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16 de maio de 2017

Último livro publicado por Clarice Lispector, "A Hora da Estrela" ganha edição comemorativa

Ainda que discordem em alguns pontos, na escolha e na interpretação de determinados fatos, os biógrafos Benjamin Moser e Nádia Battela Gotlib reconstituíram vida de Clarice Lispector (1920-1977) como uma existência, em si, meio literária, com lances dramáticos, quase romanescos; e dores e mistérios, que lembram aqueles que figuram em sua obra. O tecido da vida parece contaminado pelo da literatura.

O "final" da história de Clarice Lispector, visto assim, como a conclusão de um romance ou de um filme, tem como limite sua morte, em dezembro de 1977. O capítulo começa um pouco antes disto e tem por clímax a publicação de seu último livro, "A hora da estrela", dois meses antes.

A morte ronda a trama, as desventuras da personagem Macabéa, e pareceu antecipar a derradeira desventura de Clarice. Como a personagem, que descobriu que o futuro não seria tão ensolarado como haviam previsto para ela, a escritora foi diagnosticada com um câncer terminal e morreu um dia antes de completar 57 anos.

A morte precoce impediu Clarice de assistir ao crescimento do culto em torno de sua persona e de sua obra. Culto que se expandiu por todo o País, se generalizou pelas redes sociais (com a ajuda de mutilações de sua escrita e de citações falsas atribuídas a ela) e, hoje, seguem conquistando fieis em outros países, sobretudo entre os leitores do inglês.

Em parte, este sucesso se deve a "A hora da estrela", possivelmente a obra mais popular da escritora. À fama de escritora difícil, se contrapôs um texto de leitura desembaraçada, uma extensão modesta (com suas 80 páginas, está mais próxima da novela do que do romance) e a história que passa, também, por um drama social - a mudança de uma jovem nordestina para o Sudeste, mais uma a ser seduzida pelo sonho de conseguir melhores oportunidades. Prato cheio para leituras interpretativas da obra, em escolas e faculdades, e para uma adaptação - o longa-metragem homônimo, dirigido por Suzana Amaral, estreou em 1985.

Os 40 anos da obra, que antecipam os 40 anos da morte de Clarice, são o mote da nova edição do livro, pela editora carioca Rocco. A verão comemorativa do livro foi dividida em quatro partes: "Antes da hora", com um ensaio sobre os manuscritos de Clarice depositados no acervo do Instituto Moreira Sales (IMS), no Rio de Janeiro; o texto aprovado pela autora e publicado originalmente em 1977; "A construção da estrela", com imagens dos manuscritos do livro; e, por fim, "Depois da estrela", reunindo seis ensaios a respeito da obra.

Leituras

"A hora da estrela" é o tipo de peça obrigatória para quem se interessa pela literatura brasileira. A edição de 40 anos dá suporte ao leitor neófito, além de interessar o colecionista e o estudioso da obra da autora. Os três públicos devem ser atraídos pela fortuna crítica, na última parte do volume.

Ali, a editora reuniu desde especialistas incontornáveis da obra de Clarice, caso de Gotlib, que assina "Quando o objeto, cultural, é a mulher"; até textos que representam a "descoberta" de Clarice pela crítica estrangeira, que é onde se encaixa o escritor e ensaísta irlandês Colm Tóibín. Seu texto, "Uma paixão pelo vazio", é uma prova da impacto positivo da biografia de Clarice escrita pelo norte-americano Benjamin Moser ("Why this world"/ aqui, "Clarice,").

O livro merece uma crítica no que diz respeito ao trato dos manuscritos. A escritora Paloma Vidal foi convidada para escrever uma crônica sobre o processo de descoberta dos manuscritos que deram origem a "A hora da estrela". O texto de Vidal capta o leitor e o faz entrar pelas salas frias da manutenção dos papeis, no IMS, e dá o convida a transitar num espaço muito mais caloroso e vivo, dos esboços, anotações e reescritas. O problema é que a escolha literária pelo textos Paloma não contemplou, por exemplo, um olhar mais crítico e analítico deste material. "A construção da estrela" poderia ser essa parte mais técnica, mas optou-se por reproduzir algumas páginas, uma aposta mais visual do que informativa sobre os manuscritos. São páginas bonitas, mas que dizem bem pouco do processo de escrita de Clarice Lispector.

A nova edição de "A hora da estrela", contudo, supera outros títulos de Clarice em excelência gráfica, caso da edição de 50 anos de "A paixão segunda GH" (comercializada exclusivamente pela Livraria Cultura) e "Todos os Contos", que seguiu a bonita versão americana da antologia. A concepção visual e o projeto gráfico são assinados por Izabel Barreto. Capa dura, sobrecapa transparente e ilustrações por todo o livro conferem uma beleza que a obra merece e enriquecem a experiência da leitura.

Edições

Clarice é uma autora de um tipo raro no Brasil. Quase 40 anos após sua morte, a escritora é uma das estrelas do catálogo da editora Rocco. Por sorte, a casa trata sua obra com o devido respeito à sua grandeza. As coleções de contos e os romances de Clarice não saem de catálogo. Claro, isso é o mínimo que se deve a um autor canônico, mas as fragilidades do mercado editorial brasileiro muitas vezes fica a dever até nisso. A Rocco vai além e tem procurado reinventar suas edições. Deslizes à parte, têm dado certo.

Livro

A hora da estrela

Clarice Lispector

Livro

Rocco

2017, 224 páginas

R$ 44,50

Diário do Nordeste

Farol do Mucuripe recebe shows, exibição de filme e cortejo neste fim de semana

O entorno do Farol do Mucuripe, no bairro Serviluz, será endereço de uma série de atividades neste fim de semana. O coletivo Servilost realizará, juntamente com a Associação dos Moradores do Titanzinho, do Teatro Dito&Feito e do Coletivo AudioVisual do Titanzinho, o Sarau Farol Rock. Será sábado, 20, e domingo, 21, reunindo diversas linguagens artísticas, como teatro, música e cinema.
 
No sábado, haverá a exibição do documentário "Negro Cá, Negro Lá", do diretor Eduardo Cunha. Já no domingo, a agenda de música ganhará corpo, com a banda Água de Quartinha, que irá lançar o clipe “Casa Labirintica”. Eduardo Lenda, Quedão Farol Rap, Roni Flow, Banda Renegados, Mona Gadelha e a Banda Éter na Mente também estão na programaçã musical. Ainda no domingo, o teatro ganha espaço com o Cortejo Teatro Dito e Feito, saindo do Titanzinho.
Confira a programação:
 
Serviço
Sarau Farol Rock
Quando: 20 e 21 de maio, sábado e domingo
Onde: Farol do Mucuripe
 
Sábado (20 de maio)
18h30min: Exibição do Doc. Negro Cá Negro Lá
 
Domingo (21 de maio) 
15h40min: Cortejo Teatro Dito e Feito
17 horas: Banda Agua de Quartinha
18 horas: Eduardo Lenda
18h40min: Rap com Quedão Farol Rap e Roni Flow
19h20min: Banda Renegados e Mona Gadelha
20 horas: Banda Éter na Mente
 
Redação O POVO Online 

Nova Miss Estados Unidos é negra e cientista nuclear

Kara tem licenciatura em química e trabalha na Comissão Reguladora Nuclear dos EUA.
Nas redes sociais, as respostas da nova Miss EUA dividiram opiniões.
Nas redes sociais, as respostas da nova Miss EUA dividiram opiniões. (Reprodução)

Vencendo 50 candidatas, a cientista nuclear Kara McCullough foi coroada Miss Estados Unidos na noite de domingo, 14, em Las Vegas. A bela de 25 anos, que representou o Distrito de Columbia nasceu em Veneza, na Itália, e cresceu em Virginia Beach, na Virgínia, estado americano. 
Kara tem licenciatura em química, trabalha na Comissão Reguladora Nuclear dos EUA e disse que quer incentivar jovens a seguir carreira na ciência. Respondendo às perguntas do concurso ela mostrou que tem opiniões polêmicas. Para a Miss EUA 2017, saúde pública é um privilégio que deve ser restrito apenas às pessoas que trabalham. 
A jovem também afirmou que não se considera feminista, 'já que não é intransigente’, e disse que prefere falar em igualdade. "Mulheres são iguais aos homens no mercado do trabalho", justificou. Porém, dados da Associação Americana de Mulheres Universitárias afirmam que mulheres ainda ganham 80% menos do que homens que ocupam o mesmo cargo. 
Nas redes sociais, as respostas da nova Miss EUA dividiram opiniões.
Kara McCullough representará o país no Miss Universo 2018, ainda sem data.

Dom Total

"Órfãos digitais": Este é o novo desafio das mães e pais atualmente

(ACI).- A psicóloga mexicana alertou mães e pais de família sobre um desafio apresentado pelas novas tecnologias, que apresenta o risco de que os seus filhos se convertam em "órfãos digitais", uma realidade ante a qual propõe algumas orientações.
Os "órfãos digitais" ou "órfãos cibernéticos" são aquelas crianças cujos pais lhes permitem submergir na tecnologia sem nenhuma restrição, algo que coloca em perigo a vida familiar.
Em diálogo com o semanário da Arquidiocese do México, Desde la Fe, a psicóloga Tania Castro do Centro Cenyeliztli A. C., comentou que esta realidade é cada vez mais comum. As crianças recebem celulares, tablets, videogames, enquanto seus pais comem ou realizam outras atividades: o objetivo é mantê-los "tranquilos" e sem incomodá-los.
O uso excessivo dessas tecnologias provoca a perda do vinculo comunicativo entre pais e filhos: "Quando os pais lhes dão um celular, esquecem completamente dos seus filhos, perdem o vínculo social junto com o lado afetivo; por isso vemos nas escolas muitas crianças com problemas de agressão".
Isto, alerta Castro, "é provocado pela falta de atenção dos pais; é um problema que está crescendo, com uma grande percentagem do número de terapias nos centros de atenção às famílias”.
 
Para a psicóloga, esta situação é "extremamente arriscada porque acaba com a criatividade inata dos menores; gera crianças sem um desenvolvimento físico, saudável e adequado; e pela faixa etária, os transforma em receptores passivos do conteúdo desses dispositivos".
Além disso, Castro disse que "não podemos nos tornar robôs ou máquinas, nem podemos perder a comunicação verbal porque a língua nos humaniza; os mal-entendidos ocorrem por uma falta de expressão verdadeira que só pode acontecer quando estamos um frente ao outro".
Tania Castro advertiu que "em locais públicos é muito comum ver os pais concentrados em seus dispositivos sem cuidar da segurança dos seus filhos. Respostas como 'espera um momentinho, apenas estou respondendo esta mensagem', se repetem em qualquer casa, independentemente do nível de escolaridade ou classe social”, lamentou a psicóloga.
No mundo de hoje, advertiu, a nova "babá" é "o celular ou o tablet, mas com outro elemento: o envolvimento dos pais no jogo cibernético".
Os especialistas, indica a publicação católica mexicana, alertam que os órfãos digitais serão jovens ou adultos com problemas de insegurança, baixa autoestima e comportamentos antissociais que não lhes permitiram se relacionar ou permanecer em um trabalho por muito tempo.
Para enfrentar esta situação, Castro sugere melhorar o relacionamento entre pais e filhos estimulando a partilha juntos, participar todos juntos da Missa, rezar em casa, assistir filmes, praticar esportes ou outras atividades que envolvam a família
"Não há nada de errado em jogar de vez em quando com o celular ou com o tablet, se estes são usados com responsabilidade e apenas nos momentos de lazer. É necessário assinalar que o 'lazer' é uma categoria sociológica que determina um tempo livre que não é usado para o trabalho, para o descanso, para a alimentação e outras atividades vitais, reduzido a um período de aproximadamente no máximo duas horas por dia".
O problema, sublinhou a especialista, "é que realizar atividades como responder mensagens, bate-papos, assistir vídeos e entrar nas redes sociais, se tornaram um hábito que diminui a possibilidade do ser humano de realizar as atividades diárias normalmente”.
"É necessário fazer uma boa seleção de informações que você quer acessar, e limitar o tempo de lazer para investir em atividades produtivas", destacou Castro.

Por ano,uma em cada 100 propostas sobre criança e adolescente conclui tramitação

Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil
Um monitoramento feito pela Fundação Abrinq mostra que apenas uma em cada 100 proposições que afetam diretamente a criança e o adolescente conclui a tramitação no Congresso Nacional anualmente.  Atualmente, 3.010 propostas tramitam na Câmara e no Senado.
A fundação lançou hoje (16) o Caderno Legislativo da Criança e do Adolescente, que apresenta os projetos em tramitação no Legislativo que serão prioridade. São propostas que causam impacto direto  na qualidade de vida da população de 0 a 17 anos.
Em 2016, 23, ou 0,8%, dos 2.769 projetos de lei (PLs), propostas de emenda constitucional (PECs) e outras proposições tiveram as análises concluídas pelo Legislativo e Executivo, o que significa que 99% dos textos que tratam dos direitos da infância e do adolescente aguardam avaliação do Congresso.
A proporção se manteve em anos anteriores. Em 2015, das 1.486 propostas monitoradas, 15 concluíram a tramitação, sendo que uma foi sancionada e 14 arquivadas.
Segundo a administradora executiva da Fundação Abrinq, Heloisa Oliveira, por um lado, os projetos ligados à infância e adolescência muitas vezes não têm prioridade na tramitação. Por outro, há um excesso de produção de projetos.
“A produção legislativa é excessiva e a visão da necessidade de aperfeiçoamento de leis [que tratam da infância e adolescência], superficial. Têm propostas que se repetem, com mais de 50 apensadas. Isso significa que mais de 50 parlamentares tiveram a mesma ideia. Não há atenção para o que está tramitando”, diz Heloisa.
Até o ano passado, as áreas de educação e saúde concentravam os maiores números de projeto - 838 (30%) dizem respeito à educação e 361 (13%), à saúde. “Muitas vezes, para preencher uma lacuna ou um vazio na política pública, parlamentares tentam propor nova lei, quando na verdade era necessária uma política mais eficiente”, acrescenta a administradora.
Direitos das crianças
Um em cada três projetos em tramitação na Câmara ou no Senado não está de acordo com a defesa integral dos direitos da criança e adolescente no Brasil, segundo avaliação da Abrinq. “Muitas vezes, há má definição da proposta, que acaba não sendo passível de ser executada. Em outras, o parlamentar tem um olhar superficial de política pública. Não enxerga o problema imenso real, olha só o fim da linha”, afirma Heloisa.
Uma das propostas com a qual a fundação não concorda é o Projeto de Lei do Senado (PLS) 193/2016, que institui o programa Escola sem Partido. Na avaliação da Abrinq, é inconstitucional violar o direito à liberdade de manifestação do pensamento, impedir o pluralismo de ideias, vulnerar o princípio da igualdade e colocar os docentes sob constante censura.
Outra é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 115/2015, que visa a reduzir a maioridade penal, hoje fixada aos 18 anos, para os adolescente que praticarem atos infracionais equivalentes a crimes hediondos. A Abrinq também não concorda, pois entende que não se pode negar ao adolescente a sua condição de pessoa em formação, nem desistir da ressocialização. "A PEC representa um retrocesso ao ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente] e não serve de solução para a violência", defende a fundação.
“O Brasil enfrenta o problema de evasão escolar, onde falta educação integral para todos. Temos jovens que, sem a estrutura adequada para o desenvolvimento, cometem atos infracionais. Vamos resolver reduzindo a maioridade penal? A causa é uma falta de proteção anterior”, complementa Heloisa.
Projetos favoráveis
Entre as propostas que têm o apoio da Abrinq está  o PLS 271/2015, para dobrar o repasse de recursos destinados à alimentação escolar em municípios de extrema pobreza, com pelo menos 30% da população com renda per capita familiar de até R$ 63,75. A Abrinq defende que sejam incluídos no texto os municípios em situação de pobreza, ampliando o número de crianças e adolescentes beneficiados.
Outro projeto é o PL 4.968/2016, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para reduzir a jornada de trabalho para a mãe lactante até os seis meses de vida da criança. Em um país onde a maioria das empresas não dispõe de berçário, a redução de jornada em uma ou duas horas estimularia a mãe a exclusivamente amamentar o bebê nos seis primeiros meses, seguindo a recomendação da Organização Mundial da Saúde. 
O projeto que torna permanente o financiamento da educação por meio da inclusão de dispositivos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) na Constituição também é uma das prioridades da fundação. A Abrinq é favorável ao PL 7.420/2006, com a ressalva de que é necessário definir melhor o que caberá à União, aos estados e municípios.
Para que organizações e entidade acompanham os temas da infância e adolescência, a Abrinq disponibiliza o Observatório da Criança e do Adolescente, banco de dados online que reúne as mais de 3 mil propostas atualmente em tramitação, que dizem respeito à faixa etária.

Prêmio Estácio de Jornalismo recebe inscrições até 12 de junho

Serão distribuídos R$ 125 mil para as melhores reportagens veiculadas sobre o ensino superior. Cada concorrente poderá inscrever até cinco trabalhos
 

A Estácio, instituições de Ensino Superior do Brasil, continua com as inscrições abertas para o Prêmio Estácio de Jornalismo – edição 2017, que irá escolher as melhores reportagens veiculadas no país sobre o tema “Ensino Superior”. Criado em 2011, o Prêmio Estácio de Jornalismo tem o objetivo de fomentar a produção pela imprensa de matérias jornalísticas que abordem o ensino superior, de forma a ampliar o debate e a importância do tema para o desenvolvimento do país.

O prêmio é hoje o único em nível nacional dedicado exclusivamente a esta temática. Jornalistas e profissionais de imprensa de todo o Brasil podem concorrer nas mídias TV, Rádio, Internet e Impresso, tanto na modalidade Nacional, quanto na Regional. São elegíveis reportagens que tenham sido publicadas/veiculadas pela primeira vez entre 11 de junho de 2016 e 10 de junho de 2017. As inscrições poderão ser efetuadas até o dia 12 de junho de 2017. Cada concorrente poderá inscrever até 5 (cinco) reportagens.

Desde sua criação, o Prêmio Estácio de Jornalismo vem demonstrando um crescimento expressivo na quantidade de reportagens inscritas e na qualidade dos conteúdos produzidos pelos jornalistas. Até o momento, o prêmio registrou a participação de mais de 1.000 jornalistas e profissionais de imprensa, que inscreveram um total de mais de 1.400 reportagens veiculadas em 25 estados e no Distrito Federal. Foram mais de 100 premiados, entre concorrentes individuais e equipes, desde 2011.

Inscrições e Premiação
Para facilitar o processo de cadastro das reportagens, o prêmio conta com uma plataforma online de inscrição. O acesso poderá ser feito pelo site www.premioestaciodejornalismo.com.br . É possível fazer o upload de matérias via plataforma, ou seja, sem necessidade de ter que enviar o material por serviço postal. Na edição 2016, 100% das reportagens foram encaminhadas por meio da plataforma de inscrição online, mostrando que além de prático, o processo é seguro e rápido. Mas aqueles que optarem por enviar suas reportagens pelo correio poderão fazê-lo da mesma forma. Os dois formatos de envio serão aceitos.

O Prêmio Estácio de Jornalismo irá atribuir à melhor reportagem produzida no ano sobre o ensino superior um prêmio principal. Todos os trabalhos finalistas, independentemente da categoria em que estiverem inseridos, concorrerão ao prêmio máximo, o “Grande Prêmio Estácio de Jornalismo 2017”.

Os R$ 125 mil, distribuídos entre os nove vencedores, serão divididos entre duas modalidades: Nacional e Regional, e estas divididas nas categorias Impresso (Jornal e Revista), Televisão, Rádio e Internet. Na modalidade Nacional, o prêmio para cada vencedor será no valor bruto de R$ 15 mil. Na modalidade Regional, o prêmio para cada vencedor será no valor bruto de R$ 10 mil. O vencedor do prêmio principal, o Grande Prêmio Estácio de Jornalismo 2017, receberá a quantia bruta de R$ 25 mil. Todos receberão certificado e troféu alusivos à premiação.

Resultados
Os finalistas terão seus nomes divulgados em agosto e o anúncio dos vencedores será feito durante solenidade, em lugar e data a serem divulgados oportunamente.

Serviço
Prêmio Estácio de Jornalismo
inscrições até o dia 12 de junho
www.premioestaciodejornalismo.com.br
 
Boa Notícia

Jornalismo cultural será tema da VIII Semana de Jornalismo da UFC

VIII Semana de Jornalismo abordará variados aspectos relacionados ao jornalismo cultural. O evento resulta de parceria com a coordenação do curso de jornalismo e sua programação é gratuita e aberta ao público

O Programa de Educação Tutorial da Comunicação (PETCom) da Universidade Federal do Ceará realiza, de terça (16) a quinta-feira (18), a VIII Semana de Jornalismo, que abordará variados aspectos relacionados ao Jornalismo Cultural. O evento resulta de parceria com a Coordenação do Curso de Jornalismo e sua programação é gratuita e aberta ao público.

Buscando a promoção de um intercâmbio de experiências entre profissionais do mercado, pesquisadores e estudantes, os debates da Semana de Jornalismo são pautados por questões pertinentes à prática jornalística e a análises da profissão. O tema "Jornalismo cultural" será visto sob aspectos diversos, como a relação do jornalismo com os artistas, as políticas públicas culturais e a assessoria de comunicação para eventos culturais.

Entre os palestrantes convidados, confirmaram presença os jornalistas Ronaldo Salgado, professor recém-aposentado do Curso de Jornalismo da UFC, e Magela Lima, ex-Secretário de Cultura de Fortaleza. Confira abaixo a programação completa, que se dará na área 2 do Centro de Humanidades (Av. da Universidade, 2762, Benfica):

Programação
Dia 16 (terça-feira)
16h às 18h – Oficina de Resenha com Ronaldo Salgado. Local: sala de audiovisual do Curso de História (1º andar)
18h às 20h – Mesa "O que é o Jornalismo Cultural hoje?", com Dellano Rios, Henrique Araújo e Henrique Rocha. Local: Auditório Rachel de Queiroz

Dia 17 (quarta-feira)
15h às 17h – Oficina de Assessoria e Produção Cultural, com Bebel Medal e Maíra Suspiro. Local: sala de audiovisual B (2º andar)
17h30min às 19h30min – Mesa "Do outro lado do balcão", com Ari Areia, Felipe Araújo e Mona Gadelha. Local: auditório da Pós-Graduação em História (1º andar)

Dia 18 (quinta-feira)
16h às 18h – Mesa "Modelos alternativos de Jornalismo Cultural", com Clara Dourado e Gabriela Dourado, do blog Desenroladas e site Cinema com Rapadura. Local: auditório do Curso de História (prédio do CAEN)
18h às 20h – Masterclass "Políticas públicas culturais", com Magela Lima. Local: auditório do Curso de História (prédio do CAEN).

Mais informações estão na página do evento no Facebook (https://goo.gl/jNsKtF)
Serviço
Local: Centro de Humanidades (Av. da Universidade, 2762, Benfica
Com informações da organização do evento

Boa Noticia