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Mostrando postagens de Outubro 25, 2017

ABL homenageia seus Patronos e Fundadores, como parte das comemorações dos 120 anos, com exposição de desenhos de Cássio Loredano

A Academia Brasileira de Letras abre, dia 31 de outubro, terça-feira, às 16h30min, a Exposição Patronos e Fundadores – 120 anos da ABL, com desenhos de Cássio Loredano. A mostra faz parte das comemorações de seus 120 anos de fundação, completados em julho. A série foi encomendada ao artista em 2002, pelo então Presidente da ABL, Acadêmico, Embaixador e Historiador Alberto da Costa e Silva. Representa, de acordo com os responsáveis pela exposição, “um aspecto importante na produção do artista e pouco conhecida do público. Constitui uma das mais importantes interpretações do perfil psicológico dos primeiros membros efetivos e seus escolhidos patronos”. A exposição segue a sequência numérica das 40 cadeiras acompanhadas de texto biográficos dos Patronos e Fundadores. ABL

Bullying é reflexo de uma sociedade que enxerga a violência como medida de solução, diz especialista

O caso do adolescente de 14 anos que efetuou disparos contra os colegas em Goiânia, na última semana, levantou a discussão sobre o bullying dentro das instituições de ensino. Há indícios de que a motivação do crime tenha sido por causa de possíveis provocações que sofria na escola. De acordo com o 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, publicado em 2016, cerca de 46,2% dos estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental já sofreram provocações ou se sentiram humilhados pelos colegas no Ceará. Desse total, os meninos são os mais afetados, correspondendo a 48,7% das vítimas. Os casos de bullying estão mais presentes nas escolas cearenses da rede privada, segundo a pesquisa. Cerca de 50,8% dos alunos que relataram ter sofrido alguma provocação ou humilhação são de colégios privados. Na rede pública do Ceará, a realidade não muda tanto: 45,5% dos estudantes informaram terem sido alvos de bullying. As motivações para as agressões são diversas, mas o Anuário de Segurança Pública aponta a …

Em novo livro, Dimas Macedo detalha vida de Dona Fideralina

Se ainda hoje mulheres precisam lutar diariamente pelo reconhecimento de seus direitos básicos e contra uma inferiorização sistemática de seu papel na sociedade, imagine-se o desafio de assumir essa postura no século XIX - consciente ou inconscientemente. Na história do Ceará não faltaram personagens engajadas nessa resistência, entre elas Dona Fideralina, filha ilustre de Lavras da Mangabeira. Mulher certamente à frente de seu tempo, foi líder política e expressiva matriarca, com papel relevante na Revolução de 1914, conhecida por Sedição de Juazeiro. Sua atuação tornou-se objeto de investigação e pesquisa em diferentes campos, em especial a História. É nesse último onde se encaixa o mais recente trabalho dedicado à cearense, "Dona Fideralina Augusto - Mito e realidade", de Dimas Macedo, dedicado a contar a trajetória dessa mulher cuja vida imbrica-se com a própria história do Cariri, "graças aos entusiasmos republicanos, provocados pelos movimentos revolucionários no…

A sensualidade de "Carmen" entra em cena na Bienal de Dança

A sensualidade da cigana Carmen entra em cena na noite desta quarta-feira, 25, no Cineteatro São Luiz. A personagem, criada em 1875, segue seduzindo os homens utilizando seus talentos no palco, como a dança e o canto. O espetáculo, que leva o nome da personagem principal, será encenado às 18 horas pelo balé Teatro Guaíra, dentro da agenda da 11ª Bienal Internacional de Dança do Ceará. Coreografado em 2016 por Luiz Fernando Bongiovanni, o trabalho leva 22 bailarinos para o palco e se articula a partir da dramaturgia da ópera e da trilha composta por Rodion Shchedrin e Georges Bizet. A Bienal de Dança segue em Fortaleza e outras seis cidades do Interior do Ceará até domingo, dia 29 de outubro. Serviço Carmen Quando: quarta-feira, 25, às 18 horas Onde: Cineteatro São Luiz (rua Major Facundo, 500 - Centro) Gratuito.  Redação O POVO Online

Poesia visual do cotidiano

Stênio Diniz foi menino criado entre papéis. Na tipografia do avô, em Juazeiro do Norte, aprendeu, aos cinco anos, a aparar as arestas das máquinas e a dobrar cordéis. O cheiro de tinta foi responsável pela embriaguez que move o artista até hoje. Ele é um dos mestres da cultura mais respeitados do Cariri. A arte de Stênio é múltipla. Conhecido pelo trabalho com xilogravura, ele experimenta outros olhares: o trabalho em guache e óleo, a produção têxtil, a confecção de livros para colorir, as delicadas estátuas de madeira. Quando alfabetizado, aos sete anos, o menino-mestre foi ensinado a fazer composições e aprendeu a imprimir. Ele lembra com carinho da primeira gravura que produziu. Era 1970. O ano nunca sairia da memória de Stênio - ele viu a seleção derrotando o México na final da Copa do Mundo e tomou um golpe com a morte de seu pai. “Ficou marcado. Foi quando fiz a minha primeira capa de cordel. Me empolguei e não consigo parar. Vivo da arte até hoje”, explica. Não consigo parar. …

Madonna se ajoelha e pede abraço a Caetano Veloso em festa no Rio

Já imaginou a Madonna ajoelhada na sua frente ou te pedindo um abraço? O cantor e compositor Caetano Veloso, um dos maiores nomes da história da música brasileira, passou por isso nesta segunda-feira, dia 23. A rainha do pop esteve no Brasil para o casamento de seu empresário, Guy Oseary, com a modelo Michelle Alves. A festa contou com show privado de Caetano, que foi introduzido por Madonna. "É uma honra apresentar o grande Caetano Veloso. E por favor, pessoal: não falem, não bebam…", dizia a cantora norte-americana, quando Caê apareceu no palco. "Eu posso te dar um abraço?", perguntou Madonna, antes de dizer que o amava. Depois do contato, ela se ajoelhou para reverenciar o brasileiro. Nas redes sociais, Caetano agradeceu Madonna por ter feito uma apresentação "com tanto respeito, afeto e gentileza". Ele também escreveu que era dia de celebrar o amor. "O amor se expressa de diferentes maneiras e eu fiquei muito feliz por ter sido convidado para ca…

Nobel iemenita propõe corte mundial para destruidores do meio ambiente

A prêmio Nobel da Paz de 2011, a iemenita Tawakkol Karman, propôs nessa terça-feira (24) em Honduras a criação de um tribunal internacional para julgar executivos de multinacionais que causam danos à terra e contribuem com as mudanças climáticas. "Deve-se criar um tribunal mundial que possa sancionar todas estas sociedades multinacionais" que causam danos ao meio ambiente e provocam as mudanças climáticas, disse Tawakkol Karman através de uma tradutora, em coletiva de imprensa junto com a advogada iraniana Shirin Ebadi, prêmio Nobel da Paz em 2003. As duas laureadas, que fazem parte da Iniciativa de Mulheres Prêmio Nobel e Associadas pelo Justo (JAZZ) chegaram a Honduras na sexta-feira para respaldar as mulheres que lutam contra a construção de represas e a mineração no país centro-americano. Uma causa pela qual a dirigente indígena Berta Cáceres foi assassinada em março de 2016. Rachel Vincent, representante da JAZZ, disse que a associação visitou Honduras porque o país re…