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Padre Geovane Saraiva* Como é bom rezar e colocar em primeiro lugar o mistério da redenção! Nem sempre, porém, sabemos rezar e nem d...

17 de junho de 2015

Família real sueca divulga primeira foto de filho da princesa Madeleine

Ainda sem nome, criança nasceu em Estocolmo na segunda (15).

Bebê é o sexto na linha de sucessão ao trono da Suécia.

Do G1, em São Paulo

Primeira foto oficial do filho da princesa Madeleine da Suécia. Ainda sem nome, o bebê é o sexto na linha de sucessão ao trono (Foto:  Reuters/Jonas Ekstromer/TT News Agency)Primeira foto oficial do filho da princesa Madeleine da Suécia. Ainda sem nome, o bebê é o sexto na linha de sucessão ao trono (Foto: Reuters/Jonas Ekstromer/TT News Agency)
Ainda sem nome, o segundo filho da princesa Madeleine da Suécia teve sua primeira foto oficial divulgada na terça (16), um dia após seu nascimento. O menino aparece vestido com um macacão cinza e dormindo, ainda no hospital Danderyd, em Estocolmo.
O bebê é o sexto na linha de sucessão ao trono sueco, atrás da princesa Victoria, de sua filha Estela, do príncipe Carlos Filipe - que se casou neste fim de semana, da própria Madeleine e da primogênita dela, a princesa Leonor, de um ano.

Leonor, a irmã mais velha do novo membro da família real sueca, nasceu em Nova York, onde sua mãe trabalhava em uma ONG fundada pela rainha Silvia. Madeleine é casada com o financeiro britânico-americano Christopher O’Neill desde junho de 2013
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Francisco e a Criação segundo o Papa

 domtotal.com

A encíclica do Papa dedica-se à “casa comum” da qual cada um deve cuidar.

"A Terra, nossa casa, parece transformar-se sempre mais num imenso depósito de imundície".
“A contínua aceleração das mudanças da humanidade e do planeta se une hoje à intensificação dos ritmos de vida e de trabalho, naquela que alguns chamam, em espanhol, “rapidación” (aceleração). Embora a mudança faça parte da dinâmica dos sistemas complexos, a velocidade que as ações humanas lhe impõem hoje contrasta com a natural lentidão da evolução biológica. A isso se acrescenta o problema que os objetivos desta veloz e constante mudança não são necessariamente orientados ao bem comum e a um desenvolvimento humano, sustentável e integral”, escreve o Papa Francisco no XVIII parágrafo de sua encíclica, dedicada aos temas do ambiente, a “casa comum” da qual cada um deve cuidar.
Da contaminação dos rejeitos ao superaquecimento global
“Existem formas de poluição que atingem cotidianamente as pessoas. A exposição aos poluentes atmosféricos produz um amplo espectro de efeitos sobre a saúde, em particular dos mais pobres [...]. A Terra, nossa casa, parece transformar-se sempre mais num imenso depósito de imundície. Em muitos lugares do planeta, os anciãos recordam com nostalgia as paisagens de outros tempos, que agora aparecem submersos por lixo [...]. Estes problemas estão intimamente ligados à cultura do rejeito, que golpeia tanto os seres humanos excluídos quanto as coisas que se transformam velozmente em lixo”.
“O clima é um bem comum, de todos e para todos. Esse, em nível global, é um sistema complexo em relação com muitas condições essenciais para a vida humana. Existe um consenso científico muito consistente que indica que estamos em presença de um preocupante aquecimento do sistema climático. [...] A humanidade é chamada a tomar consciência da necessidade de modificações de estilos de vida, de produção e de consumo, para combater este aquecimento ou, pelo menos, as causas humanas que o produzem ou o acentuam. [...]. Se a tendência atual continuar, este século poderia ser testemunha de mudanças climáticas inauditas e de uma destruição sem precedentes dos ecossistemas, com graves consequências para todos nós”.
As mudanças climáticas e os migrantes abandonados
“As mudanças climáticas são um problema global com graves implicações ambientais, sociais, econômicas, distributivas e políticas, e constituem um dos principais desafios atuais para a humanidade. Os impactos mais pesados recairão provavelmente nas próximas décadas sobre Países em via de desenvolvimento. Muitos pobres vivem em lugares particularmente golpeados por fenômenos conexos ao aquecimento [...]. É trágico o aumento dos migrantes que fogem da miséria agravada pela degradação ambiental, os quais não são reconhecidos como refugiados nas convenções internacionais e, portanto, carregam o peso da própria vida abandonada sem nenhuma tutela normativa. Infelizmente há uma indiferença generalizada diante destas tragédias, que acontecem atualmente em diversas partes do mundo. A falta de reações diante destes dramas dos nossos irmãos e irmãs é um sinal da perda daquele senso de responsabilidade pelos nossos semelhantes sobre os quais se fundamenta toda sociedade civil”.
A água, direito fundamental e o respeito pela biodiversidade
“A água potável e limpa representa uma questão de primária importância, porque é indispensável para a vida humana e para sustentar os ecossistemas terrestres e aquáticos. [...]. Enquanto a qualidade da água disponível piora constantemente, em alguns lugares avança a tendência de privatizar este recurso escasso, transformado em mercadoria sujeita às leis do mercado. Na realidade, o acesso à agua potável e segura é um direito humano essencial, fundamental e universal, porque determina a sobrevivência das pessoas, e por isso é condição para o exercício dos outros direitos humanos. Este mundo tem um grave débito social com os pobres que não têm acesso à água potável, porque isso significa negar a eles o direito à vida, radicado em sua inalienável dignidade”.
“Também os recursos da terra são depredados por causa de modos de entender a economia e a atividade comercial produtiva, demasiado ligadas ao resultado imediato. A perda de florestas e bosques implica ao mesmo tempo na perda de espécies que poderiam constituir no futuro recursos extremamente importantes, não só para a alimentação, mas também para a cura de doenças e para múltiplos serviços. [...] Mas, não basta pensar nas diversas espécies somente como eventuais “recursos” desfrutáveis, esquecendo que têm um valor em si mesmos. A cada ano desaparecem milhares de espécies vegetais e animais que não poderemos mais conhecer, que os nossos filhos não poderão ver, perdidas para sempre. A imensa maioria se extingue por razões que têm a ver com alguma atividade humana. Por nossa causa, milhares de espécies não darão glória a Deus com sua existência nem poderão comunicar-nos a própria mensagem. Não temos esse direito”.
A renúncia ao paradigma tecnocrático
Existe um modo de compreender a vida e a ação humana que é desviado e que contradiz a realidade até o ponto de arruiná-la. Porque não podemos parar e refletir sobre isto? “De nada servirá descrever os sintomas, se não reconhecermos a raiz humana da crise Proponho, portanto, que nos concentremos sobre o paradigma tecnocrático dominante e sobre o lugar que aí ocupam o ser humano e sua ação no mundo”. “Em tal paradigma ressalta uma concepção do sujeito que progressivamente, no processo lógico-racional, compreende e de tal modo possui o objeto que se encontra fora. Tal sujeito se explica no modo de estabelecer o método científico com sua experimentação, que já é explicitamente uma técnica de posse, domínio e transformação [...]. Por isso, o ser humano e as coisas têm cessado de dar-se amigavelmente a mão, tornando-se, ao invés, contendentes.
Daqui se passa facilmente à ideia de um crescimento infinito ou ilimitado [...]. Isso supõe a mentira sobre a disponibilidade infinita dos bens do planeta, que conduz a “espreme-lo” até limite e além”.
O ponto de vista dos excluídos também na ecologia
“Gostaria de observar que com frequência não se tem clara consciência dos problemas que golpeiam particularmente os excluídos. Eles são a maioria do planeta, bilhões de pessoas. Hoje são mencionados nos debates políticos e econômicos internacionais, mas em geral parece que os seus problemas sejam colocados como um apêndice, como uma questão que se acrescente quase por obrigação ou de maneira periférica, quando não são considerados como um mero dano colateral. [...] Mas hoje não podemos deixar de reconhecer que uma real concepção ecológica se torna sempre uma concepção social, que deve integrar a justiça nas discussões sobre o ambiente, para escutar tanto o clamor da terra quanto o clamor dos pobres”.
Corriere della Sera, 16-06-2015.

Franciscanos em Assis: "fazer as pazes com a terra"

Rádio Vaticana

Assis (RV) – “Fazer as pazes com a terra e cuidar dela. Seguindo o exemplo de São Francisco, nos comprometemos em respeitar e tutelar a natureza, irmã que recebemos como dom para a vida presente e que somos chamados a entregar para nossos filhos”. Este é o apelo feito pelos frades da Basílica de São Francisco, antes da publicação da Encíclica sobre a ecologia integral, de Papa Francisco.
“É a primeira vez na história que um Pontífice utiliza as palavras de São Francisco em um documento oficial. O título da Encíclica se inspira no Cântico das Criaturas, manifesto de uma nova visão do mundo e fonte da espiritualidade franciscana”, reitera o Frei Enzo Fortunato, Diretor da Sala de Imprensa do Sacro Convento de Assis. “O Cântico – diz ele – é um doce louvor a Deus, feito através de suas criaturas: o sol, a lua, o vento, a água, o fogo e a terra”.
A Encíclica ‘Laudato si’ sobre o cuidado da casa comum será apresentada quinta-feira, na Sala do Sínodo, no Vaticano.
(CM)
(from Vatican Radio)

Audiência: a fé dá esperança às famílias em luto

Rádio Vaticana

Quarta-feira, 17 de junho: o Papa Francisco na audiência geral propôs uma catequese sobre o luto na família. O Santo Padre começou por referir o episódio da viúva de Naim relatado por S. Lucas no capítulo 7 no qual Jesus se compadece da dor daquela mãe e nos faz ver a potência de Deus perante a morte.
Todas as famílias, sem exceção, devem lidar com a experiência da morte – afirmou o Santo Padre. A morte faz parte da vida, mas quando se dá na família, é muito difícil vê-la como algo natural. Pensemos nos pais que vivem a desoladora experiência de ter de enterrar os seus filhos, ou nas crianças que ficam órfãs: algo difícil de explicar.
“A morte toca e quando é um filho, toca profundamente” – disse o Papa. A perda de um filho é como parar o tempo, onde passado e futuro já não se distinguem. Toda a família fica paralisada. O mesmo acontece para o menor que fica órfão e, com sofrimento e que pergunta onde está o pai ou a mãe.
Jesus ensina-nos a não temer a morte – frisou o Santo Padre – mas também a vivenciá-la de forma humana. Ele mesmo chorou e ficou perturbado ao compartilhar o luto de uma família querida. Quando uma família em luto encontra forças para perseverar na fé e no amor experimenta que o amor é mais forte do que a morte – afirmou o Papa Francisco:
“No povo de Deus, com a graça da sua compaixão dada em Jesus, tantas famílias demonstram com factos que a morte não tem a última palavra. Todas as vezes que a família no luto – mesmo terrível – encontra a força de conservar a fé e o amor que nos unem àqueles que amamos, está a impedir a morte de tomar tudo. A escuridão da morte deve ser enfrentada com um mais intenso trabalho de amor.”
No final da sua catequese o Santo Padre saudou também os peregrinos de língua portuguesa:
“Queridos peregrinos de língua portuguesa, particularmente os membros do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase e do Instituto D. Helder Câmara: sejam bem-vindos! Faço votos de que nos vossos corações reine a certeza de que o amor misericordioso do Pai celeste não esquece ninguém e se revela especialmente próximo daqueles que são deixados para trás pela cultura do descarte. Que Deus abençoe a cada um de vós e quantos vos são queridos.”
Nas saudações em italiano dois apelos importantes. O primeiro sobre a Encíclica que se publica amanhã dia 18 de junho:
Amanhã, como sabeis, será publicada a Encíclica sobre o cuidado da “casa comum” que é a criação. Esta nossa casa está-se arruinando e isso prejudica a todos, especialmente os mais pobres. Portanto, o meu apelo é à responsabilidade, com base na tarefa que Deus deu ao ser humano na criação: “cultivar e preservar” o “jardim” em que ele o colocou (cfr Gen 2,15). Convido todos a acolherem com ânimo aberto este Documento, que se coloca na linha da Doutrina Social da Igreja.”
A seguir o Papa lembrou o Dia Mundial do Refugiado, promovido pelas Nações Unidas:
“Sabado próximo ocorre o Dia Mundial do Refugiado, promovido pelas Nações Unidas. Rezemos por tantos irmãos e irmãs que buscam refúgio longe da sua terra, que buscam uma casa onde poder viver sem temor, para que sejam sempre respeitados na sua dignidade. Encorajo a obra de quem lhes leva um auxílio e faço votos de que a comunidade internacional atue de maneira conforme e eficaz para prevenir as causas das migrações forçadas. Convido todos a pedir perdão pelas pessoas e as instituições que fecham a porta a esta gente que busca uma família, que busca proteção.”
O Papa Francisco a todos deu a sua bênção! (RS)
(from Vatican Radio)

Papa Francisco: Ecologia humana

O primeiro aspecto diz respeito ao impacto sobre os seres humanos e sobre o ambiente do progresso econômico, das novas tecnologias e do sistema financeiro. Em 2013, o Papa falou pela primeira vez de uma nova concepção de ecologia humana. “Os Papas falaram de ecologia humana unicamente ligada à ecologia ambiental... A pessoa humana está em perigo: isto é certo, a pessoa humana hoje está em perigo, aí está a urgência da ecologia humana”.
Soluções: cultura do encontro
No primeiro ano de pontificado, Francisco convidou a todos os homens e mulheres de boa vontade a reflectir sobre o problema da perda e do desperdício de alimento para identificar soluções que, enfrentando a problemática seriamente, possam ser veículos de solidariedade e partilha com os mais necessitados.
Neste contexto, uma outra expressão-chave do magistério de Francisco passa a ser sublinhada: a cultura do encontro. Na metade de 2013, o Papa fez um pedido: “Gostaria que todos nós nos comprometêssemos em respeitar e cuidar da criação, de estar atentos a cada pessoa, de contrastar a cultura do desperdício e do descarte para promover uma cultura da solidariedade e do encontro”.
Possibilidades da cultura do encontro
O Papa tem vindo a oferecer, ao longo de 2014 e deste ano, diversas vertentes da cultura do encontro na visão cristã “que comporta um juízo positivo sobre a idoneidade das intervenções sobre a natureza para tirar-lhe proveito”.
No início deste ano, o Pontífice se disse “desiludido diante da falta de coragem” da Comunidade internacional por não ter tomado decisões concretas na conferência do clima de Lima. E auspicou que em Paris, em dezembro próximo, durante a nova conferência sobre as mudanças climáticas os representantes “sejam mais corajosos”.
Francisco afirmou ainda ter “bebido em diversas fontes” durante a preparação da nova Encíclica e os quase 800 milhões de famintos do mundo detiveram as reflexões de Francisco. Na tradicional mensagem de 1 de janeiro, no ano passado, o Papa recordou que é “um dever obrigatório que os recursos da terra sejam utilizados de maneira que todos possam ficar livres da fome”.

Rio tem manhã encoberta, mas sem previsão de chuva nesta quarta

emperaturas devem variar entre 17ºC e 29ºC, de acordo com o Alerta Rio.

Ao longo do dia, clima deve esquentar, segundo previsão.

Do G1 Rio

Cristo Redentor amanhece encoberto no Rio nesta quarta (17) (Foto: Marcos Estrella/TV Globo)Cristo Redentor amanhece encoberto no Rio nesta quarta (17) (Foto: Marcos Estrella/TV Globo)
A quarta-feira (17) será de temperaturas amenas no Rio, após um amanhecer encoberto por muitas nuvens. As temperaturas devem variar entre 17ºC e 29ºC, segundo previsão do Alerta Rio. Um sistema de alta pressão reduzirá o transporte de umidade do mar para o município e, só à tarde, as temperaturas devem aumentar.
Ainda de acordo com o Alerta Rio, não há previsão de chuva. Já na quinta-feira (18), no entanto, pode ocorrer chuva isolada a partir da noite. A partir de sexta-feira, o tempo volta a fechar e a temperatura não deve passar de 25ºC
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Papa critica países que fecham as portas para imigrantes


França e Áustria reforçaram controle para imigrantes que chegam da Itália.

Premiê italiano ameaçou retaliar se países da UE não aceitarem imigrantes.

Da Reuters

tópicos:
O Papa Francisco pediu nesta quarta-feira (17) respeito aos imigrantes e sugeriu que "pessoas e instituições" que fecham as portas para eles devem buscar o perdão de Deus.
O apelo do Papa, feito no final de sua audiência-geral semanal, aconteceu num momento de crescente debate na Europa sobre como lidar com a crise de imigrantes, que inclui confrontos na fronteira franco-italiana entre a polícia e imigrantes.
"Convido todos vocês a pedir perdão para as pessoas e instituições que fecham as portas para essas pessoas que estão buscando uma família, que estão buscando ser protegidas", disse o papa em declarações de improviso, feitas com voz séria.
França e Áustria reforçaram o controle de fronteira para os imigrantes que chegam da Itália, recusando centenas de pessoas e deixando um grande número de imigrantes acampados em estações de trem em Roma e Milão.
Em um sinal da discordância sobre como lidar com a crise, o premiê italiano, Matteo Renzi, ameaçou retaliar se outros países da UE não aceitarem receber sua parcela dos imigrantes que chegam ao bloco pelo litoral italiano.
O papa pediu orações para que a "dignidade humana seja sempre respeitada" e fez um apelo à comunidade internacional para "trabalhar junta e de forma eficiente para prevenir as causas da imigração forçada".

EU E AS LÁGRIMAS ...

Lu Couto *

Minha foto

Em Noite de solidão, 
 CAEM lágrimas
Molhando rosto Minha.
Cada gota that sorrateiramente cai,
Também molha Meu Coração.

Minha alma NÃO entende
Que Eu Preciso de Você,
E de Seu sorriso Único ...
Para toda minha vida.

A dor da distância dói ...
Dói muito ... Me consome.
E em meu peito,
Já NÃO cabe tamanha dor.

Só quería Ficar sem Seu Silêncio ...
Abraçar uma paz SUA.
Sentir Seu forte abraço
Sem Ser Preciso me explicar!

Na Escuridão da Minha Saudade,
O Seu nome eu grito ...
Grito Que É contido
Em hum labirinto de lágrimas
E dor!

Sua ausência, E ferida Aberta ...
Ela Faz lágrimas CAIR.
PODEM Ser de dor e saudade,
Ou, Presença que me liberta!

Quisera eu Ser leve e Poder Voar
Feito hum Pássaro ... Uma borboleta.
Libertar-me-ia, das Amarras
Dessa dor que me destroi!

Libertar-me-ia,
De lágrimas impuras that CAEM,
Destroem e torturam-me
No Silêncio da Noite!

Lágrimas de saudade e dor
Pela frustração de Planos desfeitos,
De sonhos NÃO Realizados ...
E Desse de amor Meio sem jeito.
 
Dor de Um Futuro NÃO vivido,
De um amor Despedaçado ...
De Mãos entrelaçadas NÃO
Pela falta de hum Porto Seguro.
  
Lágrimas, lágrimas, lágrimas ...
Pelas Lembranças d Hoje é o do Passado,
Pelo Presente desolado ...
E Um Futuro Que Nunca,
Jamais, existirá.
* Jornalista, escritora, poetisa e colunista.