25 de agosto de 2016

Pai adapta bicicleta para filho com paralisia cerebral sentir o prazer de pedalar

Gabriel Couto Rocha, o Biel, como é mais conhecido, tem paralisia cerebral e por isso tem algumas limitações motoras. Mas nada que o impeça de fazer aquilo que mais ama: andar de bicicleta.
Tudo graças ao pai, Rodrigo Silva Rocha, um eletricista que também é ciclista. Rodrigo projetou um modelo de bike, muito parecido com os tradicionais triciclos, em que ele puxa o filho, proporcionando-lhe o prazer de pedalar.
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A inspiração veio de um modelo que ele encontrou na internet após pesquisar muito. Rodrigo adaptou o modelo para as condições locais, devido ao excesso de quebra molas, irregularidades de piso, etc. “Foi tudo desenhado e projetado entre eu e amigos que foram solidários ao caso”, conta o pai em entrevista para o site vá de bike.
Em 2013, eles participaram juntos de uma corrida em Barra da Piraí, no Rio de Janeiro, cidade onde vivem. “Levar ele para a bike surgiu depois que decidi que maratona era simples, que tínhamos que ir mais longe, novas adrenalinas, novos desafios.”
biel-maratona
Pai e filho também correram a Maratona do Rio. “Acreditei em meu potencial e na força que Biel me transmite durante as corridas. Realmente, sua presença e olhares são muito fortes”. Foi daí que surgiu a frase deles e da tatto de Rodrigo: “Eu o empurro, mas é ele quem me leva”.
Rodrigo conta que Biel está amando a bike. “Diariamente, ele fica apontando para onde a bicicleta fica guardada e a minha esposa tem que levar ele para ver que ela está lá, com a promessa de andarmos no final de semana.”
Quem quiser acompanhar mais de perto as aventuras de Biel nos pedais é só seguir sua página no Facebook e o seu perfil no Instagram.

CINEMA: A TRAGETÓRIA DE UM APAIXONADO

Aos 80 anos, Woody Allen segue como um dos diretores mais ativos de Hollywood. Seu novo longa, Café Society, chega hoje aos cinemas

Cafe Society é o 47º filme de Woody Allen. Trama se passa na glamourosa hollywood dos anos 1930 e traz no elenco Kristen Stewart (a Bella de A Saga Crepúsculo) e Jesse Eisenberg (o novo Lex Luthor)
As diferentes manifestações do amor transbordam das histórias de Woody Allen. Mesmo que comumente trabalhe o relacionamento de homens e mulheres, as paixões pelo cinema, literatura, pelas décadas passadas e por Nova York já foram abordadas nos seus mais de 40 filmes. Em 2016, o diretor completa 80 anos de vida (em 1º de dezembro) e 50 anos de carreira, iniciada com O Que Há, Tigresa?, seu primeiro longa-metragem.
Sem nunca ter tido uma grande pausa entre suas produções, seu novo filme chega hoje às salas brasileiras. Mais uma vez explorando as facetas do amor, Café Society mostra Bobby (Jesse Eisenberg), um jovem que na Los Angeles dos anos 1930, época dos grandes estúdios de Hollywood, chega em busca de se tornar bem sucedido na indústria do cinema. No processo, conhece e se apaixona por Vonnie (Kristen Stewart), auxiliar e amante de seu tio, interpretado por Steve Carrell, um executivo importante do ramo. O filme abriu o Festival de Cannes de 2016, onde recebeu críticas mistas.

Dentre outros maneirismos do diretor e roteirista, a inserção de sua persona nos filmes não deixa de marcar presença no novo filme. Se em outras produções, como Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e Zelig, o próprio Allen interpretava o judeu estranho e cheio de referências culturais que é, em seus trabalhos mais recentes vem colocando atores mais jovens para assumirem esse papel, como Owen Wilson em Meia-Noite em Paris e o próprio Jesse Eisenberg.

Apesar da busca em retratar o amor em suas obras, Allen jamais deixa de mostrar a imperfeição dos relacionamentos. E isso não será diferente em Café Society.

Ainda para 2016, o diretor lançará a série Crisis in Six Scenes, pela Amazon. O elenco conta com o próprio Allen e Miley Cyrus. Com seis episódios, a estreia está marcada para 30 de setembro.

Polêmica
A carreira de sucessos, no entanto, não impediu que a vida pessoal de Allen fosse marcada por polêmicas. Em 1992, após se separar de sua então companheira, Mia Farrow (protagonista de O Bebê de Rosemary), o novaiorquino se casou com a filha adotiva de Mia, Soon-Yi, de 19 anos. No mesmo ano, ele foi acusado de abusar sexualmente da própria filha, Dylan Farrow, de 7 anos. Uma investigação seguiu por meses e Allen foi inocentado por falta de evidências de um real abuso. Em 2014, o tema voltou à tona, após Dylan publicar uma carta falando sobre o período em que foi abusada. Allen não foi acusado formalmente.
O Povo

Cordel e repente ganham espaço na Bienal do Livro de SP

Klévisson Viana é vencedor do Prêmio Jabuti e estará no Espaço Cordel e Repente, na Bienal de SP






Até 4 de setembro, quem passar pela Bienal Internacional do Livro de São Paulo, maior evento do gênero no País, poderá conferir o Espaço Cordel e Repente. O estante, que terá programação diversificada e plural, é viabilizado através da Câmara Cearense do Livro. Serão feitas declamações, cantoria, shows, oficinas, rodas de conversa, palestras, painéis e exposições. O espaço será totalmente ambientado com a estética nordestina - explica a escritora Arlene Holanda, integrante da produção.
Entre as editoras cearenses convidadas a expor publicações no espaço estão Edições Demócrito Rocha, Armazém da Cultura, Conhecimento, Imeph e Littere. Também será reservado espaço para editoras especializadas em literatura de cordel.

O estande vai ter a presença de alguns dos maiores nomes do cordel na atualidade. O cearense Klévisson Viana, ganhador do Prêmio Jabuti em 2015, é uma das atrações. Haverá participação de Antonio Francisco, Arievaldo Viana, Crispiniano Neto, Marco Haurélio, Rouxinol do Rinaré, Moreira de Acopiara, Costa Senna e Gonçalo Ferreira.

Arlene explica que o conjunto de atrações vai oferecer um panorama sobre a produção de cordel e repente ao público que acompanhar os dez dias de evento. Todas as atividades do estante são gratuitas. O público também poderá adquirir cordéis, xilogravuras e CDs com os próprios artistas.

Dentro da programação também serão ofertadas as oficinas Como se faz cordel, Como se faz repente e Como se faz xilogravura - que visam incentivar as novas produções. Entre as apresentações artísticas destaque para Paulo Araújo, autor da canção I-margem, da trilha sonora da novela global Velho Chico. A 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontece de amanhã, 26, até o domingo.

SERVIÇO
24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Quando: de 26 de Agosto a 4 de setembro
Outras informações: bienaldolivrosp.com.br
O Povo

Mural Etnias, de Kobra, entra para o Guinness

Mural de quase 3 mil metros quadrados representa as etnias dos cinco continentes.


Mural Etnias do grafiteiro brasileiro Eduardo Kobra.

Mural Etnias do grafiteiro brasileiro Eduardo Kobra.
O mural Etnias do artista Eduardo Kobra, pintado no Boulevard Olímpico, na Orla Conde, área portuária do Rio, recebeu o certificado do Guinness World Record, o Livro dos Recordes, como o maior grafite do mundo. O trabalho, que tem a extensão de 3 mil metros quadrados representa a união entre os povos dos cinco continentes estampada em rostos dos povos Huli da Nova Guiné, Mursi da Etiópia, Kayin da Tailândia, Supi da Europa e os Tapajós das Américas, em uma ligação com os cinco arcos olímpicos.

O artista disse que, antes do certificado chegar, o mural já tinha se tornado uma superação própria, por ter feito um trabalho nestas dimensões. Anteriormente, o maior era um painel de 2 mil metros que grafitou em Macaé, no norte fluminense. Kobra disse que não pintou o Etnias com a intenção de alcançar o título de maior do mundo. "Eu realmente não tinha pensado nisso. Sabia da dificuldade do mural, da proporção do mural e de tudo que significaria conseguir realizar um trabalho com estas proporções. Foi algo de superação para mim", disse.

Mensagens nas redes sociais

Para o grafiteiro, as diversas mensagens nas redes sociais que apontavam o trabalho como um recorde formaram uma mobilização que o levou ao título. "Começaram a marcar o Guinness Book em várias mensagens do Instagram, inclusive, acho que acabou mobilizando e o mural, para minha surpresa, entrou oficialmente no Guinness Book como o maior do mundo. Fiquei muito surpreso com isso e muito honrado. Para mim foi uma dupla honra, poder realizar um mural no Rio de Janeiro e durante a Olimpíada e ainda o mural agora entrar no livro dos recordes", disse.

Além do tamanho, o mural bateu outro recorde que não foi incluído no certificado: o número de fotos feitas pelo público que foi ao Boulevard. O mural se tornou uma das maiores atrações do Boulevard durante os Jogos Olímpicos Rio 2016. "A gente deveria ter dito isso para eles. Eu já fiz um mural em Nova York, aquele do beijo que ficou entre os dez pontos mais fotografados de Nova York, mas o número de selfies tiradas nesse muro das Etnias e o tanto de pessoas que me marcaram nas redes sociais foi uma coisa inacreditável, inclusive do mundo todo".

Arte democrática

Kobra disse que ficou impressionado com a quantidade de gente que foi ao local para ver e tirar foto do mural. Ele notou ainda um comportamento diferente das pessoas em relação à arte de rua e à arte em geral. "As pessoas compreenderam muito bem a mensagem de paz e de união dos povos que eu quis passar através do muro".

O artista disse que, até a conclusão, a pintura consumiu meses de trabalho dele e de mais dez pessoas. "A gente teve que preparar o muro, a gente pintou o muro, tapou buracos, então, teve uma organização logística. Teve muitas cores para preencher. Contei com o apoio de algumas pessoas para colaborar e a gente conseguir preparar todo esse painel", disse. "Fiz mais de dez desenhos experimentais para chegar nesse resultado. Levei três meses para chegar ao resultado do desenho, depois levei mais um mês preparando o muro e mais um mês pintando".

Nesse período além dos dias de chuva, precisou enfrentar o sol forte. "Além do calor intenso, ele [o sol] deixava todo esbranquiçado e a gente não conseguia ver muito bem as cores, e o muro também era rústico. Eu saía do hotel 6h30 da manhã e saía do muro 7h30 da noite. Deu 12 horas por dia de trabalho. Parava por meia hora só para comer e voltava para o muro e trabalhava direto".

Além de ficar satisfeito com o reconhecimento do Livro dos Recordes, Kobra destacou que o trabalho abriu caminho para outros artistas que foram convidados pela prefeitura do Rio para pintarem outros muros e paredões de prédios mal-conservados na região portuária, mudando o visual da área.

"Eu vi a intenção da prefeitura de ocupar vários prédios da região, transformando a área ali em uma galeria de arte a céu aberto. Achei isso super-importante porque faz a opção de uma coisa bem democrática na arte. Estilos diferentes, linguagens diferentes. Acho que para o público é bem interessante. Esse muro fica como legado para a cidade", disse.

Agência Brasil

Astronauta americano quebra recorde de dias acumulados no espaço

O astronauta americano Jeff Williams, no dia 24 de agosto de 2016
O astronauta americano Jeff Williams, no dia 24 de agosto de 2016
O astronauta americano Jeff Williams, de 58 anos, quebrou na quarta-feira (24) o recorde de dias acumulados no espaço, que pertencia ao seu colega aposentado da Nasa Scott Kelly, disse a agência espacial dos Estados Unidos.
Em 24 de agosto, Williams ultrapassou os 520 dias de Kelly no espaço.
Quando o astronauta retornar à Terra, em 6 de setembro, terá computados 534 dias no espaço ao longo de sua carreira, mais do que qualquer astronauta americano.
O russo Gennady Padalka ainda detém o recorde mundial de dias acumulados no espaço, com 879.
Williams foi enviado ao espaço pela primeira vez em 2000, a bordo do ônibus espacial Atlantis.
Ele regressou à Estação Espacial Internacional em 2006, quando esta era muito menor, com apenas dois módulos e três membros da tripulação. Hoje, é composta por seis astronautas e cosmonautas e tem o tamanho de um campo de futebol.
"Em 2009 e 2010, ele atuou como engenheiro de voo na Expedição 21 e comandou a Expedição 22, quando o módulo Tranquility e a cúpula foram adicionados à estação", disse a Nasa.
Na sua missão atual, Williams está usando a sua experiência com passeios espaciais.
O astronauta saiu para a quarta caminhada espacial da sua carreira em 19 de agosto para ajudar a instalar uma vaga de estacionamento para os futuros táxis espaciais, junto com a engenheira de voo da Nasa Kate Rubins.
Ambos farão mais uma caminhada espacial juntos em 1 de setembro para mover uma peça de equipamento no exterior da Estação Espacial Internacional, que orbita a Terra.
Williams nasceu no estado de Wisconsin, é casado e tem dois filhos adultos e três netos, de acordo com o seu perfil na Nasa.

AFP

23 filmes de todo o mundo sobre Madre Teresa em festival prévio à canonização

(ACI).- De 26 a 29 de Cinema Internacional Madre Teresa (MTIFF), o qual contará com 23 filmes estrangeiros e nacionais em homenagem à Beata Madre Teresa de Calcutá, que será canonizada no próximo dia 4 de setembro no Vaticano.
agosto, será realizado na Índia o Festival de
O festival acontecerá em Calcutá, concretamente em Nandam, centro cultural dirigido pelo governo, e será inaugurado com um documentário americano intitulado “Madre Teresa”.
Segundo o diretor do festival, Sunil Lucas, será apresentado “o melhor e maior repertório de filmes e documentários realizados” sobre a vida da Beata e Prêmio Nobel da Paz de 1979. “O objetivo é difundir a mensagem da Madre Teresa ao mundo. Queremos divulgar e sensibilizar as pessoas”, disse Lucas a Press Trust of India.
Para o festival, os organizadores apresentarão 23 filmes dos quais dois serão estreias mundiais. Entre eles, haverá 7 filmes provenientes da Índia e os demais serão dos Estados Unidos, França, Reino Unido, Espanha, Itália, Canadá e Japão.
Os dois filmes que estrearam mundialmente são: “Amar até doer” (Love till it hurts) das Irmãs Paulinas e “Memórias da Madre” (Memories of Mother) de um autor que vive em Londres.
A maioria dos filmes do festival são documentários. Entre eles se destacam “Convertendo-se em uma Santa” (Making of a Saint) e “Em nome dos pobres de Deus” (In the Name of God’s Poor), protagonizado pela filha de Charles Chaplin, Geraldine, representando a Madre Teresa.
Outro trabalho importante é dos diretores ganhadores dos prêmios Emmy, Ann e Jeannette Petrie, que filmaram “Madre Teresa: o legado” (Mother Teresa: The Legacy), filme oficial por ocasião da beatificação da Madre Teresa em Roma.
“Não há santo ou beato na história da Igreja Católica que tenha tido um festival internacional de filmes dedicados a ele ou a ela”, disse o sacerdote C.M. Paul, que dirigiu a primeira e segunda edição do festival.
Até então, foram realizadas quatro edições do Festival de Cinema Internacional Madre Teresa. A primeira aconteceu em 2003, imediatamente depois da sua beatificação; a segunda no 10º aniversário de sua morte em 2007; e a terceira ao completar 100 anos do seu nascimento em 2010. 
O Festival de Cinema Internacional Madre Teresa é organizado pelo capítulo indiano da SIGNIS, a Associação Católica de Comunicação.
Os filmes também serão projetados em outras cidades da Índia como: Deli, Bombaim, Chennai, Bangalore, Udaipur, Guwahati, Patna, Indore, Ranchi e quatro cidades de Kerala.
O festival também será realizado em 50 países, incluindo Reino Unido, Malásia, Irlanda, Itália, Austrália, Tailândia, Myanmar, Bangladesh, Sri Lanka e China.

Melhor fotografia sobre cultura de paz no Ceará receberá R$ 6 mil no Prêmio Gandhi de Comunicação 2016

O objetivo do Prêmio, com a categoria Fotojornalismo, é reconhecer os trabalhos de fotojornalistas que divulgaram ações indutoras do desenvolvimento humano como instrumento da harmonia social no Estado

Foto: Alex Costa / Diário do Nordeste
Qual é a aparência da paz? Como uma boa história pode ser compreendida com sentimento, em cores, em filtros, e com ecos da realidade? Fotojornalismo é sobre contar histórias com sensibilidade, viés artístico, técnica e faro para criar a melhor imagem e completar a notícia. Considerando a importância da área na Comunicação, o Prêmio Gandhi, promovido pela Agência da Boa Notícia (ABN), agregou a categoria, que já reconheceu o trabalho de quatro grandes profissionais cearenses.

Chegando à nona edição, o Prêmio Gandhi de Comunicação concederá R$ 6 mil como prêmio para a melhor fotografia sobre cultura de paz no Ceará. O objetivo do Prêmio, com a categoria Fotojornalismo, é reconhecer os trabalhos de fotojornalistas que divulgaram ações indutoras do desenvolvimento humano como instrumento da harmonia social no Estado

Os trabalhos devem ter sido veiculados no período de 2 de julho de 2015 a 1º de julho de 2016. Além do prêmio em dinheiro, o vencedor da categoria receberá o troféu Gandhi. As inscrições estão abertas e seguem até 23 de setembro de 2016. Os vencedores serão revelados no dia 10 de novembro, no auditório da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec).

Inscrição
A inscrição será feita mediante entrega de um exemplar de cada foto ou ensaio, em papel fotográfico no tamanho 15x21, bem como cinco cópias do jornal, revista ou outra publicação impressa, onde   foi   veiculada   a   fotografia, com   a  comprovação   da   autoria   do trabalho.

Podem ser inscritas fotografias que tenham sido publicadas em reportagens que concorram ao prêmio de Jornalismo Impresso. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site da entidade  e na sede da Agência da Boa Notícia, na Avenida Desembargador Moreira 2120, sala 1307, Aldeota, Fortaleza – Ceará. O funcionamento é de segunda a sexta-feira, de 8 às 12 horas e de 14 às 18 horas. Após preencher a ficha de inscrição em duas vias, o candidato deve fazer a entrega do material – conforme está no Regulamento – na sede da entidade ou enviar pelos Correios.

Saiba mais
Conheça os vencedores da categoria Fotojornalismo das edições anteriores:

2012 - Alex Costa, com a foto "Eu vim para os pobres", pelo Diário do Nordeste (Foto - capa).
2013 - Deivyson Teixeira, com a imagem "Em busca da Paz", pelo jornal O Povo
Foto: Deivyson Teixeira / O Povo
2014 - José Sérgio da Cunha Jr. (Kid Jr.), com a foto “Adoção em ritmo lento”, pelo Diário do Nordeste. 
Foto: Kid Jr. / Diário do Nordeste
2015 - Raimundo Nonato Duarte Rodrigues (Natinho Rodrigues), com o trabalho “Vivendo do lixo”, pelo Diário do Nordeste.
Foto: Natinho Rodrigues / Diário do Nordeste

Série gratuita de webinários discute as novas possibilidades para o jornalismo

Entre as convidadas dos webinários estão Carolina Assunção, professora da pós-graduação em Comunicação em Redes Sociais e em Marketing Digital no Centro Universitário de Brasília, Nathalia Ziemkiewicz, jornalista do blog Na Pimentaria, Juliana Wallauer e Cris Bartis, do podcast Mamilos, e Helena Bertho, editora executiva da revista digital AzMina.Todos os encontros serão online e as inscrições são gratuitas.

Fotos: Tereza Nery Sá, Daniela Toviansky
O projeto Jornalista 3.0 promove mais um encontro virtual para debater as transformações do jornalismo e os novos caminhos da profissão na internet. A série de webinários traz jornalistas empreendedoras que encontraram no meio digital autonomia. Todos os encontros serão online e as inscrições são gratuitas.

O tema dos seminários online é “Novas possibilidades para o jornalismo”. Serão quatro encontros virtuais durante um mês. Entre as convidadas estão Carolina Assunção, professora da pós-graduação em Comunicação em Redes Sociais e em Marketing Digital no Centro Universitário de Brasília, Nathalia Ziemkiewicz, jornalista do blog Na Pimentaria, Juliana Wallauer e Cris Bartis, do podcast Mamilos, e Helena Bertho, editora executiva da revista digital AzMina.

“O desenvolvimento das novas tecnologias pode ter assombrado muitos jornalistas no início, mas muitos têm visto as infinitas possibilidades que as mídias sociais e sites de uma maneira geral oferecem ao profissional da comunicação. As novas ferramentas e softwares são nossos aliados, ampliam o alcance do nosso trabalho”, explica a idealizadora do Jornalista 3.0, Verônica Machado.

Verônica acrescenta que há muitos casos de pessoas que estão fazendo um jornalismo independente e relevante. Ela ressalta que é preciso conversar a respeito, aprender, entender novas ferramentas, ficar por dentro do que é novo e tendência. “O Jornalista 3.0 quer levar esse encontro para o máximo de profissionais possíveis no País, de forma gratuita. Os participantes podem fazer perguntas para os convidados por meio do chat e é uma grande chance de ouvi-los. É mais iniciativa do projeto em atualizar versões de jornalistas”, afirma.

Além de conhecer histórias de sucesso, o inscrito poderá participar ativamente do debate, mandando perguntas pelo chat da ferramenta. As vagas são limitadas. A plataforma de webinários permite apenas 100 pessoas por sala virtual. As inscrições são realizadas no site Jornalista 3.0.

Jornalista 3.0
O projeto foi criado em 2015 pela jornalista e especialista em Marketing Digital Verônica Machado. A missão é oferecer conteúdo sobre novas mídias, empreendedorismo e realização de projetos independentes na internet. O site é composto por um blog, séries especiais de webinários e um curso de atualização para jornalistas, o Realize. Mais de dois mil jornalistas acompanham o material.

Em entrevista à Agência da Boa Notícia, Verônica Machado fala sobre o conceito do Jornalista 3.0 e do perfil do jornalista empreendedor. Recentemente, ela promoveu um programa de protagonismo online para jornalistas, o Realize. Verônica é também empreendedora do Vidas Contadas, um projeto que conta histórias emocionantes, espontâneas e de superação de pessoas anônimas. A segunda parte da entrevista com a jornalista, que será veiculada na próxima terça-feira (3)), detalha o trabalho desenvolvido no Vidas Contadas, que traz à tona narrativas inspiradoras.

(Agência da Boa Notícia) - Explica o conceito de Jornalista 3.0 e por que é importante entender as mudanças na profissão.
(Verônica Machado) - O Jornalista 3.0 é aquele que "enxerga a internet como elemento libertador de editoriais e influências econômicas. Sabe que o ambiente digital é uma possibilidade de empreender e ter autonomia. Consegue informar um público específico e preza por um trabalho colaborativo e com propósito. É um contador de histórias reais, um realizador”. O blog tem a intenção de levar esses conceitos e conhecimentos necessários para atualizações constantes dos jornalistas.
As mudanças na profissão são intensas e merecem destaque. Isso porque o mundo mudou muito nos últimos 10 anos, com a evolução tecnológica, e os profissionais precisam acompanhar essa transformação para oferecer um conteúdo cada vez mais relevante e necessário.

(Agência da Boa Notícia) - Segundo o artigo da Soraia Lima, coordenadora de Pós-Graduação em Planejamento Estratégico e Concepção de Branded Content no Senac-SP, "o velho conceito de comunicação que é comumente resumido a emissor-mensagem-receptor ganhou um outro patamar, um nível em que qualquer incluído digital pode ser, além de receptor, um produtor de conteúdo. Porém, essa questão do Jornalismo em tempos digitais perpassa a barreira do “é culpa das mídias sociais”. E isso acontece porque há décadas as empresas jornalísticas tentam encontrar em um modelo editorial e de negócios ideal para essa tal sociedade em rede". Essa definição reflete no seu conceito de Jornalista 3.0?
(Verônica Machado) - Sim, concordo totalmente. Alcançamos um novo patamar de produção de conteúdo e sou muito otimista com isso. Essa definição é parte do conceito de jornalista 3.0. Envolve mais aspectos, como ter um propósito, a busca pelo reconhecimento e motivação.

(Agência da Boa Notícia) - Sobre novos perfis e possibilidades na profissão, como você analisa o jornalista empreendedor?
(Verônica Machado) - O jornalista empreendedor é aquele que realiza, que está na frente do que é novo e das possibilidades da profissão. É, principalmente, um agente transformador e pioneiro nas descobertas de modelos de negócios no Jornalismo. É um perfil de profissional que vai além de ser intermediário da notícia e sabe ser fundamental na produção de conteúdo na era digital (rimou). É peça chave para o cenário de comunicação que nos apresenta em um futuro breve.

Serviço
Jornalista 3.0 apresenta série de webinários: “Novas possibilidades para o jornalismo”.
Data: 24 e 31 de agosto e 8 e 14 de setembro, às 21 horas.
Vagas limitadas.

Programação
24/08 - Quarta-feira, às 21h.
"Como o meio digital tem influenciado a produção de conteúdo audiovisual", com Carolina Assunção, professora da pós-graduação em Comunicação em Redes Sociais e em Marketing Digital no Centro Universitário de Brasília.

31/08 - Quarta-feira, às 21h.
"Como empreender mudou minha forma de ver e fazer o Jornalismo", com Nathalia Ziemkiewicz, jornalista do blog Na Pimentaria.

8/09 - Quinta-feira, às 21h.
"Podcast como interessante meio de comunicação na era digital", com Juliana Wallauer e Cris Bartis, do podcast Mamilos.

14/09 - Quarta-feira, às 21h.
"Como defender uma causa pode fazer a diferença no Jornalismo", com Helena Bertho, editora executiva da revista digital AzMina.

Destaque

Choram porque amam

Padre Geovane Saraiva* Como é bom rezar e colocar em primeiro lugar o mistério da redenção! Nem sempre, porém, sabemos rezar e nem d...