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Mostrando postagens de Julho 18, 2017

Cearenses que formaram a equipe do Brasil na Olimpíada de Química conquistam 4 medalhas

Os alunos de Fortaleza finalistas da Olimpíada Internacional de Química (IChO), na Tailândia, trouxeram para o País três medalhas de prata e uma de bronze para o Brasil. Dos 300 mil concorrentes no país, Ligia Oliveira, João Victor, Celso Soares e Ivna Gomes haviam sido os estudantes classificados nas seis etapas na Olimpíada Brasil de Química (OBQ). Agora, eles foram ainda mais longe. Segundo os adolescentes, conhecer novas culturas e conversar com outros estudantes de outros países transformaram a viagem em uma experiência incrível. Mas não foram os únicos motivos. “Foi uma oportunidade incrível porque pudemos aprofundar os nossos conhecimentos na área e representar o Brasil em uma competição internacional”, disse Ivna Soares, estudante do segundo ano do colégio Farias Brito. Com 15 anos, ela era um das mais novas da equipe e também da Olimpíada, enquanto na competição havia pessoas de 19 anos. “É bom porque podemos tentar próximo ano”, ressalta. Apesar das diferenças de idade ou d…

Novas fronteiras para a arte

Uma verdadeira e inédita viagem através de grandes realizadores das artes visuais. Esse é o objetivo da exposição "Um Século de Arte Brasileira na Coleção Fundação Edson Queiroz", que será aberta oficialmente para convidados hoje (18), às 19h, em Sobral. A iniciativa segue em cartaz até o dia 7 de outubro na Casa de Cultura do município e reúne 60 obras, entre pinturas, desenhos, gravuras e esculturas. A mostra estabelece um recorte precioso da Coleção Fundação Edson Queiroz. O desafio para os organizadores da exposição foi justamente estabelecer o trabalho de curadoria das peças. O acervo total da Fundação abrange cinco séculos de arte, do barroco ao contemporâneo, em uma variedade de técnicas artísticas e estéticas visuais da Europa, América Latina e Brasil, representadas por nomes consagrados como Salvador Dalí e Marc Chagall, além de mestres da arte nacional - de Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Lasar Segall, Tomie Ohtake, Cândido Portinari, Hélio Oiticica e Alfredo Volpi…

Morte de Castelo Branco: mistério que dura meio século

Acidente que matou Castelo Branco completa 50 anos ainda como a mais misteriosa e controversa morte de um ex-governante brasileiro Por Thiago Paiva Momento em que soldado carrega corpo de Cândido, irmão de Castelo Branco MANUEL CUNHA Em 18 de julho de 1967, dois aviões se tocaram no céu e deixaram no ar um rastro de mistério que perdura há 50 anos. Foi numa terça-feira de tempo bom, visibilidade praticamente ilimitada e nebulosidade insignificante. Retornando de Quixadá para Fortaleza, a bordo de um bimotor piper aztec e acompanhado de outros três passageiros, além do piloto e copiloto, estava o ex-presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, único cearense a ter cumprido um mandato presidencial (1964-1967). O primeiro governante da ditadura militar (1964-1985) tinha perfil considerado “moderado” entre os altos escalões das Forças Armadas. Em seu discurso de posse, em 15 de abril de 1964, o cearense falava de “eleições em 1965”. Quando do acidente, havia deixado o poder em um momento…

Projeto Ritus em apresentação gratuita no Theatro José de Alencar

O projeto, do fotógrafo Paulo Winz, apresenta uma narrativa a respeito do conhecimento de cura ancestral, ainda viva e atuante, em terras distantes como a floresta amazônica ou no sertão profundo, até chegar aos grandes centros urbanos.Foto: Divulgação / Paulo Winz No próximo dia 22 de julho, às 16 horas, os jardins do Theatro José de Alencar recebem o fabuloso projeto Ritus, do fotógrafo Paulo Winz. O projeto, que terá apresentação gratuita no sábado e faz parte do Edital de Ocupação do Theatro José de Alencar, é um acervo de imagens envolvendo povos indígenas, grupos e indivíduos que atuam na cura através de cerimônias, rituais, rezas e outras práticas que recorrem ao mundo espiritual, proporcionando o cuidado de enfermidades às pessoas que necessitam e buscam.
A exposição no Theatro José de Alencar será um encontro aberto ao público, com o fotógrafo apresentando o processo de criação, as linhas já visitadas e o compartilhamento de todo o conhecimento adquirido nesta jornada de vid…

Festival de arte digital leva mais de 350 obras e atividades a São Paulo

Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil Black Hole Horizont, obra do alemão Thom Kubli em exposição no File, forma grandes bolhas de sabão a partir do som emitido por três buzinasKris Qua / Divulgação File A 18ª edição do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (File), um dos maiores encontros do país sobre arte e tecnologia, começou ontem (17) fica em cartaz até 3 de setembro no Centro Cultural da Federação das Indústrias do estado de São Paulo, na capital paulista, com mais de 350 obras, incluindo instalações interativas, obras de realidade virtual, animações, games e mostra de videoarte, além de oficinas gratuitas. “Este é um festival que acontece há 18 anos e a gente vem, ao longo desse tempo, tentando estimular, promover e divulgar as produções estéticas que são feitas para essa área [arte digital]. O File é uma plataforma cultural que estimula o desenvolvimento desses projetos e anualmente tem a oportunidade de exibir e compartilhar com o público”, disse a curadora Paula…