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Choram porque amam

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31 de outubro de 2018

Reunião ordinária mensal da AMLEF - 27 de Outubro 2018

Aconteceu no dia 27 de Outubro de 2018, mais uma reunião ordinária mensal da AMLEF - Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza, na sede do Palácio da Luz, sob a presidência do Acadêmico Dr. Régis Frota e a presença dos patronos e acadêmicos.


Presidente Dr. Régis Frota

Gonzaga Mota


Angélica Sampaio e Seridião Montenegro


Lucarocas Poeta


Créditos: Angélica Sampaio

Vencedores do Prêmio Sesc de Literatura lançam livros em São Paulo

Durante o evento, os vencedores de 2018 também participarão de conversa com João Meirelles Filho e José Almeida Júnior, ganhadores do ano passado.
Durante o evento, os vencedores de 2018 também participarão de conversa com João Meirelles Filho e José Almeida Júnior, ganhadores do ano passado. - Divulgação
No dia 6 de novembro, às 19h30, acontecerá no Sesc 24 de Maio, em São Paulo, a cerimônia de lançamento dos livros vencedores do Prêmio Sesc de Literatura 2018. Na ocasião, Juliana Leite e Tobias Carvalho participarão de debate com o público, seguido de sessão de autógrafos. Os escritores foram os escolhidos deste ano nas categorias Romance e Conto, com os livros "Entre as mãos" e “As coisas”, respectivamente. As obras são publicadas e distribuídas pela editora Record, com tiragem inicial de 2 mil exemplares,
Durante o evento, os vencedores de 2018 também participarão de conversa com João Meirelles Filho e José Almeida Júnior, ganhadores do ano passado. O bate-papo será mediado pela escritora e jornalista Verônica Stigger, intercalada pela leitura dramatizada de trechos dos livros "Entre as mãos" e “As coisas”. “O objetivo do Prêmio Sesc de Literatura é identificar novos autores e abrir as portas do mercado editorial aos escritores, proporcionando uma renovação no panorama literário brasileiro”, declara Henrique Rodrigues, analista de cultura do Departamento Nacional do Sesc. 
Natural de Petrópolis (RJ), Juliana Leite, de 35 anos, é mestre em Literatura pela Uerj, onde também se formou em Relações Públicas.  Sua obra, “Entre as mãos”, conta a história de uma mulher que, após sofrer um acidente, desperta com o corpo marcado por cicatrizes profundas - entre elas, ausência definitiva de seu companheiro. Com a ajuda de suas tias e as sabedorias da família, a personagem parte numa jornada para reaprender a falar e redescobrir os gestos de sua própria integridade. “Ter o meu primeiro livro publicado nesse final de 2018 é especialmente significativo para mim. Sendo um romance que discute a sobrevivência física e subjetiva de uma mulher, talvez o livro ganhe outra simbologia nesses dias em que vivemos, uma chave de leitura a mais. É uma fortaleza ter a literatura como travessia justo agora”, afirma Juliana.
Já Tobias Carvalho nasceu em Porto Alegre e tem 22 anos de idade.  Em seu livro “As Coisas” o escritor apresenta contos com personagens homossexuais, com histórias que se entrelaçam e se contrapõem sob diferentes olhares e gêneros. “Ver esse processo de ter uma obra publicada é um sonho. Estou muito feliz com isso tudo e a partir de agora espero que o livro ganhe o mundo e conquiste novos leitores", declara Tobias.
Após o evento no Sesc 24 de Maio, os autores também lançarão os livros no Rio Grande do Sul (Sesc Centro, dia 8/11) e no Rio de Janeiro (Arte Sesc – Flamengo, dia 13/11).
15 anos do Prêmio Sesc
Criado em 2003, o Prêmio inclui os autores em programações literárias do Sesc. Desde a primeira edição, o concurso já teve mais de 12 mil livros inscritos e revelou 27 novos escritores.  O processo de curadoria e seleção das obras é criterioso e democrático. Os livros são inscritos pela internet, gratuitamente, protegidos por pseudônimos. Ou seja, quem avalia não sabe quem os escreveu.
Em 2018, o Prêmio teve 1.540 inscritos, sendo 720 livros de contos e 820 romances. A avaliação final ficou por conta de uma comissão especializada formada pelos escritores e críticos literários Beatriz Resende, Flávio Carneiro, Letícia Wierzchowski e Daniel Galera.  
Entre os autores já revelados pelo Prêmio Sesc estão João Meirelles Filho, com o “Abridor de Letras”,  e José Almeida Júnior, com “Última Hora”, vencedores de 2017; Franklin Carvalho, com “Céus e Terra”, e Mario Rodrigues, com “Receita para se fazer um monstro”, em 2016; Sheyla Smanioto Macedo e Marta Barcellos, vencedoras da edição 2015, com “Desesterro” e “Antes que seque”, entre outros.
Fonte: A crítica

Coral da UFC faz refletir, com uma megaestrutura, sobre as relações humanas

A nova montagem do Coral da UFC reúne 31 vozes no coral, 14 instrumentistas e um grupo percussionista, além de um espelho d'água

Dia D busca a forma política de Drummond

Entidades promovem programação sobre o autor nesta quarta-feira, 31, dia em que se comemoram 116 anos do nascimento do poeta.
Foi Drummond quem disse, em um poema de 1945, quando viu uma flor nascer na rua:
Foi Drummond quem disse, em um poema de 1945, quando viu uma flor nascer na rua: "É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio". (Arquivo Agência Brasil)

O Dia D, data criada em 2011 pelo Instituto Moreira Salles para celebrar a data de nascimento de Carlos Drummond de Andrade (31 de outubro), começa a ganhar desdobramentos, pelo menos em São Paulo. Além dos eventos anuais do IMS, a editora Companhia das Letras e o Sesc Pompeia também promovem programação sobre o autor nesta quarta-feira, 31, dia em que se comemoram 116 anos do nascimento do poeta.

No IMS Paulista, às 19h30, o professor de literatura brasileira da USP Fabio Cesar Alves dará uma palestra sobre o profundo envolvimento político de Drummond e sobre como alguns de seus poemas formaram uma base para o poeta conceber uma luta política contra "o mundo caduco, e como isso se traduziu formalmente em suas composições".

Às 20h30, na Comedoria do Sesc Pompeia, José Miguel Wisnik recebe Nuno Ramos e os músicos Arrigo Barnabé e Kristoff Silva para um papo multimídia sobre a obra do poeta, com leituras, vídeos e canções.

Wisnik é o autor do recém lançado Maquinação do Mundo: Drummond e a Mineração, no qual identifica que a atividade mineradora da região de Itabira, teve influência na formação do poeta. No livro, o autor revê a produção de Drummond e destaca nelas traços que reforçam sua atualidade.

No Rio de Janeiro, a sede carioca do IMS apresenta, às 20h, o espetáculo Cabaré Modernista para Carlos Drummond de Andrade. Com roteiro e direção de Eucanaã Ferraz, direção musical de Bruno Cosentino, e participação das cantoras Lívia Nestrovski e Numa Ciro, a montagem traz poemas de Drummond em diálogo com canções de Noel Rosa, Caetano Veloso, Belchior e Milton Nascimento.

Em Poços de Caldas, o IMS também promove um evento sobre o livro D. Quixote: Cervantes, Portinari, Drummond (1973). A obra contém 21 desenhos a lápis de cor de Candido Portinari e 21 poemas de Carlos Drummond de Andrade, que ilustram o percurso do herói do romance de Cervantes.

Todos os eventos são gratuitos e requerem a retirada de ingresso uma hora antes do início.

Foi Drummond quem disse, em um poema de 1945, quando viu uma flor nascer na rua: "É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio".

Agência Estado

Festival Acordes do Amanhã acontece em Fortaleza e mais sete cidades do Ceará

De 9 a 17 de novembro a segunda edição do Festival Acordes do Amanhã acontece em Fortaleza e mais sete cidades do Ceará. Na capital, no dia 9, serão cerca de 120 apresentações em diversos espaços.
Foto: Divulgação / Assessoria
Uma celebração entre a arte e a cidade, levando música a praças, feiras livres, terminais de ônibus, linhas de metrô, escolas e hospitais. É o que promove o Acordes do Amanhã – Festival Itinerante de Música. Em novembro, o evento chega à segunda edição passando por oito cidades cearenses. Começa em Fortaleza, no dia 9, e até o dia 17 acontecerá também em Itapajé, Guaramiranga, Caucaia, Aquiraz, Sobral, Orós e Paracuru.
Em Fortaleza são cerca de 120 apresentações musicais em 36 locais, envolvendo mais de 80 grupos musicais, somando quase 690 artistas amadores e profissionais, crianças, jovens e adultos, com sons dos mais diversos gêneros musicais, propondo à população uma reflexão sobre como os ritmos e melodias estão presentes em vários momentos do cotidiano. Do fone de ouvido no ônibus ao batuque na mesa do bar, da banda na casa de espetáculo ao artista que faz da rua o seu palco. Em diversas situações “Somos música”, lema desta edição.
O Festival Acordes do Amanhã é apresentado pela Enel Brasil, a Plataforma Sinfonia do Amanhã e o Governo do Estado do Ceará, através da Secretaria da Cultura, numa realização do Instituto BR Arte e da Quitanda das Artes, correalização da Universidade Federal do Ceará por meio do Centro de Gestão para Resultados e da Pró-Reitoria de Extensão, com produção executiva da Cinco Elementos Produções e consultoria executiva da Marco Zero Produções. O evento tem parceria com a Prefeitura de Fortaleza.
Depois do Ceará, o Acordes do Amanhã pega a estrada em dezembro para proporcionar mais encontros musicais com a população em espaços públicos do Rio de Janeiro, da Bahia, de Goiás e do Rio Grande do Sul.
O Acordes do Amanhã é uma iniciativa que surge como um convite a permitir-se frear o passo e buscar outras interpretações possíveis para o mundo ao redor. É um manifesto a favor do encontro, pois a música junta pessoas, provoca sentimentos, instiga reflexões.
Os palcos e as atrações
O Acordes do Amanhã se espalha por terminais do Papicu, do Siqueira, da Parangaba, da Lagoa, do Conjunto Ceará, de Messejana, do Antônio Bezerra, algumas rotas de ônibus e a linha de metrô Fortaleza – Maracanaú; além da Praça José de Alencar, da Praça do Ferreira, da Praia de Iracema (Praia dos Crush e Espigão Beira Mar), do Mercado dos Peixes, do Mercado Central e do Mercado São Sebastião. As apresentações também ocorrem em escolas, hospitais e feiras livres.
Entre as atrações, Ceará Brass Quinteto (grupo de sopros com repertório de jazz, erudito e MPB), Sax in Cena (quarteto de saxofone), Siara Quarteto (grupo de violino, viola e violoncelo com repertório erudito e popular), Giorgi Gelashvili e Liana Fonteles (cantores líricos), Duo Glière (formado pela violinista Liu Ying e a violoncelista Dora Utermohl, professoras da UFC), Escaleta com Charanga (jazz instrumental de Thiago Almeida, Mateus Farias e Michael Rodriguez), OPN – Orquestra Popular do Nordeste (música erudita e popular com instrumentos de orquestra clássica e instrumental da MPB, tendo à frente Pedro Madeira), Mandacaru Jazz (grupo instrumental com Carlinhos Patriolino, Márcio Resende, Miquéias dos Santos, Thiago Almeida, Vitório Cavalcante e Igor Ribeiro), Flor Amorosa (grupo de choro instrumental formado por mulheres), Duo Castro e Silvia (Gigi Castro e Sílvia Martins com repertório de Choro) e grupos da Plataforma Sinfonia do Amanhã: Tapera das Artes, Projeto Acordes Mágicos – PAM, Instituto Beatriz e Lauro Fiúza – IBLF, Fabricando Som, Fundação Raimundo Fagner, Coral Canto da Casa, Casa de Vovó Dedé, Escola de Música Chiquita Braga, Escola de Música de Paracuru e Orquestra de Sopro de Pindoretama.
A Plataforma Sinfonia do Amanhã é um projeto parceiro do festival. A iniciativa está voltada ao ensino de música e prática orquestral e coral para crianças e adolescentes de 8 a 18 anos, oferecendo ferramentas de inserção social, desenvolvimento educacional e cultural.
Serviço
2° Festival Acordes do Amanhã
Fortaleza e Itapajé (9/11), Guaramiranga (10/11), Caucaia (13/11), Aquiraz e Sobral (13 e 14/11), Orós (16/11) e Paracuru (17/11). www.festivalacordesdoamanha.com.br.
Contatos: (85)3235-4063.
@acordesdoamanha

Boa Notícia