Soneto Nosso sim, de glória ao Pai, o onipotente! No Filho, dedicação no tempo presente. Do Espírito, desceram os dons, o amor. Fascinante ânimo, nos três, do condutor. Mistério sublime, a ação pelas suas mãos! Mergulhar no constante horizonte: queria! Um pensar consequente: única condição. Da aurora ao ocaso, tem-se o “meio-dia”! Saudação com convicção: adeus às trevas. Dom da vida: na noite, antever, agradecer! Deus chegou, o fruto veio da nova Eva! O calor do Sol, sem poente, belo alvorecer. Maria, no magnificat: implacável “faça-se”! Deus, em tudo, em todos: a graça da taça! Pe. Geovane Saraiva
Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza