para as crianças”, finaliza Tomaz, deixando aberto o convite.
Serviço
Visita 360° da exposição “Bob Wolfenson: Retratos”
Livro defende a proposta da greve internacional feminista como instrumento revolucionário que visibiliza trabalhos e condições das mulheres invisibilizados historicamente pelo sistema
Um feminicídio é registrado a cada 29 horas na Argentina — um a cada oito horas, no Brasil. Verónica Gago assume a realidade e a luta das mulheres latino-americanas como ponto de partida para as análises de A potência feminista: ou o desejo de transformar tudo (Elefante, 256 pp, R$ 50 – Trad.: Igor Peres). Foi a violência estrutural e homicida contra as mulheres argentinas que desencadeou o movimento #NiUnaMenos, que logo se espalhou pela região. Quando encarado em sua dimensão de raça, de classe, plurinacional e, ao ganhar as massas, como tem ocorrido na Argentina com as manifestações pela descriminalização do aborto, o feminismo se torna revolucionário — e aponta inequivocamente para o desejo de transformar tudo. Essa é a tese defendida pela autora na obra. A potência feminista dialoga com as ideias de Silvia Federici, Angela Davis, Nancy Frazer, Wendy Brown, Rosa Luxemburgo e Karl Marx, entre outras pensadoras e pensadores clássicos e contemporâneos. E defende a proposta da greve internacional feminista como instrumento revolucionário que visibiliza trabalhos e condições das mulheres invisibilizados historicamente pelo sistema.
‘Negras, Mulheres e Mães’ é um retrato que permanece atual sobre as relações raciais no Brasil, baseadas sobre as questões de gênero e religiosidade
Em Negras, Mulheres e Mães (Arole Cultural, 200 pp, R$ 48,50), Teresinha Bernardo resgata as memórias de Olga de Alaketu, saudosa Iyalorixá de Candomblé na Bahia e no Sudeste, para mostrar a capacidade da mulher negra em superar as dificuldades no curso da vida, dotada por sua herança cultural africana de potências de defesa e atuação social - ainda que às vezes em conflito de valores com a cultura europeia, branca e cristã do Brasil. O lugar ocupado pela mulher negra na sociedade, sua condição particular de provedora e amante são o que, na análise do pensamento africano e afro-brasileiro, a transformam em mito. Ao revelar aos leitores a história pessoal e espiritual de Olga de Alaketu, a Bernardo expõe suas dimensões míticas, a partir dos quais a figura da mulher genérica vai se desenhando com grande nitidez e sentido. Mulheres do povo e suas nuances permitem, então, lançar novas luzes sobre os estudos da mulher, da religião e das relações raciais.
De autoria da deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), objetivo da lei é financiar ações emergenciais no setor cultural. Se aprovada, bibliotecas comunitárias, livrarias e editoras poderão acessar os recursos.
A Câmara dos Deputados aprovou na última terça (26), a Lei de Emergência Cultural (PL 1075/2020) de autoria da deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), que prevê a destinação de R$ 3 bilhões da União para estados e municípios na aplicação de ações emergenciais de apoio ao setor cultural durante o período de isolamento. Batizada de Lei Aldir Blanc, em homenagem ao célebre compositor brasileiro que morreu este mês após ser infectado pela covid-19, o PL é visto como o mais eficiente projeto de socorro aos artistas impossibilitados de trabalhar por conta da pandemia.
Repassada aos governadores e prefeitos, a verba poderá ser aplicada de três formas: no formato de uma renda emergencial para trabalhadores da Cultura; por meio de subsídios mensais voltados para a manutenção de espaços artísticos e culturais; ou no financiamento de editais, chamadas públicas, prêmios e aquisição de bens e serviços voltados ao setor cultural.
O texto prevê auxílio emergencial de R$ 600, pagos em três parcelas, para trabalhadores da área cultural com atividades suspensas por conta da pandemia. Mulheres provedoras de famílias monoparentais receberão R$ 1,2 mil. Esse benefício contempla artistas, produtores, técnicos, curadores, oficineiros e professores de escolas de arte. O auxílio poderá ser prorrogado no mesmo prazo do auxílio emergencial do governo federal aos informais. Para receber a renda emergencial, os trabalhadores devem cumprir vários requisitos, como limite de renda anual e mensal; comprovação de atuação no setor cultural nos últimos dois anos; ausência de emprego formal; e não ter recebido o auxílio governamental dos informais.
Entre os possíveis beneficiados pelo subsídio para manutenção de espaços artísticos e culturais estão bibliotecas comunitárias, livrarias, editoras, sebos, espaços de literatura, poesia e literatura de cordel, além de teatros independentes, circos e escolas de música, dança e capoeira. Para estes espaços, os governos poderão repassar entre R$ 3 mil e R$ 10 mil mensais. Como contrapartida, os beneficiados deverão realizar, gratuitamente, uma atividade cultural por mês para alunos de escolas públicas ou em espaços públicos de sua comunidade.
Coletivo Virginia, que reúne 213 mulheres profissionais do livro, pede providências à CBL e afastamento de Pedro Almeida do cargo de presidente do Conselho Curador do Prêmio Jabuti
Pela memória de Sérgio Sant’Anna -- ganhador não de apenas um, mas de quatro prêmios Jabuti -- e de outros grandes expoentes do mercado editorial, como Fernando Py, Olga Savary, Aldir Blanc, personificando aqui, em conjunto, as 24.512 vidas brasileiras ceifadas pelo novo coronavírus (Covid-19), chamamos a Câmara Brasileira do Livro (CBL) a reavaliar sua postura diante das declarações levianas e desumanas emitidas pelo atual presidente do Conselho Curador do Prêmio Jabuti em suas redes sociais.
A CBL e o Prêmio Jabuti são instituições consagradas do mercado editorial, respeitadas por sua longa história. Razão pela qual não se pode admitir que seus atuais gestores se furtem, neste momento crítico, à responsabilidade de dar uma resposta à altura do prestígio e da importância simbólica de que desfrutam no meio cultural brasileiro.
Após toda a repercussão do caso nas mídias e nove mil assinaturas em um manifesto, não será com uma nota, tímida em seu teor e inócua em ações, que a CBL salvará o Prêmio Jabuti e sua reputação. Sobretudo pelo momento sombrio que atravessamos, em que Arte, Educação, Cultura e Ciência são atacados, desqualificados e severamente diminuídos pelo governo obscurantista e negacionista em exercício no país.
Como terá legitimidade a CBL para atuar em prol de seus associados, cuja matéria-prima se compõe essencialmente de Arte, Educação, Cultura e Ciência, quando mantém, como presidente do Conselho Curador de sua principal premiação alguém que demonstra cabalmente ser despreparado para ocupar posição de tamanha responsabilidade e complexidade?
Em defesa de suas convicções pessoais, o atual ocupante da posição não titubeou em lançar mão de informações e dados incorretos e comprovadamente falsos com o objetivo de - pasmem-se! - lançar dúvidas a respeito da letalidade de uma doença que não para de fazer vítimas fatais em nível mundial, perdendo, assim, a legitimidade moral necessária para ocupar o cargo.
Na destrambelhada tentativa de justificar-se, em um primeiro momento, o presidente do Conselho Curador tenta desqualificar os que se sentiram ofendidos por suas declarações, contra argumentando serem ressentidos que tiveram originais recusados por sua editora, o que coloca sob suspeição a neutralidade na condução do prêmio. Meros equívocos ou práxis?
Em quaisquer dos casos, claro está que o prestígio e legitimidade do Prêmio Jabuti está em risco, pois tais atitudes, por si só, demonstram que tal pessoa não tem estatura moral ou intelectual para estar à frente da curadoria do que quer que seja, muito menos de uma premiação dessa relevância. Não bastasse o fato de ser o presidente do Conselho Curador, ele também é dono de uma editora, o que causa grande estranhamento e é bastante questionável.
Assim, o Coletivo Virginia, composto por 213 mulheres que atuam no mercado editorial, ocupando as mais variadas posições - autoras, editoras, designers, tradutoras, produtoras gráficas, ilustradoras, preparadoras, revisoras, administradoras, profissionais das áreas comercial e de marketing, jornalistas, bem como proprietárias de casas editoriais - junta sua voz às de tantos outros grupos que também já manifestaram repúdio à permanência do atual presidente do Conselho Curador do Prêmio Jabuti.
Uma atitude íntegra de sua parte seria renunciar imediatamente ao cargo em vez de apresentar uma retratação em que não se conjuga o verbo “desculpar” sequer uma vez. Não nos resta, portanto, senão recorrer à sensibilidade e à responsabilidade da CBL diante desse desastroso episódio que atingiu a todo o mercado.
* Inspiradas no texto Um teto todo seu, de Virginia Woolf, 213 mulheres que atuam no mercado editorial formaram o Coletivo Virginia. São autoras, editoras, designers, tradutoras, produtoras gráficas, ilustradoras, preparadoras, revisoras, administradoras, profissionais das áreas comercial e de marketing, jornalistas e proprietárias de casas editoriais que empunham várias bandeiras relacionadas à condição das mulheres no segmento editorial brasileiro.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do PublishNews.
Editores independentes promovem a escrita sobre experiências, rotinas, pesquisas sobre a sociedade em tempos de pandemia
A obra "Crônicas de um confinamento" ganha lançamento (Foto: Divulgação/Editora Olho de Peixe)
Escritos diários, reflexões sobre a vida e o mundo, pontos de vista sobre o momento atual. Isolados em casa, autores conhecidos e pessoas comuns compartilham seus escritos em iniciativas literárias promovidas por editoras nacionais e independentes. Entre artigos, pesquisa, poesias e crônicas, as temáticas vão de assuntos mais específicos como “Pandemia: Covid-19 e a reinvenção do comunismo”, do filósofo eslavo Slavoj Zizek, a registros biográficos da nova rotina em postagens publicadas no Instagram.
A Editora Boitempo lançou na última semana uma coletânea de livros que relacionam a pandemia com o sistema capitalista. Entre as publicações, “(Re)nascer em tempos de pandemia: Uma carta à Moana Mayalú”, da deputada federal Talíria Petrone, que escreve uma carta direcionada à filha.
Em publicações virtuais, a Editora Olho de Peixe vem publicando a cada domingo reflexões, pensamentos e idealizações sobre a realidade atual. Os textos são publicados no perfil do Instagram da Olho de Peixe em formato de posts. A coletânea “Crônicas de um Confinamento” foi produzida com escritos enviado para a Editora durante o mês de abril. Até o momento, oito publicações estão disponíveis para leitura no Instagram.
A editora cearense Nadifundio convidou os leitores a revisitarem memórias e compartilhar suas lembranças passadas de relacionamentos, amores, vivências e experiências. Em parceria com a artista visual Raisa Cristina, 30 textos curtos foram selecionados entre os dias 11 e 20 de maio para serem ilustrados e reunidos em uma publicação digital que será lancada no dia 12 de junho. Outros 27 selecionados terão seus textos publicados no site da Nadifundio. Entre os selecionados, Sara Síntique, autora de “ÁGUA ou testamento lírico a dias escassos”, lançado em agosto de 2019, terá seu texto publicado no projeto "Fissura".
Obras recentes e antigas, clássicos e novidades: há filmes para todos os gostos – especialmente para os apaixonados por uma adaptação literária
Aventuras, fantasia, romance... quando as obras ultrapassam as páginas dos livros, filmes incríveis e tocantes podem surgir. São esses exemplos que trazemos, seja você um apaixonado por adaptações literárias ou um amante de cinema, que gostaria de dar uma chance às obras inspiradas nas páginas. Clássicos já surgiram assim, como a adaptação da saga Crepúsculo, que lá em 2008 revolucionou uma geração, que cresceu apaixonada pela história de Bella Swan. E esta tendência segue até hoje, com adaptações bem recentes - como você vai poder conferir logo no início da lista. Para você que chegou aqui de curioso, mas ainda está com um pé atrás para conferir essas obras, deixa eu te contar: vale a pena! Seja pela experiência cinematográfica ou pela simples comparação entre livro e filme, as adaptações são uma ótima pedida para tardes de pipoca. E, o mais legal de tudo: todos os filmes listados aqui estão disponíveis no Prime Vídeo, a plataforma de streaming da Amazon.
Filmes inspirados em livros na Amazon Prime Video
Agora, se prepara para escolher - porque vai ser difícil querer assistir um só. A gente separou filmes individuais (caso você queira uma obra rapidinha), e também séries de filmes, para quem tem um tempinho para investir. Confere aí!
Amor e Outras Drogas
O filme de 2011 é uma adaptação do livro biográfico de Jamie Reidy - Hard sell: a evolução de um vendedor de viagra (Andrews McMeel Pub, 2005, 210 páginas). Na trama Jamie Randall é um garanhão incorrigível, do tipo que perde a conta do número de mulheres com quem já transou. Após ser demitido do cargo de vendedor em uma loja de eletrodomésticos por ter seduzido uma das funcionárias, ele passa a trabalhar num grande laboratório da indústria farmacêutica. Como representante comercial, sua função é abordar médicos e convencê-los a prescrever os produtos da empresa para os pacientes. Em uma dessas visitas, ele conhece Maggie Murdock, uma jovem de 26 anos que sofre de mal de Parkinson. Inicialmente, Jamie fica atraído pela beleza física e por ter sido dispensado por ela, mas aos poucos descobre que existe algo mais forte. Maggie, por sua vez, também sente o mesmo, mas não quer levar o caso adiante por causa de sua doença.
O filme lançado em 2019 é inspirado no livro de mesmo nome, da autora Rachael Lippincott (Globo Alt, 2019, 288 páginas). No enredo de A Cinco Passos de Você, Stella Grant (interpretada por Haley Lu Richardson), aos 16 anos, é diferente da maior parte dos adolescentes: devido a uma fibrose cística, ela passa muito tempo no hospital, entre tratamentos e acompanhamento médico. Um dia, conhece Will Newman (Cole Sprouse), garoto que sofre da mesma doença que ela. A atração é imediata, mas os dois são obrigados a manter distância um do outro por questões de saúde. Enquanto Stella pensa em quebrar as regras e se aproximar do garoto da sua vida, Will começa a se rebelar contra o sistema e recusar o rigoroso tratamento.
Tessa Young (interpretada por Josephine Langford) é uma jovem de 18 anos que acaba de ingressar na faculdade. De roupas recatadas e bastante ingênua, ela é apresentada ao mundo das festas pela colega de quarto, Steph (Khadijha Red Thunder), bem mais liberal. Logo conhece Hardin (Hero Fiennes Tiffin), um jovem rebelde que renega o amor, apesar de ter lido os principais romances sobre o tema. Aos poucos os dois se aproximam, iniciando uma ardente paixão. Esta é a sinopse do filme lançado em 2019, inspirado na obra escrita por Ana Todd, After (Paralela, 2014, 528 páginas).
Inspirado no best-seller de mesmo nome, escrito por R. J. Palacio, Extraordinário conta a emocionante história de Auggie Pullman (Jacob Tremblay). O garoto nasceu com uma deformação facial, o que fez com que passasse por 27 cirurgias plásticas. Aos 10 anos, ele frequentará uma escola regular pela primeira vez. No filme, de 2017, ele precisa lidar com a sensação constante de ser sempre observado e avaliado por todos à sua volta. O livro, Extraordinário (Intrínseca, 2013, 320 páginas) é narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos.
Marley & Eu é um filme baseado no livro de mesmo nome. O livro foi publicado em outubro de 2005 nos Estados Unidos e logo considerado um best seller. Criado pelo escritor e jornalista norte-americano John Grogan, o livro também é baseado em uma história real, que conta o amor e a vida de um homem e seu cachorro, considerado o "Pior Cão do Mundo". Já o filme é do ano de 2008, estrelado por Jeniffer Aniston (que dá vida a Jenny) e Owen Wilson (que interpreta John). O jovem casal tem sua vida modificada com a chegada de Marley, um adorável e incontrolável labrador. Marley & Eu é um filme emocionante e clássico, para assistir com toda a família.
A série divergente é uma trilogia de longas-metragens baseada nos romances divergentes da autora americana Veronica Roth. O primeiro livro é Divergente (Rocco, 2012, 502 páginas), mesmo nome que leva o filme. A obra cinematográfica, de 2014, se passa na futurística Chicago. Quando a adolescente Beatrice (Shailene Woodley) completa 16 anos ela tem que escolher entre as diferentes facções que a cidade está dividida: são cinco e cada uma representa um valor diferente, como honestidade, generosidade e coragem. Beatrice surpreende a todos e até a si mesma quando decide pela facção dos destemidos, diferente da família. Ao entrar para a Audácia ela torna-se Tris e entra numa jornada para afastar seus medos e descobrir quem é de verdade. Além disso, conhece Quatro (Theo James), rapaz experiente que consegue intrigá-la e encantá-la ao mesmo tempo.
O segundo filme da série leva também o nome do segundo livro, Insurgente (Rocco, 2013, 512 páginas). No filme, Tris e Quatro agora são fugitivos e procurados por Jeanine Matthews (Kate Winslet), líder da Erudição. Em busca de respostas e assombrados por prévias escolhas, o casal enfrentará inimagináveis desafios enquanto tentam descobrir a verdade sobre o mundo em que vivem. O filme foi lançado em 2015.
O filme de 2014 foi inspirado na obra ‘Alan Turing: The Enigma, de Andrew Hodges’. A obra cinematográfica se passa durante a Segunda Guerra Mundial, quando o governo britânico monta uma equipe que tem por objetivo quebrar o Enigma, o famoso código que os alemães usam para enviar mensagens aos submarinos. Um de seus integrantes é Alan Turing (interpretado por Benedict Cumberbatch), um matemático de 27 anos estritamente lógico e focado no trabalho, que tem problemas de relacionamento com praticamente todos à sua volta. Não demora muito para que Turing lidere a equipe. Seu grande projeto é construir uma máquina que permita analisar todas as possibilidades de codificação do Enigma em apenas 18 horas, de forma que os ingleses conheçam as ordens enviadas antes que elas sejam executadas. Entretanto, para que o projeto dê certo, Turing terá que aprender a trabalhar em equipe e tem consigo Joan Clarke (Keira Knightley), sua grande incentivadora.
Charlie (Logan Lerman) é um jovem que tem dificuldades para interagir em sua nova escola. Com os nervos à flor da pele, ele se sente deslocado no ambiente. Seu professor de literatura, no entanto, acredita nele e o vê como um gênio. Mas Charlie continua a pensar pouco de si... até o dia em que dois amigos, Patrick (Ezra Miller) e Sam (Emma Watson), passam a andar com ele. Esse enredo se passa no filme As vantagens de ser invisível, lançado em 2012, inspirado no livro de mesmo nome (Rocco, 2007, 224 páginas).
O filme lançado em 2012 é uma releitura do livro de mesmo nome, escrito por Suzanne Collins (Rocco, 2010, 400 páginas). A obra se passa num futuro distante, quando boa parte da população é controlada por um regime totalitário, que relembra esse domínio realizando um evento anual - e mortal - entre os 12 distritos sob sua tutela. Para salvar sua irmã caçula, a jovem Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece como voluntária para representar seu distrito na competição e acaba contando com a companhia de Peeta Melark (Josh Hutcherson), desafiando não só o sistema dominante, mas também a força dos outros oponentes.
A sequência de Jogos Vorazes é inspirada no livro Em Chamas (Rocco, 2011, 416 páginas), da mesma autora. No segundo filme da série, lançado em 2013, após a afronta de Katniss à organização dos jogos, ela deverá enfrentar a forte represália do governo local, lutando não apenas por sua vida, mas por toda a população de Panem.
O terceiro dos quatro filmes da série Jogos Vorazes, inspirados nos romances de Suzanne Collins, foi lançado em 2014 (o quarto filme não está disponível na Amazon Prime Vídeo). O livro A Esperança (Rocco, 2012, 424 páginas) foi dividido em duas partes. A primeira delas se passa após Katniss ser resgatada do Massacre Quaternário pela resistência ao governo tirânico do presidente Snow (Donald Sutherland). Os líderes da revolução querem que ela assuma o papel do tordo, o símbolo que a resistência precisa para mobilizar a população. Após uma certa relutância, Katniss aceita a proposta, com uma importante condição.
Sensação mundial à época do lançamento, em 2008, o filme Crepúsculo foi inspirado no livro do mesmo nome, escrito por Stephenie Meyer (Intrínseca, 2008, 480 páginas). A história, que marcou a adolescência de uma geração, é sobre a vida de Isabella Swan (Kristen Stewart). No início do filme, ela passa a morar com o pai, Charlie (Billy Burke). No novo colégio, ela conhece Edward Cullen (Robert Pattinson), um jovem admirado por todas as garotas locais e que mantém uma aura de mistério em torno de si. Eles aos poucos se apaixonam, mas Edward sabe que isto põe a vida de Isabella em risco.
O segundo livro da saga, Lua Nova (Intrínseca, 2008, 401 páginas) deu nome e enredo ao filme de mesmo nome, lançado no ano seguinte ao livro. No longa, um incidente na festa de aniversário de Bella faz com que Edward vá embora. Arrasada, Bella encontra consolo ao lado de Jacob Black (Taylor Lautner). Aos poucos ela é atraída para o mundo dos lobisomens, ancestrais inimigos dos vampiros, e passa a ter sua lealdade testada. Quando descobre que a vida de Edward está em perigo, Bella corre contra o tempo para ajudá-lo no combate aos Volturi, um dos mais poderosos clãs de vampiros existentes.
O terceiro filme da saga crepúsculo também reflete o nome do livro, Eclipse (Intrínseca, 2009, 464 páginas). Na obra, lançada em 2010, Bella Swan enfim está reunida a seu grande amor, Edward Cullen. Eles planejam se casar assim que chegar a formatura, o que marcará também a transformação de Bella em vampira. Apesar da vontade dela, Edward ainda é reticente em relação à transformação. Paralelamente, Jacob Black, apaixonado por Bella, decide lutar pelo seu amor. Só que a vida do trio está em perigo quando uma legião de vampiros recém-criados começa a atacar em Seattle, cidade próxima ao local em que vivem.
O quarto livro da série (Intrínseca, 2009, 567 páginas) deu origem a dois filmes. A primeira parte de Amanhecer se passa quando Bella Swan e Edward Cullen enfim se casam, em cerimônia com a presença de amigos e familiares. O casal resolve passar a lua de mel no Rio de Janeiro e, logo em seguida, Bella engravida - situação nunca vista antes pela família. O que eles não esperavam era que a gravidez fosse tão complicada, colocando em risco a vida do bebê e da própria mãe. O filme foi lançado em 2011.
A segunda parte do filme originado do último livro da saga Crepúsculo, escrito por Stephenie Meyer, foi lançada em 2012. A história se passa após Bella dar à luz a Renesmee (Mackenzie Foy). Quando desperta já vampira, ela agora precisa aprender a lidar com seus novos poderes, assim como absorver a ideia de que Jake, seu melhor amigo, teve uma ligação com a filha. Devido ao elo existente entre eles, Jake passa a acompanhar com bastante atenção o rápido desenvolvimento de Renesmee, o que faz com que se aproxime cada vez mais dos Cullen. Paralelamente, um plano para atacar os Cullen e eliminar a garota de uma vez por todas começa a ser traçado.