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6 de dezembro de 2014

EUA vivem novos protestos após mortes de negros pela polícia

 06/12/2014 05h20

Houve protestos em Nova York, Chicago, Miami, Washington e Ferguson.

Há detenções, mas manifestações foram, em geral, pacíficas.

Da EFE

Grupo deita na rua durante dois minutos em Huntsville, Alabama. (Foto: Bob Gathany / AL.com / AP Photo)Grupo deita na rua durante dois minutos em Huntsville, Alabama. (Foto: Bob Gathany / AL.com / AP Photo)
As grandes cidades dos Estados Unidos viveram nesta sexta-feira (5) uma nova noite de protestos após os últimos casos de cidadãos negros mortos por policiais em circunstâncias que ainda não fora totalmente esclarecidas.
Nova York, Chicago, Miami, Washington e Ferguson, no estado do Missouri, tiveram manifestações variadas, com ruas interditadas e algumas detenções, mas pacíficas no geral, sem distúrbios.
Manifestantes bloqueiam um cruzamento no centro de Washington, DC. (Foto: Mladen Antonov / AFP Photo)Manifestantes bloqueiam um cruzamento no centro de Washington, DC. (Foto: Mladen Antonov / AFP Photo)
Os protestos se mantêm nas ruas das principais cidades dos Estados Unidos desde 24 de novembro, quando a Justiça decidiu não indiciar o policial Darren Wilson por matar a tiros Michael Brown, um jovem negro que estava desarmado em uma área de Ferguson.
Após a calma pelo feriado de Ação de Graças, a grande celebração familiar dos EUA, as manifestações voltaram com força na quarta (3) depois que outro grande júri, em Nova York, decidiu não processar outro policial branco em um caso similar.
Eric Garner, de 43 anos e asmático, morreu em Nova York no dia 17 de julho por asfixia depois que o policial à paisana Daniel Pantaleo aplicou uma gravata em seu pescoço e o estrangulou, uma ação que foi gravada em vídeo por um transeunte.
Rapaz é detido durante protesto em Nova York. (Foto: Eric Thayer / Reuters)Rapaz é detido durante protesto em Nova York. (Foto: Eric Thayer / Reuters)
Além disso, também em Nova York, o promotor Kenneth Thompson anunciou que designará um grande júri para analisar o caso de Akai Gurley, outro cidadão negro que morreu por um disparo da polícia no mês passado, em uma ação classificada oficialmente como acidente.
Gurley, de 28 anos, morreu em 21 de novembro num condomínio do Brooklyn ao receber um disparo no peito quando descia uma escada interna, onde dois agentes policiais realizavam uma inspeção.
O governador do estado de Nova York, Andrew Cuomo, reconheceu que situações como a de Garner estão gerando um sentimento de desconfiança nas pessoas. "Elas não confiam em seu sistema judiciário", disse.
Manifestante marcha na frente da guarda nacional, em Ferguson. (Foto: Jim Young / Reuters)Manifestante marcha na frente da guarda nacional, em Ferguson. (Foto: Jim Young / Reuters)
Na quinta (4), outro caso veio à tona, desta-vez no Arizona: um agente matou na última terça (2), com dois tiros no peito, um homem negro desarmado após uma briga entre ambos em Phoenix, onde também ocorreram protestos.
Segundo a versão policial, Rumain Brisbon estava vendendo drogas em seu carro quando o agente o abordou e pediu que se rendesse. No entanto, o suspeito não obedeceu e correu para um edifício de apartamentos, onde confrontou fisicamente o policial. Segundo o comunicado, o suspeito introduziu as mãos nos bolsos das calças, fazendo com que o agente acreditasse que buscava uma arma.
O policial - identificado apenas como um homem branco de 30 anos - disparou duas vezes contra o peito do suspeito, que tinha 34 anos e morreu no local.
Manifestantes marcham segurando cartazes no centro de Washington, DC. (Foto: Mladen Antonov / AFP Photo)Manifestantes marcham segurando cartazes no centro de Washington, DC. (Foto: Mladen Antonov / AFP Photo)
Também houve protestos pelo caso do jovem colombiano Israel Hernández, que morreu depois que um policial atirou nele com um taser.
Os familiares do colombiano fizeram uma vigília durante a realização do evento cultural Art Basel Miami Beach, onde rejeitaram a 'impunidade' e a falta de resultados na investigação do caso de Hernández e prestaram solidariedade à família de Michael Brown.
Tanto o presidente Barack Obama como seu secretário de Justiça, Eric Holder, se pronunciaram publicamente nos últimos dias para deixar claro que o governo está comprometido em melhorar a confiança entre a polícia e as minorias no país.
Além disso, o departamento de Justiça investiga se houve violação dos direitos civis nos casos de Michael Brown e Eric Garner, e anunciou que determinará novas diretrizes policiais para acabar com a discriminação racial nas ações dos agentes.
Um grupo de seis especialistas independentes das Nações Unidas denunciou publicamente que existe 'uma preocupação legítima' pela possibilidade de que exista, nos EUA, um padrão de impunidade com a brutalidade praticada contra cidadãos afro-americanos.
"A decisão (dos júris) deixou muitos com a legítima preocupação sobre um padrão de impunidade quando as vítimas do uso excessivo da força são de origem afro-americana ou de outras comunidades minoritárias", segundo a relatora especial sobre minorias, Rita Izsák, que foi citada em comunicado

Fotos de verme marinho e tartaruga rara estão entre premiadas por CNPq

06/12/2014 05h00

Resultado do Prêmio de Fotografia Ciência & Arte saiu esta semana.

Concurso avaliou imagens de máquinas fotográficas e outros instrumentos.

Do G1, em São Paulo

  Verme marinho Chaetopterus variopedatus dentro de um tubo de vidro, dentro de um aquário com água marinha (Foto: Anderson Garbuglio de Oliveira/Unifesp/Divulgação)Verme marinho Chaetopterus variopedatus dentro de um tubo de vidro, dentro de um aquário com água marinha (Foto: Anderson Garbuglio de Oliveira/Unifesp/Divulgação)
A fotografia de um verme marinho dentro de um tubo de vidro foi uma das vencedoras do IV Prêmio de Fotografia Ciência & Arte, promovido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Ela venceu na categoria das imagens produzidas por câmeras fotográficas.
A cena foi captada durante uma pesquisa sobre a capacidade de emitir luz pelo anelídeoChaetopterus variopedatus. Esse verme marinho normalmene vive em tubos em formato de "u", geramente enterrados em sedimentos marinhos no litoral brasileiro.
Dentro de um aquário com água do mar, tubos de vidro como o que foi fotografado podem ser usados para observar melhor o verme e estudar sua capacidade de emitir flashes de luz azul.
'Mata-matazinho'
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 Mata-mata (Chelus fimbriata) jovem foi fotografado em um riacho  (Foto: Fábio Andrew Gomes Cunha/Inpa/Divulgação)Mata-mata (Chelus fimbriata) jovem foi fotografado em riacho (Foto: Fábio Andrew Gomes Cunha/Inpa/Divulgação)
Outra fotografia premiada foi a de um cágado raro da espécie Chelus fimbriata, conhecido como mata-mata, ou matamatá. Segundo os autores da imagem, esta foi a primeira foto a mostrar um mata-mata "jovem". "Tive a honra de fotografá-lo e na ocasião ele estava na superfície de um riacho (igarapé) em meios aos troncos. Até o momento foi a foto mais emocionante e linda que eu já fiz", afirmou o pesquisador Fábio Andrew Gomes Cunha, em nota sobre sua fotografia.
Já entre as imagens produzidas por instrumentos especiais - como microscópios, lupas ou raios-x - a vencedora foi uma imagem que lembra uma superfície exraterrestre. A imagem mostra, na verdade, microesferas de cromo metálico sobre um substrato de alumina.
Também premiada nesta categoria foi uma imagem de um embrião de morcego feita com estereoscópio.
  Imagem microscópica parecida com superfície extraterrestre mostra microesferas de cromo metálico sobre um substrato de alumina (Foto: Osvaldo Mitsuyuki Cintho/UEPG/Divulgação)Imagem microscópica parecida com superfície extraterrestre mostra microesferas de cromo metálico sobre um substrato de alumina (Foto: Osvaldo Mitsuyuki Cintho/UEPG/Divulgação)
 Imagem de embrião de morcego foi feita com estereoscópio  (Foto: Adriana Ventura/UFRRJ/Divulgação)Imagem de embrião de morcego foi feita com estereoscópio (Foto: Adriana Ventura/UFRRJ/Divulgação

Conheça os luxos do hotel que mais hospeda multimilionários no mundo

 06/12/2014 05h00

G1 visitou o hotel favorito dos superricos, segundo pesquisa mundial.

Hóspedes são buscados de limusine; restaurante tem quadros de Picasso.

Flavia MantovaniDo G1, em Las Vegas - a repórter viajou a convite da Brand USA

tópicos:
O lobby do hotel tem escultura no teto com mais de 2 mil flores de vidro feitas por artista americano (Foto: Flávia Mantovani/G1)O lobby do hotel tem escultura no teto com mais de 2 mil flores de vidro feitas por artista americano (Foto: Flávia Mantovani/G1)
A primeira reação de quem entra no hotel Bellagio, em Las Vegas, é olhar para cima. O teto da recepção é coberto por 2 mil flores coloridas de vidro, feitas à mão pelo renomado artista americano Dale Chihuly.
A obra grandiosa logo na estrada é um sinal do que está por vir. Com quase 4 mil quartos, restaurantes estrelados, lago, cinco piscinas, jardim botânico, galerias de arte e lojas de luxo, o estabelecimento é o hotel favorito dos multimilionários do mundo todo.
Galeria de lojas de luxo tem grifes como Chanel, Dior, Gucci e Armani (Foto: Flávia Mantovani/G1)Galeria de lojas de luxo tem grifes como Chanel,
Dior, Gucci e Armani (Foto: Flávia Mantovani/G1)
É o que aponta uma pesquisa feita pela New World Wealth, organização que trabalha com consultoria e monitoramento para empresas de alto luxo. O estudo levou em conta os hábitos de hospedagem de 20 mil multimilionários – pessoas com patrimônio de no mínimo US$ 10 milhões – entre junho de 2013 e junho de 2014.
No período, o hotel de Las Vegas recebeu 6.400 multimilionários entre seus hóspedes, bem à frente do segundo lugar, o Plaza de Nova York, que hospedou 3.700 pessoas com esse perfil. Las Vegas foi, aliás, a cidade com mais representantes no ranking, do qual constam ainda os hotéis Caesars Palace e Wynn.
Fontes dançarinas, Picasso e caviar
Espetáculo de fontes em frente à fachada atrai turistas de Las Vegas (Foto: Bellagio/Divulgação)Espetáculo de fontes em frente à fachada atrai turistas de Las Vegas (Foto: Bellagio/Divulgação)

Aberto em 1998, o Bellagio custou US$ 1,6 bilhões, e centenas de milhões foram gastos posteriormente para remodelar parte de seus 3.933 quartos.
A decoração do jardim botânico muda cinco vezes ao ano (Foto: Flávia Mantovani/G1)A decoração do jardim botânico muda cinco vezes
ao ano (Foto: Flávia Mantovani/G1)
Um de seus grandes símbolos é o show de fontes no lago artificial em frente à fachada, que atrai centenas de turistas para o edifício localizado na Strip, rua principal de Las Vegas. Realizado a cada 30 ou 15 minutos, dependendo do horário, o espetáculo é uma coreografia de 1.200 fontes, com luzes coloridas e ao som de uma trilha sonora que vai de Luciano Pavarotti a Michael Jackson.
Outra atração aberta ao público é o jardim botânico de 1.200 metros quadrados que fica no interior do hotel. A decoração é temática e muda cinco vezes ao ano.
Hóspedes e não hóspedes podem ainda circular por duas galerias de arte e um museu, que atualmente expõe 238 objetos feitos pelo joalheiro dos czares russos Fabergé. Um dos restaurantes do estabelecimento também agrada aos apreciadores de arte. Com duas estrelas Michelin, o “Picasso” tem, nas paredes, obras do pintor que dá nome ao estabelecimento.
Dentro do hotel há duas galerias de arte e um museu (Foto: Flávia Mantovani/G1)Dentro do hotel há duas galerias de arte e um
museu (Foto: Flávia Mantovani/G1)
Além dele, há mais dois restaurantes com estrelas Michelin dentro do hotel, além de vários outros de gastronomia internacional, bares, discotecas e um enorme buffet que serve mais de 200 kg de patas de lagosta por dia e, aos fins de semana, três tipos de caviar. Na área dos cafés e docerias, a Jean Philippe Pâtisserie tem a maior fonte de chocolate do mundo, com 8 metros de altura.
Indispensável em qualquer hotel de Las Vegas, o cassino tem 9.300 metros quadrados e uma infinidade de máquinas caça-níqueis (são mais de 2.400). Separado do restante por uma pesada cortina fica o Club Privé, uma área VIP com candelabros de cristal de Veneza e chão de mármore onde só entram jogadores que fazem apostas altas.
O dinheiro ganho no jogo pode ser gasto até no próprio jotel, nas lojas de luxo que se sucedem nos corredores comerciais do hotel, onde se enfileiram placas de grifes como Hermès, Chanel, Louis Vuitton, Prada, Armani, Dior e Gucci.
Limusine e massagem à beira da piscina
Uma das piscinas do hotel (Foto: Bellagio/Divulgação)Uma das piscinas do hotel (Foto: Bellagio/Divulgação)

Quem paga pelos melhores quartos no Bellagio é buscado de limusine no aeroporto e tem acesso a uma piscina especial com espreguiçadeiras e “camas diurnas”. Também há cabanas privativas onde é possível fazer massagem ao ar livre.
O ambiente de uma das suítes mais caras do Bellagio (Foto: Bellagio/Divulgação)O ambiente de uma das suítes mais caras
(Foto: Bellagio/Divulgação)
Com diária a US$ 7 mil (cerca de R$ 18 mil), o quarto mais luxuoso do hotel, chamado Chairman Suite, tem 378 metros quadrados. A suíte tem dois quartos com banheiros, sala de jantar, jardim interno, fonte, solário, bar e lareira, além de serviço de mordomo 24 horas. Os ocupantes também ganham assentos VIP no show do Cirque de Soleil, que acontece no teatro do hotel.
Há ainda um tipo de acomodação que não está disponível para qualquer pessoa, mesmo que possa pagar. São nove "villas", disponíveis apenas sob convite e distantes da vista do grande público. Cada uma tem dois dormitórios, cinco banheiros, sala de jantar e cozinha, além de sala de massagem, sauna, salão de beleza privado, piscina e varanda. O preço não é divulgado.
Um spa de 5 mil metros quadrados e o acesso a um campo de golfe próximo dali completam as opções de lazer para os endinheirados que se hospedam por lá.

Praça de São Pedro ganha Árvore de Natal

06/12/2014  |  domtotal.com

Cidade do Vaticano, 06 dez (SIR) – Desde a última quinta-feira já se encontra na Praça de São Pedro a tradicional Árvore de Natal, um abeto branco de 25 metros de altura procedente da região italiana da Calábria, cuja madeira servirá posteriormente para trabalhos de beneficência, como a elaboração de brinquedos e cadeiras para escolas.
O abeto –que agora começa a ser decorado-, foi extraído de um bosque da localidade italiana de Fabrizia. A madeira será destinada à beneficência, como a Santa Sé faz todos os anos. Junto à árvore começaram a instalar também o Presépio, que foi doado pela Fundação “Verona per l’Arena” e está inspirado na poesia lírica. "O presépio em Ópera" é o título da cenografia inspirada na peça de poesia lírica "Elixir do amor" de Gaetano Donizetti e que foi criada pelo cenógrafo Francesco Canessa, tomando como base a tradição natalina italiana.
A Árvore  já decorada ocupará um espaço de 23.7 por 12 metros e uma altura máxima de oito metros. Tanto o presépio como a árvore serão iluminadas no dia 19 de dezembro às 16.30 horas de Roma.
A tradição de colocar uma árvore de Natal na Praça de São Pedro começou em 1982, durante o pontificado de São João Paulo II.
SIR

FOTOGALERIA O FASCÍNIO DO DESIGN GRÁFICO

Marco Lacerda
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