9 de janeiro de 2018

Liberalismo x Socialismo

Karl Marx e Adam Smith: pensadores fundamentais das teorias socialistas e liberais
Entre os séculos XVIII e XIX, as diversas transformações que marcaram a Europa e o continente americano, possibilitaram o surgimento de novas concepções preocupadas em dar sentido ou teorizar a rápida ascensão do sistema capitalista. Para tanto, vários pensadores se debruçaram na árdua tarefa de negar, reformar ou legitimar as novas relações de ordem social, econômica e política que ganhavam fôlego em um mundo que passava a ter uma nova roupagem.
Uma das mais marcantes transformações trazidas pelo capitalismo foi, sem dúvida alguma, a sua impressionante capacidade de racionalizar o gasto dos recursos e gerar riquezas. Após a deflagração da Revolução Industrial, as possibilidades de se aperfeiçoar a exploração da mão-de-obra, da tecnologia e dos recursos naturais parecia ter alcançado patamares inimagináveis. Contudo, as transformações desse novo período histórico não se resumiam somente à implicações de caráter positivo.
Mesmo com o desenvolvimento de tais potencialidades e a criação de governos que prometiam colocar os homens em posição equivalente, a nova ordem consagrada pela burguesia tinha seus problemas. Em linhas gerais, a ordem capitalista e os governos liberais ainda conviviam com as desigualdades que promoviam a distinção dos indivíduos em classes sociais. Foi nesse contexto que surgiram duas grandes linhas interpretativas dessa nova realidade: o liberalismo e o socialismo.
A corrente liberal defendia os vários pressupostos que compunham essa nova realidade oferecida pelo capitalismo. Aprovavam o direito à propriedade privada, amplas liberdades no desenvolvimento das atividades comerciais e a igualdade dos indivíduos mediante a lei. Além disso, elogiavam a prosperidade do homem de negócios ao verem que sua riqueza beneficiava a sociedade como um todo. Dessa forma, ao acreditavam que a riqueza seria uma benesse acessível a todos que trabalhassem.
Com relação à miséria e as desigualdades, a doutrina liberal acredita que a pobreza do homem tem origem em seu fracasso pessoal. Para que pudesse superar essa situação de penúria, o pobre deveria ter uma postura colaborativa para com seus patrões tendo o cuidado em preservar os seus bens e dar o máximo de sua força de trabalho na produção de mais riquezas. Concomitantemente, lhe seria exigida paciência e fé enquanto virtudes que o ajudariam na superação de sua condição.
Partindo para a interpretação socialista, temos um outro tipo de compreensão que nega os argumentos liberais que tentavam naturalizar as desigualdades. O pensamento socialista, inspirado por pressupostos lançados pelo Rousseau, tenta enxergar esses problemas como conseqüência das relações sociais estabelecidas entre os homens. Seguindo tal linha, os socialistas passariam a realizar uma crítica ao comportamento assumido pelos homens em sociedade que estabelecia tais diferenciações.
Dessa forma, os argumentos que justificavam as desigualdades por meio do fracasso pessoal perdem terreno para o questionamento profundo de toda a lógica que formava a sociedade capitalista. Antes de apontar o progresso do capital como um benefício, os socialistas realizam uma investigação que vai detectar na oposição entre as classes sociais a força que opera grande parte dessas relações e problemas da sociedade.
Tendo suas bases lançadas, liberalismo e socialismo vão compor duas matrizes interpretativas distintas e, algumas vezes, opostas. Contudo, esses pressupostos serão posteriormente reinterpretados em um processo de compreensão da sociedade que, até hoje, apresenta novas possibilidades. Por isso, novos intelectuais se debruçam na mesma importante tarefa de se compreender, criticar e apontar alternativas para nossos moldes de desenvolvimento.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
SOUSA, Rainer Gonçalves. "Liberalismo x Socialismo"; Brasil Escola. Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/historia/liberalismo-x-socialismo.htm>. Acesso em 09 de janeiro de 2018.

Fotógrafa faz ensaio com crianças autistas em TCC de Jornalismo em Fortaleza

Por Crisneive Silveira
Diante da lente, vida. Família, riso, bolha de sabão, chamego do cachorro e muito, mas muito afeto. É o que se vê no “Olhar através e além do Autismo”, ensaio fotográfico feito pela jornalista Larissa Feitosa, de 22 anos. Delícia de João, Doce Lucas, George, o Curioso, Flor de Liz e seus familiares mostram que há muito além de um diagnóstico difícil, de uma rotina de descobertas e aprendizados. As fotos foram resultado do trabalho de conclusão do curso de Jornalismo na Universidade Federal do Ceará (UFC).
Uma vontade, e a câmera virou instrumento de luta, de quebra de paradigmas. Larissa decidiu trabalhar o tema na reta final da faculdade de Jornalismo por conta do irmão paterno, Wendel Ripardo, que tem a Síndrome de Asperger, classificada como autismo leve.
“Meu primeiro contato foi por causa dele. Ele parecia uma criança típica, mas depois deu sinais. Falou muito tarde, a gente falava e parecia que ele não ouvia, não obedecia regras sociais… Minha madrasta dizia que ele tinha algum problema, mas todo mundo dizia que era coisa da cabeça dela”, relembra a fotógrafa, que dividia com a madrasta, Conceição Ripardo, a angústia pela falta de diagnóstico do irmão.
O Autismo é uma síndrome comportamental. Dificuldade de interação social, na qualidade e quantidade da comunicação, além da manifestação de padrões inadequados de comportamento são os três pilares básicos para diagnosticar o autismo.
João vira super herói, Lucas mergulha na diversão, George bagunça no meio da sala e Lis faz careta para o preconceito. Assim, as quatro crianças junto aos familiares foram clicados por Larissa.
“O autista sempre foi retratado como indivíduo frio, incapaz de se comunicar, que não gosta de abraço, que é isolado no mundo dele. Sempre via ensaio fotográfico com aquela coisa melancólica, com viés negativo. Quis mostrar o contrário. Eles são muito mais que um diagnóstico ou a falta dele. Não tenho intuito de romantizar, mas mostrar o quanto é importante a família realmente engajada”, diz a fotógrafa.
As famílias logo toparam o ensaio para mostrar o lado afetivo e dar visibilidade a causa. Afinal, além do preconceito da sociedade por desconhecer a síndrome, é comum a dificuldade no diagnóstico.
“Essas crianças precisam ser vistas, inseridas. Meu irmão disse para minha madrasta assim: ‘Eu queria ter um amigo, eu não consigo conversar com os meninos da minha idade’. É difícil até pro atendimento de saúde. Não são todos os psiquiatras que conseguem diagnosticar. É uma luta bem complicada.”
“Vou falar, mas já estou com os olhos cheios d’água”, revela Janielle Severo, mãe do serelepe Lucas. Ela conta que teve dificuldade para chegar ao diagnóstico do filho, pois, assim como a maioria das pessoas, tinha a visão de que o autista era completamente alheio ao mundo. “Nunca me passou pela cabeça. Meu filho me olhava, me beijava, abraçava…”
Janielle chegou à Larissa através da FAZ (Fortaleza Azul), uma associação formada por familiares de pessoas com autismo, que promove conscientização e inclusão social. A mãe do Lucas ressalta a relevância do trabalho.
“É importante para desmitificar essa ideia de que autista não ama. Ele gosta de contato, de brincar com outras crianças, mas tem dificuldade em expressar os sentimentos. Algumas fotos mostravam o olhar de amor, de curiosidade… As fotos, às vezes, conseguem passar o momento. A fala pode não existir, mas o corpo transmite, mesmo através do olhar”.
Se as crianças sorriram na alegria de brincar, Larissa mostrou sensibilidade ao retratar com delicadeza e sem pieguice momentos bonitos das crianças. Cada uma com seu mundo fazendo parte do nosso mundo. Inseridas, integradas. “Achei tudo tão bonito. Autista é uma criança como qualquer outra, ama como qualquer outra, mas tem algumas dificuldades mais específicas. É importante para ser mais falado, discutido e para as pessoas entenderem”, disse Janielle.
Sobre o resultado do trabalho e o que espera dela, a fotojornalista mostra certa modéstia mas, como resultado, espera que um novo “Olhar através e além do Autismo” seja lançado. “Acho até audacioso, mas espero que ajude a verem que essas crianças existem. A sociedade precisa saber recebê-las respeitando as limitações e as capacidades delas”, conclui.

Tribuna do Ceará

Mostra bienal Caixa de Novos Artistas celebra jovens nomes de destaque nas artes visuais de todo o País

Image-0-Artigo-2346967-1
Imagens da série "Indicadores", de Ana Kawajiril, que integra bienal de artes da Caixa Cultural
Uma bienal é conhecida por acontecer de dois em dois anos. Mas a Mostra bienal Caixa de Novos Artistas, da Caixa Cultural, tem um diferencial - ela não só acontece nessa frequência, mas tem a duração desse tempo. Desde 2017, passando por diversos Estados do Brasil, a exposição chega agora ao Nordeste e começa sua turnê justamente por Fortaleza.
A abertura oficial acontece nesta terça-feira (9), a partir das 19h, nas galerias I e II da Caixa, e fica em cartaz até 11 de março, com entrada gratuita.
Cerca de 30 artistas de diversas partes do Brasil apresentam 37 obras em diferentes formatos - desde esculturas, pinturas e fotografias até instalações e vídeos. A ideia é colocar em evidência essa produção para públicos de vários estados.
A temporada de 2017 da bienal encerrou-se em dezembro, na Caixa Cultural Brasília. Agora, no início de 2018, a mostra passa por Fortaleza e daqui segue para as unidades da Caixa no Recife, Salvador, Curitiba e Porto Alegre.
Os nomes selecionados vêm dos estados da Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, além do Distrito Federal. A curadoria ficou a cargo de Liliana Magalhães.
Mostra
Os trabalhos passeiam por diversos formatos, sob a temática central das urbanidades e poéticas visuais relacionadas a essas narrativas.
"Desde o início percebi de maneira muito forte a força de determinada crítica social que vinha dos artistas, uma crítica que, na verdade, é um olhar diferente do que vemos no cotidiano. Mas todas essas coisas eram ligadas pelas relações com a vida urbana, a vida da cidade", explica Magalhães.
"Apareceram temas como racismo, identidade, meio ambiente, ética. Uma coisa que me marcou muito foi o engajamento com os direitos humanos e civis, e eu me inspirei nos artistas para escolher essa temática", complementa.
Entre os realizadores e obras selecionados, Magalhães destaca Cátia Lantyer e sua obra "Cidades Provisórias", feita através da visão das ruas e janelas de Salvador. Outro trabalho que se destaca é "Nuvem", gravura da artista Denise Silveira, do Rio de Janeiro - que, a partir de tecido amassado, sobreposições e transparências, constrói uma imagem semelhante à de uma nuvem.
Na parte das esculturas, o paulista Felipe Seixas traz "Expansão", que mistura concreto e carvão; solidez e fragilidade. Do Rio de Janeiro, Jefferson Medeiros apresenta a escultura "Íyá", que tenta dar forma a sentimentos como saudade, memória e dores. Jefferson também apresenta a obra "Gêneses", com a qual discute a temática da escravidão.
Percurso
Detalhe importante da bienal Caixa de Novos Artistas é o fato de não expor os trabalhos em espaços com o tradicional fundo branco. A curadoria teve o cuidado de preparar uma expografia própria, uma cenografia feita para exposições, criada por Sérgio Marimba. Nesse cenário foi elaborado uma cidade em labirintos, na qual as obras complementam a cena.
A proposta foi pensada como um percurso específico. "As pessoas irão percorrer um ambiente como se fosse uma cidade desconstruída", explica Liliana Magalhães. As obras são divididas em campos: o primeiro diz respeito à relação com o espaço enquanto dimensão; depois vem o campo do espaço construído, que abrange a arquitetura encontrada nas cidades.
Continuando a percorrer o cenário da mostra, o público depara-se com as reflexões do espaço político-social, depois da relação com o corpo e, finalmente, com a relação com o outro, fazendo uma síntese do conceito geral da exposição - a saber, os encontros dentro da vida urbana.
Seleção
A escolha dos trabalhos aconteceu em duas etapas. A primeira foi feita por uma comissão de seleção formada por Liliana Magalhães, Sylvia Wernek e Luis Marquesini.
Dentre as 1.414 obras inscritas de 616 proponentes, foi realizada uma pré-seleção de 90 trabalhos. Após um ano, Magalhães foi convidada para ser curadora da bienal e teve a difícil tarefa de estabelecer um recorte de 37 trabalhos de 30 artistas.
"Foi um desafio. Determinei duas qualidades artísticas, dois critérios, como forma de avaliação: um sobre o nível de experimentação da obra, o outro sobre sua força poética visual", aponta ela.
Além desses dois critérios, a curadora seguiu outros já determinados pela Caixa, como a escolha por artistas emergentes, por obras que trouxessem diversidade quanto ao suporte e por artistas que pudessem conferir representação nacional à bienal, que permitissem uma espécie de panorama da arte contemporânea atualmente produzida no País.
Obedecendo a uma proposta da própria Caixa - de divulgar e promover artistas em início de carreira -, o regulamento exigia que fossem escolhidas pessoas que ainda não tivessem trabalhos exibidos em exposições individuais.
Liliana Magalhães faz questão de ressaltar que "os artistas não são jovens talentos, mas sim artistas emergentes, que já têm uma história com a arte, são graduados, pós-graduados e até fizeram residência na área, algo muito importante para essa carreira. Apenas nunca tiveram espaço no cenário nacional das artes visuais", finaliza.

Mais informações:
Mostra bienal Caixa de Novos Artistas", na Caixa Cultural Fortaleza (Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema). Abertura nesta terça (9), a partir das 19h. Visitação: de 10/1 a 11/3, de terça a sábado, das 10h às 20h; e domingo, das 12h às 19h. Classificação Livre. Gratuito. Contato: (85) 3453.2770

Aplicativo mapeia flora e bens históricos do Parque Estadual Sítio Fundão em Crato

por 
Aplicativo detalha sobre a flora e os patrimônios do Sítio Fundão. (Foto: Geo Brasil)
Crato. Será lançado, nesta sexta-feira (12), às 8h, o aplicativo Ecomapps, que identifica e dá informações sobre plantas nativas, fósseis e pontos históricos da região. Ela também mapeou a flora e os bens históricos tombados do Parque Estadual Sítio Fundão, uma unidade de conservação localizada no Município. A ferramenta foi criada por professores e estudantes do Instituto Federal do Ceará (IFCE), do campus local.
O projeto foi desenvolvido pelos professores Gauberto Barros (Zootecnia) e João Alberto Abreu (Sistemas de Informação) e pelos estudantes João Willamy e Matheus Soares, do curso de Sistemas de Informação. Para os alunos, o grande desafio foi mergulhar em um assunto que eles não dominavam. “O maior aprendizado que a gente teve foi em relação ao meio ambiente. A gente está muito focado na área da tecnologia e às vezes se distancia um pouco da natureza. Além disso, aprendemos a parte técnica, com novas tecnologias”, explica Matheus.
O objetivo inicial era mapear a flora nativa do próprio campus do IFCE, que também fica numa área de proteção ambiental. Mas a ideia cresceu e agora ajudará os visitantes do Parque Estadual Sítio Fundão. Acompanhada de um mateiro, a equipe do projeto percorreu o parque para fazer o levantamento das espécies, identificando-as e fazendo o georreferenciamento. Depois, as informações foram inseridas no aplicativo e as plantas e bens identificados receberam placas com um código QR. Assim, basta o usuário baixar o app e aproximar o celular da placa para ter acesso a nome, história, origem, uso e outras curiosidades sobre as espécies.
Além de informar os visitantes do parque, o app pode ser utilizado em aulas de campo e servir como fonte de pesquisa. O objetivo, segundo os professores responsáveis pelo projeto, é despertar para a importância do aprendizado sobre a diversidade da flora nativa e apoiar projetos de educação ambiental, unindo meio ambiente e tecnologia. “A partir do uso desse aplicativo, podemos ter uma ampliação da sala de aula. A aula fica mais atrativa, interessante e proveitosa, além de ser um auxílio à aprendizagem”, explica o professor João Alberto.
Rose Feitosa, da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, conta que a iniciativa faz parte das comemorações de aniversário do Parque Estadual Sítio Fundão, que completa dez anos em 2018. Segundo ela, o aplicativo também é capaz de promover a inclusão social de pessoas com mobilidade reduzida. “Os QR codes serão disponibilizados no centro de visitantes da unidade. A pessoa tem acesso às mesmas informações que teria se fizesse a trilha. Vai trabalhar educação ambiental da mesma maneira e permitir a inclusão de todos os visitantes do parque”.
O aplicativo para Android já está disponível para download gratuito na PlayStore. O Ecomapss pode ser adaptado para outras unidades de conservação: outras áreas protegidas já mostraram interesse pelo app e atualmente passam pela fase de levantamento de informações do local.
Serviço
Lançamento do aplicativo Ecomapss
12 de janeiro de 2018, a partir de 8h
Parque Estadual Sítio Fundão
Rua José Franca de Alencar, s/n, Seminário – Crato/CE
Mais informações pelo telefone: (88) 3523-8404
Diário do Nordeste

Ateliê infantil para colorir é montado em shopping de Fortaleza e funciona até fevereiro

Torre Eiffel, Estátua da Liberdade, Cristo Redentor e outros pontos turísticos estarão reproduzidos na praça de eventos do shopping RioMar Fortaleza, em ateliê de pintura infantil. Os ingressos estarão à venda no local, no valor de0R$ 30, dando direito a uma permanência de 30 minutos no espaço, além de um conjunto com seis copinhos de tinta. 
 
Além dos 30 minutos, pode ser feita uma recarga que permite mais 10 minutos de pintura e um novo tubo de tinta, custando R$ 15. A atração dispõe  também do pacote família, em que duas crianças podem pintar por um valor de R$ 50.
A “Cidade Colorir” estará montada na Praça de Eventos do piso 1 do shopping, a partir de terça-feira, 9 de janeiro, até o dia 19 de fevereiro, funcionando todos os dias da semana, de segunda a sábado, das 12 às 22 horas, e aos domingos, encerra uma hora mais cedo, das 12 às 21 horas.
 
A recreação voltada para crianças de até 12 anos cria uma cidade cenográfica com cerca de 256m² e módulos de 1.5m, para as crianças usarem a criatividade na hora de colorir os monumentos dos roteiros turísticos ao redor do mundo. A ação contará com instrutores e arte-educadores, para guiar as crianças pela estrutura da Cidade, porém, crianças menores de oito anos devem estar acompanhadas de algum responsável. 
 
Serviço
Cidade Colorir no Shopping RioMar Fortaleza
Quando: 09 de janeiro até 19 de fevereiro, de segunda a sábado, das 12h às 22h, e aos domingos, das 12h às 21h
Onde: Praça de Eventos 01 do Piso L1 – RioMar Fortaleza (rua Des. Lauro Nogueira, 1500 –Papicu)
Quanto: R$ 30 (permanência de 30min) 
 
Redação O POVO online

Destaque

Choram porque amam

Padre Geovane Saraiva* Como é bom rezar e colocar em primeiro lugar o mistério da redenção! Nem sempre, porém, sabemos rezar e nem d...