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Jornalista Wellington Nunes lança novo livro nesta quinta-feira (25)

Jornalista e historiador Wellington Nunes lança seu segundo livro, “O que me dizem os anos”, com reflexões sobre as mais de cinco décadas de vida


Legenda: Wellington Nunes já tem um livro de poemas publicado. Agora, ele se aventura por pensamentos intimistas, e já planeja uma obra com crônicas para 2021
Foto: Divulgação
Quantos pensamentos passam por sua cabeça durante um só dia? Alguns rápidos, outros que se arrastam pelas 24h, com ou sem uma resolução - se é que isto se faz necessário. Em um ano, o jornalista, historiador e professor universitário Wellington Nunes pincelou 411 impressões, registradas diariamente, com o intuito de refletir sobre o que aquelas horas lhe ofereciam. Dali, filtrou 50 aprendizados, que podem ser conferidos em seu novo livro, “O que me dizem os anos”, um e-book a ser distribuído gratuitamente a partir desta quinta-feira (25), data de seu aniversário de 53 anos.
O projeto teve início em 2017, mas só agora ele retirou da “gaveta”. “A ideia original era lançá-lo fisicamente em 2018, em comemoração aos meus 50 anos, mas não foi possível. Senti que a obra precisava ganhar outros olhares, então, numa reflexão neste período de isolamento decidi colocá-la no mundo”, partilha Wellington.
O livreto digital conta com 58 páginas, e, apesar da pandemia não ter sido a causa de sua produção, foi um dos motivos para sua divulgação. “As reflexões que apresento são próprias de quem vive intensamente cada momento diário. seriam pertinentes a este momento de isolamento, quando, paradoxalmente, o convívio consigo se torna mais constante; para uns, penoso, para outros, revelador”, destaca o autor, que passa a quarentena ao lado da esposa e dos dois filhos.
Trajetória literária
Este não é o primeiro livro de Wellington. Em 2012, ele publicou um de poemas intitulado “Solidão de cada um”, por considerar o ato de escrever essencialmente solitário. A obra teve uma edição física e foi colocada à venda no site da livraria Saraiva. “Penso lançar uma edição digital em breve, mas sem data ainda definida”, diz.

Seu flerte com a literatura é antigo, apesar de ter dedicado-se também as outras profissões.
“A leitura, desde minha adolescência, sempre foi um dos grandes prazeres, em especial crônicas, poesia e trovas. A literatura é uma janela para a alma do autor e uma porta para o olhar diferente do meu de observar a vida”, acredita.
Entre os autores que se tornaram referência em sua formação, destaca Fernando Pessoa, Vinicius de Moraes, Fernando Sabino, Luis Fernando Veríssimo, Assis Brasil, Eric Arthur Blair (pseudônimo George Orwell), Clarice Lispector, “dentre outros que de forma apaixonada e ao mesmo tempo tão crus retratam a vida”. “Creio que a literatura tem este papel, mostrar a vida real com seus risos e lágrimas, medos e sonhos”, completa.
Em “O que me dizem os anos”, Wellington dialoga exatamente com essa perspectiva literária. “São cinquenta pensamentos intimistas sobre o protagonismo que devemos ter diante da vida. Ela não admite vergonha nem covardia”, resume.
Há no autor o desejo de fazer uma edição física da nova obra, mas é bem pontual quando admite que “o tempo dirá se este ‘filho’ merece”. Quanto a outros projetos, adianta já estar produzindo seu próximo livro, desta vez com crônicas, “sobre a inútil tentativa de se esconder da vida”. A previsão de lançamento é 2021
Convicto de que todos nós temos algo a dizer, reconhece esse momento como uma possibilidade de autoapresentação ao mundo.
“Meus livros são rastros que deixam referências de minha passagem”, expressa, num convite à leitura.
Imagem: divulgação
O que me dizem os anos 
Wellington Nunes
Independente, 2020
58 páginas, gratuito.

Serviço
Livro “O que me dizem os anos”, de Wellington Nunes
As pessoas interessadas em conhecer esta obra, gratuitamente, e interagir com o autor sobre seu conteúdo, podem responder ao questionário disponível no seguinte link

Diário do Nordeste

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