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12 de março de 2019

Maria Thereza Goulart, ex-primeira-dama que foi exilada, ganha biografia

Editora Record lança nos próximos dias 'Uma Mulher Vestida de Silêncio', de Wagner William, livro que revê a trajetória da esposa do ex-presidente João Goulart

Ubiratan Brasil, O Estado de S. Paulo

Na primeira metade da década de 1960, a gaúcha Maria Thereza Fontella Goulart era apontada como uma das mulheres mais bonitas não apenas do Brasil, mas do mundo. Esposa do presidente João Goulart (1918-1976), o Jango, que governou o Brasil entre 1961, depois da renúncia de Jânio Quadros, até 1964, quando foi deposto pelo golpe militar, ela estampou as capas das principais revistas nacionais e estrangeiras – a Time a incluiu entre as mais belas primeiras-damas do mundo, ao lado da princesa Grace Kelly, de Mônaco, e de Jacqueline Kennedy, dos Estados Unidos. Apesar de tamanho assédio, Maria Thereza sempre preferiu a discrição, o que explica em parte o título de Uma Mulher Vestida de Silêncio, biografia assinada por Wagner William, que a editora Record lança nos próximos dias.
O título resume com precisão a trajetória de Maria Thereza, ainda hoje uma senhora de infinita elegância: se foi famosa pelos belos vestidos (grande parte desenhada especialmente para ela por Dener, um dos mais famosos estilistas brasileiros, que também se aproveitou da projeção), ela também preservou sua intimidade. Um feito para quem viveu sobressaltos em tenra idade: aos 14 anos, conheceu casualmente o homem com quem se casaria dois anos depois; aos 26, tornou-se primeira-dama e, antes de completar 29, foi obrigada a se exilar no Uruguai com o marido e dois filhos, Denize e João Vicente.
Maria Thereza e Jango no comício da Central do Brasil, em 13 de março de 64
Maria Thereza e Jango no comício da Central do Brasil, em 13 de março de 64 Foto: Reprodução Wilton Junior/Estadão
Tais idades, aliás, podem variar, pois não foi possível para o pesquisador precisar o ano de seu nascimento, uma vez que o registro foi feito tardiamente. “Por isso, fiquei, por depoimentos, entre 1936 e 37”, explica William. O certo é que Maria Thereza sempre lutou para manter a memória de Jango, especialmente negando notícias que perseguiram sua figura, como o fato de ser comunista por tentar fazer reformas política, administrativa, eleitoral, agrária e universitária quando presidente.
Um dos grandes trunfos da biografia é apresentar em detalhes a vida de uma mulher que foi educada, pela escola e pela família, para uma rotina pacata, sem sobressaltos. Uma menina, na descrição de Wagner William, que não fazia força para agradar, era amiga da solidão, não sorria à toa, que sabia ser linda e que enfrentava qualquer discussão. Sobre seu trabalho, que consumiu 12 anos de pesquisas e entrevistas, William respondeu às seguintes questões.
O comício de 13 de março de 1964, no Rio, foi certamente um dos eventos mais tensos já vividos por Maria Thereza – havia, por exemplo, ameaça de atentado. Mas também foi o dia em que ela mostrou mais fibra, ao vencer o medo de multidões e o risco de atentado para seguir o marido.
Sim, foi um dos dias em que ela se desafiou e enfrentou seus medos interiores, muito mais pelo marido (temia que algo pudesse lhe acontecer) do que por ela. Porém, foi “apenas” um dia tenso. Ficou longe de ser uma lembrança ruim, pelo contrário. Nos dias seguintes ao comício, sentia-se muito feliz com a repercussão da sua presença (uma mulher) no palanque. Um tabu que se quebrava no Brasil. Porém, nem de longe imaginava que a foto dela ao lado de Jango no palanque se tornasse emblema de uma época.
Traumática também foi a madrugada de 31 de março para 1º de abril de 64, quando ela, em Brasília, tinha poucas notícias do que acontecia no Rio.
Esse sim foi um momento traumático. Ela recebia poucas notícias de Jango, o que aumentava a sua aflição porque recebera dele uma firme orientação de só fazer o que ele – ou outras pessoas de confiança – mandassem. Assim, a espera aumentava sua angústia. Temia pela vida de Jango. Esse é um fato que deve ser contextualizado. Não se deve olhar apenas para trás. Nem ela, nem ninguém, saberia qual seria a melhor atitude a ser tomada, e as horas de espera confirmam essa indefinição. Ela demorou para fazer a mala (como se essa não aceitação pudesse evitar o pior) e levou apenas uma mala para passar 12 anos. De toda a série de mais de 20 entrevistas com ela, essa passagem é a única em que ela apresenta dificuldade de relembrar.
Dener foi uma das poucas pessoas (se não a única) a ligar para Maria Thereza quando ela se preparava para deixar Brasília apressadamente naquele início de abril. Ao longo dos anos, ele foi mais do que o estilista particular dela, não?
Dener foi o único a ligar, mas não se pode esquecer dos outros verdadeiros amigos que estavam na Granja do Torto e que não a abandonaram. Como apontado no livro, Dener foi muito mais do que seu estilista. Se fosse hoje, ele “acumularia as funções” de personal stylist, marqueteiro, faria o gerenciamento de sua imagem, e quantas funções mais as “novas tendências do mercado” pudessem criar. O importante, indiscutivelmente, foi que, antes de Dener, Maria Thereza era apenas a jovem esposa de um político. Depois que a dupla se formou, ela se tornaria uma das mais famosas mulheres do mundo. Uma primeira-dama que seria capa de várias revistas internacionais. Isso tudo, com a decisiva participação dele, que, além do próprio talento e de uma pulsante criatividade, também soube impulsionar a própria carreira (que já estava consolidada no Brasil) na esteira do sucesso que Maria Thereza fazia.
Quando Maria Thereza teve, de fato, o sentimento de perigo no momento do golpe? Quando já estava em São Borja, onde foi ameaçada de ser presa?
Durante os dias do golpe, nem ela, nem ninguém, tinha noção do que poderia acontecer. Foi nos seus primeiros meses de exílio que começou a sentir essa rejeição, o que não a incomodava tanto. Mas ficava irritada ao perceber como esse isolamento forçado abatia Jango. Ela (reflexo da infância e adolescência vividas em cinco casas diferentes) poderia se adaptar facilmente: foram expulsos do Brasil? O Brasil não os quis? Não haveria problema, viveriam no Uruguai, país que os acolheu muito bem. Se dependesse só dela, a vida da família, a escola dos filhos, os amigos, as conversas, os negócios do marido, tudo giraria em torno do novo país. Mas Jango, que não aceitava e nunca aceitaria a distância do Brasil, alimentava em sofrimento a esperança de retorno, continuava fazendo política, incentivava novos e velhos amigos a continuar fazendo política, como se pudesse estar de volta no mês seguinte. Neste momento, o exílio (a “invenção do demônio”, expressão criado por Jango) começa a dividir o casal. Maria Thereza vivia a vida real, do Uruguai. Jango sonhava com a volta para um país que deixava de existir.
Maria Thereza, assim como Jango, tinha a solidão como um traço de personalidade. Isso também os uniu?
Boa pergunta. Eram “solidões” diferentes. O que os uniu muito no namoro foi que Jango encontrou em Maria Thereza uma irreverência, o mesmo gosto por aventura (a competição arriscada de tiro que o diga...). A solidão de Maria Thereza surge a partir das decepções e das descobertas das traições – por interesse ou por dinheiro – que o casal sofreria após o golpe. Muitos que se diziam amigos fiéis não demoraram para abandoná-los. Ao longo do exílio, ela vai se tornar uma pessoa eternamente desconfiada, o que se agravaria com as informações sobre espionagem que recebiam de amigos próximos (os funcionários de Jango seriam aqueles que mais sofreriam com seu questionamento, eram raros os empregados que contavam com sua confiança). Já a solidão de Jango era mais um traço de personalidade tão comum ao gaúcho da fronteira.
Ao longo dos anos, só se conhecia a beleza de Maria Thereza. Em seu livro, descobre-se que ela tinha agorafobia, amava bichos, conversava com espíritos quando criança, não gostava de brincos. Qual perfil você traçaria dela?
Uma filha de fazendeiros da fronteira gaúcha que, em menos de 30 anos, “trocou de casa e de família” mais de cinco vezes; conviveu, desde pequena, com o poder na sala ao lado; casou com um homem importante; tornou-se uma das mulheres mais famosas do mundo; chegou onde jamais sonhara; sofreu golpes e Golpes; reconstruiu com sucesso sua vida e a de sua família várias vezes; acostumou-se a ser atacada e a perder sentimentalmente tudo que construíra e, com isso, fechou-se em silêncio.
O comunismo sempre foi um assunto incômodo ao casal. Foi algo, por fim, resolvido ou perturbou até a morte de Jango?
Esse tema nunca incomodou o casal. Quando questionado por Maria Thereza sobre comunismo, ou por Juscelino, Lacerda, Kennedy, militares, a resposta de Jango não variava muito. “Esse acordo precisa OU não precisa ser feito para o bem do governo.” Ele era um político. Maria Thereza sabia que Jango não chegava nem perto de ser comunista. A antológica pergunta que ela faz a Darcy Ribeiro durante o comício escancara isso – além disso, o único candidato que conheço que se negou a receber apoio político de comunistas foi o marechal Lott.
Maria Thereza continua uma mulher em silêncio, mas há algum assunto que ainda hoje a incomoda?
Acho que não existe tema que a incomode. O que a tira do sério é o erro (especialmente quando proposital). Vamos ficar em apenas algumas passagens: 1. durante a exibição da novela Mulheres Apaixonadas, a revista Época, em uma reportagem sobre mulheres que amam demais, citou “de passagem”, sem ouvi-la, que ela havia se tornada alcoólatra – ela não gosta de álcool, bebe apenas por padrão social em eventos. 2. tornou-se suspeita, durante uma investigação da Câmara Federal sobre a morte de Jango, de ter envenenado o marido injetando gás sarin em seu copo d’água (seria cômico...). A suspeita foi repercutida por vários jornais. Um professor de Química bastaria para explicar aos deputados que isso seria impossível. Assim, acredito que o silêncio não foi uma opção ou seja reflexo de um traço de personalidade. Como ainda encontrar paciência para falar ou responder às mesma perguntas de sempre? Por isso é muito difícil que ela aceite dar entrevista. Ela prefere continuar “em silêncio”. 
Capa do livro
Capa do livro 'Uma Mulher Vestida de Silêncio', de Wagner William Foto: Record
UMA MULHER VESTIDA DE SILÊNCIO
Autor: Wagner William
Editora: Record (644 págs., R$ 74,90)
CULTURA/ESTADÃO

O livro censurado mais influente da história

Maria Fernanda Rodrigues
Para leitores britânicos, A Origem das Espécies, de Charles Darwin, é o livro censuradomais influente da história. Eles participaram de uma enquete promovida durante a Academic Book Week, realizada na semana passada em diversas universidades britânicas, e puderam escolher entre 20 livros selecionados por livreiros especializados.
livro censurado
Primeiras anotações de Charles Darwin sobre sua teaoria (Foto: Jose Manuel Ribeiro/Reuters)
Publicada em 1859 e fruto de muitos anos de trabalho, a obra de Charles Darwin causou polêmica desde o primeiro dia – e foi banida no mesmo ano pela biblioteca do Trinity College, em Cambridge, onde Darwin estudou. Anos depois, o ensino da teoria da evolução foi proibido no Tennessee – e continuou assim até 1967. Em 1935, A Origem das Espécies foi banido da Iuguslávia e em 1937, da Grécia.
A Origem das Espécies também é considerado um dos 10 livros que mudaram o mundo.
livro censurado
‘A Origem das Espécies’ foi publicada em 1859
O Sol Nasce Para Todos, de Harper Lee, e 1984, de George Orwell foram considerados vice-compeões. Na lista dos 20 livros censurados mais influentes da história, estavam, ainda, obras de autores como Toni MorrisonMaya AngelouFranz Kafka e James Joyce.
cultura/Estadão

Primavera Literária de 2019 lança discussões sobre o Brasil e o futuro da literatura

“Qual Brasil? Qual Literatura?”: este foi o lema escolhido para a 6ª edição do Printemps Littéraire, (Primavera Literária, em português), lançada oficialmente nesta segunda-feira (11) na Fundação Calouste Gulbenkian, em Paris.

Primavera Literária de 2019 lança discussões sobre o Brasil e o futuro da literatura
Leonardo Tonus é escritor e professor de literatura brasileira na Sorbonne Université (Paris) Arquivo Pessoal
A escolha por essas indagações refletem a preocupação de Leonardo Tonus, professor de Literatura brasileira na Universidade Sorbonne e fundador do evento, sobre os rumos da literatura e da liberdade de expressão em um país que adotou uma nova orientação política.
“Diante da situação que o Brasil atravessa atualmente, não só sob o ponto de vista político, mas também social e econômico, me pareceu necessário fazer uma reflexão sobre os caminhos a se trilhar na cultura e especificamente na literatura”, justifica.
Tonus vê um impasse no atual cenário brasileiro em relação à criação, produção e divulgação. A transformação do Ministério da Cultura em Secretaria, os questionamentos em torno da Lei Rouanet e a diminuição dos subsídios para instituições como a  Petrobras Cultural são citados por Tonus como exemplos de transformações que precisam ser debatidos profundamente durante o evento, que tem início em março e se estende até junho. “O campo literário se encontra em um impasse, e acho que ele terá que se reinventar nos próximos anos”, opina.   
A Primavera Literária surgiu em 2014 dentro da Universidade Sorbonne, em Paris, no âmbito do curso de literatura brasileira. Desde o início, lembra Tonus, o objetivo foi levar o evento e os autores que dele participam a outras instituições onde o português é lecionado.
Inicialmente expandida para os países limítrofes da França, a Primavera Literária aos poucos ganhou novas fronteiras e atravessou o Oceano Atlântico devido ao interesse manifestado principalmente pelo circuito acadêmico, seja para valorizar os departamentos ligados à língua portuguesa ou criar nova dinâmica para o ensino da literatura. Nesta edição, dois novos países acolhem o evento: Suíça e Canadá.
Estrangeiros e fake news na programação
Outra novidade de 2019 é a abertura para escritores estrangeiros que têm uma proximidade e algum tipo de vínculo com o idioma português. No ano passado,  o evento recebeu escritores portugueses por meio de uma parceira com o Instituto Camões, mas, desta vez, a expansão foi ainda mais ampla, atraindo para dentro da Primavera Literária autores que têm alguma ligação cultural e de escrita com o Brasil.
Nessa perspectiva, integram a programação nomes como a escritora italiana de origem somaliana Igiaba Scego, que publicou um romance sobre Caetano Veloso, e a franco-italiana Mia Lecomte, que faz um trabalho de literatura migrante, com autores brasileiros que escrevem em italiano.
“É interessante fazer esses diálogos transversais e o olhar externo tem muito a contribuir sobre a percepção do Brasil contemporâneo”, explica.
Durante os quatro meses de encontros em espaços universitários e até estabelecimentos de ensino secundário, mais de 50 escritores vão apresentar suas obras, participar de ateliês de escritura, trocas de experiências e emitir opiniões sobre temas diversos em palestras que trarão temas variados, da produção até o impacto das fake news na arte literária, com a presença de escritores e jornalistas.
“O impacto é generalizado. A produção de fake news está vinculada à capacidade da reflexão do sujeito e também ao cerceamento da liberdade de expressão. Se não há liberdade de expressão no jornalismo, será que vamos passar por esse mesmo processo na criação literária? Será que livros serão censurados ou proibidos pela instituição governamental ou pela sociedade civil? É uma questão a ser debatida”, defende Tonus.
Confira a íntegra da entrevista no vídeo abaixo.



Fonte: http://br.rfi.fr

Dupla de fortalezense desenvolve coreografias com Libras

Por  

A primeira reportagem da série olha para o trajeto da dupla fortalezense que desenvolve coreografias com Libras. "Paisagens Sonoras" estreia nesta quarta (12), e será publicada mensalmente no Verso

Filme argentino "As Filhas do Fogo" tem pré-estreia nesta terça em Fortaleza, seguida de debate

O longa-metragem argentino As Filhas do Fogo terá uma pré-estreia especial nesta terça-feira, dia 12, no Cinema do Dragão. A sessão será seguida de debate com a atriz argentina Mijal Kaco. A sinopse do filme conta: "insatisfeitas com suas próprias vidas, três mulheres independentes de meia-idade se encontram por acaso, bem longes de suas casas, e começam a se relacionar de maneira poliamorosa". É assim que inicia a narrativa do filme. Quando: hoje, às 19h30min. Quanto: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).

Mundo do Slime

Uma dica de programação para as crianças é o Mundo do Slime, evento que ocorre no shopping Parangaba de segunda a sábado, das 10h às 22 horas, e aos domingos, das 13h às 21 horas. Os pequenos poderão aprender sobre o processo de produção, personalizar sua massinha com brilhos e a cor de preferência. O valor da entrada é de R$ 25 (para 30 minutos), incluindo oficina, kit de materiais para produção do slime e acompanhamento dos instrutores.

Festival de Paella

Um dos pratos mais famosos na culinária espanhola, a paella é destaque em festival que leva seu nome. O evento gastronômico ocorre na sexta-feira, 15, no Zoi Restaurante, localizado no Colosso Fortaleza. Quando: sexta, dia 15, a partir de R$ 20. Quanto: R$ 94 (por pessoa). Reserva: (85) 98160 0088.
Garota Dinamarquesa
Garota Dinamarquesa

Cinema gratuito

Seguindo com a Mostra Mulheres no Cinema, em cartaz no Cineteatro São Luiz, a tela grande do equipamento recebe hoje as sessões de Garota Dinamarquesa (16 horas) e Divinas Divas (19 horas). Amanhã, os filmes exibidos serão As Sufragistas (13h30mmin), Mãe! (16 horas) e O Processo (19 horas). O acesso é gratuito. 
Onde: rua Major Facundo, 500 - Centro.
A cantora Marília Lima fará um tributo a Jimi Hendrix
A cantora Marília Lima fará um tributo a Jimi Hendrix

CCBNB

O projeto Cardápio Musical recebe um show de Marília Lima nesta quarta-feira, 13, chamado O Blues da semana - Tributo a Hendrix (foto) e Stevie Ray Vaughan. A apresentação acontece ao meio-dia, horário em que dá para escapar do dia a dia e aproveitar um pouco de música no Centro de Fortaleza. Marília Lima é, hoje, umas das referências femininas no blues em Fortaleza. Outra dica de agenda no CCBNB é o filme Que Horas Ela Volta, que será exibido também amanhã, às 16 horas. O acesso às duas programações é gratuito.

Bordado

A técnica sashiko de bordado é destaque de hoje em aula conduzida pela bordadeira Virgínia Fukuda na Sem Título Galeria. A técnica simples, com efeito terapêutico, tem pontos e espaços em branco que criam padrões estéticos surpreendentes. Quem quiser se inscrever para participar, deve enviar mensagem para o WhatsApp (85) 98886 6706. O valor desembolsado será R$ 60. Quando: hoje, de 14h às 17 horas. Onde: rua João Carvalho, 66 - Aldeota.

O Povo