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Mostrando postagens de Dezembro 20, 2017

ABL disponibiliza na internet o site ‘Memórias do I Centenário’ (1997) e libera para o grande público as mais relevantes ações comemorativas de seus 100 anos

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A Academia Brasileira de Letras disponibilizou na Internet, a partir do dia 13 de dezembro, o site “Memórias do I Centenário”, que teve como objetivo resgatar as inúmeras ações comemorativas de seus 100 anos de fundação, assim como liberá-las, num único lugar, para o grande público. A iniciativa foi da Acadêmica Nélida Piñon, primeira mulher a presidir a ABL, justamente no ano de 1997. De acordo com a Acadêmica, o propósito do site “representa algo como se fosse, literalmente, a busca do Santo Graal, a missão de trabalhar sobre um importante momento da instituição, assim como para o destino do Brasil. Convido a todos para visitá-lo. Está primoroso e permite que se tenha uma noção concreta de tudo que foi feito naquele centenário. Foram fatos da nossa História que não podem ser apagados. O público terá a oportunidade de conhecer as mais relevantes ações comemorativas dos 100 anos da ABL”. Essas ações exigiram um extenso levantamento de informações sobre aquele ano, embora admita-se qu…

Santiago Gamboa: "Você percebe a passagem do tempo ao escrever romances"

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Como Arthur Rimbaud, Santiago Gamboa (Bogotá, 1965) saiu de casa aos 19 anos. A diferença é que Rimbaud já havia escrito e Gamboa estava indo para se tornar um escritor. 30 anos depois, tendo vivido na Europa e na Índia e com 75 países visitados atrás dele, em 2015 ele retornou ao seu país. De lá, volta ao Dark Valley (Random House), um livro no qual a vingança de vários protagonistas se cruza no meio de suas viagens de volta à Colômbia. "Quando voltei para a Colômbia, percebi que, ao meu redor, havia uma multidão de pessoas que voltaram comigo. Muitos que partiram na década de 1980 estavam retornando porque descobriram que na Europa havia outra crise: havia urgência, uma crise econômica, uma crise de segurança. "Como se o que eles queriam evitar atingisse os migrantes em suas novas vidas". Agora os aeroportos colombianos estão cheios de comitês familiares. Mas é triste, porque são as pessoas derrotadas: deixaram a Colômbia com a cabeça cheia de idéias e aqui perderam su…

20 livros de novelas negras para dar este Natal

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Depois de ter escolhido as melhores novelas negras de 2017 e com a ideia de oferecer uma seleção de obras que, como sempre, são apostas que eu posso endossar com meu conhecimento e leitura, aqui está uma lista de clássicos, uma novela gráfica de grande formato, alguns glórias gloriosas, excelentes retratos do lado escuro dos EUA, um par de biografias e tesouros talvez mais desconhecidos. Livros de grande formato para que os Reis Magos estejam bem, outros menores e mais acessíveis e, em suma, um pouco de tudo para aqueles que estão atrasados, que serão muitos, que ainda não têm os presentes. Me dê um clássico por favorDentro da perspectiva negra, rica e às vezes excessiva e negra, na Espanha, temos a sorte de que as editoras apostem continuamente na reedição de clássicos. Vamos com alguns que não podem falhar. Os melhores casos de Max Carrados , Ernest Braham (Siruela, tradução de José C. Vales). A coleção de clássicos de Siruela está nos dando livros como The Last Case de Philip Trent e…

Toninho Horta lança livro em show no Café Couture

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Quando o Brasil conheceu o Clube da Esquina, em 1972, ele teve contato não só com um grupo de canções que se tornaram clássicos da música brasileira. Aquele álbum foi responsável também por apresentar uma turma de jovens músicos mineiros que, no futuro, iriam se tornar referências nacionais e internacionais. Lô Borges, que co-assina o disco com Milton Nascimento, era apenas um deles. No meio daquela cena, que tinha Beto Guedes, Flávio Venturini, Wagner Tiso e outros, um guitarrista fez do seu instrumento uma marca registrada daquele novo som. Era Antônio Maurício Horta de Melo, o Toninho Horta, que hoje, 20, conta sua história e mostra suas canções no Café Couture. O músico vem a Fortaleza lançar o livro 108 Partituras de Toninho Horta, que traz fotos, textos e diagramas de acordes para piano e violão que revelam detalhes de arranjos em que ele trabalhou. Na ocasião, ele ainda faz uma jam session ao lado de músicos como Cainã Cavalcante, Nélio Costa, Márcio Resende e outros. E histór…

Conheça o primeiro single do álbum de inéditas de Erasmo Carlos

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Gentil como o gigante que lhe deu vida, Não Existe Saudade no Cosmos–  canção do novo trabalho de Erasmo Carlos – já está disponível nas  plataformas digitais. Gravada pelo Tremendão em agosto deste ano, a faixa é o primeiro single do álbum de canções inéditas que o cantor lança no primeiro semestre de 2018. A letra é pra lá de linda e defende o direito de chorar. Enquanto escrevia este post, ouvi três vezes seguidas e cada vez tinha uma sensação diferente. Com uma pegada de baladinha a canção é  escrita pelo jovem compositor baiano Teago Oliveira, vocalista da banda Maglore, e tem Guilherme Monteiro na guitarra e violão dobro, Bruno Di Lullo no baixo, Carlos Trilha nos sintetizadores, Luiz Lopez no violão de aço e backing vocais, Pedro Dias nos backing vocais e Pupillo na bateria e shaker. O novo álbum de Erasmo Carlos tem direção artística de Marcus Preto e produção musical de Pupillo. O repertório contempla parcerias inéditas de Erasmo com compositores das mais diversas gerações: …

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