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Choram porque amam

Padre Geovane Saraiva* Como é bom rezar e colocar em primeiro lugar o mistério da redenção! Nem sempre, porém, sabemos rezar e nem d...

13 de dezembro de 2016

Estados assinam pacto para criar comissões de combate ao trabalho escravo

Da Agência Brasil
Um pacto foi assinado hoje (13), em Brasília, entre o governo federal, 15 estados e o Distrito Federal na tentativa de fortalecer o combate ao trabalho escravo no país.
O documento prevê que sejam criados, até dezembro de 2017, Comissões Estaduais para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae) e, no caso dos estados que já possuem o órgão, que seja garantido o pleno funcionamento dos grupos.
A criação das instâncias estaduais está prevista desde 2003, quando foi criado a Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (Conetrae). As comissões têm a participação de diferentes órgãos do Estado e também de organizações da sociedade civil.
Assinaram o pacto nesta terça-feira as seguintes unidades da federação: Maranhão, Bahia, Paraíba, Ceará, Rio Grande do Norte, Rondônia, Pará, Tocantins, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul.
Os signatários se comprometem também a criar planos estaduais para a erradicação do trabalho escravo com metas, indicadores e detalhamento de ações de prevenção ao problema. Desde 1995, foram libertadas cerca de 50 mil pessoas em trabalho análogo à escravidão no Brasil, das quais 1.111 em 2015, de acordo com dados do Ministério do Trabalho.
Edição: Amanda Cieglinski

Lições para a vida

Padre Geovane  Saraiva*
Pela nossa simples e humilde iniciativa literária, prestes a ser publicada numa feição totalmente pastoral, rogamos ao bom Deus que possamos contribuir, quando olhamos o clamoroso gemido de dor da humanidade, manifestado numa sociedade pouco organizada, distraída e adormecida ao sonho do nosso bom Deus, com um mundo de harmonia, esperança e paz. Assim como a esperança deve ser para nós cristãos qual âncora da alma, firme e segura,[1] que o nosso livro, ao chegar em suas mãos, estimado leitor, possa favorecer no sentido de consolidar e elevar sua alma, em meio às tempestades da vida.

Como alhures já dissemos por vezes, à medida que passam os tempos, a missão da Igreja merece uma maior atenção, sempre acompanhada de um renovado ardor da parte dos cristãos. Faz-se mais necessário o valor indizível da oração como sustento da ação missionária e pastoral da Igreja; e o sucesso de todo trabalho depende, evidentemente, da íntima e estreita união com Deus dos seguidores de Jesus de Nazaré. Estamos convictos, amigo cultor das letras, de sem demora perceber a índole no nosso livro: “Lições para a vida”,[2] voltando-se ao encantador e envolvente mistério de amor, acima citado.

Ficaremos muito felizes se o nosso trabalho contribuir também, do ponto de vista da mística cristã, a partir da experiência do mistério de Cristo, numa visão tão sedutora quanto fascinante, dentro do contexto de nossa história atual. Mística, que é uma palavra da antiguidade, tem seu uso a partir do século V no mundo ocidental, dentro do contexto cristão, empregada pela primeira vez nos escritos atribuídos a Dionysius, o Areopagita, com a finalidade de se voltar ao absoluto de Deus. Fica patente que só é possível compreendê-la quando as pessoas se sentem profundamente voltadas e assinaladas pela graça de Deus. É compreensivo que os místicos busquem referenciais e figuras exemplares, com as quais se identifiquem ou configurem, tendo como pressuposto Jesus de Nazaré, aquele que os leva à vivência da fé, numa bonita caminhada, na qual se vê claro o sonho da esperança como criaturas de Deus inspiradas e inspiradoras.

O livro, "Lições para a vida", quer colocar-se diante do projeto de São Francisco de Assis, levado adiante pelo Papa Francisco, vendo-o transformado em realidade, num espírito de total abertura e permanente esforço em favor da solidariedade, da paz e da concórdia no mundo, muito presente no nosso trabalho. O Sumo Pontífice deixou claro, no encerramento do Ano Santo da Misericórdia, que a verdadeira segurança das pessoas e do mundo, como um todo, passa pela misericórdia, voltando-se ao essencial: ao coração do Evangelho, que é a misericórdia.[3] Deus nos dê a graça de termos uma viva esperança, impulsionados, evidentemente, pela misericórdia divina, para que possamos desfrutar sempre, claro, diante de diversos caminhos, o verdadeiro caminho.

É com o mesmo espírito da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, sacramento de salvação, que nos dispusemos a lançar, com enorme satisfação esta obra, convencidos de anunciar o Evangelho da salvação aos homens do nosso tempo, sem nunca perder de vista a natureza da missão, que é a de partir até aos confins do mundo,[4] como ensina o Livro Sagrado: “Como é maravilhoso ver o mensageiro pelas montanhas, trazendo notícias de paz, boas notícias de salvação”.[5]





1  Cf. Hb 6, 19 
2 Lições para a vida – uma contribuição pastoral, oração e mística cristã
3 Papa Francisco, no encerramento do Jubileu da Misericórdia (20/11/2016)
4 Dom Helder Câmara. Poesia: missão é partir aos confins do Mundo

5 Cf. 52, 7


Lições para a vida: palavra do Prof. José Olímpio Araújo

POR UM NOVO ARDOR MISSIONÁRIO
Professor José Olímpio de Sousa Araújo*
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POR UM NOVO ARDOR MISSIONÁRIO

“Lições para a vida” nos remete ao novo sentido do ser religioso, do pastoreio da Igreja e da corresponsabilidade dos cristãos, em busca de um mundo de paz, de harmonia, de solidariedade. Levando a sério o mandamento de Jesus Cristo: “Ide por tudo o mundo; pregai o Evangelho a todas as criaturas” (Mc 16,15).

Para tanto, o autor foca na Carta que Jesus deixou para a Humanidade, ainda tão pouco lida e tão pouco entendida em sua verdadeira mensagem; e na sabedoria deixada por figuras exponenciais do cristianismo, dos primórdios ao tempo atual: João Batista, São Pedro, São Paulo, Santo Agostinho, Pe. Antônio Vieira, Santo Afonso Maria de Ligório, Teresa D’Ávila, Madre Teresa de Calcutá, Charles de Foucauld, e outros sábios, doutores e santos... Profundo conhecedor da vida e obra de D. Hélder Câmara e das mensagens do Papa Francisco, alicerça seus escritos nas ideias e exortações dos dois, principalmente. Sem esquecer a vivificante espiritualidade do outro Francisco, “o Pobrezinho de Assis”.

Outro ponto marcante nestes artigos do Pe. Geovane: conclui cada texto com uma exortação, deixando claro que seu objetivo maior é evangelizar. E sua escrituração, a serviço da fé e da evangelização, lhe valeu expressivos e expressos reconhecimentos do próprio Papa Francisco.

Mostra, com simplicidade e clareza, princípios da sã doutrina, e variados temas, polêmicos ou não, que devem constar da pauta de vida dos cristãos, tais como: a Bíblia Sagrada; a Eucaristia e a Adoração (íntimo contato com “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”); a vocação; a vivência cristã e a vida de oração; a fé, a esperança, e a caridade; o amor conjugal, o amor de Deus (a ser vivenciado pelos seguidores de Cristo); as injustiças sociais, os refugiados; a morte (a passagem para a verdadeira vida – afinal, “por vontade do Criador e Pai, somos convidados a nunca perdermos de vista a cidade do céu, a Jerusalém do Alto”).

E o mundo segue sedento de amor. E a messe precisando de mais, muito mais operários. Para espalhar esse amor alucinado de Deus para com as criaturas. O Amor que “não é amado”. E (por que não dizer?) ao lado das injustiças sociais, o maior pecado do mundo é a falta de amor entre as pessoas. Aliás, as injustiças sociais são consequências claras e visíveis da falta de amor. Pois bem. Pe. Geovane Saraiva, o acadêmico, escritor e sacerdote, é um convicto operário da Messe do Senhor. Incita os leitores a um modo novo de ser missionário, do qual ele próprio, como pastor, está imbuído. Sempre acreditando, sempre confiando na misericórdia divina. “Como é maravilhoso notar nas pessoas uma fé viva, lúcida e consequente!”, exclama ele. Entende que “o sustento da ação missionária da Igreja e o sucesso de todo trabalho depende, evidentemente, da íntima e estreita união com Deus dos seguidores de Jesus de Nazaré”.

Assevera Dom Hélder Câmara: "Missão é partir, é não se deixar bloquear nos problemas do pequeno mundo a que pertencemos (...) É, sobretudo, abrir-se aos outros como irmãos, descobri-los e encontrá-los. E, se para encontrá-los e amá-los é preciso atravessar os mares e voar lá nos céus, então Missão é partir até aos confins do mundo" (Dom Hélder Câmara). Entendamos, com o Papa Francisco, que nos é necessária a ‘coragem’ de sermos missionários e de “resistirmos à incredulidade no mundo atual“.

Cada vez que leio um artigo do Pe. Geovane, enriqueço-me na Fé, no Amor e na Caridade. Sinto-me próximo, e desejoso, de pertencer ao quadro de discípulos de Cristo.

E eis que, nesta coletânea de artigos, ele nos oferece lições de catequese, uma catequese “enxuta”, sem exagero, sem proibições, catequese de amor e paz, tal como ensinou o Mestre dos mestres. “Lições para a vida”. Oxalá que ela atinja os confins do mundo, na santa ânsia de um novo ardor missionário, pregado por Pe. Geovane Saraiva

*É coautor dos livros “Desenvolvendo a habilidade de escrever” e “Ortografia Atualizada”, com programa na  Universitária FM - Minuto da Língua, (Da Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza (AMLEF) e da Academia Limoeirense de Letras).

ACL elege Ubiratan Aguiar presidente

O escritor é bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, foi parlamentar e ministro do TCU ( FOTO: LUCAS MOURA )









A Academia Cearense de Letras (ACL) elegeu, na tarde de ontem, a nova diretoria para o biênio 2017-2018. Em evento no Palácio da Luz, no Centro da Capital, o escritor e magistrado Ubiratan Aguiar foi escolhido o novo presidente da entidade, tendo como vice-presidente a escritora Angela Gutierrez. A posse da nova administração deve ocorrer no início de fevereiro.
Titular desde 2013 da cadeira de número 29 da ACL, cujo patrono é o historiador Paulino Nogueira, Ubiratan Aguiar sucederá, a partir do ano que vem, o escritor José Augusto Bezerra no cargo de presidente. Natural do Cedro, Aguiar é bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e atuou na política como vereador, deputado e ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Na literatura, lançou obras de poesia e livros nas áreas de Educação e Política.
Após a eleição, Aguiar agradeceu aos membros da ACL e destacou a honra de se tornar o mais novo presidente. "Presidir a Academia Cearense de Letras é o coroamento de toda uma vida de lutas, acima de tudo na área da Cultura, que mereceu de minha parte predileção e atenção", ressaltou. "Mais do que isso, será uma oportunidade de conviver com aqueles que são expoentes nas Letras e que fazem a cultura no Ceará", acrescentou.
Segundo ele, um dos projetos da nova administração será a maior integração cultural entre a Capital e o Interior do Estado. "Temos polos de cultura no Cariri, na Zona Norte, no Vale do Jaguaribe e na Região Metropolitana. Queremos uma academia que se movimente e que possa interagir e levar cultura para o Interior", completou.
Feminina
Angela Gutierrez, titular da cadeira número 18, foi a primeira mulher eleita vice-presidente da ACL. A escritora salientou a importância de garantir maior presença e participação feminina na entidade. Conforme ela, ao longo dos 122 anos de existência da Academia, apenas 12 mulheres foram eleitas para integrarem o grupo de imortais no Estado. "É muito pouco. Queremos que essa voz possa crescer. Antes, éramos sempre minoritárias, mas agora nossa diretoria tem o maior número de mulheres, o que vai também enriquecer".
Diário do Nordeste

Fortaleza Liberta volta a celebrar e debater a cultura negra na capital cearense

por Felipe Gurgel - Repórter
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Marcello Santos (de boina), do grupo Caravana Cultural, participa da sétima edição do Fortaleza Liberta ( Foto: Divulgação )
A sétima edição do projeto "Fortaleza Liberta" acontece hoje (13), de 16h às 22h, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (CDMAC), na Praia de Iracema. O evento, trazendo a referência dos marcos abolicionistas no Ceará, celebra as expressões da cultura negra em Fortaleza. A programação reunirá, além das cerimônias de abertura e encerramento, painéis, apresentações dos grupos locais "Na Quebrada do Coco", "Batuqueiros da Caravana" e "D' Passagem"; exposição de indumentárias e adereços da Associação Cultural Maracatu Rei do Congo e o lançamento da próxima edição da Bienal Percussiva.
As discussões vão se concentrar em dois momentos. Às 16h20, no auditório do CDMAC, haverá o painel "As manifestações da cultura tradicional e popular de expressão afro-brasileira presentes em Fortaleza". O expositor é o pesquisador, ritmista e arte-educador Marcello Santos, da Caravana Cultural.
Marcello também participa, em seguida, às 17h, da mesa redonda "Perspectivas de fomento e crescimento para a cena da cultura tradicional e popular de expressão afro-brasileira de Fortaleza", no auditório do CDMAC. Ele debaterá ao lado de Alênio Carlos, da Coordenadoria de Patrimônio Histórico e Cultural da Secretaria da Cultura do Estado, Juliana Holanda, assistente-técnica do mesmo órgão; e Rodrigo Damasceno, presidente da Associação Cultural Maracatu Rei do Congo.
Para Marcello Santos, que se diz um "cidadão do mundo", para além das identidades que a organização do evento atribui a ele, o eixo principal da discussão não só em Fortaleza, como em todo o País, é ampliar a consciência sobre a negritude.
"Há sempre um desconforto com a temática afro-descendente. Então a questão é a consciência, dos que vão dialogar, escutar, do público", observa Marcello, abordando a expectativa do painel de abertura desta terça.
Política
Sobre as manifestações da cultura negra presentes em Fortaleza, Marcello pontua que existe um movimento que segue em paralelo às programações do Carnaval da Avenida Domingos Olímpio (com os desfiles dos maracatus), as edições da Kitanda do Dragão (a Feira Kilofé de Economia da Negritude) e as celebrações do 20 de novembro (Dia da Consciência Negra).
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Desfile do Maracatu Rei do Congo, que exibe suas indumentárias e adereços durante a programação: acervo que é patrimônio Foto: Natinho Rodrigues
Ele atesta que a essência do movimento é independente, e precisa caminhar em paralelo às políticas públicas de promoção da igualdade racial. "São poucas ações governamentais. Mas a sociedade não deve ficar esperando. A Caravana Cultural existe há 14 anos e, em alguns momentos, a gente realiza atividades com apoio do governo. Mas, em grande parte, é sem apoio", observa Marcello Santos.
O pesquisador lembra que, para a cultura afro-descendente, o cenário político sempre foi instável. "Houve uma melhorazinha nos governos mais sociais, mas não foi 'essas coisa' não. Inclusive, algumas conquistas nossas estão paradas por causa de ideologia política. E eu não trabalho com cultura de partido", avalia Marcello Santos.
A expressão "Fortaleza Liberta" é inspirada na pintura de autoria do artista plástico cearense José Irineu de Sousa (1850-1924). Ele retratou a solenidade de libertação dos escravos em Fortaleza, realizada há 133 anos (24 de maio de 1883). O quadro, hoje, integra o acervo do Museu do Ceará, na sala "Escravidão e Abolicionismo".
Terra da Luz
Ainda que nomes como o do Dragão do Mar (como era conhecido o jangadeiro Francisco José do Nascimento, que se recusou a transportar escravos e tornou-se abolicionista) e o município de Redenção situem o Ceará no pioneirismo da abolição da escravatura brasileira, Marcello Santos observa que a história ainda é mal contada para a população cearense.
"(Essa história) não tem um tratamento adequado. É uma coisa básica, chega hoje em qualquer escola, e pergunta: 'por que o Ceará é a Terra da Luz?'. Somos a Terra da Luz, por conta dessa libertação. E deveríamos estar à frente dos demais estados (em questão de conscientização pela igualdade racial), já que fomos os primeiros a libertar", aponta Marcello.
Ele solicita que haja "conhecimento, reconhecimento, e atividades no sentido dessa conscientização. Não posso dizer que todos os cearenses não sabem, mas precisam saber. Tem muitos cearenses que não se reconhecem como negros ainda. E 'moreninho' é só um preto que não se assume", reflete o pesquisador, sobre a relativização da cor da pele, nesses casos.
Programação
Local: Auditório do CDMAC
16h às 16h20 - Abertura
16h20 às 17h - Painel "As manifestações da cultura tradicional e popular de expressão afro-brasileira presentes em Fortaleza", com Marcello Santos
17h às 19h - Mesa redonda "Perspectivas de fomento e crescimento para a cena da cultura tradicional e popular de expressão afro-brasileira de Fortaleza", com Alênio Carlos (Secult/CE), Juliana Holanda (Secult/CE), Marcello Santos (cidadão do mundo) e Rodrigo Damasceno (Associação Cultural Maracatu Rei do Congo).
Local: Espaço Mix do CDMAC
19h às 22h:
Apresentações dos grupos Na Quebrada do Coco, Batuqueiros da Caravana e D' Passagem; exposição de indumentárias e adereços da Associação Cultural Maracatu Rei do Congo; lançamento da Bienal Percussiva/2016 e encerramento
Mais informações:
VII Encontro "Fortaleza Liberta". Painéis, exposição e apresentações artísticas sobre a cultura negra de Fortaleza, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (R. Dragão do Mar, 81, Praia de Iracema). Hoje (13), de 16 às 22h. Entrada franca. Contato: (85) 3488.8600
Diário do Nordeste

Hoje é celebrada Santa Luzia, padroeira dos olhos

(ACI).- Neste dia 13 de dezembro, a Igreja celebra a festa da Santa Luzia, padroeira dos olhos, porque, segundo uma antiga tradição, teriam arrancado os olhos dela por proclamar firmemente a fé, mas, ela recuperou a visão.
Segundo “as atas” de Santa Luzia, ela nasceu na Siracusa, Sicília (Itália), em uma família nobre e foi educada na fé, tanto que fez votos de virgindade, em segredo. Seu pai morreu durante sua infância e sua mãe Eutiquia a incentivada a contrair matrimônio com um jovem pagão.
Estando sua mãe enferma, Luzia propôs que fossem em romaria ao túmulo de Santa Águeda, em Catânia, e que se Eutiquia ficasse curada, isto seria a confirmação de que não deveria se casar. Deus ouviu suas orações e, milagrosamente, sua mãe se curou. Ela, então, revelou que desejava se consagrar a Deus e repartir sua fortuna entre os pobres. Eutiquia lhe deu a permissão.
O pretendente de Luzia se incomodou e delatou a santa como cristã. O juiz insistiu para que desistisse, mas Santa Luzia lhe respondeu: “É inútil que insista. Jamais poderá me apartar do amor a meu Senhor Jesus Cristo”.
O juiz a ameaçou a protituí-la e ela lhe disse: “O corpo fica poluído somente se a alma consente”. Esta frase era muito admirada por Santo Tomás de Aquino porque corresponde ao princípio moral de que não há pecado se não se consente o mal.
Pela graça de Deus, os guardas não puderam mover Santa Luzia do local onde estava e a sentença não pôde se cumprir. Então, tentaram queimá-la na fogueira e também fracassaram. Por último, decapitaram-na e, mesmo assim, Santa Luzia seguiu exortando os fiéis para que permaneçam firmes.
Na Idade Média, era invocada contra as enfermidades dos olhos, talvez porque seu nome significa “luz”. Isto originou várias lendas como a de que o tirano mandou que os guardas lhe tirassem os olhos e ela recuperou a vista.
Em 1894, descobriram uma inscrição sepulcral nas catacumbas da Siracusa com o nome de Santa Luzia, a mártir que, com certeza, viveu no século IV.
Neste dia dedicado à Santa Luzia, trazemos a oração à protetora dos olhos:
Ó Santa Luzia, preferistes que vossos olhos fossem vazados e arrancados ao ter que negar a fé e conspurcar vossa alma; e Deus com um milagre extraordinário, vos devolveu outros dois olhos sãos e perfeitos para recompensar vossa virtude e vossa fé, e vos constituiu protetora contra as doenças dos olhos, eu recorro a vós que protejais minhas vistas e cureis a doença de meus olhos.
Ó Santa Luzia, conservai a luz de meus olhos, de minha alma, a fé pela qual posso conhecer o meu Deus, compreender seus ensinamentos, reconhecer o seu amor para comigo e nunca errar o caminho que me conduzirá, onde vós Santa Luzia, vos encontrais em companhia de Anjos e Santos.
Santa Luzia, protegei meus olhos e conservai minha fé. Amém!

Nasce primeira biblioteca em braille em Portugal

A primeira biblioteca em braille em Portugal vai nascer na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS) do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), pelas mãos dos responsáveis pelo Centro de Recursos para a Inclusão Digital (CRID) daquela instituição, com o apoio do Lions Clube de Leiria. Com o mote «Mãos que lêem», a biblioteca terá obras de vários géneros literários.

«Queremos disponibilizar um espaço em braille que englobe não só obras técnicas, que é o que geralmente acontece – incluídas numa biblioteca `normal´ –, mas também romances e outras obras, para que a comunidade cega possa ter uma verdadeira biblioteca, diversificada e com opções para todos os gostos e necessidades», explicou Célia Sousa, coordenadora do CRID, citada pelos serviços de comunicação da instituição.

A professora e investigadora da ESECS realça que «imprimir em braille é muito dispendioso, pelo que contar com o apoio do Lions Clube de Leiria é essencial para a prossecução deste projeto, porque além dos recursos humanos e das competências necessárias à adaptação do livro, há outros custos, nomeadamente o papel e impressores específicos». «Este será com certeza um dos impedimentos para a editoras editarem obras em braille, o que condiciona muito as opções das pessoas cegas», exemplificou.

Com o apoio do Lions Clube de Leiria, os responsáveis pelo CRID comprometem-se a adaptar pelo menos uma obra por mês, para integrar a biblioteca, sendo que atualmente estão preparados para impressão 23 títulos. Até ao final deste ano, o CRID espera ter 35 obras disponíveis na biblioteca.

Fátima Missionária

Festival de Música Rádios MEC e Nacional anuncia os vencedores

Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A premiação do Festival de Música Rádios MEC e Nacional 2016 teve apresentação do grupo de choro Época de Ouro (Vladimir Platonow/Agência Brasil)
Rio de Janeiro - A premiação do Festival de Música Rádios MEC e Nacional 2016 teve apresentação do grupo de choro Época de Ouro (Vladimir Platonow/Agência Brasil)Vladimir Platonow/Agência Brasil
Os vencedores do Festival de Música Rádios MEC e Nacional 2016 foram conhecidos na noite desta segunda-feira (12), durante solenidade de entrega da premiação em sete categorias. A festa ocorreu na Sala Funarte Sidney Miller, no Palácio Gustavo Capanema.
Neste ano, foram inscritas 217 músicas, sendo 167 de MPB, 38 de música instrumental e 12 de música erudita. O festival marca as festividades dos 80 anos das rádios MEC e Nacional.
O prêmio de Melhor Canção ficou com Prato Cheio, interpretado por Ana Clara Horta, de autoria de Ana Clara Horta, Miguel Jorge, Gabriel Pondé e João Bernardo. A melhor Música Instrumental foi concedida a Villalobiando, interpretada por Quarteto Djalma, de autoria de Henrique Machado.
Rio de Janeiro - Festival de Música Rádios MEC e Nacional anuncia os vencedores (Vladimir Platonow/Agência Brasil)
O prêmio foi transmitido ao vivo pelas rádios MEC AM e FM e Nacional AMVladimir Platonow/Agência Brasil
A Melhor Música Clássica foi Sofrimento, interpretada por Hugo Pilger, Felipe Prazeres, Fernando Pereira, Paula Prates e Carlos Mendes, de autoria de Bruno Lara. O melhor intérprete de Música Clássica foi Paulo Mendonça, João Carlos Santos, Francisco de Assis Silva, Marco Antônio Della Fávera e Carlos Vega, com a canção Marcha, Coral e Fantasia, de autoria de Isaías Ferreira.
O prêmio de Melhor Intérprete Vocal ficou com Na Ozzetti, Juçara Marçal e Claudia Castelo Branco, com a canção Logo Ali, de autoria de Claudia Castelo Branco e Marcos Campello. O prêmio de Melhor Intérprete Música Instrumental foi entregue ao Quinteto Lorenzo Fernandez, com a canção Maxixando na Pracinha.
O escolhido pelo Júri Popular, por votação pela internet, foi João Isaac Marques, por Senhor Eleison, Missa Juvenum, interpretado pelo Coro Juvenil Unirio, com regência de Isabela Freitas, tendo Luisa Pimenta como soprano, Erick Soares na flauta e João Isaac Marques no piano.
O prêmio foi transmitido ao vivo pelas rádios MEC AM e FM e Nacional AM, com apresentação do grupo de choro Época de Ouro. A premiação foi entregue por Emilly Krüger e a coordenação foi de Thiago Regotto, gerente da Rádio MEC.

Passageiro terá que pagar por bagagem em voos a partir de março

Sabrina Craide - Repórter da Agência Brasil
A partir de março do ano que vem, as companhias aéreas não terão mais que oferecer obrigatoriamente uma franquia de bagagens aos passageiros. Isso significa que os viajantes vão poder escolher, na hora de comprar a passagem, se vão despachar ou não as bagagens. Para quem optar pelo serviço, poderá haver cobrança pelo volume despachado. A medida valerá para passagens compradas a partir de 14 de março de 2017.
Atualmente, a franquia de bagagens é de um volume de 23 quilos nos voos domésticos e de dois volumes de 32 quilos nos internacionais. 
As novas regras para o transporte aéreo de passageiros estão em consulta pública desde março e deverão ser aprovadas pela diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) amanhã (13). Para a agência, a liberalização das franquias vai trazer benefícios aos passageiros.
“A Anac não vai mais dizer que o passageiro vai ter que pagar necessariamente por uma peça de 23 quilos. Pode ser 23 quilos, 10 quilos, 15 quilos. O que não faz sentido é a Anac continuar estipulando que as empresas são obrigadas a seguir esse modelo no mercado doméstico e também internacional”, disse hoje (12) o superintendente de Acompanhamento de Serviços Aéreos da Anac, Ricardo Catanant, em entrevista transmitida pelo Facebook. 
Segundo Catanant, os estudos da agência e o comportamento do mercado no resto do mundo demonstram que o fim da franquia beneficia os passageiro. “Acreditamos que isso deverá se refletir em melhores e mais diferenciados serviços”. Segundo ele, o impacto da mudança no valor das tarifas deve ser sentido pelos passageiros a partir da metade do ano que vem.
Rio de Janeiro - O Aeroporto Internacional Tom Jobim/RioGaleão deverá registrar o maior movimento de passageiros de toda a sua história, com a partida das delegações olímpicas e de milhares de turistas que foram a
Empresas não serão mais obrigadas a oferecer franquia de bagagem e poderão cobrar por qualquer volume despachado Tânia Rêgo/Agência Brasil
O secretário de Política Regulatória de Aviação Civil, Rogério Coimbra, disse que, no ano passado, 41 milhões de pessoas viajaram no Brasil sem levar bagagens, o que equivale a cerca de 35% do total de viajantes. “Imagina quantas pessoas deixaram de viajar por conta dessa impossibilidade de ter um bilhete mais barato.” Atualmente, além do Brasil, apenas Rússia, Venezuela, México e China têm a franquia de bagagem regulada pelo governo.
A Anac ainda não consegue estimar qual será a redução no preço das passagens com a mudança. “Mas temos convicção de que essa medida puxa o preço para baixo”, afirmou Coimbra. Segundo o secretário, sabendo com antecedência quanta bagagem deverá levar em cada voo, a companhia aérea poderá prever o espaço que será utilizado no porão da aeronave e usar o restante para o transporte de cargas.
Direito do consumidor
Para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), não existe garantia sobre a redução do preço da passagem com o fim da franquia de bagagem. Segundo o órgão, não há regulação sobre a oferta do serviço ao consumidor, o que poderia confundi-lo na hora da compra.
O Idec encaminhou uma carta à Anac para reforçar os direitos dos consumidores que utilizam o transporte aéreo.
Assistência material
Na reunião de amanhã, a diretoria da Anac deverá manter os direitos dos passageiros no caso de atrasos ou cancelamentos de voos, como comunicação, alimentação, transporte e hospedagem. A proposta apresentada pela agência em março previa que o direito à assistência material poderia ser suspenso em casos de força maior imprevisível, como mau tempo que leve ao fechamento do aeroporto. Segundo Catanant, essa mudança foi revista depois da avaliação de órgãos de defesa do consumidor, que consideraram a medida um retrocesso.
“A agência está ponderando e a tendência é que a assistência material válida desde 2010 deve permanecer inalterada, se a diretoria aprovar da forma que a área técnica encaminhou”, disse.
A possibilidade de transferência do bilhete aéreo para outro passageiro também não deve ser aprovada, segundo Catanant. Segundo ele, a medida poderia prejudicar o consumidor, uma vez que agências de viagem poderiam comprar as passagens mais baratas para revender depois.

Enem será aplicado hoje e amanhã para privados de liberdade

Unidades prisionais e socioeducativas têm 54.358 candidatos inscritos para fazer o Enem

Agência Brasil
Começa nesta terça-feira, 13, a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para pessoas privadas de liberdade. As provas serão aplicadas hoje e amanhã para 54.358 inscritos de unidades prisionais e socioeducativas, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
O número representa um aumento aproximado de 19% em relação aos 45,5 mil inscritos no ano passado. A maioria dos inscritos, 58%, é da Região Sudeste. O Sul tem 17% das inscrições, o Nordeste, 12%, o Centro-Oeste, 7%, e o Norte, 6%.
A maior parte deles, 78% (42.490), tentará a certificação do ensino médio por meio do exame. Para isso, os candidatos precisarão alcançar pelo menos 450 pontos em cada uma das áreas de conhecimento das provas e nota acima de 500 pontos na redação.
Vão participar do exame os órgãos e as instituições cujas unidades prisionais e socioeducativas firmaram termo de compromisso com o Inep, já que a aplicação do Enem PPL ocorre dentro das unidades. Do ponto de vista das questões, as provas são equivalentes para garantir a isonomia do exame.
As provas para pessoas privadas de liberdade estavam inicialmente marcadas para os dias 6 e 7 de dezembro. A data foi alterada após o agendamento da segunda aplicação do Enem, que ocorreu nos dias 3 e 4 para pessoas inscritas na aplicação regular que tiveram as provas remarcadas por conta de ocupações de escolas, universidades e institutos federais e por imprevistos como falta de luz.

Projeto Sorriso Grisalho e o trabalho voluntário que resgata autoestima

Os alunos, com a orientação dos professores, vão até instituições que abrigam idosos para cuidar da saúde bucal, dos sorrisos. As entidades acolhidas em 2016 são: Lar Sagrado Coração, Lar três Irmãs e a Unidade Abrigo, todos localizados em Fortaleza

Foto: Divulgação / Projeto
Alunos e idosos em um momento de aprendizado e troca de experiências
Vontade de ajudar, ânsia para pôr em prática os ensinamentos da universidade e a sensação de ter feito algo bom para pessoas que não teriam como pagar pelo serviço. Essas são características de um projeto realizado por professores e alunos do curso de odontologia da Universidade Federal do Ceará. É o projeto sorriso grisalho.

Trata-se de um projeto de extensão da UFC que busca resgatar a autoestima através da reabilitação do sorriso dos idosos. Os alunos, com a orientação dos professores, vão até instituições que abrigam idosos para cuidar da saúde bucal, dos sorrisos. As entidades acolhidas em 2016 são: Lar Sagrado Coração, Lar três Irmãs e a Unidade Abrigo, todos localizados em Fortaleza.

Aluno do segundo semestre do curso de odontologia, Samuel Dias fala da importância do projeto: “semestre passado eu visitei um abrigo de idosos que despertou em mim a vontade de ajudar de alguma forma, então resolvi unir o útil ao agradável. Ao mesmo tempo que busco os ensinamentos para a profissão que escolhi, ajudo pessoas a ter uma melhor qualidade de vida”, afirma Samuel. Ele também fala da preocupação em conhecer os idosos, saber mais sobre eles. “Além das atividades de higienização bucal e prevenção nós também desenvolvemos atividades lúdicas com eles, no intuito de estreitar os laços de afeto”, pontua o estudante.

À frente da coordenação do projeto há três anos, o professor Rômulo Régis conversou com a Agência da Boa Notícia sobre o trabalho desenvolvido. Acompanhe na entrevista.

(Agência da Boa Notícia) Há quanto tempo o projeto acontece?
Rômulo Régis - Desde 2000, cadastrado na Pro-reitoria de Extensão da UFC

(ABN) Por que você, como profissional, resolveu atuar em um projeto voluntário em benefício da terceira idade?
Esse foi minha primeira experiência em um projeto de extensão durante a graduação, de 2000-2005. Participei efetivamente das atividades do projeto durante esse periodo. Após me graduar, me especializei na área de reabilitação oral e tenho trabalhado bastante com o público idoso no ambiente clinico. Quando retornei a UFC como docente, fui convidado pela coordenadora do projeto a me juntar a ela nas atividades do projeto novamente, em 2013, e desde entâo estou à frente do projeto juntamente com ela, a profa. Walda Viana Brigido de Moura. Gosto muito de trabalhar com o público idoso, eles têm muito a nos ensinar.

(ABN) Quantos idosos já foram beneficiados com o trabalho?
É difícil estimarmos esse número... pois todos os semestres nossas atividades variam... atuamos em Instituições de Longa permanência para idosos (atualmente estamos na Unidade de Abrigo do estado, no Lar Três Irmãs e no recanto Sagrado Coração de Jesus. Realizamos também por 5 anos na Casa de Nazaré), em grupos de convivência de Idosos, os quais são formados por idosos mais independentes. Já atuamos em grupos de idosos em Guaramiranga, por exemplo. Cada instituição ou grupo tem número de participantes bem distinto...

(ABN) Como é feita a triagem para a escolha das instituições beneficiadas?
Geralmente conhecemos uma instituição nova quando somos solicitados e, se percebermos que podemos contribuir com ela, nós fazemos um plano de trabalho.

(ABN) Além do acompanhamento da saúde bucal dos pacientes, há outras atividades trabalhadas nos encontros com os idosos? Quais?
Sim. Nosso contato direto com os idosos se dá por meio de atividades de educação em saúde bucal, exame para levantamento de necessidades bucais, higienização bucal supervisionada, atendimento ambulatorial e domiciliar. Além disso, fazemos atividades de convivência com os idosos como dinâmicas de grupo, rodas de conversa, bazares e oficinas de artesanato, participação nas festividades promovidas pelas próprias instituições, como Festas Juninas, comemoração do Dia dos Pais e Mães, Natal, Carnaval, Páscoa, dentre outras. Também, buscamos promover capacitação aos cuidadores atuantes nas instituições para que eles possam participar nesse processo de prevenção e promoção da saúde bucal dos idosos residentes,

(ABN) O que é a odontogeriatria? Quais os desafios desse ramo da odontologia?
Odontogeriatria é “a especialidade que se concentra no estudo dos fenômenos decorrentes do envelhecimento que também têm repercussão na boca e suas estruturas associadas, bem como a promoção de saúde, o diagnóstico, a prevenção e o tratamento de enfermidades bucais e do sistema estomatognático do idoso”. Temos  grandes desafios: 1. formação especializada de dentistas que promovam a saúde bucal, atuem na prevenção e no restabalecimento da saúde bucal de idosos nos ambientes fora dos consultórios: nas instituições de longa permanência, nos domicílios, bem como em ambientes hospitalares.  2. Inserção da Odontogeriatria nos currículos acadêmicos, assim como temos áreas como odontopediatria. 3. Formação adequada de cuidadores de idosos e auxiliem na manutenção da saúde bucal desses idosos, entendendo que a mesma é parte essencial da saúde geral deles.

(ABN) Quais as doenças bucais mais comuns na terceira idade?
Cárie; doença periodontal; Edentulismo parcial ou total (perda dos dentes); câncer de boca; infecções orais e sistêmicas associadas ao uso de próteses dentárias; manifestações orais de medicações sistêmicas, como a xerostomia (diminuição do fluxo salivar).
 
Serviço:
Projeto Sorriso Grisalho

Boa Notícia