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Padre Geovane Saraiva* Como é bom rezar e colocar em primeiro lugar o mistério da redenção! Nem sempre, porém, sabemos rezar e nem d...

21 de dezembro de 2017

A poesia colhe o aplauso no dia da reflexão

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No dia da reflexão das eleições catalãs, esta tarde em Barcelona, ​​dois poetas, Joan Margarit, nascidas em Lleida durante a Guerra Civil, e Luis García Montero, de Granada, levantaram as vozes em uníssono para recitar, o primeiro em espanhol, O segundo em catalão, um poema sobre a liberdade.
O público que encheu completamente o amplo auditório da Casa del Libro permitiu que todo o entusiasmo que havia contido, educadamente, surgiu durante o recital, que tem sido um verdadeiro diálogo da mais alta emocionalidade. O aplauso pareceu terrível. Uma senhora até então aparentemente imperturbável, até lançou um "sim senhor!, Bravo!", Mais típico de um evento esportivo.
O poema A llibertat, Margarit, fechou um alto versos de leitura de ambos (em seus respectivos livros A Hivern fascinant e a portas fechadas, os dois livros de Visualizador de poesia) que ele e Garcia Montero deram cada um com seu estilo lírico: Grenadiano íntimo, enfático, quase profético, Margarit.
"Uma forma de amor, o llibertat", "uma forma de amor, liberdade", concluíram os poetas.
Era impossível não associar a reunião, os dois poetas de línguas diferentes unidos por os versos e consciência cívica impecável, situação política e que tenha decorrido passar a noite no dia de incógnitas está por vir.
Na verdade, o significado da data prevaleceu na mente de todos (até mesmo foram aqueles que, sentados em poufs ao lado do copo que fecha a sala, evitam, respectivamente, amarelos e laranjas).
O crítico literário Jordi Gracia, que atuou como apresentador dos poetas, expressou-o com suas palavras. Gracia destacou o respeito e a admiração mútua que García Montero e Margarit tem, do qual ele sublinhou sua cumplicidade e como eles se complementam, e colocou-os como um exemplo diante da tensão desses tempos, enfatizando que a poesia "tem que veja com a rejeição das formas de fanatismo ideológico "e" com a necessidade de restaurar uma forma mais honesta de verdade "e mais humilde". E sem dúvida, mais nobre. Os dois poetas já haviam oferecido os últimos dias, com simetria impecável (parafraseando Blake), na Residência Estudantil em Madri.
"A poesia é o território da verdade e da honestidade", disse Margarit. "Um quadro para se entender". O que causou que alguém murmure: "Igual à política". García Montero apontou que "a poesia é urgente" e levou a audiência através de territórios em que o pessoal e o coletivo se uniram em palavras tão dolorosas quanto bonitas.
Alguns poemas da noite soaram muito deliberadamente. Como Pardon ou Lesões. Margarit recitou: "Não posso desistir do bom senso". E García Montero: "Hoje é ontem para dizer amanhã".
El País

Baturité, Mulungu, Guaramiranga e Pacoti realizam pela primeira vez o Festival Serra

Um passeio pela Serra de Baturité, onde se pode usufruir de tudo que a região tem a oferecer. Este é apenas um dos conceitos do Festival Serra, que acontece até este domingo,  03, nos municípios de Baturité, Mulungu, Guaramiranga e Pacoti. O evento tem como objetivo reunir as potencialidades que fazem da região um destino turístico consagrado pela paisagem, clima e atrativos ambiental, cultural e gastronômico. Uma programação intensa e diversificada foi elaborada para que nos três dias de evento o visitante da Serra possa aproveitar restaurantes, música, visitas guiadas ao patrimônio cultural, trilhas, a Rota Verde do Café e ainda aprender sobre a região e a economia que a sustenta, o agronegócio. (Foto: Divulgação)
O evento foi desenvolvido pelo Escritório Regional do Maciço de Baturité do Sebrae Ceará e pela Associação Serrana de Turismo no Maciço Do Baturité (ASEMB) com apoio das prefeituras dos municípios de Baturité, Mulungu, Guaramiranga e Pacoti e instituições locais.
Tribuna do Ceará

Documentário produzido por alunos do Curso de Jornalismo da UFC aborda história do Cineteatro cearense

Ana Luiza Soares e Paulo Cardoso, responsáveis pelo projeto batizado "Vida Longa São Luiz", com filme, exposição (outra foto) e álbum de figurinhas
Se, na mistura entre realidade e ficção, o protagonista é um dos cineteatros mais belos do Brasil, o resultado não poderia ser diferente: um documentário a ser exibido no seu próprio local-tema, espaço de identidade e memória afetiva para muitos cearenses. Com duração de 25 minutos, "O que eu Vi da Poltrona Vermelha" ganha a tela do Cineteatro São Luiz nesta sexta-feira (22), às 10h. O projeto faz parte do Trabalho de Conclusão de Curso dos estudantes de Jornalismo Ana Luiza Soares e Paulo Cardoso, da Universidade Federal do Ceará (UFC).
Às vésperas de se tornar sexagenário, o São Luiz é alvo de homenagens dos alunos, que optaram pelo Cineteatro como objeto de estudo no final do semestre passado. "Não era a nossa primeira opção, a gente tinha outras ideias na cabeça. Mas pesquisamos e vimos que o Cine São Luiz faria 60 anos em 2018, aí aproveitamos essa grande efeméride pra fazer esse trabalho", afirma Paulo Cardoso, um dos produtores.
"O documentário de média metragem da Ana Luiza Soares e Paulo Cardoso, chega em momento oportuno para o Cineteatro São Luiz e o público em geral, tanto por conta da consolidação do equipamento nesses quase três anos de retomada de suas atividades diárias quanto pelo fato do mesmo se encontrar prestes a comemorar seu aniversário", ressalta Duarte Dias, curador do São Luiz.
Linguagens
Inaugurado em 1958 o cineteatro teve o primeiro filme exibido em 26 de março daquele ano, "Anastácia, a princesa esquecida" (1956). Construído pelo Grupo Severiano Ribeiro, o fundador também foi homenageado pela dupla. Luiz Severiano Ribeiro ganhou uma exposição intitulada "Depois de Severino", exibida no Cuca Mondubim entre os dias 5 e 8 de dezembro, com imagens e objetos do local.
Sobre o nome da exposição, Paulo explica: "é uma abreviação que fizemos de Severiano, idealizador do cinema. Achamos que era uma forma mais carinhosa de se reportar a ele. E o 'depois' é porque na exposição trouxemos histórias daqueles que vieram depois dele".
Junto à exposição e ao longa-metragem, o projeto transmídia denominado "Vida Longa São Luiz" - orientado pelo professor Rafael Costa, do curso de jornalismo da UFC - inclui ainda um álbum de figurinhas, chamado "Caderno de Anastácia", em que as figurinhas são filmes exibidos ao longo dessas seis décadas no São Luiz.
O documentário, por sua vez, aborda as memórias e opiniões de frequentadores do cinema. Figuras como o cineasta Halder Gomes, o crítico José Augusto Lopes, o realizador audiovisual Henrique Dídimo e o jornalista e colecionador Nirez são alguns dos entrevistados do média-metragem que "deixa para a posteridade mais um relevante registro desse patrimônio da nossa cultura, o Cineteatro São Luiz", finaliza Duarte.
Buscando fugir de apenas um produto, a dupla de estudantes fez uma proposta transmidiada. Assim, o filme precisou ter sua narrativa adaptada e o uso da ficção serviu a esse propósito, a partir da criação de Anastácia, em referência ao primeiro filme exibido na tela do São Luiz.
Quem interpreta a personagem é Renata Freire, estudante do curso de Cinema da UFC, ao lado de outros dois alunos: Raiane Ribeiro e Isaac de Oliveira, também do curso de Jornalismo da instituição. Eles interpretam um casal arrumando-se pra ir ao cinema.
Inspiração e desafios
Apaixonados pela sétima arte, tanto Ana Luiza como Paulo tiveram suas primeiras experiências cinematográficas no São Luiz, sendo esse aspecto um dos pontos-chave para a escolha do Cine como protagonista do TCC. Determinados a fazerem um projeto grande e rico, os dois já planejavam fazer o trabalho em dupla.
"A priori íamos fazer o TCC sobre a Messejana, bairro onde moramos, mais especificamente sobre as feiras de lá, mas no começo da pesquisa não achamos o tema tão atraente e resolvemos mudar. Começamos a conversar sobre nossa paixão por cinema e transformamos isso no projeto final", ressalta Ana Luiza.
Criar cenas de ficção, dirigir uma atriz, pensar na locação e no figurino foi a parte mais desafiadora para a dupla, que, no entanto, considerou-a fundamental para que conseguissem contar sua história.

Mais informações:
O que eu Vi da Poltrona Vermelha. Nesta sexta-feira (22), às 10h, no Cineteatro São Luiz (Rua Major Facundo, 500 - Centro). Gratuito. Contato: (85) 3252.4138
 
Diário do Nordeste

Há 100 anos, Monteiro Lobato acuava Anita Malfatti

por Antonio Gonçalves Filho - Agência Estado
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Monteiro Lobato: na crítica de 1917, embora reconheça o "talento vigoroso" de Anita Malfatti, diz que sua "arte anormal" nasce com a "paranoia e a mistificação"
Há 100 anos, no dia 20 de dezembro de 1917, o escritor Monteiro Lobato (1882-1948) escreveu no jornal O Estado de S. Paulo uma crítica demolidora da exposição que a pintora modernista Anita Malfatti (1889-1964) realizava num grande salão da rua Líbero Badaró, 111, no centro de São Paulo. A primeira consequência dessa hostilidade foi sentida no bolso: cinco das oito telas compradas foram devolvidas.
"Com o correr das semanas, havia tal ódio geral que um amigo de casa ameaçou meus quadros com a bengala, desejando destruí-los", contaria Anita nos anos 1950. Qual seria a razão de tantas reações negativas, tanto de Lobato quanto dos compradores das telas e dos próprios amigos?
De modo sucinto, uma única palavra serve ao propósito de explicar essas reações: incompreensão. Ontem, assim como hoje, a arte moderna desperta suspeitas. Lobato, embora reconheça em sua crítica o "talento vigoroso" e "fora do comum" de Anita, diz que sua "arte anormal" nasce com a "paranoia e com a mistificação" (palavras que não constam do título do texto publicado no jornal, mas em sua republicação, em 1919, na coletânea Ideias de Jeca Tatu, de Monteiro Lobato, reunião de 35 artigos publicados na imprensa paulista).
Com efeito, só um provinciano nacionalista usaria essas duas palavras combinadas - paranoia e mistificação - para se referir a um tipo de arte que vinha sendo praticada na Europa e na América antes de Anita Malfatti decidir voltar ao Brasil, em 1916, após longa temporada estudando na Alemanha e EUA. Mas seria exagero atribuir a Lobato o poder de alterar a rota da carreira da pintora, que, aliás, cinco anos depois da exposição, participaria na Semana de Arte Moderna de 1922, divisor de águas na história da arte brasileira.
Debate
O crítico Tadeu Chiarelli, que escreveu sobre Lobato em "Um Jeca nos Vernissages" (Edusp, 1995), trata a questão de outra maneira, analisando a disputa entre conservadores e modernistas com isenção. Não foi o crítico o causador da mudança de planos de Anita Malfatti, que teria recuado, mas não abjurado, sua arte expressionista diante da pregação antivanguardista na província de São Paulo.
Chiarelli afirma que Anita estava atenta ao debate nacionalista em voga na São Paulo de 1917, e que essa pauta teria sensibilizado a artista. Além de tudo, conclui Chiarelli, a pintora queria participar dele.
Assim como seus colegas pintores americanos (que estavam ao seu lado na exposição de 1917) tornaram-se pintores da "cena americana", como observou a biógrafa da artista, Marta Rosetti Batista, Anita, num primeiro momento, sentiu-se atraída pela ideia de trocar as pesquisas ligadas à vanguarda europeia e americana por uma visão mais realista (ou naturalista) do seu país. Lobato foi apenas o estopim.

Diário do Nordeste

Cearense que poderia ser o homem mais velho do mundo morre aos 129 anos

O homem que poderia ser o mais velho do mundo morreu, nesta quarta-feira (21), em Bauru, interior de São Paulo, aos 129 anos.
 
A condição de homem mais velho do mundo não é admitida de forma oficial porque José Aguinaldo não fez um teste de carbono 14 para determinar sua idade com exatidão (Foto: Reprodução)
José Aguinaldo dos Santos nasceu em 1888 - ano da Abolição da Escravatura -, no município de Pedra Branca, no Ceará. Ele morava desde 1973 em um asilo na cidade do Centro-Oeste Paulista.
 
Zé Aguinaldo, como era conhecido, morreu de causas naturais. O enterro ocorreu na manhã desta quinta-feira (21), em Bauru.
 
Exame nunca realizado
 
A condição de homem mais velho do mundo não é admitida de forma oficial porque, para ter o nome inscrito no Guiness Book - o Livro dos Recordes -, José Aguinaldo precisaria ter feito um teste de carbono 14 para determinar sua idade com exatidão. O exame tem um custo elevado e por isso nunca foi feito.
 
Um juiz da Comarca de Bauru atestou a idade de Zé Aguinaldo após uma entrevista detalhada. Além disso, Aguinaldo possuía identidade e certidão de nascimento que atestavam sua idade.
 
O cearense migrou para São Paulo em busca de emprego, como tantos outros nordestinos na época. Ele trabalhou em uma fazenda de café de lacanga, localizada a 47 km de Bauru.
 
Livro dos Recordes
 
Segundo o livro dos recordes, de forma "oficial", o homem mais velho do mundo morreu no dia 11 de agosto deste ano, aos 113 anos de idade. Yisrael Kristal era um sobrevivente do Holocausto e vivia em Israel.
 
Dias após a morte de Yirsrael, um brasileiro com 133 anos, idade que também não era reconhecida oficialmente, morreu no Acre. José Coelho de Souza era um ex-seringueiro e, assim como Zé Aguinaldo, tinha documentos que apontavam seu nascimento em 10 de março de 1884 - quatro anos antes da Abolição da Escravatura no Brasil.

Diário do Nordeste

Imagem de refugiada síria é Foto do Ano do Unicef

A família de Zahra fugiu do conflito civil na Síria em 2015 e, desde então, vive num acampamento na Jordânia
É o rosto de uma infância triste: a fotografia agraciada com o prêmio de "Foto do Ano" do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostra Zahra, uma refugiada síria de cinco anos de idade e olhos expressivos. A fotografia foi tirada pelo num subúrbio de Mafraq, na Jordânia.

"Volta e meia é preciso olhar para este rosto", disse Elke Büdenbender, patrona do Unicef e também esposa do presidente da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, nesta quinta-feira (21/12), em Berlim. "A imagem simboliza a sina de milhões de crianças. Os olhos de crianças dizem a verdade."

A fotografia reflete a infância sofrida de toda uma geração de crianças sírias. O rosto da menina refugiada também simboliza o sofrimento silencioso de milhões de crianças nos países em crise no mundo.

O momento foi capturado por Muhammed Muheisen, duas vezes vencedor do Prêmio Pulitzer e que trabalha há vários anos como repórter no Oriente Médio. O fotojornalista nascido em Jerusalém conheceu Zahra num campo de refugiados improvisado na Jordânia. Os pais da menina fugiram, com Zahra e outros sete filhos, da Síria em 2015, e desde então vive numa barraca.

Fotógrafos de todo o mundo inscrevera, mais de 115 reportagens fotográficas no prêmio. Em segundo e terceiro lugar no prêmio "Foto do Ano" do Unicef ficaram fotografias dedicadas à minoria muçulmana rohingya, da qual centenas de milhares de membros fugiram da violência em sua terra natal em Myanmar para o Bangladesh.

Vencedora do segundo prêmio, a foto captura por K. M. Asad, de Bangladesh, mostra uma mulher saindo do mar com um bebê em seus braços – "a imagem do salvamento de uma vida", definiu o Unicef.

Completou o pódio a fotografia registrada pelo canadense Kevin Frayer, que fotografou o desespero de um menino num campo de refugiados rohingya próximo ao Golfo de Bengala. O garoto subiu num caminhão que levava suprimentos aos integrantes da minoria.

Desde 2000, o Unicef premia anualmente por meio de um concurso internacional fotografias e reportagens fotográficas que documentam a personalidade e as condições de vida de crianças em todo o mundo.

PV/dpa/epd

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DW Brasil

Campanha de Natal beneficia 150 crianças da Associação Vidança, em Fortaleza

Cerca de 150 crianças em situação de vulnerabilidade social ganharão uma festa de natal nesta terça-feira (26), a partir das 15h
Foto: Marina Cavalcante
A Associação Vidança, localizada na Barra do Ceará, em Fortaleza, irá encerrar suas atividades de 2017 com um dia de brincadeiras e distribuição de presentes para alunos atendidos pelo projeto. Cerca de 150 crianças em situação de vulnerabilidade social ganharão uma festa de natal nesta terça-feira (26), a partir das 15h, com pula-pula, piscina de bolinhas, algodão doce e pipoca, dentre outras diversões.
A iniciativa acontece com o apoio da campanha:
“Fortaleza+Solidária”, que direcionará o valor arrecadado de doações para a realização da festa. A confraternização contará ainda com alimentos doados pelo grupo M Dias Branco, parceiro do Vidança de longas datas, além de brinquedos doados pela Casa Freitas.

Na ocasião, também serão entregues cestas básicas às famílias da comunidade. A ação é feita pela Casa Brazil, apoiadora do Vidança pelo terceiro ano consecutivo na doação de alimentos e fazendo o Natal da comunidade Vila Velha mais feliz. Neste ano, serão distribuídas cerca de 200 cestas básicas.

Vidança

A Associação Vidança insere crianças, adolescentes e jovens no mundo da arte de forma voluntária há 36 anos. Ao realizar o Projeto Vidança, A Dança da Vida, a instituição pensa na democratização dos bens culturais, somando ao desenvolvimento do ser humano e da sociedade. Atualmente, a instituição atende em torno de 200 pessoas ofertando aulas de ballet clássico, contemporâneo, hip-hop, capoeira, percussão, criações literárias, artes manuais, dentre outras atividades.

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Serviç​​o:​​

Natal do Vidança 2017
26 de dezembro, às 14h, Sede do Vidança​
Avenida L, nº 400 – esquina com a Rua Quixadá Felício. Conjunto Nova Assunção – Bairro: Vila Velha III​)​
Telefone: (85) 3262.7599

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Doações:
Bradesco
Agência: 6645-1
Conta: 1000601-5
CPF: 89717830363
Suzy Gomes de Araujo Marques (colaboradora Vidança)

Com informações da Assessoria de Comunicação
Boa Notícia