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Padre Geovane Saraiva* Como é bom rezar e colocar em primeiro lugar o mistério da redenção! Nem sempre, porém, sabemos rezar e nem d...

19 de novembro de 2014

Papa apelou pela paz em Jerusalém e pediu oração pelas comunidades religiosas de clausura


2014-11-19 Rádio Vaticana

Na audiência geral desta quarta-feira, dia 19 de novembro o Papa Francisco fez dois apelos importantes. O primeiro dirigido aos recentes acontecimentos de violência em Jerusalém. O Santo Padre afirmou seguir com preocupação os mais recentes episódios de inaceitável violência. O Santo Padre reafirmou a sua oração por todas as vítimas e apelou para a paz pedindo que se coloque fim à espiral de ódio e violência.
O Papa Francisco lançou também um apelo para a oração pelas comunidades religiosas de clausura por ocasião da Memória Litúrgica da Apresentação de Maria Santíssima no Templo que se celebra na próxima sexta-feira, 21 de novembro:
“Sexta-feira, 21 de novembro, memória litúrgica da Apresentação de Maria Santíssima no Templo, celebraremos a Jornada pro Orantibus, dedicada às comunidades religiosas de clausura. É uma ocasião oportuna para agradecer ao Senhor o dom de tantas pessoas que nos mosteiros se dedicam a Deus na oração e no silencio operante, reconhecendo-lhe aquele primado que só a Ele diz respeito. Agradeçamos ao Senhor pelos testemunhos de vida de clausura e não lhes façamos faltar o nosso empenho espiritual e material, para cumprir tal importante missão.” (RS)

(from Vatican Radio)

Ano da Vida Consagrada vai ajudar a reforçar «proximidade»


Questão está a ser abordada na assembleia geral da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal

Fátima, Santarém, 18 nov 2014 (Ecclesia) – A Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP), reunida em assembleia geral em Fátima, manifestou a vontade de reforçar a “proximidade” com a sociedade em geral.
Em declarações à Agência ECCLESIA, o presidente da CIRP, padre Artur Teixeira, explica que está em causa consolidar um “testemunho comum” de presença e ação junto de “todos os homens e mulheres, com rosto, com vidas, com situações muito concretas”.
“Depois das radiografias feitas, e do que também a sociedade nos ia dizendo, através de muitas mensagens, estudos, reflexões, vimos que nos era exigido um compromisso ainda maior”, salienta o sacerdote.
O Ano da Vida Consagrada, que vai começar a 29 de novembro, é no entender do superior provincial dos Missionários do Coração de Maria uma oportunidade para reforçar esses laços com a sociedade.
Para o padre Artur Teixeira, os institutos religiosos devem “deixar-se interpelar” por todas as propostas que surgirem, dentro e fora da sua realidade, para viverem esta iniciativa junto de “todas as comunidades cristãs”.
“Para não ficarmos nas nossas sacristias, nas nossas comunidades, por mais quentinhas que sejam, mas podermos andar pelas estradas da vida dos homens e mulheres nossos concidadãos”, complementa.
O Ano da Vida Consagrada será também “uma grande oportunidade para os institutos agradecerem o caminho realizado” e “abraçarem com renovada paixão este tempo para que possam ter futuro”.
“Haverá cansaço de algumas pessoas, desencanto de outras, mas haverá toda uma juventude a querer caminhar e abraçar este tempo novo, em missão, nesta mesma Igreja”, acredita o presidente da CIRP.
Quando convocou o Ano da Vida Consagrada, em novembro de 2013, o Papa Francisco salientou que os consagrados “são homens e mulheres que despertam o mundo”.
“A vida consagrada é profecia. Deus pede-nos para voar do ninho e sermos enviados para os confins do mundo. Esta é a maneira mais eficaz de imitar o Senhor”, salientou.
Segundo a vice-presidente da CIRP, estas palavras representam “um grande desafio” e um incentivo para os homens e mulheres consagrados levarem ao mundo “a luz” de Cristo.
“Estamos a viver este momento com o coração aberto, a querer fazer este caminho cada vez mais. Jesus não pede que sejamos perfeitos mas que sigamos os seus passos e é neste seguimento que nós queremos continuar, a identificar-nos com ele, a construir o seu reino que está para os mais pobres, para os mais abandonados”, frisa a irmã Maria do Sameiro Martins.
HM/JCP

Natal: Campanha da Cáritas Portuguesa associa-se à luta contra pobreza infantil


Organização católica vai apoiar também população do Médio Oriente



Lisboa, 18 nov 2014 (Ecclesia) - A Cáritas Portuguesa deu hoje a conhecer os destinatários da sua campanha anual de Natal,’10 Milhões de Estrelas’, quem em 2014 se centra na luta contra a pobreza infantil e no apoio à população do Médio Oriente.
“O trabalho da Cáritas é ser voz dos que não têm voz. A operação ‘10 Milhões de Estrelas- Um Gesto pela Paz’ quer ser mais do que isso, queremos que ela se transforme num grito de toda a população portuguesa contra a indiferença. É um gesto de solidariedade ativa que, por muito simples que seja, gera comunhão e cidadania”, afirma Eugénio Fonseca, presidente da Cáritas Portuguesa.
A iniciativa visa apoiar os cidadãos mais desfavorecidos, através da venda de velas pelo preço simbólico de um euro, assinala a organização católica, em comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA.
A Cáritas Portuguesa assume como objetivo vender este ano “mais de 1 milhão de velas” e adianta que o valor final recolhido será aplicado em duas causas distintas: 65% reverterão em favor das famílias e pessoas em situação de carência socioeconómica que serão ajudadas através das Cáritas Diocesanas e paróquias; e 35% reverterão para a população do Médio Oriente.
A Cáritas Portuguesa é parceira, em 2014, do grupo RTP no projeto ‘Toca a Todos’, uma iniciativa que pretende mobilizar toda a sociedade na luta contra a pobreza infantil.
“Para a Cáritas a associação a esta iniciativa é uma oportunidade de dar visibilidade a uma temática que a todos diz respeito e cujos efeitos comprometem o bom crescimento das futuras gerações”, sublinha a nota de imprensa.
No âmbito desta campanha a Cáritas Portuguesa convida os portugueses a acenderem uma vela na noite de Natal, nas janelas de suas casas, “num gesto de compromisso pessoal pela paz”.
A operação ‘10 Milhões de Estrelas – Um Gesto pela Paz’ é uma iniciativa solidária que nasceu em França e começou a ser promovida em Portugal em 2003.
O principal objetivo é incentivar a sociedade civil, os cidadãos, a contribuírem para a melhoria das condições de vida de pessoas e povos desfavorecidos, atingidos por fenómenos como a pobreza, a guerra, as catástrofes naturais, as desigualdades sociais.
campanha tem lugar durante o Advento (tempo litúrgico que precede o Natal no calendário católico) e é concretizada através de manifestações públicas de natureza religiosa, cívica, cultural e artística desenvolvidas pela Cáritas Portuguesa e pelas Cáritas Diocesanas.
De 26 a 30 de novembro haverá uma “Semana Cáritas” na rádio e televisão públicas e de 3 a 6 de dezembro, no Terreiro do Paço, em Lisboa, a Cáritas associa-se a uma ação contra a pobreza infantil, promovida pela ‘RTP+’.
OC

O privilégio do rei

19/11/2014  |  domtotal.com

O Brasil, em vista de sua tradição e cultura jurídica, é um país onde se dá ao privilégio um status quase religioso.

Por Alexandre Kawakami*

Já devo ter falado sobre isso anteriormente mas vale a pena relembrar. Dentro dos estudos de Economia existe um ramo chamado Escolhas Públicas cuja premissa é relativamente óbvia: se a Economia é o estudo das ações humanas, esse estudo se aplica a qualquer objeto resultante de tal ação, seja ele o mercado de ações, os efeitos das taxas de juros ou outros fenômenos que tradicionalmente excluíamos deste estudo, tais como as decisões tomadas por agentes revestidos de caráter público.

Tradicionalmente, evitávamos excluir estas últimas ações da análise econômica porque tal análise parte de um princípio sobre o qual refletimos um certo juízo de valor: em condições normais de temperatura e pressão, o indivíduo, agente da ação humana, tomará decisões que lhe são vantajosas dentro do seu cálculo. O julgamento que fazemos deste princípio é o de que a ação humana é por natureza egoísta. Como as ações de caráter público têm, por ideal, uma pretensão de terem como motivadoras o interesse do maior número de pessoas, acreditávamos que não cabiam no conceito de ação econômica.

Entretanto, a Teoria das Escolhas Públicas veio a quebrar este tabu, mostrando a todos que os agentes públicos são tão “egoístas” em suas decisões como qualquer um de nós.

Um exemplo recente ajuda a ilustrar e reforçar esta noção. Um juiz do Rio de Janeiro, aparentemente embriagado e sem estar portando sua carteira de habilitação é parado em uma blitz e tem o veículo apreendido, além de ser encaminhado para a delegacia competente. Usando das competências que a função lhe concede de forma questionável, ao invés de reconhecer seu erro, dá voz de prisão à autoridade fiscalizadora por desacato.

Até este momento, pode-se dizer que este juiz é individualmente a exceção à regra. Mas tendo sido o caso levado à justiça, seus colegas juízes, também em nível recursal, mantêm o julgamento de desacato arguido pelo juiz, impondo à fiscal uma multa muito superior a seu rendimento mensal.

Para os juízes que julgaram este caso, a ação da autoridade fiscalizadora caracterizada como desacato (dizer que o juiz em questão era “juiz, e não Deus”) era ofensiva à figura do magistrado. Para nós, cidadãos comuns, a mesma ação era não só compreensível mas imbuída de certa justiça. Mas a teoria das Escolhas Públicas é bastante relevante e apropriada para o estudo deste cenário: como ela preveria, o órgão julgador decidiu de acordo com o que os seus membros julgam apropriado e inapropriado. E para eles, juízes, o comentário não foi apenas infeliz, mas por natureza ilegal e criminoso. Ainda que para todo o resto das pessoas que não são juízes, tal comentário tenha sido sequer deselegante.

É por saber que o ser humano age como ser humano em qualquer situação que economistas afiliados às conclusões da teoria das Escolhas Públicas defendem dois parâmetros para a construção de leis: primeiramente, que a lei confira o mínimo de privilégios possível, uma vez que é inevitável que tais privilégios sejam usados de forma injusta.

Segundo, que exista dentro de nosso ordenamento legal um mecanismo de controle dos agentes públicos que seja imparcial e perene. Daí perceberem institutos como a divisão dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), a superioridade das leis constitucionais, os procedimentos recursais e outros como avanços importantes na construção de civilizações mais iguais e livres.

O Brasil, em vista de sua tradição e cultura jurídica, é um país onde se dá ao privilégio um status quase religioso. Neste país, o instituto do desacato é usado por nossas autoridade com liberalidade preocupante. Tal privilégio, idealmente, só poderia ser convocado quando usado à serviço das pessoas que lhe conferem. Hoje, entretanto, é expressão de uma divisão entre os que se apropriam da lei e os que deveriam se beneficiar dela.

Os analista econômicos da lei, entretanto, têm uma solução para este dilema: construir um sistema onde tais privilégios só podem ser utilizados mediante um preço. Isso obriga os portadores destes privilégios a usarem de mais cuidado e diligência, além de terem, de fato, um interesse real em cada decisão que emitem. Este é o tema de meu próximo artigo.
*Alexandre Kawakami é Mestre em Direito Econômico Internacional pela Universidade Nacional de Chiba, Japão. Agraciado com o Prêmio Friedrich Hayek de Ensaios da Mont Pelerin Society, em Tóquio, por pesquisa no tema Escolhas Públicas e Livre Comércio. É advogado e consultor em Finanças Corporativas

Greenpeace faz protesto em frente à sede da CEF

19/11/2014  |  domtotal.com

Duas toneladas de pó de serra foram despejadas nesta terça-feira (18) em frente à sede da Caixa Econômica Federal, em Brasília, como parte da campanha "Para o programa ser legal, a madeira não pode ser ilegal", organizado pelo Greenpeace Brasil. O ato representa protesto contra a ligação, de acordo com o Greenpeace, de algumas lojas cadastradas no programa Construcard, da Caixa, com planos de manejo fraudulentos ou com falhas técnicas.

Com relação ao protesto, a Caixa divulgou nota informando que "não cabe (à Caixa), mas sim aos órgãos ambientais, a fiscalização da aquisição da madeira". A Caixa informou ainda que há mais de 60 empresas conveniadas para vender material de construção por meio do programa. Acrescentou que essas empresas devem respeitar as normas e legislação aplicáveis aos fornecedores e produtos oferecidos. A nota informou ainda que a Caixa vai adotar as "medidas cabíveis a partir da apuração dos fatos junto aos órgãos competentes".

Segundo as acusações do Greenpeace, as investigações feitas pela organização sugerem que, dos cinco casos de transações comerciais com indício de fraude identificados pela organização não governamental (ONG), três foram feitos com lojas cadastradas no programa Construcard.

Agora o Greenpeace pede à Caixa que essas lojas sejam descadastradas do programa e também que o banco reformule sua política de credenciamento. O Construcard é um programa que financia a reforma e construção de casas para pessoa física em lojas conveniadas com o banco. O documento que consolida as investigações estão disponíveis no site da organização.

Para a porta voz Greenpeace Marina Lacôrte, o programa do banco, por meio do cartão Construcard, acaba financiando, de forma indireta, o consumo de madeira extraída ilegalmente na Amazônia. "Existe um excesso de crédito, por conta da facilidade na geração desse crédito, para a compra dessa madeira que, aliada a uma fiscalização pouco eficiente, acaba garantindo documentação oficial a essa madeira ilegal", disse.

Uma das ferramentas de controle do banco é a exigência de apresentação de documentos de origem florestal (DOF). Para o Greenpeace, a apresentação do documento - se feita dentro das normas -  constitui garantia de que a madeira comercializada no programa seja proveniente de área legal, trabalho feito em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Ministério do Meio Ambiente.
Agência Brasil

Tempo de refletir sobre a história

19/11/2014  |  domtotal.com

O ser humano, quanto mais dependente da técnica, mais necessidade tem de encontros pessoais e presenciais.

Por Dom Orani João Tempesta*

Aproximando-nos do final e início de novo Ano Litúrgico, os textos bíblicos nos falam de prestação de contas, final dos tempos e da expectativa de estarmos preparados para o Senhor que virá. Devemos estar sempre preparados. A nossa arquidiocese se prepara para a Segunda Festa da Unidade, na véspera de Cristo Rei, quando iniciaremos uma semana com várias comemorações: dia do cristão leigo, início da campanha para a evangelização, dia nacional de ação de graças e o show Rio em Comunhão.

Nestes tempos de tantas mudanças, somos chamados a nos comunicar também através das mídias em geral e, em especial, das mídias sociais. Cada época a criatura humana encontra um novo meio para se comunicar. Não sabemos o que virá no futuro, mas as mudanças rápidas nestes últimos 50 anos nos fazem pensar em como estar sempre aprendendo de novo. E creio que a principal questão é como fazer um bom uso de tudo isso.

Torna-se cada dia mais difícil a vida das pessoas que não possuem domínio do computador e não possuem o acesso à internet, pois quase tudo hoje se faz com essa ferramenta. Porém, junto a esta tecnologia indiscutivelmente espetacular e indispensável, se não for utilizada de maneira correta, podemos ter cada dia mais jovens e crianças cyber viciados, os quais, poderiam se tornar cidadãos alienados e dominados pela máquina. Neste tempo de tantas comunicações, quantas dificuldades para tal! Para informações, assim como correspondência e educação, a internet tem uma importância significativa. Hoje fica fácil em segundos saber tudo o que está acontecendo no Brasil e no mundo, é possível se falar, ouvir e até ver pessoas que estão do outro lado do planeta, ou mesmo tirar dúvidas sobre qualquer que seja o assunto. Até mesmo a pequena demora para chegar às informações transmitidas pela sonda que pousou no cometa nesta semana parece uma eternidade.

A vida pessoal é partilhada com milhões de pessoas desconhecidas, e devido às grandes proporções que os sites de relacionamento possuem, fica fácil hoje em dia qualquer pessoa saber onde você mora, quantos filhos você tem, onde eles estudam, onde você trabalha. Isso que poderia estreitar laços muitas vezes serve para tornar-se alvo de crimes. Muita gente, por desinformação ou mesmo desatenção, acaba se tornando vítima deles, pois tem sua vida monitorada, e facilmente bandidos conseguem todas as informações necessárias para extorquir, roubar e até matar. A ferramenta pode ser bem ou mal utilizada. Nesse sentido, chegando a este tempo de reflexão litúrgica somos chamados a um sério exame de consciência e a buscar reconciliação. Uma das situações que mais se difundem divisões, mentiras, maldades tem sido justamente esse instrumento de comunicação.

Durante as últimas décadas, toda a sociedade tem se beneficiado das novas tecnologias. Mas, como toda causa tem um efeito, com elas não foi diferente. Como qualquer meio de comunicação, a maneira como utilizar é a grande chave de encontrar caminhos.

É certo que tudo praticado com exagero traz malefícios. O uso indiscriminado da internet é capaz de prejudicar a vida social de seus usuários. Muitas vezes afastam-se das pessoas que anteriormente mantinham contato pessoal, prejudicando os processos comunicativos e desatando as relações. A grande quantidade de tempo gasto na internet poderia ser usado em atividades perto de pessoas do seu convívio. Participar da missa, santificar o domingo, falar com os filhos, viver momentos de lazer junto aos amigos são necessidades humanas! Começa-se a perceber, que faltam esses espaços em nossos tempos. O ser humano, quanto mais dependente da técnica, mais necessidade tem de encontros pessoais e presenciais.

As notícias e comentários tanto no passado como hoje podem ser causas de ofensas e difamação. E as dificuldades em mostrar o contrário e retirar a mentira são enormes nestes tempos. É necessário utilizar a internet como ponte para a união e não para a separação, pois a vida cotidiana já possui tantos problemas que nos afligem. Temos em nossas mãos um grande instrumento de poder transformar o mundo para melhor, mas a utilização dele depende da pessoa que usa.

Estamos chegando ao final do ano. Quantas discussões, divisões, brigas e divisões devido a tantas questões discordantes causaram situações desagradáveis! Em nossa Arquidiocese temos um momento de celebração penitencial, agora preparando a Festa da Unidade e, no Advento, preparando o Natal do Senhor. É tempo de reconciliação! O perdão leva-nos a compreender, a desculpar, a conviver com todos, de maneira que aqueles que pensam ou atuam de um modo diferente do nosso, em matéria social, política ou mesmo religiosa, devem ser objeto também do nosso respeito e do nosso apreço. Mas é necessário distinguir entre o erro, que sempre deve ser evitado, e o homem que erra, pois este conserva a dignidade da pessoa.

Um discípulo de Cristo jamais tratará mal o outro! O Papa Francisco tem insistido sobre algumas palavras que sempre deveríamos levar no coração e algumas delas podemos salientar: desculpe, bom dia, como vai... O preceito do perdão não estende somente àqueles que nos querem e nos tratam bem, mas a todos sem exceção. “Ouvistes o que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos aborrecem e orai pelos que vos perseguem e caluniam.” Eis um grande desafio para comunicar neste tempo de final e início de Ano Litúrgico.

Homens divididos por calúnia, injúria e difamação não ajudam a evangelizar. Este tempo é o momento de perdão e unidade, de tirar do seu coração todo o veneno do ódio e buscar a reconciliação.

Partilhemos os dons com alegria e aproveitemos cada dia para semearmos a boa semente da Palavra de Jesus, que constrói um mundo novo, a civilização do amor.

Para utilizar bem a mídia, é necessário que tenhamos paz em nossos corações. Vivamos com essas intenções estes dias finais do Ano Litúrgico enquanto nos preparamos para com o Advento iniciar o novo. Deus nos ama com amor eterno e nos enviou o Seu Filho Jesus Cristo, que deu Sua Vida por nós, para que tenhamos vida e vida plena. Que o Espírito Santo nos conduza e encontre em nós corações abertos para assim viver.

No próximo dia 22 de novembro, sábado, a partir das 13 horas em nossa Catedral de São Sebastião, teremos a oportunidade de viver intensamente esse dom do Senhor e contagiar os irmãos e irmãs para que assim vivamos como sinais de paz e reconciliação para nossa cidade.
CNBB, 17-11-2014.
*Dom Orani João Tempesta é cardeal e arcebispo do Rio de Janeiro (RJ).

Neve e temperaturas congelantes nos EUA

19/11/2014  |  domtotal.com

Cidades do nordeste declararam situação de emergência, enquanto estados do sul se preparavam para frio recorde.

Por Laila Kearney
Nova York - Neve pesada e temperaturas congelantes varreram os Estados Unidos nesta terça-feira, e cidades do nordeste do país declararam situação de emergência, enquanto estados do sul se preparavam para um frio recorde.
A massa de ar do Ártico que passou pelas Montanhas Rochosas na semana passada chegou ao nordeste e se moverá ao sul à noite, disse o meteorologista do Serviço Meteorológico Nacional, Patrick Burke.
"Praticamente todos, incluindo o sudeste, serão tomados pelo frio", disse Burke.
No oeste de Nova York, uma tempestade despejou 1,2 metro de neve em algumas áreas e levou as autoridades a decretar estado de emergência em três cidades perto de Buffalo, afirmou o procurador-geral estadual, Eric Schneiderman, em um comunicado.
Um trecho de uma rodovia no Estado de Nova York foi fechado por causa da neve, disse a porta-voz do serviço rodoviário, Christina Klepper.
As temperaturas máximas em partes do norte da Pensilvânia e New Hampshire não devem ultrapassar mais do que 15 graus, de acordo com o serviço meteorológico, acrescentando que a maioria dos Estados do meio-Atlântico deverá registrar temperaturas pouco acima de zero na terça-feira e quarta-feira.
No sudeste e sul, as temperaturas estavam caindo para mínimas incomuns nesta época.
"Eu não aguento mais", disse Robin Roy, de 53 anos, tremendo debaixo de um poncho colorido enquanto fazia compras em um mercado ao ar livre em Gulfport, na Flórida. "Eu nunca gostei do frio."
Mínimas recordes para esta época podem atingir o norte da Flórida ao cair da noite, com temperaturas abaixo de 7 graus Celsius ao redor de Tallahassee e no Panhandle, disse Amy Godsey, meteorologista da Divisão de Gerenciamento de Emergências estadual.
Em Muscle Shoals, no Alabama, perto de Huntsville, a mínima do dia deve chegar a 1 grau, quebrando a mínima anterior nesta época de 3 graus atingida em 1903, segundo o meteorologista do serviço nacional, Stephen Latimer. Huntsville também deve bater o recorde de frio.
Normalmente, esse frio só é visto no fim de dezembro até fevereiro, disse Burke.
Ele disse que a frente fria irá recuar no fim de semana, trazendo temperaturas mais quentes aos Estados Unidos, exceto nas Montanhas Rochosas, no norte, até as Grandes Planícies e Meio-Oeste.
Reuters

Marina Colasanti e Laurentino Gomes ganham o Prêmio Jabuti 2014

 19/11/2014 11h34

Livro do ano de ficção e de não-ficção foram anunciados nesta terça em SP.

Júri elegeu obra infantil e reportagem sobre o início da república no Brasil.

Do G1, em São Paulo
Os escritores Marina Colasanti e Laurentino Gomes, grandes vencedores do Prêmio Jabuti 2014 (Foto: Divulgação)Os escritores Marina Colasanti e Laurentino Gomes, grandes vencedores do Prêmio Jabuti 2014 (Foto: Divulgação)
O livro infantil “Breve história de um pequeno amor”, de Marina Colasanti, e o livro-reportagem "1889", de Laurentino Gomes, foram os vencedores do 56º Prêmio Jabuti, anunciado na noite desta terça-feira (18) no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo. O primeiro foi eleito Livro do Ano de Ficção, e o segundo, Livro do Ano de Não-Ficção.
Os autores receberam a estatueta jabuti dourada e um prêmio de R$ 35 mil. Foram eleitos por um júri formado por associados da Câmara Brasileira do Livro (CBL), organizadora do prêmio. A curadoria foi da escritora e professora Marisa Lajolo.
Obras de 27 categorias (veja lista abaixo) concorriam aos dois prêmios principais. Apenas os ganhadores de cada uma delas disputaram o troféu de Livro do Ano. Anunciados em 16 de outubro, eles subiram ao palco do Auditório do Ibirapuera nesta terça para receber suas respectivas estatuetas. Também levaram R$ 3,5 mil. No total, 2.240 títulos disputaram o Jabuti 2014.

Intolerância
Em nota divulgada pela assessoria de imprensa do Prêmio Jabuti, Laurentino Gomes falou sobre o que ele chama de "intolerância" do Brasil atual e sobre recentes manifestações que pedem a volta dos militares ao poder.
"É preciso saber o que ocorreu no Estado Novo, de Getúlio Vargas, e no regime militar, ter consciência de que pessoas foram presas e torturadas e de tudo o que ocorreu. Tal conhecimento é relevante neste momento em que há muita intolerância no País e em que se veem pessoas jovens pregando golpe militar e manifestações em prol de medidas radicais e de exceção", afirmou.

O escritor também defendeu o estudo da história: "Somente assim poderemos construir um futuro de modo mais organizado e menos barulhento e intolerante".
Já Marina Colasanti comemorou o fato de o Livro do Ano de Ficção ser uma obra infantil. "Isso é importante, pois a literatura infantojuvenil é decisiva para se criar novas gerações de leitores", disse.

Em vídeo, Jorge Furtado e Carolina Jabor comentam roteiro de 'Boa sorte'

19/11/2014 10h12

'Ela foi capaz de dar um gás na história que eu não daria', diz roteirista.

Protagonizado por Deborah Secco, longa estreia nesta quinta-feira (20).

Do G1, em São Paulo

Carolina Jabor estreou no cinema com o documentário "O mistério do samba" (2008), dirigido em parceria com Lula Buarque de Hollanda. Desde então, vinha buscando histórias para fazer seu primeiro filme de ficção. Ao ler um conto de Jorge Furtado, veio o estalo. Entrou em contato com o autor e aproveitou também para convidá-lo a escrever o roteiro. “Jorge é um dos melhores roteiristas do Brasil, me pareceu um parceiro mais do que natural”, diz a diretora de "Boa sorte", longa que estreia nesta quinta (20). Assista ao vídeo acima.
"Até agora, eu mesmo havia adaptado e dirigido todas as coisas que escrevi, mas no caso de ‘Frontal com Fanta’ achei que a Carolina faria o filme melhor do que eu”, diz Jorge Furtado. “O que de fato ocorreu. Ela foi capaz de dar um gás na história que eu não daria”. Jorge sugeriu trabalhar em parceria com seu filho Pedro, que já havia demonstrado interesse em adaptar o conto, e ajudaria a trazer uma visão externa, sempre necessária em processos de adaptação.
Pedro Furtado saiu em campo e fez uma ampla pesquisa. “Visitei algumas clínicas em Porto Alegre e foi uma experiência muito forte. Várias coisas que observei entraram no roteiro. Algumas situações e diálogos, inclusive, são muito fiéis ao que presenciei”, conta. Mais importante, no entanto, foi o desenvolvimento da história de amor que acabou se tornando o coração do filme, definido por Jorge Furtado como uma “tragédia da sincronicidade”.
“O protagonista descobre o amor com uma mulher que está morrendo. Ela transforma a vida dele, ele consegue crescer a partir dessa experiência. Isso foi muito bem realizado graças à direção da Carolina e ao trabalho de Deborah Secco e João Pedro Zappa”, elogia Furtado.
João Pedro Zappa e Deborah Secco em 'Boa sorte' (Foto: Divulgação)João Pedro Zappa e Deborah Secco em 'Boa sorte' (Foto: Divulgação
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Com 15 anos, jovem irlandês já abriu duas startups e preparada a terceira

por Helton Gomes

Jovem irlandês Casey Jordan criou três startups até os 15 anos.


Quando os pais de Casey Jordan notaram que o garoto de 12 anos gostava de games, pensaram que a relação dele com o mundo dos jogos não ia além do joystick. Só souberam que o menino, na verdade, estava criando games e não apenas jogando quando foram avisados por um professor. Desde lá, a diversão virou game, que virou negócio, que não parou por aí. Hoje, com 15 anos e com a experiência de quem já abriu duas startups, o irlandês Jordan prepara sua terceira empresa iniciante.

Foi para falar sobre essa história que Jordan conversou por e-mail com o Start.up. Contou que, mesmo às voltas com suas empresas, não deixava de brincar com os amigos.
Seu primeiro game, “Aliens vs Humans”, chegou à App Store em fevereiro de 2012. “Meus pais me dão muito apoio, mas, no começo, no entanto, eles não entendiam que eu estava fazendo games”, disse. Tão logo finalizou o jogo, algo com a simplicidade de um "Space Invaders" sob a temática de "Plants vs Zombies", ele abriu seu próprio estúdio, a hoje Ware Games, e criou mais três jogos.
No ano passado, durante o maior evento de tecnologia da Irlanda, Jordan lançou sua segunda empresa. ATeachWare desenvolve uma plataforma na nuvem (ou seja, não precisa instalar nada no computador, só acessar pela internet) para professores do Ensino Fundamental controlarem as informações de seus alunos (notas, faltas etc). Isso quando ele mesmo havia saído do Fundamental fazia pouco tempo.
Jovem irlandês Casey Jordan criou três startups até os 15 anos.
Para Jordan, enquanto os games eram e são uma paixão, a educação (e a organização dentro da sala de aula) são uma oportunidade. “Eu amo programa e trabalhar com códigos. Eu sempre busquei novas ideias. Às vezes eu vejo uma lacuna em algum lugar e penso o que eu poderia desenvolver para consertá-la. Eu amo resolver problemas e fazer coisas que as pessoas acham divertidas e que as ajudem.” Pelo nível de utilização do serviço, os professores gostaram. Desde o lançamento, mais de 300 deles se inscreveram para usar o serviço. Diariamente, ela é acessada por 150 profissionais.

E onde Jordan aprendeu a se virar no mundo dos bits e bytes? Na escola? “Não há ensino de programação em muitas escolas irlandesas”, diz. O garoto começou a estudar sozinho aos 9 anos “por meio da leitura de livros, à exemplo de ‘Programação para Idiotas’ e livros como esse, internet e tutoriais online”. Isso enquanto continuava a jogar futebol no Villa (time de Waterford, cidade irlandesa onde mora), estudava pelo menos duas horas por dia com os amigos e torcia pelo time inglês Liverpool.
A motivação para começar a criar games, entrar na área de educação e partir para uma nova empreitada neste ano foi a busca do garoto pelo que os empreendedores digitais chamam de “next big thing”. “Um dia eu espero desenvolver uma startup em algo grande que possa empregar pessoas e ter muito sucesso.” A aposta da vez é a Eventz, apresenta há duas semanas.
A empresa automatiza a criação e o gerenciamento de eventos por meio de site e aplicativo. Com isso, os usuários poderão administrar a venda de ingressos, acompanhar a agenda e turbinar a divulgação via redes sociais. A ferramenta terá uma versão gratuita para pequenos eventos e uma paga, para acontecimentos maiores e corporativos. O sistema da startup está em fase de testes e estreia no próximo ano. E se essa for a “next big thing” que tanto procura? “Então eu vou mudar para a próxima startup.”

Fotos: Jovem irlandês Casey Jordan criou três startups até os 15 anos.(Arquivo Pessoal/Casey Jordan)

Hotel de Cuba é eleito o melhor resort com tudo incluído do mundo

19/11/2014 05h00 - Atualizado em 19/11/2014 05h00

Site TripAdvisor listou os 25 melhores hotéis 'all inclusive' no planeta.

Hotel de Alagoas foi o único representante do Brasil na lista.

Do G1, em São Paulo
O resort Royalton Cayo Santa Maria, em Cuba (Foto: TripAdvisor/Divulgação)O resort Royalton Cayo Santa Maria, em Cuba (Foto: TripAdvisor/Divulgação)
Um luxuoso hotel no litoral de Cuba foi eleito o melhor resort all-inclusive do mundo por um prêmio baseado nas opiniões de milhões de viajantes do mundo todo. O Royalton Cayo Santa Maria foi o primeiro colocado no ranking divulgado nesta terça-feira (18) pelo site TripAdvisor.
Hotel salinas do maragogi, em alagoas (Foto: Divulgação)O Salinas do Maragogi foi o único brasileiro da lista
(Foto: Divulgação)
A lista dos 25 melhores traz também um hotel brasileiro: o Salinas do Maragogi, localizado em Alagoas, que ficou na 15ª posição.
O vencedor do prêmio fica em Cayo Santa Maria, uma ilha localizada no norte de Cuba. Localizado a poucos passos da areia, ele tem 122 quartos com vista para o mar, spa, seis restaurantes e bares e serviço de mordomo.
O resort não permite crianças, apenas adultos. Os quartos de categoria superior têm jacuzzi na varanda e cama feita à mão com colchão ultraconfortável.
Segundo a premiação, a maioria dos melhores resorts all-inclusive do mundo fica no Caribe, especialmente no México (caso de nove estabelecimentos). Em seguida vem a República Dominicana, com cinco representantes. Cuba tem, além do primeiro colocado, o 20º.
Veja o ranking completo:
1. Royalton Cayo Santa Maria (Cuba)
2. Iberostar Grand Hotel Paraiso (Playa del Carmen, México)
3. Kurumba Maldives (Maldivas)
4. Le Blanc Spa Resort (Cancun, Mexico)
5. Secrets Maroma Beach Riviera Cancun (Cancun, México)
6. Luxury Bahia Principe Cayo Levantado Don Pablo Collection (Samaná, República Dominicana)
7. Iberostar Grand Bavaro Hotel (Punta Cana, República Dominicana)
8. Galley Bay Resort (Antigua)
9. Rixos Sharm El Sheikh (Egito)
10. Excellence Playa Mujeres (Playa Mujeres, México)
11. Iberostar Grand Rose Hall (Jamaica)
12. Secrets Silversands Riviera Cancun (Cancun, México)
13. The Reserve at Paradisus Palma Real (Punta Cana, República Dominicana)
14. Sultan Gardens Resort (Egito)
15. Salinas do Maragogi All Inclusive Resort (Alagoas, Brasil)
16. Andilana Beach Resort (Madagascar)
17. Live Aqua Cancun All Inclusive (Cancun, México)
18. Sandals Whitehouse European Village and Spa (Jamaica)
19. Cozumel Palace (Cozumel, México)
20. Melia Cayo Coco (Cuba)
21. Oceania Club (Grécia)
22. The Reserve at Paradisus Punta Cana (Punta Cana, República Dominicana)
23. Secrets The Vine Cancun Resort & Spa (Cancun, México)
24. Grand Velas Riviera Maya (México)
25. Iberostar Hacienda Dominicus (República Dominicana)