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Padre Geovane Saraiva* Como é bom rezar e colocar em primeiro lugar o mistério da redenção! Nem sempre, porém, sabemos rezar e nem d...

25 de maio de 2016

IGREJA CELEBRA 1º ANIVERSÁRIO DA BEATIFICAÇÃO DE DOM ROMERO

2016-05-23 Rádio Vaticana

San Salvador (RV) – Neste dia 23 de maio é comemorado o primeiro aniversário da beatificação de Dom Óscar Arnulfo Romero, que teve lugar na capital salvadorenha, presidida pelo Cardeal Angelo Amato, Prefeito da Congregação das Causas dos Santos.

Dom Romero foi declarado "Servo de Deus" pelo papa João Paulo II em 1997. Em fevereiro de 2015, o Papa Francisco aprovou o Decreto da beatificação do arcebispo salvadorenho, reconhecendo-o como mártir.

Durante a cerimônia, o Cardeal Amato afirmou que “a memória de Dom Romero continua viva, dando conforto aos pobres e marginalizados”.

Para a ocasião, o Papa Francisco enviou uma mensagem pessoal, lida no início da cerimônia, que dizia: "Em tempos de coexistência difícil, Romero soube como guiar, defender e proteger o seu rebanho. Damos graças a Deus porque concedeu ao bispo mártir a capacidade de ver e ouvir o sofrimento de seu povo. Quando entendemos bem a fé em Jesus Cristo e a assumimos até às últimas consequências, pode criar comunidades construtoras de paz e de solidariedade".

Defensor

Óscar Arnulfo Romero nasceu em Ciudad Barrios, San Miguel, a 156 km de El Salvador, em 15 de agosto de 1917. Foi um sacerdote católico salvadorenho e quarto arcebispo metropolitano de San Salvador (1977-1980), capital de El Salvador.

Em março de 1977, seu amigo Padre Rutilio Grande, foi assassinado junto com dois camponeses. Este fato chocou Dom Romero, que passou a denunciar as injustiças sociais, sendo conhecido como "A voz dos sem voz" e defensor da "opção preferencial pelos pobres"

Por ter aderido aos ideais da não violência, chegou a ser comparado ao Mahatma Gandhi e a Martin Luther King. Óscar Romero denunciava, em suas homilias dominicais, as numerosas violações de direitos humanos em El Salvador e manifestou, publicamente, sua solidariedade com as vítimas da violência política, no contexto da Guerra Civil de El Salvador.

Dom Romero afirmava: "A missão da Igreja é identificar-se com os pobres. Assim a Igreja encontra sua salvação. Em nome de Deus e desse povo sofredor, cujos lamentos sobem ao céu todos os dias, peço-lhes, suplico-lhes, ordeno-lhes: cessem a repressão".

Martírio

Por suas afirmações, Dom Óscar Romero foi assassinado enquanto celebrava a Missa, em 24 de março 1980, por um atirador de elite do exército salvadorenho. Sua morte provocou uma onda de protestos em todo o mundo e pressões internacionais por reformas em El Salvador.

Por isso, em 2010, a Assembleia Geral da ONU proclamou o dia 24 de março como “Dia Internacional pelo Direito à Verdade sobre as Graves Violações dos Direitos Humanos e à Dignidade das Vítimas”, reconhecendo a atuação de Dom Romero em defesa dos direitos humanos.

(MT)

(from Vatican Radio)

GRAÇAS À SOLIDARIEDADE, MULHER COM CÂNCER TERMINAL REALIZA SONHO DE CONHECER O PAPA

Por Eduardo Berdejo
Papa Francisco com Cheryl Tobin ao término da Audiência Geral / Foto: L'Osservatore Romano

VATICANO, 23 Mai. 16 / 04:30 pm (ACI).- No dia 11 de maio, no final da Audiência Geral, o Papa Francisco teve um emotivo encontro com Cheryl Tobin, mulher de 48 anos com câncer terminal, cujo tratamento deformou o lado esquerdo do seu rosto. Com uma esperança de vida de seis a nove meses, caso continue com a quimioterapia, um de seus desejos era conhecer o Pontífice e o Vaticano.

Para poder cumprir seu desejo, Cheryl necessitava da solidariedade e por isso narrou sua história em um blog, no qual solicitava orações e alguma doação para poder chegar à Santa Sé.

Cheryl, casada e com filhos, relatou que em dezembro de 2013 foi diagnosticada com uma estranha forma de câncer que normalmente atinge pessoas acima de 70 anos.

Indicou que seu tumor “estava originalmente situado na glândula parótida, perto da base do crânio”, além disso, afetava também a artéria carótida. Isto tornava seu câncer inoperável.

A única solução era submeter-se à quimioterapia, a qual foi realizada no Centro para Câncer MD Anderson em Houston (Estados Unidos), em 14 de março de 2014, no dia em que seu filho completou 18 anos.

Embora o tumor tivesse reduzido, continuava sendo inoperável. “Apesar de ter esperanças e acreditar nos milagres, meu prognóstico era ruim”. Relatou que tentou trabalhar enquanto fazia o tratamento médico, mas sua saúde era frágil e teve que abandonar o trabalho em dezembro de 2014.
Em maio de 2015, determinaram que o tumor havia diminuído o suficiente para ser operado. “Embora fosse extremamente perigoso”, realizaram a intervenção. Os médicos extraíram uma grande parte da artéria carótida. Em seguida, fez a radioterapia até agosto de 2015. Entretanto, pouco depois sentiu um nó no pescoço. “Infelizmente esse nó era o câncer”, relatou Cheryl.

VIDA DE SANTA TERESA D’ÁVILA EM TEATRO NA CAPITAL DO BRASIL

A Língua em Pedaços dá ao público brasileiro a oportunidade de conhecer melhor, no V centenário de seu nascimento, a vida e o pensamento daquela que é considerada uma das maiores personalidades femininas do segundo milênio

Brasília recebe de 19 de maio a 12 de junho, de quarta a sábado às 20h e aos domingos às 18h, o espetáculo “A língua em pedaços”, que comemora do V centenário de nascimento de santa Teresa d’Ávila, santa e poetisa espanhola.

A peça, baseada em O Livro da Vida (1565), autobiografia de Teresa d’Ávila, tem o texto de Juan Mayorga, agraciado em 2013 pelo Ministério da Cultura espanhol com o prêmio de melhor texto de literatura dramática, é inédito no Brasil e tem direção de Elias Andreato.

Além de mística e poeta, Teresa d’Ávila foi uma mulher de ação, fundando 17 conventos de Carmelitas Descalças em toda Espanha.

Como acontece com toda pessoa que está à frente de seu tempo, sobretudo tratando-se de uma mulher, foi mal compreendida e perseguida por alguns setores no final do século XVI.

A Língua em Pedaços dá ao público brasileiro a oportunidade de conhecer melhor, no V centenário de seu nascimento, a vida e o pensamento daquela que é considerada uma das maiores personalidades femininas do segundo milênio.

Idealizadora do projeto, Ana Cecília Costa afirma que intuição a levou até Teresa D’Avila um ano antes da celebração do V centenário de seu nascimento. “Comprei sua autobiografia e desejava voltar a atuar em teatro. Depois da leitura, quis levá-la à cena. Me atraía o mistério de sua intimidade com Deus, a sua figura extremamente humana e atravessada pelo Sagrado. Quis que a sua palavra cheia de coragem e poesia fosse ouvida no teatro, um lugar também sacralizado e político” conta a atriz.

Teresa d´Ávila escreveu, ao lado de São João da  Cruz,  o  melhor  da  poesia ascética e mística de língua espanhola. Ambos pertencem ao chamado Século de Ouro na Espanha, época que abrange do Renascimento do século XVI ao Barroco do século XVII.

Ela é patrona dos escritores de língua espanhola e considerada um dos maiores patrimônios culturais da Espanha, sua autobiografia O Livro da Vida é o clássico literário mais lido neste país depois de D. Quixote, de Cervantes.

Para Juan Mayorga, Teresa foi uma mulher contracorrente, prematura em seu próprio tempo e no nosso. “Por isso mesmo, Teresa é necessária. Seu interesse para os dias atuais independe de crença. Mesmo um ateu, que não acredita em sua mística, pode se sentir fascinado pelo ser humano Teresa. Pode e deve sentir-se tocado por essa personagem. E sempre será menos importante o que dizemos sobre Teresa do que ela possa dizer sobre nós”, enfatizou.


Informações

Os ingressos têm o valor de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada), os clientes do Banco do Brasil ganham 50% de desconto em até dois ingressos. A duração da peça é de 60 minutos e a recomendação indicativa é 12 anos.

Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
SCES, Trecho 2, Lote 22, Brasília – DF
Maiores informações (61) 3108-7600 ou http://www.alinguaempedacos.com


Fonte: CCBB

ANO DA MISERICÓRDIA: BISPOS LATINO-AMERICANOS LANÇAM CAMPANHA PRÓ-VIDA

BOGOTÁ, 24 Mai. 16 / 08:30 am (ACI).- O Departamento de Família, Vida e Juventude do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM) iniciou uma campanha em todo o continente a fim de promover o Projeto Esperança, que busca acolher e acompanhar mulheres e homens que passam pela experiência de perder um filho antes de nascer, especialmente por um aborto provocado, e que depois sofrem as consequências.


A campanha do CELAM tem um pôster com a informação do Projeto Esperança e uma imagem da famosa escultura pós-aborto do eslovaco Martin Hudacek.

 ACI Prensa ‎@aciprensa
Afiche de la campaña Proyecto Esperanza incluye imagen de famosa escultura post aborto http://bit.ly/1OECrDV 
07: 11 - 23 maio 2016
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Dom Rubén González Medina, presidente do Departamento Família, Vida e Juventude do CELAM, e o Secretário Executivo, Pe. Antonio José Velásquez, anunciaram a campanha recentemente aos bispos e responsáveis pela área Família e Vida nos distintos países da América Latina e Caribe.

“Uma boa maneira de celebrar o Ano Jubilar da Misericórdia convocado pelo Papa Francisco é ajudando as pessoas que sofrem as terríveis consequências do aborto a encontrar a paz. Muitas vezes reconhecem a gravidade da falta cometida e imploram o perdão de Deus, mas elas não se sentem dignas de receber o seu perdão, sem abrir-se à misericórdia e continuam fechadas na dor por não aceitar essa Graça”, detalharam.

Com esta campanha, sugerem colocar o pôster nas paróquias “e deixar que o Espírito Santo toque os corações das pessoas que o vejam. A imagem é muito comovedora”.

Dom González e Pe. Velázquez recomendam o acompanhamento pastoral pós-aborto para ajudar “as outras vítimas do aborto”, pois isso “é uma grande ajuda e algo libertador”.

A Diretora do Projeto Esperança, Elizabeth Bunster, explicou que “a campanha chegará não só às pessoas que já sofreram a experiência do aborto, mas também sensibilizará o público em geral sobre a necessidade de proteger tanto a mãe como a criança por nascer do flagelo do aborto”.

Além disso, recordou que neste Ano da Misericórdia “a Igreja na América Latina enfatiza a importância de oferecer ajuda pós-aborto e também faz um apelo a fim de acompanhar com ternura e solidariedade as mulheres grávidas que estão passando por dificuldades para que continuem a sua gestação com dignidade”.

Finalmente, Bunster anima as pessoas a baixar a imagem do pôster e pedir ao seu pároco que seja colocada em sua paróquia: http://4life4family.org/latinamericacampaign

O Projeto Esperança, nasceu no Chile em 1999 com o apoio do movimento Schoenstatt, o qual estava encarregado de capacitar agentes de pastoral em diversas dioceses e conferências episcopais da América Latina e do Caribe, a fim de acolher e acompanhar com misericórdia as outras vítimas do aborto.

Do mesmo modo, este projeto está inspirado no trabalho que realiza o Projeto Raquel nos Estados Unidos, fundado 1985 por Vicki Thorn, em Milwaukee.

A ASSASSINA

Título original: Nie Yin Niang
No século VIII, durante a dinastia Tiang, Yinniang (Shu Qi) é uma assassina profissional, treinada com os melhores mestres. Ela é encarregada de matar um homem do governo, mas não consegue cumprir a tarefa quando o vê segurando um bebê recém-nascido. Punida por sua covardia, ela recebe a tarefa mais difícil de sua vida: matar o próprio primo, por quem é apaixonada, e com quem deveria se casar desde a adolescência. Yinniang tem que se confrontar ao passado para cumprir as ordens de sua mestra.
País: Taiwan, China, Hong kong, França
Ano: 2016
Gênero: Drama
Classificação: 
Direção: Hsiao-Hsien Hou
Elenco: Shu Qi, Chang Chen, Yun Zhou
Duração: 1h45 min.

ERÓTICA

domtotal.com
Por Gilmar P. da Silva SJ

Algumas vezes, na Antiguidade, o Eros foi compreendido como uma atração pelo Bem que se dava de modo sensível. No saborear da realidade pelos sentidos, no gosto e atração que se sentia pelas coisas, situações, pessoas, valores etc., estava um desejo pelo Bem supremo do qual tudo participa. Nessa perspectiva, o erótico é o anúncio do Bem supremo experimentado gozosamente nas suas manifestações na realidade.

Tal modo de pensar coloca o erótico dentro de uma relação estética porque se baseia nos modos sensíveis de apreensão do real, naquilo que faz o Bem aparecer, em seu fenômeno. O gozo que se encontra na aparência do Bem não se compara com seu encontro definitivo. E isso dá ao erótico um caráter de parcialidade, já que o objeto do prazer não é em si a fonte da própria delícia. Em suma, em cada ser que se experimenta, usufrui-se daquilo que nele participa do Ser.

Sem buscar a fonte do gozo fora das próprias coisas, pode-se falar que o erótico é marcado por certa parcialidade sim. O outro que se experimenta não está pronto e acabado, mas em constante renovação, de modo que o prazer que se obtém na relação com ele nunca é definitivo. O outro não se esgota nas apreensões que se pode fazer dele. O erótico, nessa perspectiva, nunca é revelação total, mas tem sempre algo de faltoso. Esse “sim-e-não” do erótico, o revelar-se que não esgota, seu constante mistério e revelação, diferencia-o do pornográfico. Este último, por sua vez, caracteriza-se pelo explícito. Diferenciam-se erótico e pornográfico na capacidade do primeiro guardar certa surpresa. O amor erótico tem um caráter de promessa.

A crítica que se lhe fez ao longo da história se dava, contudo, pelo prazer experimentado. Dado que constitui de certa satisfação da pessoa, o amor erótico seria menor do que outras formas nas quais se permaneceria junto a alguém ou coisa ou valor etc. sem tirar daí deleite. Um amor assim seria mais puro por não se basear no gosto, enquanto o erótico ainda visaria à própria satisfação. O amor puro seria o que afirma o outro para além do próprio prazer, enquanto o erótico se basearia no prazer que surge do encontro com o outro.

A valoração do amor oblativo, capaz de renuncias, e os olhares negativos para o prazer fizeram do erótico algo do que se envergonhar. Em contrapartida, num projeto mais recente de libertação das pessoas para o erótico, em contraposição às ideologias que oprimem o indivíduo e o privam da liberdade de gozar da vida, chegou-se à sua banalização. Quando isso acontece, o desejo perde sua tensão e o outro seu caráter de mistério.  Importa, portanto, ao erótico, não só o que ele diz e mostra, mas aquilo que não diz; o que esconde, mas anuncia. O erótico está na brecha.

Mostra de Arte Erótica

Dia 22 de Maio, das 20h às 00h, no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, vai acontecer a Mostra de Arte Erótica, evento que acontece desde 2011. A questão que move o projeto da Casa Mascate Cultura de Rede é a seguinte: “Será que o voyeurismo pode ser praticado à esmo na panóptica contemporânea, ou continuamos vivendo de tabus?”.

Na mostra são feitas leituras dramáticas de contos e poemas eróticos de diversos autores, o chamado “Cantinho Literário”, um espaço aberto para que o público também leia suas próprias poesias. Nela, atores representarão cenas performáticas durante toda a noite. O ambiente será criado com BodyPainting ao vivo e fotografias sensuais - trabalho a cargo do artista plástico e fotógrafo Alê Fonseca – além da exposição “Oh Ladies! A Voyeuristic Intention”, da artista Gabriela Dominguez, que irá compor o cenário, ajudando a despertar novos conceitos sobre o sexo e o erotismo. Juntam-se também aí os Vjs, Dani Schmidt e Vj Bah para aguçar olhares com projeções lúbricas, alternando com trilhas sonoras lascivas do Dj Pablo Campos. Um espaço de deleites...


Gilmar P. da Silva SJ
Mestrado em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, com pesquisa em Signo e Significação nas Mídias, Cultura e Ambientes Midiáticos. Graduação em Teologia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE). Possui Graduação em Filosofia (Bacharelado e Licenciatura) pelo Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora. Experiência na área de Filosofia, com ênfase na filosofia kierkegaardiana.

PAPA FRANCISCO EXPLICA O QUE É A SANTIDADE E PROPÕE 4 ELEMENTOS

Papa na Casa Santa Marta. Foto: L'Osservatore Romano

VATICANO, 24 Mai. 16 / 12:30 pm (ACI).- O Papa Francisco explicou que a santidade não se compra, não se ganha com as próprias forças, mas que é “simples, de todos os cristãos”, é “nossa, de todos os dias”.

Na missa que celebrou na Casa Santa Marta, o Pontífice dedicou a homilia a este assunto e explicou que é um caminho que pode ser percorrido somente se sustentado por 4 elementos imprescindíveis: a coragem, a esperança, a graça e a conversão.

Francisco comentou a leitura do dia, extraída da Primeira Carta de Pedro, definindo-a como um “pequeno tratado sobre a santidade”, que é “caminhar de modo irrepreensível diante de Deus”.

Coragem:

“Este ‘caminhar’, a santidade é um caminho, a santidade não se compra e nem se vende. Nem se pode presentear. A santidade é um caminho na presença de Deus, que eu devo fazer: ninguém o faz em meu nome”, disse.
 
“Posso rezar para que o outro seja santo, mas é ele que deve fazer o caminho, não eu. Caminhar na presença de Deus, de modo irrepreensível. Usarei hoje algumas palavras que nos ensinam como é a santidade de todo dia, a santidade – digamos – anônima. Primeira: coragem. O caminho rumo à santidade requer coragem”, explicou.

Esperança:

Sobre isto, manifestou que “o Reino dos Céus de Jesus” é para aqueles “que têm a coragem de ir avante” e ao mesmo tempo é movido pela “esperança”.

Graça

“A santidade não podemos fazê-la sozinhos. Não, é uma graça. Ser bom, ser santo, avançar a cada dia um passo na vida cristã é uma graça de Deus e devemos pedi-la”.

“Coragem, um caminho. Um caminho que se deve fazer com coragem, com a esperança e com a disponibilidade de receber esta graça. E a esperança: a esperança do caminho”, expressou Francisco.

Conversão:

O Papa falou também da importância de mudar o coração: “a conversão, todos os dias: ‘Ah, Padre, para me converter devo fazer penitência, me dar umas pauladas…’. Não, não, não: conversões pequenas. Mas se você for capaz de não falar mal do outro, está no bom caminho para se tornar santo”.

“É tão simples!”, disse antes de concluir. “Eu sei que vocês nunca falam mal dos outros, não? Pequenas coisas… Tenho vontade de criticar o vizinho, meu colega de trabalho: morder um pouco a língua. Vai ficar um pouco inchada, mas o espírito de vocês será mais santo nesta estrada”.

Portanto, “o caminho da santidade é simples. Não voltar para trás, mas ir sempre avante, não? E com força”, finalizou.

VISITA DA IMAGEM PEREGRINA DE NOSSA SENHORA APARECIDA NA PARÓQUIA DE SANTO AFONSO EM FORTALEZA