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Mostrando postagens de Abril 22, 2020

Povos Indígenas: originários autênticos

Padre Geovane Saraiva* Demos um "viva" ao dia 19 de abril e um "viva" aos povos indígenas, com sua cultura e, neles, o meio ambiente e nossos biomas! Diante dessa data alusiva e pertinente, Auristela Leite, nossa querida paroquiana, despertou-me para uma reflexão, indo além do antropológico, do cultural e do religioso: de olhar nossos irmãos pela ótica da fé. Cabe a nós aprendermos, paradoxalmente, o legado dos povos originários, no seu amor pela terra, obra da criação de Deus: bela e fecunda. A única saída é vê-la como nossa mãe e casa muito amada, que, mesmo ante gemidos e dores, nossa origem foi e é seu ventre, e nosso alimento provém de seus sagrados seios. Importa muito pensar e valorizar os brasileiros, nos seus ancestrais e originários autênticos. Nossos indígenas não têm nada de selvageria, ambição e acúmulo, e sim uma convivência boa, saudável e harmoniosa, com o devido respeito à casa comum, ao ecossistema, à vida no seu todo. Para que o nosso

Assista à live com Fernando Oberlaender e escritor Marcus Vinícius Rodrigues na semana em que se comemora o Dia Mundial do Livro

O  A TARDE Conecta  segue nesta terça-feira, 21, com Fernando Oberlaender, da Editora Caramurê, que terá como convidado o escritor Marcus Vinícius Rodrigues. Na semana em que se comemora o Dia Mundial do Livro, nesta quinta-feira, 23, eles comentam, entre outros assuntos, como a pandemia tem contribuído para promover um reencontro das pessoas com a leitura. ACOMPANHE A LIVE AQUI A live é transmitida na página do  Grupo A TARDE  na rede social Instagram e fica disponível durante 24h. Ver essa foto no Instagram 🚨 NÃO PERCA! No A TARDE Conecta Fernando Oberlaender e Marcus Vinícius Rodrigues 21/04 (terça) AO VIVO a partir das 17h. 📲 PARTICIPE! ✔ Compartilhe e salve na sua Agenda ⚠️ #ATARDECONECTA #live #FiqueEmCasa #jornalATARDE #GRUPOATARDE #ATARDEfm Uma publicação compartilhada por  Grupo A TARDE  (@grupoatarde) em  20 de Abr, 2020 

Pandemia chega à literatura brasileira

'Corpos Secos' é um romance escrito por quatro autores, dois homens e duas mulheres, que a Alfaguara lança André Cáceres, O Estado de S. Paulo Um país em ruínas, uma tragédia sanitária, uma epidemia generalizada, violência em massa – se o Brasil retratado no romance  Corpos Secos  já não estava tão distante do Brasil de verdade, ele se tornou perturbadoramente semelhante à vida real com o avanço do coronavírus.  Publicado pela editora Alfaguara e escrito a oito mãos por um time de autores celebrados – Luisa Geisler, Marcelo Ferroni, Natalia Borges Polesso e Samir Machado de Machado –, esse é talvez o primeiro grande romance da pandemia, já com seus direitos audiovisuais vendidos para a RT Features, para a produção de um filme ou uma série. No livro, o uso de um agrotóxico em fazendas no Mato Grosso provoca uma mutação no vírus Baculovirus anticarsia, que começa a infectar pessoas, transformando-as em “corpos secos”, ou seja, criaturas vagantes ou morto

Artista produz vídeos colaborativos para incentivar rede de apoio a profissionais da cultura

O projeto reúne músicos de diversos lugares como forma de continuar criando e incentivando os trabalhadores do meio artístico durante isolamento social imposto pelo coronavírus Artistas utilizam suas redes sociais para se unirem durante a quarentena (Foto: Reprodução/Instagram) Unir,  por meio da música, pessoas que estão fisicamente separadas. Esse é um dos principais objetivos do instrumentista e pesquisador Gustavo Portela ao publicar vídeos em seu  Instagram  de vários artistas tocando a mesma canção de lugares diferentes. A intenção dele, porém, vai além. Ele quer incentivar as doações para a rede de apoio  Unidos Venceremos . “A gente está acompanhando pessoas que estão com dificuldade, toda essa rede da cultura. A gente tem feito  lives  com apresentações, espetáculos e shows para arrecadar dinheiro”, afirma o músico. Com a junção de vozes, transmitem a importância de auxiliar os profissionais durante o período de isolamento social. O processo de elaboração dos víd