Destaque

Choram porque amam

Padre Geovane Saraiva* Como é bom rezar e colocar em primeiro lugar o mistério da redenção! Nem sempre, porém, sabemos rezar e nem d...

22 de junho de 2017

“O que torna vocês diferentes?”

Quando se trata de DIFERENÇA, as crianças enxergam DIFERENTE - um vídeo simplesmente fantástico!


O que os adultos podem aprender sobre discriminação com as crianças?
Essas crianças, que são amigas na vida real, foram perguntadas sobre como elas eram diferentes umas das outras. Suas respostas são encantadoras. Para elas não importa cor de pele, estilos ou condições de vida.

Se não conseguir visualizar, clique aqui.
Via Aleteia

Unifor realiza desfile do Curso de Design de moda

O desfile aconteceu sobre a faixa de pedestres em diagonal, implantada no dia do aniversário de 290 anos de Fortaleza, e contou com a intervenção dos agentes da AMC, que controlaram o tráfego na área ( Foto: Kléber A Gonçalves )
Motoristas e pedestres que circularam, ontem, no cruzamento das avenidas 13 de Maio e Universidade foram surpreendidos com uma ação dos alunos do Curso da Graduação Tecnológica em Design de Moda da Universidade de Fortaleza (Unifor). O desfile intitulado "Tá na Moda, Tá na Faixa" apresentou duas minicoleções que compõem 8 looks desenvolvidos pelos alunos da disciplina Programa Integrador II, e uma coleção de Aristeu Mesquita, concludente do curso. Durante toda a apresentação, equipe da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) fez o controle do tráfego.
O desfile aconteceu em cima da faixa de pedestres em diagonal, implantada no dia do Aniversário de 290 anos de Fortaleza. Conforme a AMC, a intervenção visa aumentar a segurança de quem atravessa e a redução do tempo em até 60%.
Tema
Segundo a coordenadora do curso, Ana Cláudia Farias, a ideia do desfile é mostrar o trabalho dos alunos ao público, além de chamar atenção para a segurança viária. No semestre passado, a apresentação foi feita na Avenida Beira-Mar. "É uma fase importante para os alunos, pois eles saem da sala e vivenciam o espaço urbano. Nós pensamos em sair um pouco do nosso entorno e apresentar os trabalhos desenvolvidos no curso em outro lado da cidade. A escolha da Av. Da Universidade se deu pelo grande fluxo de pessoas que trafegam por aqui, em direção a lugares variados da cidade", explica.
Diferente
De passagem pelo cruzamento, o ciclista Paulo Rodrigues, 38, gostou da ação dos estudantes. "A gente assiste a muito desfile assim na TV. É diferente das roupas que se usa no dia a dia, mas chama a atenção".
O aluno do terceiro semestre Mateus Linhares explica que, a cada fim de semestre, a turma prepara uma nova coleção. Esta foi baseada no modernismo. "São avaliados o acabamento, o conceito da coleção, o portfólio, a coerência com o tema e abordagem", destaca.
A coleção, feita pelos alunos da disciplina Programa Integrador II, se inspira no romantismo, tendo como foco a mulher idealizada.
Na ocasião, também foi apresentada a coleção do concludente do curso de Design de Moda, Aristeu Mesquita. A coordenadora Ana Cláudia fala sobre a produção do aluno. "Ficou muito rico e se trata de um trabalho mais comercial", explica.
Diário do Nordeste

Estudante sobralense é premiado na Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas

por 
Sobral-CE; estudante sobralense, José Alan Torres Pires, é premiado com medalha de bronze da Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas (OBFEP), edição de 2016 (Foto/divulgação- Seduc-Sobral).
Sobral- O estudante José Alan Torres Pires, ex-aluno da Escola Pery Frota, no distrito de Patriarca, Zona Rural de Sobral, Norte do Ceará, foi premiado com medalha de bronze da Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas (OBFEP), edição de 2016. A solenidade de premiação foi realizada no dia 14, último, no auditório Seara da Ciência, da Universidade Federal do Ceará (UFC), em Fortaleza, e contou com a participação dos outros 11 cearenses premiados.
Exemplo
De acordo com a diretora da Escola Pery Frota, Cícera Oliveira, “o desempenho de Alan é um reflexo da qualidade da educação sobralense, e de como o aluno pode transpor desafios cada vez maiores, com o estímulo correto. Com certeza, o ensino de Ciências e os estudantes só têm a ganhar com a adoção do novo currículo de Ciências e de provas de padrões internacionais, como o Pisa for Schools”, disse. A solenidade contou com a presença da professora Nalyana Vasconcelos, que foi professora de Ciências de Alan.
OBFEP

A Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas (OBFEP) é organizada pela Sociedade Brasileira de Física (SBF) e promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Iniciada em 2010, em alguns estados, como projeto piloto, a OBFEP tornou-se nacional em 2012.
Público
A OBFEP é destinada exclusivamente a estudantes do Ensino Médio e do último ano (9o ano) do Ensino Fundamental de escolas públicas. O credenciamento das escolas para participação na edição de 2017 será de 25 de junho a 25 de julho de 2017, através do site Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas.
Diário do Nordeste

Leandra Leal lança o filme "Divinas Divas" em Fortaleza

O longa "Divinas Divas" marca a estreia de Leal como diretora (Foto: Divulgação)
A atriz e diretora Leandra Leal participa de uma conversa sobre o documentário "Divinas Divas", na noite da terça-feira, 27, durante o projeto Conversa de Cinema, no Cinema do Dragão. O bate-papo acontece após exibição especial do filme, agendada para às 19h.

Na terça, todos pagarão entrada no valor de R$ 6. Nos demais dias da exibição do filme, permanence o valor estipulado de de R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). O longa entra em cartaz nos cinemas do Brasil nesta quinta-feira, 22.
 A narrativa traz as multiplas histórias de artistas travestis no Brasil da década de 1960, marcando a estreia de Leandra como diretora. Sob um olhar sensível, o filme traz um recorte das vivências de uma geração que trouxe à pauta o comportamento sexual e desafiou a moral da época. 
"Divina Divas" ganhou o Prêmio de "Melhor Documentário" pelo voto popular e foi eleito Melhor Documentário pelo Prêmio Felix , que é voltado para produções com temáticas relativas à diversidade de gênero, no Festival do Rio 2016.
Veja o trailer: 
Serviço 
Conversa de Cinema com Leandra Leal sobre “Divinas Divas”
Quando: terça-feira, dia 27, às 19h
Onde: sala 2 do Cinema do Dragão, no Centro Dragão do Mar  (Rua Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema)
Quanto: R$ 6 (terça-feira todos pagam meia). A venda será iniciada 2h antes da sessão
Classificação etária: 14 anos
Redação O POVO Online

Nova York proíbe casamento antes dos 17 anos

Mais de 3.800 menores se casaram em Nova York entre 2000 e 2010, de acordo com o gabinete do governador.
(Arquivo) Vista de Nova York
(Arquivo) Vista de Nova York (Getty/AFP)

O estado de Nova York, um dos mais progressistas dos Estados Unidos, modificou uma lei de quase um século, a qual permitia o casamento a partir dos 14 anos, e, agora, passa a proibir menores de 17 de se casarem.
O governador democrata Andrew Cuomo ratificou na segunda-feira essa legislação que eleva a idade mínima exigida para se casar de 14 para 18 anos, embora a partir dos 17 essa união já vá ser possível com a autorização dos pais e do juiz.
"Este é um grande passo em nossos esforços para proteger os menores e evitar casamentos forçados. E estou orgulhoso de firmar essa legislação que põe fim ao casamento infantil em Nova York de uma vez por todas", comemorou Cuomo em uma nota.
Mais de 3.800 menores se casaram em Nova York entre 2000 e 2010, de acordo com o gabinete do governador.
Quase 250 mil menores, alguns de apenas 12 anos, casaram-se nos Estados Unidos entre 2000 e 2010. A maioria era meninas entregues para se casarem com homens mais velhos, segundo a Unchained, uma ONG que combate casamentos forçados, ou arranjados.

AFP

Mão Amiga e o Arraiá da Inclusão: alegria e interação para pessoas com deficiência

Como resume o lema da festa: "No Arraiá da Inclusão não importa o que você é, aqui você é a canção!

 
Foto: Divulgação / Assessoria
 
O III Arraiá da Inclusão mostra que com respeito às diferenças e limitações de cada um, todos podem divertir-se. Como resume o lema da festa: "No Arraiá da Inclusão não importa o que você é, aqui você é nossa canção!
  
O objetivo central do Arraiá da Inclusão é promover para as pessoas com deficiência, diversão, socialização, cultura e muita alegria! Além de conscientizar a sociedade sobre a importância do Respeito a igualdade para a construção de uma sociedade inclusiva. 
 
O Arraiá irá acontecer no dia 22/06, a partir das 18h, na Nossa Casa Show (Rua Tiradentes, 851 – Parque Araxá, Fortaleza/Ceará). A atração ficará por conta de apresentações de quadrinhas inclusivas, comidas típicas, forró e barraca da inclusão, onde as pessoas vivenciarão experiências de adaptação e integração sensorial.
 
O ingresso será um pacote de leite em pó para a manutenção da nutrição das crianças assistidas pela Mão Amiga. Com este evento, a Mão Amiga pretende alcançar significativamente resultados relevantes para a inclusão e socialização do público alvo.
 
Sobre a Mão Amiga
A Mão Amiga é uma Organização especializada em neuroreabilitação de pessoas com deficiência, situada na Rua Padre Sá Leitão, 383, Bairro Jóquei Clube, em Fortaleza, que desenvolve um trabalho efetivo junto a 350 crianças e adolescentes com deficiência, enfocando os aspectos sócio, familiar, educacional, de saúde, cultura e lazer.
 
É uma organização integrada no tratamento dos diversos distúrbios neuropsicomotores. Conta com uma equipe qualificada que atua de forma inter e multidisciplinar na avaliação diagnóstica e no tratamento das diversas enfermidades neuropsicomotoras. Oferece um conjunto de atividades individuais e/ou grupais realizadas por equipe multiprofissional, além de acompanhamento médico, terapia funcional, estimulação sensorial, estimulação psicomotora e orientação familiar visando a reeducação das funções físicas, cognitivas e sensoriais.
 
Serviço
III Arraiá da Inclusão da Mão Amiga
Data: 22/06 (quinta-feira)
Horário: 18h às 22h
Local: Nossa Casa Show (Rua Tiradentes, 851 – Parque Araxá, Fortaleza/CE)
Informações: (85) 3099-3131 / 98947-7820
 
*com informações da assessoria de comunicação
Boa Notícia

Plano Nacional de Educação completa três anos com apenas 20% das metas cumpridas

Sabrina Craide – Repórter da Agência Brasil
Após três anos de vigência do Plano Nacional de Educação (PNE), apenas seis das 30 metas e estratégias que deveriam ter sido cumpridas até 2017 foram alcançadas total ou parcialmente. O número representa 20% do total, o que significa que quatro em cada cinco metas não foram atingidas. O balanço é do Observatório do PNE (OPNE), uma plataforma formada por 24 organizações parceiras, coordenada pelo movimento Todos Pela Educação.
O PNE é uma lei federal, sancionada em 2014, que prevê metas para melhorar a qualidade do ensino brasileiro em um prazo de dez anos, desde a educação infantil até a pós-graduação. As estratégias preveem aumento do investimento, melhorias em infraestrutura e valorização do professor. O texto estabelece 20 metas para serem cumpridas até 2024, das quais oito têm prazos intermediários, que já venceram. A lei também aponta 254 estratégias relacionadas a cada uma das metas e 14 artigos que definem ações a serem realizadas no país.
Na avaliação da presidente executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, o principal entrave para o cumprimento do PNE é a falta de um plano estratégico que estabeleça uma ordem de execução das metas. Para ela, os governos federal, estaduais e municipais deveriam ter traçado uma estratégia de execução para definir o que deve ser feito primeiro.
“O plano não coloca as metas e as estratégias em uma ordem para que a gente consiga fazer com que ele seja realmente executado e cumprido. Algumas metas são gargalos para outras, é preciso definir quais deveriam ser cumpridas antes para que outras avancem e quais metas vão impedir que as demais sejam cumpridas”, aponta.
Para a pedagoga Anna Helena Altenfelder, superintendente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), o balanço dos três anos do PNE é preocupante. “Ainda mais se levarmos em consideração que as metas são articuladas e o sucesso de uma depende da execução da outra. Temos que pensar no plano como um todo”, diz.
Valorização dos professores
Recife Alunos da Escola Municipal Abílio Gomes, na capital pernambucana, usam livros didáticos que podem ser proibidos pela Câmara de Vereadores (Sumaia Villela / Agência Brasil)
Alunos da Escola Municipal Abílio Gomes, no RecifeSumaia Villela / Agência Brasil
Entre as metas consideradas fundamentais para o avanço da educação no país e que não foram cumpridas, algumas dizem respeito à valorização dos professores, considerada um dos gargalos para o avanço do ensino. A meta 18, por exemplo, estabelece que devem ser assegurados planos de carreira para os profissionais da educação básica e superior públicas, tomando como referência o piso salarial nacional. Segundo o Observatório, não há iniciativas em curso em âmbito federal.
“Com um bom professor, em uma escola com um bom diretor e bem gerida, com infraestrutura adequada, você consegue andar com várias metas [previstas no plano]”, diz Priscila.
Ela também cita como exemplo a meta que prevê a melhoria do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), indicador criado pelo Ministério da Educação (MEC) para medir a qualidade do ensino em diferentes etapas. A avaliação do Observatório é que apenas a meta do 5º ano do ensino fundamental foi cumprida, enquanto os anos finais dessa etapa e o ensino médio ainda estão em um patamar muito baixo. “Essa meta do Ideb não vai acontecer se não melhorarmos a formação dos professores. O maior determinante para a aprendizagem de alunos é a qualidade do professor”, diz.
A valorização da carreira docente também é apontada pela superintendente do Cenpec como fundamental para o sucesso do restante do plano. “Se queremos uma educação de qualidade, não se pode pensar nisso sem a valorização da carreira docente, que passa pelas condições de trabalho, pela carreira do professor e pela formação”, diz Anna Helena.
Educação infantil
Crianças da educação infantil em sala de aula
O PNE determina que todas as crianças de 4 a 5 anos deveriam estar matriculadas na escola até 2016 Arquivo/ Agência Brasil
Uma das metas do PNE determina que todas as crianças de 4 a 5 anos deveriam estar matriculadas na escola até 2016. Os dados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), que são de 2015, mostram que a taxa de atendimento nessa faixa etária é de 90,5%. O cumprimento real da meta só poderá ser aferido quando a Pnad 2016 for divulgada, mas o relatório da Observatório destaca que o percentual de 9,5% restante representa cerca de 500 mil crianças dessa faixa etária fora da escola.
“Se a criança não entrou na educação infantil, ela vai ter mais dificuldades de se alfabetizar. Não se alfabetizando, ela não vai conseguir aprender tudo aquilo que ela deveria. Não aprendendo, ela vai abandonar a escola antes do tempo. É uma reação em cadeia”, explica Priscila Cruz.
No Brasil, a educação infantil é responsabilidade dos municípios. Para o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Aléssio Costa Lima, a garantia da matrícula de todas as crianças nesta etapa de ensino depende de políticas públicas de inclusão social, uma vez que quem está fora da escola nessa faixa etária são moradores de periferias de centros urbanos ou de lugares distantes, com difícil acesso. “Teremos que ter um conjunto de políticas articuladas que venham a garantir a questão da inclusão”, diz o secretário.
O PNE prevê também que o investimento público em educação deve ser ampliado para 7% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2019 e para 10% até 2024. O presidente da Undime destaca que a ampliação de recursos para a educação é fundamental para o cumprimento das metas restantes. Para ele, o modelo atual de financiamento, que ocorre principalmente por meio do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), não é suficiente para atender as necessidades do setor.
“É preciso assegurar novas fontes de investimentos porque a melhoria da qualidade e a ampliação da oferta, como está colocado em muitas metas, isso não se faz sem acréscimo de investimentos”, diz o secretário.
Expectativa
Entre as metas que já foram cumpridas no PNE estão a formação de um fórum permanente para acompanhar o piso salarial do magistério público na educação básica e a divulgação de resultados pedagógicos de indicadores educacionais.
Outra meta alcançada, embora com atraso, foi a que estabeleceu o encaminhamento da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A proposta foi encaminhada ao Conselho Nacional de Educação (CNE) em abril deste ano, quando o prazo inicial era até 2016. Também foi considerada cumprida parcialmente a meta que determina que os estados e municípios deverão elaborar seus planos de educação, com metas próprias para seus sistemas. Apenas dois estados e 14 municípios ainda não sancionaram seus planos.
Agência Brasil procurou o MEC para um posicionamento sobre o cumprimento das metas do PNE, mas a pasta ainda não respondeu às perguntas da reportagem, e informou que irá se manifestar nos próximos dias.
Com o avanço ainda lento do plano, a presidente do Todos pela Educação diz que tem uma perspectiva pessimista quanto ao cumprimento da lei até 2024. “A gente já perdeu muito tempo. A falta desse planejamento estratégico fez com que a gente não conseguisse dar uma certa ordem na execução do plano. Então ficamos sem prioridade nenhuma”, diz Priscila, embora reconheça que dificilmente planos de metas são cumpridos em sua totalidade.
Para Anna Helena, é preciso uma ampla mobilização da sociedade para que o país avance no cumprimento das metas. “O PNE deve ser uma discussão de todos, não só das áreas especializadas. Ele precisa ser discutido nas escolas, pelos alunos, pelos professores, pelas famílias, pela sociedade como um todo, porque o plano fala sobre a escolha que estamos fazendo para o futuro do nosso país”.