Pular para o conteúdo principal

Elasticidade

Por Gonzaga Mota - Professor aposentado da UFC

Tentaremos mostrar neste pequeno espaço, apesar das dificuldades, dentro do possível, sem a utilização de fórmulas matemáticas e de gráficos ilustrativos, o conceito básico de elasticidade na Economia. Usado muito no estudo da demanda de um produto, os formuladores de políticas utilizam também em vários outros assuntos. Por exemplo, renda, oferta, taxa de câmbio (exportações, importações e movimento de capitais), taxa de juros (poupança e investimento), etc. Elasticidade, a rigor, é o tamanho do impacto que a modificação em uma variável pode afetar a outra, “coeteris paribus” (tudo mais constante). 
O melhor sinônimo de elasticidade é sensibilidade, pois uma variável elástica (maior que 1) reage a mudanças de outras variáveis; já a inelástica (menor que 1) pouco responde. Respectivamente, exemplificando, “filet mignon” (demanda elástica-se o preço do “filet” aumenta, a tendência é a redução do consumo) e sal de cozinha (demanda inelástica- se o preço do sal aumenta, a tendência é o consumo permanecer estável), ao se analisar a elasticidade preço da demanda. Ademais, a representação gráfica da curva de demanda, no sistema cartesiano, no 1º quadrante, é descensional da esquerda para a direita, estando os preços no eixo das ordenadas (vertical) e as quantidades no eixo das abscissas (horizontal). 
Podemos citar fatores determinantes que influenciam a procura de um bem em razão de uma variação no seu preço. Eis alguns: essencialidade, concorrência (monopólio, duopólio e oligopólio), crédito, política tributária, etc. Diante do exposto, desejamos ressaltar a importância do conceito de elasticidade, em vários assuntos econômicos, com vistas à definição de uma política de equilíbrio geral. 

“Post scriptum” (P.S.): é bem melhor escrever e ler belos poemas do que temas de Economia, como também refletir sobre os ensinamentos de Deus.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Corpo do Jornalista Carlos Heitor Cony deve ser cremado na terça-feira

Vinícius Lisboa - Repórter da Agência Brasil* O corpo do jornalista Carlos Heitor Cony deve ser cremado na próxima terça-feira (9), no Memorial do Carmo, segundo a Academia Brasileira de Letras (ABL), respeitando o desejo do imortal. Cony morreu ontem (6), aos 91 anos, vítima de falência múltipla dos órgãos após dez dias de internação. Segundo a ABL, como a morte ocorreu em um fim de semana, procedimentos jurídicos e administrativos terão que ser resolvidos nesta segunda-feira (8). Após a cremação, suas cinzas devem ser lançadas em um local que remete a sua infância. Também a pedido do jornalista, seu corpo não foi velado na sede da academia. A amiga e também jornalista Rosa Canha disse que Cony desejava uma cerimônia íntima. "Ele não queria velório, não queria missas nem nenhum tipo de homenagens. Ele pediu muito que fosse uma cerimônia apenas para a família".  Saiba MaisTemer lamenta morte do jornalista Carlos Heitor Cony Carlos Heitor Cony nasceu no Rio em 14 de março de 1926.…

Participe da Coletânea "100 Poetas e 100 Sonetos"

O Instituto Horácio Dídimo de Arte, Cultura e Espiritualidade está selecionando 100 poetas para compor a Coletânea “100 Poetas e 100 Sonetos”. Os sonetos são de tema livre e devem ser metrificados em qualquer tamanho ou estilo, rimados ou não. 

Não haverá taxa de inscrição e nem obrigatoriedade de aquisição do livro pelos participantes, que em contrapartida cedem seus direitos autorais. 

A data e local do lançamento da coletânea serão definidos posteriormente. 

Para participar, envie o seu soneto para o email ihd@institutohoraciodidimo.org ou pelo formulário até 10/07/2019 com uma breve biografia.

Por https://institutohoraciodidimo.org/2019/06/11/coletanea-100-poetas-e-100-sonetos/

O Natal em Natal (RN), a capital potiguar fundada em 25 de dezembro de 1599

Neste mês, a cidade se reveste de enfeites e de festas culturais, através do projeto 'O Natal em Natal'.
Considerada uma das maiores e mais bonitas do Brasil, a Árvore de Natal instalada no bairro de Mirassol encanta a natalenses e turistas. (Alex Regis/ Secom Natal)
Os moradores da capital do Rio Grande do Norte têm um motivo a mais para se alegrar e vivenciar esta época do ano. Afinal, eles celebram o “Natal em Natal”. Aliás, a capital potiguar recebeu este nome devido a data da sua fundação: 25 de dezembro de 1599. Neste mês, a cidade se reveste de enfeites e de festas culturais, através do projeto “O Natal em Natal”, promovido pela prefeitura municipal. Ao todo, segundo a prefeitura, são mais de 40 eventos que contemplam dança, música, teatro, audiovisual, artesanato, gastronomia e outras manifestações culturais.
Na zona sul da capital, foi acessa, no dia 3 de dezembro,  a tradicional “árvore de Mirassol”, com 112 metros de altura, ornamentada com enfeites nos formatos de …