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Mostrando postagens de Junho 24, 2019

ECInt/Uece promove o II Seminário de Língua e Cultura Húngara

A Universidade Estadual do Ceará (Uece) por intermédio do Escritório de Cooperação Internacional (ECInt) realiza na próxima terça-feira, 25 de junho, o II Seminário de Língua e Cultura Húngara, que ocorrerá de 8h às 12h, no miniauditório do Centro de Humanidades (CH) da Uece – Campos Fátima. O evento é promovido pelo ECInt, como ação de internacionalização e promoção de parceria bilateral com a Universidade de Eötvös Lorànd – ELTE. Será certificado pela PROEX. As inscrições gratuitas estão abertas até o dia 25 de junho pelo link: https://forms.gle/Nf7cSKUL5mTukJUMA Mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelo telefone 3101.9659 UECE

Direito dos Animais: Rita Lee lança livro infantil inspirado na real história da ursa Rowena

Nascida na gelada Sibéria, ursa foi tirada de seu hábitat e passou duas décadas acompanhando um circo pelo Brasil. Rita Lee se encontra com ursa que sofreu maus-tratos. (Divulgação/Guilherme Samora/Globo Livros) Aposentada dos palcos há anos, Rita Lee tornou a defesa dos animais prioridade em sua vida. E um caso, em especial, a tocou: a trajetória de Marsha, a ursa mais triste do mundo. Nascida na gelada Sibéria, Marsha foi tirada de seu hábitat e passou duas décadas acompanhando um circo pelo Brasil. Depois, foi mandada para um zoológico na quente Teresina, no Piauí. Um ambiente nada apropriado para uma ursa que deveria morar em locais com temperaturas abaixo de zero. Ela vivia triste, fazia movimentos repetitivos. Isso até a ativista Luisa Mell liderar sua transferência para o Rancho dos Gnomos, santuário no interior de São Paulo, em 2018. Lá, a ursa foi rebatizada de Rowena e ganhou uma vida mais feliz. Rita acompanhou toda essa história. E ficou tão sensibilizada que se i

Iphan quer forró como patrimônio imaterial

Instituto busca matrizes culturais do gênero sem descartar narrativas O forró pode ser declarado como patrimônio imaterial do Brasil até meados de 2020. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) iniciou pesquisa nos nove estados do Nordeste, mais o Distrito Federal, Rio  de Janeiro  e São Paulo para identificar a forma de expressão que além de gêneros musicais diz respeito a festas e interações sociais ao som da sanfona, zabumba e do triângulo. A iniciativa foi bem acolhida entre os músicos como o maestro Marcos Farias, filho da cantora Marinês (1935-2007) e afilhado de Luiz Gonzaga (1912-1989), o Rei do Baião. Segundo ele, muitos grupos e artistas que se denominam “de forró” fazem adaptações de cumbia e zouk (de países hispânicos sul-americanos e caribenhos). “Tiraram o nosso nome. A gente foi usurpado do título e jogado para essas músicas de características latinas”, reclama. Conforme Farias, o que ocorre é “apropriação indevida”, e esses grupos fazem “