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Choram porque amam

Padre Geovane Saraiva* Como é bom rezar e colocar em primeiro lugar o mistério da redenção! Nem sempre, porém, sabemos rezar e nem d...

30 de junho de 2017

A herança missionária de Pedro

Padre Geovane Saraiva*
O convite de Jesus ao humilde pescador Simão foi maravilhoso e transformador, começando pelo nome, que de Simão passou a ser chamado de Pedro. É o Reino de Deus, anunciado por Jesus de Nazaré com características claras e definidas, que foi assimilado por Pedro no serviço da justiça e da caridade para com os irmãos. Coube a ele compreender a necessidade do testemunho, na fidelidade a Deus, afastando-se da ilusão do poder de um Messias triunfalista, conquistador e guerreiro, que, com certeza, logo restauraria o poder temporal em Israel fora de suas cogitações.

Resultado de imagem para apostolo pedro pescadorA obra redentora de Deus, em sua indizível bondade, ternura e mistério de amor, fazendo-se homem, quis e quer eternizar a criatura humana, restaurando-a e reconciliando-a consigo. É dentro desse contexto que a Igreja comemora São Pedro, homem simples e humilde, profundamente marcado pela graça de Deus, que, para os seguidores do Filho de Deus, no decorrer dos séculos, foi imprescindível, ao marcar e personificar a Igreja de um modo ininterrupto em toda a sua história. Pedro é a pedra que se traduz pela fé no serviço generoso, custe o que custar, muitas vezes doando a própria vida.

A amorosa exigência de Jesus foi no sentido vê-lo totalmente voltado ao serviço do Reino de Deus, convocando-o a fazer parte do número daqueles que seriam missionários a serviço do Mestre Divino e que perpetuariam Seu ministério, após sua partida para o Pai. Ele nos recorda a Igreja instituição com o poder recebido de Deus, na missão de “ligar e desligar”, de ficar à frente da exigente e fascinante incumbência de continuar, com dignidade e responsabilidade, o trabalho de santificar, ensinar e governar o rebanho do Senhor. Na conjuntura da solenidade de São Pedro, guardemos as palavras de Jesus aos discípulos, de não ter medo, que, segundo o Papa Francisco, “nas dificuldades do testemunho cristão do mundo, nunca somos esquecidos, mas sempre assistidos pela solicitude atenta do Pai”.

Após o chamado do seu Mestre e Senhor, com Ele conviveu, participou do privilégio de sua amizade e integrou como o primeiro no Colégio dos Apóstolos. Testemunhou, com os próprios olhos, a vida, a morte e a ressurreição do Senhor Jesus, confessando com a própria boca: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo!”, recebendo, da parte de Jesus, um grande elogio: “Feliz és tu, Simão, porque não foi a carne nem o sangue que te revelaram isso, mas o meu Pai que está nos céus” (cf. Mt 16, 16-17).  Por fim, o que acontece com Jesus repete-se com Pedro, sendo crucificado, mas de cabeça para baixo, julgando-se indigno de morrer do mesmo modo que seu Mestre e Senhor.

*Pároco de Santo Afonso, Jornalista, Vice-Presidente da Previdência Sacerdotal, integra a  Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza - geovanesaraiva@gmail.com

A Acadêmica GILMAÍSE MENDES, à frente da ACAM MANDACARU, desenvolve um belo trabalho beneficente

ACAM MANDACARU FORTALECENDO A CIDADANIA

A Associação Casa de Afonso e Maria – ACAM Mandacaru, fundada em 2010, atenta à sustentabilidade sociocultural e ambiental, desenvolve desde 2011, o projeto Cultura de Paz e Cidadania no bairro Vicente Pinzón – Praia do Futuro, através de parceria com a comunidade, visando ao seu empoderamento e fortalecimento da cidadania, através de atividades nas áreas de educação, arte, cultura, esporte e geração de ocupação e renda.Alunos da ACAM têm aulas de música - Foto: Divulgação
Toda a equipe de trabalho é formada por cidadãos da comunidade com carteira assinada, o que não só os inclui no mercado de trabalho gerando renda para suas famílias e comunidade, como oportuniza o exercício da cidadania por meio das ações desenvolvidas, além de contribuir com o fortalecimento da identidade cultural local.
A ACAM Mandacaru atende diariamente crianças e adolescentes em múltiplas atividades: Creche em convênio com o Município, Capoeira, Flauta, Inglês, Informática,  Leitura, Reforço Escolar, Violão e Percussão, além de Oficinas para criação de grupos produtivos, objetivando a geração de ocupação e renda para os familiares.
A Fábrica de Papel Reciclado e a Oficina de Costura vem se revitalizando   diuturnamente. Há também Atendimento Psicológico semanal em convênio com a FANOR e semestralmente visita de Profissionais Voluntários, Oftalmologista e Odontologista.
A ACAM Mandacaru também disponibiliza um núcleo de atendimento no sítio Latadas em Jaguaruana, sede da família de Afonso e Maria.

Associação Casa de Afonso e Maria
Rua Dr. Antônio Carneiro – 763, Vicente Pinzón – Fortaleza-CE
casadeafonsoemaria.blogspot.com.br/

Projeto de compartilhamento de livros fez 2 mil empréstimos em 1 ano de atividade

O Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Ceará (UFC) comemorou em junho o primeiro ano da ação Livros Livres, projeto lançado na Biblioteca Central do Campus do Pici Prof. Prisco Bezerra ,que consiste em um espaço para compartilhamento de livros sem a necessidade de cadastro, empréstimo, data de devolução ou multas.
Este ano, a ação ganhou mais três pontos: a Biblioteca de Ciências da Saúde, a Central de Atendimento ao Servidor e o Campus da UFC em Russas, que disponibilizam em seus espaços estantes com livros livres. Mas para que  a ação continue tendo êxito, os espaços precisam arrecadar mais livros, que podem ser doados de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
Neste primeiro ano, a ação compartilhou 2.114 livros. Entre os beneficiados estão estudantes, servidores e terceirizados da UFC e a comunidade externa, pessoas que utilizam a biblioteca para estudo e pesquisa e moradores do entorno.
Segundo a bibliotecária Ana Cristina Melo, uma das participantes do projeto, a iniciativa surgiu como forma de suprir a necessidade de leitura da comunidade local.
“Todo bibliotecário sempre trabalha com o incentivo a leitura. E a gente notou que muitas pessoas que não são da biblioteca frequentavam o local para ler, mas não podiam levar para casa por conta do cadastro. Elas são pessoas da comunidade próxima. Então a ação surgiu nesse sentido de suprir essa necessidade”.
Confira abaixo os locais da ação Livros Livres:
Biblioteca Central do Campus do Pici
Campus do Pici Prof. Prisco Bezerra, s/n
Fone: 85 3366 9515

Biblioteca de Ciências da Saúde
Rua: Alexandre Baraúna, 1019, Rodolfo Teófilo – Campus do Porangabuçu
Fone: 85 3366 8025

Central de Atendimento ao Servidor
Rua: Paulino Nogueira, 315, Bloco I, Térreo – Campus do Benfica
Fone: 85 3366 7579

Campus da UFC em Russas
Rua Felipe Santiago, 411 – Cidade Universitária
Fone: 88 3411 6686

Tribuna do Ceará

Apatia

Gonzaga Mota*
Em meados da década de 80 do século passado, tive a oportunidade de participar, como governador do Estado do Ceará, do processo de redemocratização do Brasil, ao lado de proeminentes figuras políticas como Aureliano Chaves, Ulysses Guimarães, Tancredo Neves, Marco Maciel, Franco Montoro, dentre outros. De forma pacífica e objetiva era desenvolvido um trabalho sério, baseado em propostas, políticas, econômicas e sociais, aceitas pela grande maioria do povo.
De início, eleições diretas para presidente da República. Sem êxito, procurou-se em seguida a forma indireta, com base no Colégio Eleitoral, elegendo-se o Dr. Tancredo Neves. Naquela época, havia na sociedade brasileira um clima de euforia e participação, que deram à eleição presidencial um "sabor" e caráter de direta. Começava a redemocratização do Brasil. Dando-se um salto de aproximadamente 30 anos na história, vários fatos neste período ocorreram. Hoje, ano de 2017, a euforia anterior transformou-se em apatia ou depressão cívica, como costumo chamar. Tal fenômeno não foi consequência da democracia, vale ressaltar, mas das ações de certos segmentos da população, principalmente, da classe política.
Alguns itens podem ser apontados como causadores da atual situação: dificuldades relacionadas aos artigos 2º e 5º da Carta Magna; à implantação da reeleição; ao foro privilegiado; à endêmica e sistêmica corrupção; aos baixos níveis educacionais etc. Mesmo diante deste quadro, não se deve perder a esperança. É preferível uma frágil democracia a qualquer tipo de ditadura, considerando-se uma visão estratégica e de justiça.
*Professor aposentado da UFC

Aparelho pode fazer diagnóstico rápido da dengue

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Um diagnóstico precoce e certeiro é o primeiro e mais importante passo para o desenvolvimento de ações de combate e prevenção a qualquer doença. Quando se trata da dengue, umas das principais endemias do Ceará, que todos os anos atinge milhares de pessoas das mais variadas faixas etárias, ele tem papel essencial. Por isso, tornou-se objetivo de um projeto que pretende criar dispositivos para que pacientes cearenses possam saber, em poucos minutos, se estão infectados ou não com a doença. Em fase de produção, o aparelho, um bio-sensor para diagnóstico rápido, pode se tornar realidade até 2019.
Denominado "Projeto Bio Care", o trabalho foi idealizado no Estado e vem sendo executado por meio de uma parceria entre o Centro de Tecnologia e Inovação Renato Archer Nordeste (CTI-NE), vinculado ao Governo Federal, o Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação do Ceará (Itic) e a iniciativa privada.
Segundo Aristides Pavani, coordenador do projeto, a ideia é criar um bio-sensor baseado em uma tecnologia que permite, a partir de um conjunto de biomoléculas, detectar a presença, no corpo do paciente, de anticorpos produzidos para combater os vírus da dengue. O dispositivo possibilitará um diagnóstico preciso e mais rápido que o realizado atualmente no Ceará. "Hoje o diagnóstico normal de uma pessoa contaminada chega a demorar mais de uma semana. Normalmente, quando sai o resultado, a pessoa fica sabendo se teve ou não, ela já passou pelo processo da doença", afirma Pavani. "Junto ao sensor, está sendo desenvolvido um leitor para fazer a leitura dos dados e, em questão de minutos depois da coleta de sangue do paciente, transformar isso em informação, dizendo se a pessoa está ou não infectada", completa.
Outras doenças
Embora seja voltado originalmente para a análise da dengue, o aparelho pode e deve ser adaptado para investigação de outras doenças, inclusive a zika e chikungunya, que, por serem doenças novas, ainda apresentam dificuldade de diagnóstico no Estado. No caso da chikungunya, que já conta com mais casos confirmados que a dengue neste ano, 44% das 81.557 notificações recebidas em 2017 permanecem em investigação. "Essa tecnologia tem potencial pra ser aplicada em várias outras doenças. É uma plataforma que pode se transformar em bio-sensores para diagnóstico de chikungunya e zika, e estamos trabalhando também para que ela possa identificar a proteína que as pessoas liberam quando vão ter um ataque do coração", explica o coordenador.
Pavani destaca, ainda, que, por se tratar de uma tecnologia simples, o aparelho poderá ser utilizado em postos de saúde, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), hospitais e clínicas de todo o Estado sem a necessidade de profissionais especializados. Além disso, as informações geradas pelo dispositivo formarão uma base de dados sobre o cenário epidemiológico da doença à qual o poder público poderá ter livre acesso.
O sensor, assim como o restante do sistema necessário para seu devido funcionamento, já foram produzidos e encontram-se em fase de testes. Segundo Pavani, os resultados obtidos até o momento são promissores. No entanto, até que o aparelho chegue ao mercado e possa ser usado no dia a dia das unidades da saúde, ainda deve demorar alguns anos.
Testes
"Para se colocar um produto no mercado existe um período bastante longo. Ele tem que passar por todos os testes e aprovações. Uma vez concluída a fase de desenvolvimento, deve demorar mais uns dois anos para ser produzido. O projeto deve ir até metade de 2018, então em meados de 2019 o sensor deve estar no mercado", ressalta o coordenador do projeto.
De acordo com o mais recente boletim epidemiológico de arboviroses da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa), 12.213 casos de dengue foram confirmados neste ano no Ceará. Oito pessoas já morreram em decorrência de complicações da doença.
Além da dengue, foram registrados 34.567 casos de febre chikungunya, com um total de 33 óbitos. Em relação à zika, 336 pessoas foram diagnosticadas com a doença.
Diário do Nordeste

Festival Eleazar de Carvalho começa próximo domingo, 2, na Unifor

Além das atividades formativas, o festival vai apresentar concertos e recitais , diariamente, até 23 de julho (ARES SOARES/DIVULGAÇÃO)
Além das atividades formativas, o festival vai apresentar concertos e recitais , diariamente, até 23 de julho (ARES SOARES/DIVULGAÇÃO)
Os acordes do cearense Eleazar de Carvalho vão ecoar mais alto a partir de domingo, 2, quando começa a 19ª edição do festival que leva o nome do maestro. Concertos, aulas, oficinas e cursos acontecem ao longo do mês, no Campus da Universidade de Fortaleza (Unifor), como forma de incentivar as artes cearenses. “Prometi na hora da morte dele que não deixaria o evento acabar”, explica Sônia Muniz, musicista e viúva de Eleazar, que assegura dias de agitação para a música erudita no Ceará.
“Vamos ter concertos gratuitos todos os dias no Teatro Celina Queiroz e o encerramento será feito nos jardins da Unifor”, explica. A programação é inteiramente gratuita. Nesta edição, o festival presta homenagem aos compositores Camargo Guarnieri, Francisco Mignone, Heitor Villa-Lobos, e Lorenzo Fernández - todos completam aniversário de morte em 2017. “O concerto final, que acontece no dia 23 de julho, terá obras deles”, explica Sônia.
Ao contrário do que aconteceu com o aporte financeiro, Sônia viu o Festival Eleazar de Carvalho crescer e tomar forma nestas quase duas décadas. Para a edição deste ano, os jovens participantes terão a oportunidade de estudar regência orquestral, regência coral, prática de orquestra e banda, coral, instrumentos de cordas, sopros, percussão, canto, piano e violão clássico. “Nós mudamos a vida de muitas famílias através da música; alunos que conseguem sair do País e estudar fora. São encontros gratificantes”, diz Sônia.
Foram aprovados 170 estudantes de música para as atividades formativas do festival; 80 deles terão direito a alojamento fornecido pela organização. “A logística é muito difícil. É uma luta social, mas eu consigo”, diz Sônia, lembrando que os alunos têm a chance de aprender com professores reconhecidos no Brasil e no Exterior.
Laura Ventura, integrante da coordenação do evento, lembra que a primeira semana de festival é dedicada aos cearenses. “É uma forma de prestigiar, dando espaço e visibilidade. Às vezes, os artistas não têm oportunidades de apresentar os trabalhos, mas têm qualidade e técnica. É um meio para eles se integrarem aos círculos da Cidade”, diz.

SERVIÇO

XIX Festival Eleazar de Carvalho
Abertura: domingo, 2, às 18h30min, no Teatro Celina Queiroz (Campus da Unifor)
Atividades até 23 de julho
Programação gratuita

SAIBA MAIS
A política do festival foi feita de acordo com as aspirações de Eleazar. Cearense de Iguatu, ele entrou na Marinha a pedido do pai, aos 11 anos. Os músicos da banda da escola tinha refeições melhores e o menino foi tocar tuba visando os almoços e jantares. Era o início de uma carreira cheia de brilho. Eleazar comandou orquestras em Boston, Paris, Filadélfia, Nova York, Berlim, Israel e foi o único brasileiro a reger a filarmônica de Viena. Quando voltou a morar no Brasil, o maestro se dedicou a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), que estava parada até o cearense chegar. Desse movimento surgiram o Festival de Campos de Jordão e o Festival Eleazar de Carvalho.
ISABEL COSTA

Milton Nascimento apresenta turnê "Semente da Terra" no Espaço das Américas

No show, intitulado "Semente da Terra", Milton, carinhosamente apelidado de Bituca, traz seus grandes sucessos de carreira.
Shows acontecem nos dias 1 e 2 de julho, vai relembrar os grandes sucessos de Bituca.
Shows acontecem nos dias 1 e 2 de julho, vai relembrar os grandes sucessos de Bituca. (Divulgação)

O Espaço das Américas, consagrado por receber grandes nomes da música mundial, recebe nos dias 1 e 2 de julho a nova turnê de uma das maiores figuras da MPB: Milton Nascimento.
No show, intitulado "Semente da Terra", Milton, carinhosamente apelidado de Bituca, traz seus grandes sucessos de carreira. Montado com a ajuda de Danilo Nuha, o repertório dessa nova tour traz músicas que abordam questões indígenas, raciais, sociais e trabalhistas. Além de toda a mobilização nacional que tange as canções. E engana-se quem acha que o repertório é feito de músicas obscuras. Muitas das canções são sucessos nacionais consagrados. O que Será (A Flor da Terra) e Cálice são exemplos disso. Maira Maira e Tudo o Que Você Podia Ser também não ficam de fora.
Com a grande procura, os ingressos, que vão de R$70,00 (meia entrada para setor H) a R$240,00 (entrada inteira para setor Azul), estão disponíveis na bilheteria do Espaço das Américas (de segunda a sábado das 10h às 19h na rua Tagipuru, 795) e no site da Ticket360 (https://goo.gl/ZQQDIR).
Para mais informações, acesse www.espacodasamericas.com.br.Facebook: www.facebook.com/espacodasamericas | Instagram: @espacodasamericas
Serviço Milton Nascimento | Semente da Terra - Espaço das Américas
Data: 1 de julho de 2017 (sábado)
Abertura da casa: 20h
Início do show: 22h
Data: 2 de julho de 2017 (domingo)
Abertura da casa: 18h
Início do show: 20h
Censura: 14 anos
Local: Espaço das Américas ( Rua Tagipuru, 795 - Barra Funda - São Paulo - SP)
Capacidade da casa para este evento: 3.082 lugares
Acesso para deficientes: sim
Ingressos: de R$70,00 (meia entrada para setor H) a R$240,00 (entrada inteira para setor Azul)
Compras de ingressos: Nas bilheterias do Espaço das Américas (de segunda a sábado das 10h às 19h - sem taxa de conveniência) ou Online pelo site Ticket360.
Formas de Pagamento: Dinheiro, Cartões de Credito e Debito, Visa, Visa Electron, MasterCard, Diners Club, Rede Shop. Cheques não são aceitos.
Call center Ticket360: (11) 2027-0777
Objetos proibidos: Câmera fotográfica profissional ou semi profissional (câmeras grandes com zoom externo ou que trocam de lente), filmadoras de vídeo, gravadores de audio, canetas laser, qualquer tipo de tripé, pau de selfie, camisas de time, correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcóolicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, armas brancas, copos de vidro e vidros em geral, frutas inteiras, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais, revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares. 

Talento Comunicação

Sony vai retomar produção de vinis

Os discos voltaram à moda e a Sony aproveita a oportunidade de comercializar.
O número de discos de vinil produzidos no Japão multiplicou por oito desde 2009.
O número de discos de vinil produzidos no Japão multiplicou por oito desde 2009. (AFP/Arquivos)

Para a alegria dos fãs de música, o grupo japonês Sony anunciou que retomará até março de 2018 a produção de vinis, após uma interrupção de três décadas.
Superados pela criação do CD e a proliferação do MP3, os discos voltaram à moda e a Sony aproveita a oportunidade para retomar uma atividade que havia abandonado em 1989. Os vinis serão produzidos em uma fábrica do município de Shizuoka, ao sudeste de Tóquio.
A Sony pretende trabalhar com um catálogo tanto de melodias japonesas populares como dos últimos grandes sucessos, informa o jornal Nikkei.
As lojas especializadas registram uma nova clientela, mas a oferta é reduzida no Japão, que tem apenas um fabricante ativo atualmente, a Toyokasei.
"Muitos jovens compram canções que ouviram por streaming, atraídos pela qualidade do som", afirmou Michinori Mizuno, diretor da Sony Music, citado pelo Nikkei.
O número de discos de vinil produzidos no país multiplicou por oito desde 2009 e se aproximou de 800.000 unidades em 2016, de acordo com a Associação da Indústria Fonográfica (RIA). No melhor momento do vinil, na década de 1970, o Japão registrava a produção de quase 200 milhões de discos por ano.
Diante do interesse renovado, a Panasonic relançou recentemente a marca de toca-discos Technics e os SL-1200, enquanto a Sony comercializa um novo modelo.
A consultoria Deloitte calcula que o volume de negócios do vinil no mundo (discos, aparelhos e acessórios) alcançará um bilhão de dólares este ano, em um momento de queda nas vendas de CDs e downloads.

AFP

Pastoral Rodoviária é exemplo de fé junto aos caminhoneiros nas estradas do Brasil

Pastoral Rodoviária é exemplo de fé junto aos caminhoneiros nas estradas do BrasilCom uma frota correspondente a 3,1% dos 77,8 milhões de veículos registrados no país, segundo dados do Ministério das Cidades, os caminhões são um dos principais responsáveis pelo transporte de carga no Brasil. Os caminhoneiros, profissionais regulamentados por lei específica, formam uma das categorias que exercem um dos trabalhos mais prestigiados e, ao mesmo tempo, mais perigosos do país. Dados divulgados pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) em 2015 apontam que, em média, a faixa etária dos que atuam na profissão é de 44,3 anos e que, no geral, os mesmos estão na profissão há 18 anos.
Dado a importância do serviço prestado e oferecido por eles, o país celebra em três meses diferentes datas comemorativas em homenagem ao “Dia do Caminhoneiro”, uma delas é marcada no dia 30 de junho. Várias são as iniciativas que buscam reconhecer os aliados das rodovias, uma delas é desempenhada pela Pastoral Rodoviária, que já atua há 40 anos e busca ser presença religiosa no mundo dos profissionais do transporte, principalmente os caminhoneiros.
Historicamente, a Pastoral Rodoviária teve início em 1976, quando surgiu de duas ideias: a de dom Geraldo Micheletto Pellanda, na época bispo de Ponta Grossa (PR) e a do padre Marian Litewka. Dom Geraldo observava o volume do tráfego rodoviário nas estradas que cortam a diocese de Ponta Grossa e procurou encontrar um modo de levar o Evangelho para o ambiente. Foi inclusive por isso que, participando do Concílio Vaticano II, providenciou a cópia da imagem de Nossa Senhora da Estrada. O bispo sonhava com a construção de uma capela e de um centro de atendimento pastoral para os motoristas em viagem. Da mesma forma, padre Marian sonhava.
Colocado o plano em prática, atualmente a Pastoral conta com o apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), bem como faz parte do Setor Mobilidade Humana, ligado à Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora da CNBB. Um de seus objetivos é a valorização, pelo Evangelho, de quem vive e trabalha no ambiente rodoviário. Também busca ser presença ambulante da Igreja nas estradas do Brasil e, por último, ajuda na organização social dos motoristas profissionais conforme o lema “O povo unido- pela força do de Deus – jamais será vencido!”.
Atuação
A Pastoral Rodoviária marca presença em viagens e durante as visitas aos estabelecimentos rodoviários, como por exemplo, postos de combustíveis, restaurantes, oficinas e borracharias. Tais visitas tem como finalidades criar um ambiente de amizade nas estradas e valorizar, pelo Evangelho, quem vive e trabalha nas estradas. Para conseguir isso, os agentes usam conversas fraternas ou até mesmo a celebração da missa, denominada missa rodoviária ou missa dos motoristas. Esta última é realizada, em geral, no fim da jornada dentro do caminhão-capela.
De acordo com o padre Marian Litewka, os colegas da equipe estão presentes nas estradas do Brasil durante aproximadamente 230 dias no ano. “O nosso dia-a-dia consiste basicamente em viagem, visitas aos estabelecimentos rodoviários e a missa. Fora isso, planejamos o trabalho tais como rotas futuras, esquema das missas nas estradas, material necessário, etc”.
Questionado sobre a religiosidade dos caminhoneiros brasileiros, padre Marian afirma que são pessoas honradas e de muita fé. “Identifico sempre dois pontos firmes na vida dos caminhoneiros: Deus e família. Para os caminhoneiros, porém, faltam oportunidades de progredir na fé. E exprimí-la. Aqui está o grande diferencial da Pastoral Rodoviária”, garantiu.
CNBB

Morre Simone Veil, símbolo do feminismo e ex-presidente do Parlamento Europeu

Da Agência EFE
A primeira mulher presidente do Parlamento Europeu, Simone Veil - Foto/Agência EFE
A primeira mulher presidente do Parlamento Europeu, Simone Veil - Foto/Agência EFEAgência EFE
A primeira mulher eleita presidente do Parlamento Europeu, em 1979, Simone Veil, morreu nesta sexta-feira (30) aos 89 anos, anunciou a família. A informação é da Agência EFE.

Simone Veil é considerada símbolo da luta pelos direitos das mulheres após legalizar o aborto na França em 1974, quando era ministra da Saúde.

Ela sobreviveu, durante sua adolescência, ao campo de extermínio nazista de Auschwitz. Nascida em Nice em 1927, em uma família de judeus não praticantes, foi detida pela Gestapo em 1944, assim como boa parte de seus familiares, alguns dos quais (seus pais e um irmão) não sobreviveram à detenção.
De volta à França, Veil estudou direito e trabalhou como funcionária do alto escalão na magistratura até que, em maio de 1974, o presidente recém-eleito, Valéry Giscard d'Estaing, a nomeou ministra de Saúde, cargo em que ficou marcada sobretudo pela conhecida "Lei Veil", que permitiu a interrupção voluntária da gravidez.
Na defesa dessa lei no Parlamento, Simone enfrentou uma oposição particularmente dura da direita, com alguns deputados chegando a acusá-la de apoiar o genocídio e de comportamento similar ao dos nazistas.
Entre 1979 e 1982, ela presidiu o Parlamento Europeu, na primeira vez em que seu integrantes foram eleitos por sufrágio universal.
Simone voltou a ocupar um cargo ministerial como titular de Saúde e Assuntos Sociais no governo do primeiro-ministro Edouard Balladur, entre 1993 e 1995, foi membro do Conselho Constitucional entre 1998 e 2007 e entrou para a Academia francesa em 2008.
Em uma das primeiras reações à sua morte, o presidente francês, Emmanuel Macron, em mensagem no Twitter, manifestou pesar à família e disse esperar que Simon Veil "possa inspirar, com seu exemplo", os franceses, a encontrar "o melhor da França".