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14 de junho de 2016

CIENTISTAS DESCOBREM MÉTODO PROMISSOR PARA ARMAZENAR CO2

 domtotal.com

Cientistas e engenheiros experimentaram combinar o CO2 e outros gases e canalizar a mistura para o subsolo.
Cientistas e engenheiros experimentaram combinar o CO2 e outros gases e canalizar a mistura para o subsolo.

Pela primeira vez, cientistas conseguiram injetar com sucesso dióxido de carbono (CO2) no solo de basalto vulcânico e solidificá-lo, oferecendo uma solução promissora para o armazenamento deste gás de efeito estufa vinculado ao aquecimento global, segundo um estudo publicado na quinta-feira, 9 de junho, na revista americana Science.

Os cientistas conseguiram bombear emissões de carbono para dentro da terra e transformar o gás em sólido para armazenamento em alguns meses - radicalmente mais rápido do que as previsões anteriores, que sugeriram que o processo poderia demorar centenas ou inclusive milhares de anos para ser concluído.

O estudo é parte do projeto-piloto Carbfix lançado em 2012 na usina geotérmica de Hellisheidi, na Islândia.

Cientistas e engenheiros experimentaram combinar o CO2 e outros gases com água e canalizar a mistura para o subsolo.

Método seguro

O objetivo era desenvolver um método seguro para armazenar CO2, evitando que o gás escapasse para a atmosfera e contribuísse para o aquecimento global.

A usina de Hellisheidi, a maior instalação geotérmica do mundo, que fornece energia para a capital, Reykjavik, bombeia água vulcânica aquecida com energia geotérmica subterrânea para fazer as turbinas funcionarem.

O processo produz 40.000 toneladas de CO2 por ano. Embora corresponda a apenas 5% das emissões de uma usina a carvão do mesmo tamanho, a quantidade é significativa.

Tecnologia necessária

Por anos, pesquisadores sugeriram métodos de captura e armazenamento de gás carbônico como esse, mas houve dificuldades para desenvolver a tecnologia necessária.

Na natureza, o basalto em contato com o CO2 e a água produz uma reação química que resulta em um mineral calcário branco. Os cientistas não sabiam, no entanto, quanto tempo esta reação levaria. Estudos anteriores estimaram que a solidificação poderia demorar milênios.

O aproveitamento do basalto subterrâneo de Hellisheidi se revelou ótimo, com 95% do CO2 injetado solidificado em menos de dois anos.

"Isso significa que podemos bombear para o subsolo grandes quantidades de CO2 e armazená-lo de uma maneira muito segura em um curto período de tempo", disse o coautor do estudo Martin Stute, hidrologista no Observatório da Terra da Universidade de Columbia.

"No futuro, poderíamos pensar em usar isso para usinas nucleares em lugares onde há muito basalto - e há muitos lugares assim".

O basalto compõe a maior parte do relevo oceânico do mundo e cerca de 10% das rochas continentais, segundo os pesquisadores do estudo.

Um relatório de 2014 do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas alertou que se não dominássemos a tecnologia de captura e armazenamento de gás carbônico, poderia ser impossível limitar adequadamente o aquecimento global.

A maioria dos experimentos anteriores não foi bem sucedida porque injetaram CO2 puro em arenito (rocha sedimentar) ou aquíferos salinos, em vez de misturar o gás com água e armazená-lo no basalto.

O basalto, uma rocha porosa, é rico em cálcio, ferro e magnésio, minerais que são necessários para solidificar o carbono para o armazenamento, de acordo com os pesquisadores.


AFP

A TRAGÉDIA DO FEMINICÍDIO


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Quem somos? Em que nos estamos tornando? Qual nossa identidade no confronto com a mulher? Ou, pior ainda, o que está emergindo do fundo de nossas entranhas mais ocultas?
Por Alfredo J. Gonçalves
A emergência e o uso da palavra – feminicídio – constitui um sinal dos tempos em que vivemos. Não se trata apenas de machismo, um conceito, ao qual nos referimos em voz baixa, como se fosse coisa do passado. Fazemos o mesmo, aliás, com o racismo e outros estigmas do gênero. Navegamos à superfície das águas nos acontecimentos do dia a dia, com medo de mergulhar o toque e o olhar, as dúvidas e as perguntas, as inquietações e consequências nas correntes mais profundas do tecido social. Ali, nos repele e assusta um mundo selvagem e desconhecido.
O machismo, como sabemos, está forte e graniticamente ancorado na sociedade patriarcal desde os tempos antigos e medievais. Um resíduo de um comportamento desequilibrado e, no fundo, duvidoso e temeroso da virilidade do homem-macho. Grita-se e levanta-se o punho para espantar o medo, a fraqueza, e a debilidade ocultas. O grito, neste caso, é sinal da falta de razão. O machismo representa a negação do próprio conceito de homem, como companheiro e parceiro da mulher. O pior é que, nesse “jogo de forças”, a violência sobretudo doméstica costuma abater-se sobre as pessoas que nos são mais vizinhas, vitimando em particular mulheres e crianças.
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Dois exemplos nos bastam. Na Itália, desde o início de 2016, cerca de 50 mulheres (namoradas, noivas, esposas, parceiras ou “ex”) foram assassinadas por seus companheiros de vida. Não raro o são de forma cega e bárbara, onde a violência gratuita adquire uma face extremamente feroz, brutal e sombria. No Brasil, recentemente, o tema do estupro ocupou espaço privilegiado nos principais noticiários, com uma série de manifestações em favor das mulheres. O que assusta é que o início de uma relação, por mais passageira que seja, parece dar ao homem o direito de posse sobre a mulher, condenando esta última a uma submissão absoluta. A tal ponto que a companheira se vê numa gaiola sem saída, trancada pelo parceiro dentro de casa, como na famigerada lenda do joão de barro. Vem à tona o velho humor sombrio: “se ficar o bicho come, se correr o bicho pega”.

Duas observações e um desafio se impõem com urgência. A primeira observação tem a ver com a banalização do amor. Em lugar de buscar uma companheira para construir juntos um projeto de vida, muitas vezes o que está em jogo é uma espécie de experimento, tantas vezes de caráter superficial e provisório, o qual pode ter início (ou não) através das redes sociais. Disso resulta não raro o uso e abuso da pessoa “amada”, seguido de um descarte puro e simples, quando “o relacionamento não me interessa mais”. No meio do caminho, entretanto, o processo de aproximação pode assumir uma dimensão pegajosa e doentia, tortuosa e mórbida – de uma possessão patológica. Neste caso, não estamos longe da tragédia, onde a vítima na grande maioria dos casos será a mulher. Mas é bom não esquecer que o mesmo pode ocorrer com casais de longa sobrevivência em comum.
A segunda observação se refere à banalização da violência. O número de golpes, os requintes da tortura, as marcas pelo corpo, a queima ou ocultação do mesmo – tudo isso faz pensar na regressão à barbárie nas ligações interpessoais mais íntimas. Não tenho a competência nem o espaço para me deter sobre a história das relações amorosas. Mas tudo indica que, ao abrigo das quatro paredes, escondem-se resíduos primordiais, perigosos e animalescos (com todo respeito pelos animais), seja no convívio distorcido no interior de tantas famílias, seja no encontro eu-tu.
O desafio nos questiona e interpela a todos e todas, mas de forma toda particular os homens. Quem somos? Em que nos estamos tornando? Qual nossa identidade no confronto com a mulher? Ou, pior ainda, o que está emergindo do fundo de nossas entranhas mais ocultas? Enfim, não estaria na hora de governos, igrejas, instituições, movimentos populares, organizações governamentais, entre outros atores, levantarem a voz contra tais crimes hediondos?
*Alfredo J. Gonçalves, CS, é Superior e Vigário Geral dos Missionários de São Carlos.

VELHO CHICO

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A transposição das águas do São Francisco, mais uma vez, atenderá essencialmente demandas do mundo urbano, que as transformará simplesmente em esgoto.
Por Evaristo E. de Miranda
No final da década de 70, sobrevoando o rio São Francisco em Paulo Afonso, o ex-ministro Delfim Neto comentou seu desgosto de ver aquela água fluindo em meio da caatinga sem nenhuma área irrigada visível. Alguém da Embrapa respondeu: - Ainda bem. Aqui, se irrigar, saliniza. O ex-ministro ficou surpreso ao descobrir que, conforme os estudos já realizados no semiárido, o solo era mais relevante do que água para a irrigação. Quando o avião pousou em Petrolina, ele já havia autorizado recursos financeiros adicionais para a Embrapa desenvolver a irrigação na região. E assim foi. No ano passado, a fruticultura irrigada do rio São Francisco faturou mais de 500 milhões de reais no mercado interno e externo. Mas o universo humano e natural do rio São Francisco ainda segue um grande desconhecido dos brasileiros.
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A novela “Velho Chico” traz agora o rio da integração nacional para dentro dos lares brasileiros. E, com o profissionalismo e a competência dinástica da família Ruy Barbosa, muitas aventuras ainda virão. O rio São Francisco é parecido ao Tietê: teimoso, arredio às facilidades. Ambos ao nascer poderiam correr direto para seu destino, o oceano. Pertinho. Mas não. Eles se afastam do oceano, adentram as terras, caminham em direção do poente e não do nascente. E só depois de uma longa viagem, miram o leste e desaguam no mar. O Velho Chico percorreu mais de 2800 km.

O São Francisco nasce na Mata Atlântica e logo entra no bioma Cerrado, no qual se localiza 57% dos quase 64 milhões de hectares de sua bacia. Quase toda água que o rio leva para o semiárido, vem de Minas Gerais (68%) e do Oeste da Bahia (30%). A grande caixa d´água, a torneira do São Francisco, é mineira. Os sertanejos detém a caneca.
No passado, essa água escoava livremente para o mar, ao sabor de cheias e vazantes. Hoje, mais não. Existem 34 barragens construídas na bacia, das quais 30 em Minas Gerais e na região Oeste da Bahia. No semiárido são poucas, mas essas canecas são grandes: Sobradinho e os complexos de Paulo Afonso e Luiz Gonzaga (Itaparica). Barrar um rio dessa dimensão trouxe mudanças enormes e definitivas na vida da bacia.
A grande missão dessas barragens, em última instância, é gerar energia elétrica para as capitais nordestinas. Quem liga o ar condicionado em Natal ou Fortaleza, quem usa eletrodomésticos em Aracaju ou João Pessoa ou ainda quem trabalha nas indústrias de Salvador ou Recife, raramente sabe o preço alto que os homens e o meio ambiente no vale do São Francisco, pagaram e ainda pagam em benefício do mundo urbano.
A transposição das águas do São Francisco, mais uma vez, atenderá essencialmente demandas do mundo urbano, que as transformará simplesmente em esgoto. O projeto já gastou muitos recursos e segue questionado. A transposição é possível. Contudo, o projeto atual ainda não construiu uma capilaridade de benefícios sustentáveis para o mundo rural que atravessa. A ponto de ser necessário patrulhar a obra, para que os agricultores não “roubem” água para saciar a sede de seus rebanhos e familiares.
O projeto da transposição previa a revitalização da bacia que pouco avançou. Até a definição do ministério, que deveria planejar e operar esse processo, ainda não está clara. O tratamento efetivo do esgoto industrial e urbano de todas as cidades na bacia do São Francisco deveria ser a prioridade número um da sua revitalização.
A caatinga vive grandes transformações sociais e econômicas. Em três anos de seca, com 10 milhões de pessoas atingidas, em mais de 1.300 municípios, não ocorreram saques, deslocamentos de flagelados, frentes de trabalho, invasões de cidades em busca de comida, ataques a armazéns da CONAB ou campanhas pelo país para arrecadar ajuda para as vítimas da estiagem. Esses fenômenos sempre aconteceram. Foram 1,2 milhões de alistados em frentes de trabalho em 1999. Hoje mais não.
O Programa Bolsa Família garante a alimentação das famílias no semiárido. Muita gente parou de plantar ou reduziu a área cultivada. A caatinga cresceu. Os rebanhos de caprinos e ovinos também. A sinergia com outros programas como a construção de cisternas, a ampliação do fornecimento de água para a população rural, a interligação de adutoras, a distribuição de água com carros pipa e outras ações (Bolsa Estiagem, MP 565, investimentos em infraestrutura, consolidação das áreas irrigadas etc.) é real. A moto substituiu os jumentos. E eles vagam abandonados pelas estradas.
A natureza não tem mais como salvar o rio. Ele está nas mãos de quem vive nas cidades, sobretudo no Nordeste. Sertanejos, irrigantes, agricultores e pescadores são mais vítimas do que causadores de problemas à vida do rio. Não há como compará-los à dimensão dos problemas ambientais criados por quem implantou barragens e se beneficia da geração de energia elétrica no mundo urbano. O urbanoide se preocupa com o meio ambiente. Gosta de planejar o que não executa e avaliar o que não fez. Os desafios ambientais do rio São Francisco pedem outras soluções.
Como estabelecer um processo decisório participativo no uso múltiplo das águas? A transposição e a irrigação são inovadoras nesse sentido, mas marginais e muito diferentes em suas funções. Como garantir um futuro melhor para quem vive na bacia e não apenas para os que se beneficiam de seus recursos em distantes áreas urbanas? Uma surrealista “Cooperativa do Velho Chico”, talvez fosse a solução. Como a criada pelo personagem Santo na novela. No cooperativismo: um membro, um voto. Na gestão das águas do rio, os maiores interessados não votam. Nem são convidados às “assembleias”. Recebem tarefas, encargos, migalhas compensatórias e tentam aproveitar oportunidades geradas. A gestão do Velho Chico está essencialmente na mão do setor elétrico e na demanda urbana. Eles sim são os novos e poderosos coronéis da região.
*Evaristo E. de Miranda é doutor em ecologia, chefe da Embrapa Monitoramento por Satélite. (artigo publicado no jornal O Estado de S.Paulo no final de semana de 11 e 12 de junho de 2016)

A FONTE DA VERDADEIRA ALEGRIA

13/06/2016 
Na última semana tivemos aqui em Roma e no Vaticano o Jubileu dos Sacerdotes. Uma festa do clero que viu sacerdotes provenientes de todas as partes do mundo se reunirem ao redor do Papa Francisco.

O jubileu que teve os exercícios espirituais guiados pelo Santo Padre e a sua conclusão com a Santa Missa na Praça São Pedro foi um verdadeiro impulso para a missão de mais de 400 mil homens que dedicam a vida ao Reino de Deus.

Procurar, incluir, alegrar-se. Foram três dos muitos pontos sobre os quais giraram as meditações e a homilia do Santo Padre na Praça São Pedro. Precisamente na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, Francisco perguntou aos sacerdotes em qual direção está orientado o seu coração. Recordou ainda que um bom pastor não é um “contador do Espírito”, mas um bom samaritano, que não usa luvas e que está sempre em busca de quem passa por necessidade.

Já na introdução dos exercícios espirituais Francisco afirmou que nada une mais a Deus do que um ato de misericórdia, quer se trate da misericórdia com que o Senhor nos perdoa os nossos pecados, quer se trate da graça que nos dá para praticarmos as obras de misericórdia em seu nome. E criou um novo termo: “misericordiar”.

A misericórdia permite a passagem de nos sentirmos “misericordiados” a desejar “misericordiar”. A misericórdia impele-nos a passar do pessoal ao comunitário. Foi um retiro espiritual na senda da “simplicidade evangélica” que compreende e realiza todas as coisas em chave de misericórdia; e de uma misericórdia dinâmica, não como um substantivo coisificado e definido nem como adjetivo que decora um pouco a vida, mas como verbo – “misericordiar” e ser “misericordiados” – que nos impele à ação no meio do mundo, disse Francisco aos sacerdotes.

Mas voltando às palavras do Papa na sua homilia durante a Santa Missa do Jubileu dos sacerdotes a pergunta retorna: para onde está orientado o seu coração? Uma interrogação fundamental aos sacerdotes. Falando do coração de Jesus, Francisco descreveu os tesouros “insubstituíveis” do seu coração: o Pai e nós. E o Papa afirmou então que também o coração do sacerdote deve estar orientado somente em duas direções, Deus e o povo.

Não é mais um “coração bailarino”, que se deixa atrair pela sugestão do momento ou que vai daqui ou de lá em busca de consensos e pequenas satisfações. Não, é um coração sólido no Senhor, cheio do Espírito, aberto e disponível aos irmãos.

E ali temos as três palavras-chave para as ações daqueles que escolheram a missão do Evangelho integralmente: “buscar, incluir e alegrar-se”. O auspício é que os sacerdotes sejam sempre inquietos, e que jamais desistam de encontrar a “ovelha perdida”. “Ai daqueles pastores que privatizam o seu ministério”, disse Francisco.

E para fazer isso é preciso arriscar, correr riscos, sem temer críticas. Arriscar “para imitar o seu Senhor”, pois o Bom Pastor tem “o coração livre para deixar as suas coisas”. Caminhando na busca encontra, e encontra porque corre o risco. Se não arrisca, não encontra. O Bom Pastor é um obstinado no bem, por isso não só mantém as portas abertas, mas sai em busca de quem pela porta não quer mais entrar.

Para concluir: Francisco não deixa de chamar a atenção para a alegria, a alegria que deve caracterizar a vida dos sacerdotes. A alegria de Jesus – recordou – não é uma alegria para si mesmo, mas é uma alegria para os outros e com os outros, a alegria verdadeira do amor.

E fica o agradecimento a todos os sacerdotes pelo “sim” e por tantos “sins” escondidos de todos os dias, que somente Ele conhece. Doar a vida a Cristo, esta é a fonte da verdadeira alegria. (Silvonei José)

Fonte: Rádio Vaticano

INICIAÇÃO CRISTÃ: ENCONTRO DISCUTE O PAPEL DAS PARÓQUIAS


Encontro discute o papel das paróquias e a Iniciação Cristã
Livro será lançado pelo Reitor da instituição. Encontro é aberto ao público.

paróquia-e-iniciação-cristãO Livro “Paróquia e Iniciação Cristã” do frei João Fernandes Reinert, mestre e doutor em Teologia pela PUC-RJ será tema de encontro promovido pela Faculdade Católica de Fortaleza –FCF em parceria com a Livraria Paulus, dia 21 de junho, das 8h às 11h, no auditório principal da instituição. O evento conta ainda com a presença do Diretor Geral da Faculdade Católica de Fortaleza, Pe. Antonio Almir Magalhães, que fará a apresentação do livro. A entrada é gratuita.


A obra tem por objetivo olhar de perto o atual cenário de iniciação cristã, sobretudo no mundo dos jovens e adultos, onde o desafio é ainda maior, não menos importante o livro pretende lançar luzes sobre a configuração eclesial onde se vive a fé na qual se foi iniciado, não como dois temas díspares, mas momentos inseparáveis de um único processo.

Mais sobre Frei Reinert
Frei-Reinert
Frei João Fernandes Reinert é graduado em Filosofia. Mestre e Doutor em Teologia pela PUC- Rio. Professor do Instituto Teológico Franciscano, Petrópolis. Pároco da Paróquia Santa Clara, Duque de Caxias, RJ. Atua em formação em paróquias e dioceses do Brasil
SERVIÇO:
Paróquia e iniciação cristã
Local: Faculdade Católica de Fortaleza (Auditório principal / Rua Tenente Benévolo,, Centro)
Data: 21 de junho de 2016
Horário: 8h às 11h
Mais informações: (85) 3453-2150
Por Vanderlúcio Souza – Seminarista da Arquidiocese de Fortaleza 

FOTOGALERIA: SEU TIPO INESQUECÍVEL

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