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Choram porque amam

Padre Geovane Saraiva* Como é bom rezar e colocar em primeiro lugar o mistério da redenção! Nem sempre, porém, sabemos rezar e nem d...

8 de março de 2016

FLORES NO JUDICIÁRIO

MARCOS SOUTO MAIOR*                                                                                    
O Poder Judiciário brasileiro, historicamente, foi formado pela maioria de homens, ao longo dos anos, os quais também tomaram conta dos grandes e principais cargos eletivos, ficando as mulheres esquecidas para o acesso eletivo de cargos administrativos, a exemplo dos demais espaços políticos, para os que diziam ser ousado demais ao belo sexo frágil. Demorou, sim, mas o cenário logo mudou para acolher mulheres determinadas, descortinando os todos impedimentos até então praticados, obtendo a magna representação que efetivamente mereciam. Na verdade, as mulheres levantaram os olhos para encarar os chefes de família e a competição foi esticando, até a balança alternar ambos sexos na roleta das possibilidades de trabalhar! 
No nordeste querido, ainda era tímida a participação feminina nos Tribunais estaduais e federais, podendo demonstrar e aplaudir as Desembargadoras Elvira Maria de Almeida Silva e Iolanda Santos Guimarães, ambas do Tribunal de Justiça de Sergipe; a Desembargadora Elisabeth Carvalho Nascimento, da Corte de Alagoas; e, as Desembargadoras Judite Nunes e Maria Zeneide Bezerra, essa última hoje, galgando o cargo de Presidente do TRE-RN. Na minha destemida Paraíba, o nosso Tribunal de Justiça conta com três Desembargadoras em seus quadros, são elas, Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti, Maria das Neves do Egito Duda Ferreira e Maria das Graças Morais Guedes.
Sempre de vanguarda, o TJ-PB foi além do possível, abrindo inéditos espaços na 2ª Câmara Cível, somente com mulheres, tais as Desembargadoras Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti, eleita Presidente, ao lado de Maria das Neves do Egito Duda Ferreira, complementando com a Juíza convocada, Doutora Silvana Pires Brasil Lisboa, e a Procuradora de Justiça, Doutora Lúcia de Fátima Maia de Farias, que atuaram em sessão inédita e marcando a presença forte da mulher no judiciário paraibano.
Ontem, o Diário da Justiça da Justiça Eleitoral divulgou a posse da magistrada Maria das Graças Morais Guedes, na condição de Vice-Presidente e Corregedora do TRE-PB, no período eleitoral das eleições municipais deste ano de 2016, sendo ela a primeira Desembargadora a tomar acesso cumulando os dois cargos.      
 
Essas mulheres inteligentes, determinadas e destemidas romperam com as barreiras do machismo, com três nomeações perante o Supremo Tribunal Federal, trazendo o toque leve e sensível do decantado sexo que, na prática, nada tem de frágil, abrindo solenemente os ditames da Constituição Cidadã, primeiro com a Ministra Ellen Gracie Northfleet, empossada em 14 de dezembro de 2000, seguida de Carmen Lúcia e Rosa Weber, com posses, respectivamente, em 21 de junho de 2006 e 19 de dezembro de 2011. Das ministras do Superior Tribunal de Justiça destacam-se nesses tempos: Fátima Nancy Andrighi, Laurita Vaz, Assusete Dumont Reis Magalhães, Maria Isabel Gallotti Rodrigues, Maria Thereza Rocha de Assis Moura, Regina Helena Costa.
Neste jardim de mulheres lindas, em todos os sentidos, fico com a mensagem de Cora Coralina, ao afirmar: “Não sei... se a vida é curta ou longa demais para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser: o colo que acolhe, o braço que envolve, a palavra que conforma, o silêncio que respeita, a alegria que contagia, a lágrima que corre, o olhar que acaricia, o desejo que sacia, o amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar...”
Minha querida e saudosa mãe, Adélia, professora diplomada, pode também ser simples rosa no jardim do Judiciário, já que foi o seu esforço e trabalho diuturno, que viabilizou a educação deste filho, que iniciou na qualidade de advogado para, depois, tornar-se desembargador pelo quinto constitucional!
*Advogado e Desembargador aposentado  

PAPA FRANCISCO FEZ VISITA SURPRESA A MISSIONÁRIAS DA CARIDADE NO VATICANO E AS CONSOLOU

Por Alvaro de Juana
Papa Francisco visita Missionárias da Caridade no Vaticano em maio 2013. Foto: L'Osservatore Romano

Vaticano, 07 Mar. 16 / 01:00 pm (ACI).- O Papa Francisco fez uma visita surpresa no último sábado, 5, à ‘Casa Dono di Maria’ (Dom de Maria) das Missionárias da Caridade para lhes dar os pêsames e mostrar sua proximidade depois do massacre de quatro integrantes de sua congregação no Iêmen.

A casa “Dono di Maria” está localizada no Vaticano, junto ao edifício da Congregação para a Doutrina da Fé. Tem uma pequena porta no lado de fora, onde centenas de pobres, sem-teto e desamparados recebem alimentos das religiosas a cada dia.

A visita do Papa aconteceu no sábado, depois da hora do Ângelus, aproximadamente às 12:30. Segundo informações concedidas ao Grupo ACI, o Papa entrou pelas portas principais na Sala Paulo VI que estão do lado da residência das religiosas. Ao chegar à casa “Dono di Maria”, o Santo Padre permaneceu com elas entre 10 e 15 minutos.

Segundo fontes do Grupo ACI, o Pontífice teria assegurado sua oração pelas vítimas de Áden, Iêmen.

A Casa “Dono di Maria” foi fundada em 1988 por São João Paulo II e pela Beata Teresa de Calcutá. O centro oferece comida a centenas de pessoas pobres a cada dia, hospeda 25 mulheres e oferece serviços médicos femininos.

Quando a casa foi inaugurada em 21 de maio de 1988, São João Paulo II disse que este lugar “acolherá, conforme for possível, a quantos, nesta cidade de Roma, não têm lugar para passar a noite, e sobretudo estão privados de um mínimo calor familiar e humano que os acolha e sustente na difícil luta pela vida”.

Nos seus 25 anos de fundação, o Papa Francisco realizou uma visita ao local e agradeceu às religiosas por tornar “visível o amor da Igreja pelos pobres”. Francisco disse que a Casa, situada “no limite entre o Vaticano e a Itália, representa um grande apelo a todos nós, à Igreja, à cidade de Roma, para ser cada vez mais família, ‘casa aberta à acolhida, atenção e fraternidade’”.

Na última sexta-feira, 4, quatro religiosas das Missionárias da Caridade, Congregação fundada pela Beata Madre Teresa de Calcutá, foram massacradas junto a outras doze pessoas, por supostos terroristas que invadiram o seu convento em Áden (Iêmen), onde funciona o albergue de idosos.

Brasil: País do futuro

Júlio Lóssio*
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Ao longo dos meus 75 anos, testemunhei e participei de vários movimentos populares. Ainda adolescente, lembro meu pai ouvindo, no rádio de válvulas, as últimas notícias da campanha o petróleo é nosso, no Repórter Esso. Mais tarde, desconfiei do destino do ouro para o bem do Brasil. Já como professor da USP, vivi as Diretas Já. Os palanques tinham líderes de expressão nacional, nos quais o povo confiava, como o saudoso Ulysses Guimarães. Lutava-se pela cidadania plena e mudanças nos destinos do País. Na época, a impressão era que, o futuro sonhado, estava chegando. Ledo engano.

Como o povo sem políticas públicas definidas, foi corrompido, desorganizou-se e passou a lutar contra políticos, partidos ou colonizadores financeiros. Primeiro caiu Collor. A seguir os muros pichados: Fora FHC, Fora FMI, Fora Lula, Fora Dilma, Fora PT. Agora, os palanques são ocupados por desconhecidos, jovens caras pintadas. Todos, rostos anônimos, verdadeira massa de manobra de oportunistas, que buscam se perpetuar no poder. No País, há décadas, os diversos níveis de governo, ressuscitaram Joseph Gobbeles, que permanentemente assumiu os "ministérios da propaganda".

Produziram vídeos, mostrando que a saúde, educação, segurança e infraestrutura vão às mil maravilhas. Felizmente, a imprensa nos acorda e mostra a realidade. Pessoas morrendo em filas nos hospitais, o SUS falido, a educação indo a pique, infraestrutura em colapso. A conclusão óbvia é: estamos sem líderes, sem ética e sem políticas discutidas e aprovadas pelo povo. Novamente queremos trocar, seis por meia dúzia. Quando chegaremos ao futuro?

*Odontólogo e menbro da Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza

DIA INTERNACIONAL DA MULHER: EMÍLIA NADAL REALÇA IMPORTÂNCIA DE EDUCAÇÃO TRANSMISSORA DE «MODELOS E VALORES»

Agência Ecclesia 08 de Março de 2016, às 12:48        Foto: Emília Nadal
Foto: Emília Nadal
Pintora recorda «caminho imenso» da mulher na Igreja

Lisboa, 08 mar 2016 (Ecclesia) – A artista plástica Emília Nadal considera que “na era da globalização e da multiculturalidade” faz ainda mais sentido assinalar o Dia Internacional da Mulher e alerta que a educação transmissora de “modelos e valores” é fundamental.

“Há problemas novos com os quais nos deparamos pela primeira vez, ou pelo menos temos consciência deles, porque é uma questão eminentemente cultural da qual derivam os modelos que as pessoas têm em relação ao reconhecimento da mulher e como veem o seu papel na família, na sociedade, na religião e em todos os setores da vida”, começou por explicar à Agência ECCLESIA.

Emília Nadal cita o escritor Mia Couto – “cada homem é uma raça” – para afirmar que “cada mulher é uma pessoa” de onde deriva “tudo” porque nas sociedades, culturas, comunidades e nos grupos sociais onde não existe o conceito de pessoa como individuo, “com direitos, deveres e capacidades” podem, de certa maneira, “escravizar as mulheres desde as formas mais violentas, às mais softs e justificadas, por razões nomeadamente religiosas”.

A entrevistada revela à ECCLESIA que a sua afirmação surge no sentido que cada pessoa tem de “definir as suas prioridades”, da maternidade, da família, algo que também se coloca aos homens e não só às mulheres.

“Há homens que hoje colocam a sua prioridade na família, diz-se a partilha das funções, das atividades. É para isso que caminha o sentido da mulher integrar-se e não vermos como caso isolado mas como um todo que é como a mulher tem de estar na sociedade, na Igreja, na família”, desenvolve, sublinhando que as opções “têm de se respeitar”.

“Muitas vezes equacionamos as situações com o modelo que recebemos, a mulher é para estar em casa, a cuidar da família, e depois vê-se o resto”, observa Emília Nadal, destacando que a maneira como as mulheres educam os filhos é o que eles depois vão reproduzir.

“As mulheres é que muitas vezes são as principais responsáveis da transmissão dos valores”, frisa.

A artista plástica alerta que na sociedade portuguesa há mulheres que “são excisadas”, outras que “até têm uma vida dupla, no bom sentido”, e que existem mulheres “integradas e reconhecidas”, em certos setores profissionais, mas dentro de suas casas “seguem os mesmos modelos das suas avós”.

Neste contexto, defende uma educação para “um caminho onde todos têm de ser autónomos”, que não fiquem “confinados” ao que são os modelos ancestrais que foram propostos porque se não prega-se que a mulher “pode fazer tudo mas quando chega a casa também tem de fazer tudo e isso não é possível a ninguém”.

Para Emília Nadal, o caminho da mulher na Igreja depende das comunidades, dos locais, das culturas, “de toda uma tradição”, e assinala que não se podem “comparar comunidades muito diferentes” porque onde a mulher, no seu estatuto social, tem determinados papéis “é normal que também tenha reflexo na Igreja”.

A pintora relembra ainda que, na sua juventude, Nossa Senhora era apontada como “modelo para as mulheres” mas “a Igreja evoluiu” para passar a apresentá-la como “modelo da fé dos crentes, das comunidades”.

Neste âmbito, comenta também que a mulher “deixou de ser arranjar as flores do altar” para ter um papel “muito mais importante, inclusivamente nos estudos teológicos”.

A entrevista pode ser acompanhada no Programa ECCLESIA que a RTP 2 transmite às 01h05 da madrugada de quarta-feira.

HM/CB

FÁTIMA: SANTUÁRIO REGISTA NÚMERO RECORDE DE PEREGRINAÇÕES

Agência Ecclesia 08 de Março de 2016, às 11:49 
       Foto: Arlindo Homem
Foto: Arlindo Homem
4390 grupos estiveram na Cova da Iria ao longo de 2015

Fátima, Santarém, 08 mar 2016 (Ecclesia) - O Santuário de Fátima registou um número recorde de peregrinações organizadas em 2015, num total de 4390 grupos, com 587 128 peregrinos.

De acordo com o Serviço de Peregrinos deste Santuário, registaram-se 1591 peregrinações portuguesas, com mais de 461 mil peregrinos e 2799 peregrinações estrangeiras, provenientes de 90 países, com um total de 125 829 peregrinos.

Estes peregrinos integram os 6,7 milhões de participantes nas 9948 celebrações, que se realizaram no Santuário de Fátima em 2015, adianta a página da instituição na internet.

“O mês de maio registou o maior número de grupos nacionais, 423, e o de outubro, o maior número de grupos estrangeiros, 553”, acrescenta o comunicado.

O mês de janeiro é o que regista menor afluência de peregrinos.

A diocese com maior número de grupos em peregrinação foi Lisboa, com 383 grupos (34 362 peregrinos) e a diocese com maior número de peregrinos foi a do Porto, com 39 686 peregrinos (272 grupos).

Ao longo do último ano foram atendidos nos Postos de Informações (Santuário e Aljustrel) 184 128 peregrinos, dos quais 48 560 portugueses e 135 568 estrangeiros, de 162 nacionalidades; foram também acolhidos 7301 grupos, com 260 150 peregrinos.

O santuário promoveu 564 sessões de vídeo, com a presença de 7569 espetadores, em várias línguas, e foram ainda realizadas 217 visitas guiadas.

A Casa da Lúcia foi visitada por 336 299 peregrinos; a Casa do Francisco e da Jacinta foi visitada por 320 193 peregrinos, portugueses e estrangeiros.

A Casa do Jovem, que funcionou na Colunata Sul, nos fins-de-semana de julho e agosto e primeiro fim-de-semana de setembro, recebeu a visita de 5759 pessoas, das quais 1402 foram jovens.

“É de notar o considerável aumento no número de pessoas que passou pela Casa do Jovem, relativamente ao ano anterior (2014 - 1523 pessoas, das quais 415 jovens) facto que se deveu à localização da entrada para este espaço”, explica o Santuário de Fátima.

Nos vários espaços de que a instituição dispõe para alojamento registaram-se ao longo de 2015 cerca de 55 mil dormidas, sobretudo de grupos portugueses.

OC

FÁTIMA: SANTUÁRIO REGISTA NÚMERO RECORDE DE PEREGRINAÇÕES

Agência Ecclesia 08 de Março de 2016, às 11:49 
       Foto: Arlindo Homem
Foto: Arlindo Homem
4390 grupos estiveram na Cova da Iria ao longo de 2015

Fátima, Santarém, 08 mar 2016 (Ecclesia) - O Santuário de Fátima registou um número recorde de peregrinações organizadas em 2015, num total de 4390 grupos, com 587 128 peregrinos.

De acordo com o Serviço de Peregrinos deste Santuário, registaram-se 1591 peregrinações portuguesas, com mais de 461 mil peregrinos e 2799 peregrinações estrangeiras, provenientes de 90 países, com um total de 125 829 peregrinos.

Estes peregrinos integram os 6,7 milhões de participantes nas 9948 celebrações, que se realizaram no Santuário de Fátima em 2015, adianta a página da instituição na internet.

“O mês de maio registou o maior número de grupos nacionais, 423, e o de outubro, o maior número de grupos estrangeiros, 553”, acrescenta o comunicado.

O mês de janeiro é o que regista menor afluência de peregrinos.

A diocese com maior número de grupos em peregrinação foi Lisboa, com 383 grupos (34 362 peregrinos) e a diocese com maior número de peregrinos foi a do Porto, com 39 686 peregrinos (272 grupos).

Ao longo do último ano foram atendidos nos Postos de Informações (Santuário e Aljustrel) 184 128 peregrinos, dos quais 48 560 portugueses e 135 568 estrangeiros, de 162 nacionalidades; foram também acolhidos 7301 grupos, com 260 150 peregrinos.

O santuário promoveu 564 sessões de vídeo, com a presença de 7569 espetadores, em várias línguas, e foram ainda realizadas 217 visitas guiadas.

A Casa da Lúcia foi visitada por 336 299 peregrinos; a Casa do Francisco e da Jacinta foi visitada por 320 193 peregrinos, portugueses e estrangeiros.

A Casa do Jovem, que funcionou na Colunata Sul, nos fins-de-semana de julho e agosto e primeiro fim-de-semana de setembro, recebeu a visita de 5759 pessoas, das quais 1402 foram jovens.

“É de notar o considerável aumento no número de pessoas que passou pela Casa do Jovem, relativamente ao ano anterior (2014 - 1523 pessoas, das quais 415 jovens) facto que se deveu à localização da entrada para este espaço”, explica o Santuário de Fátima.

Nos vários espaços de que a instituição dispõe para alojamento registaram-se ao longo de 2015 cerca de 55 mil dormidas, sobretudo de grupos portugueses.

OC

MULTICOM: PASTORAL DA COMUNICAÇÃO DO CEARÁ (PASCOM).

A Irmã Élide Maria Fogari, colaboradora na concepção do “Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil” (Diretório 99), foi palestrante do segundo dia do evento que reuni padres, religiosos, religiosas e agentes da Pastoral da Comunicação (Pascom), do Ceará.
A palestrante abordou o documento sistematizando a construção do diretório que perpassou por fases até a sua publicação. Os capítulos do diretório foram explorados apontando proposta que motivam a Igreja ampliando suas relações com toda a comunidade, na perspectiva de uma “cultura do encontro”. O documento, ainda, lembra da importância da Pastoral da Comunicação através do envolvimento com pessoas e sociedade na qual se vive.
O meio digital foi o campo da comunicação mais citado pela Irmã Élide, que incentivou a Pascom como mediadora na inclusão digital nas comunidades. A juventude também foi foco nas falas da Irmã, que segundo ela, é o grupo que tem mais facilidade em manusear as ferramentas de comunicação, por isso também deve estar junto a Pastoral da Comunicação.
O comprometimento com a comunidade e a comunicação a serviço dos direitos humanos a todo tempo foram trabalhados através dos relatos dos participantes da conferência, que somaram as falas sobre a importância do estudo do Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil.
Por Hozana Arruda, Pascom da Paróquia do Pici
Fotos by Silvio Martins – Pascom Arquidiocese de Fortaleza

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