27 de outubro de 2015

Como é o asteroide que está se aproximando da Terra

TB145 cruzará céu no Dia das Bruxas e, por isso, foi apelidado de 'Grande Abóbora'; Nasa garante que não há motivo para preocupação.

Da BBC Mundo

 Nasa estuda formas de desviar asteroides; corremos, a cada 100 mil anos, o risco de ser atingidos  (Foto: BBC)Nasa estuda formas de desviar asteroides; corremos, a cada 100 mil anos, o risco de ser atingidos (Foto: BBC)
O Dia das Bruxas, data bastante popular nos países de língua inglesa, está chegando. E, a exemplo dessa celebração em que crianças se disfarçam para pedir doces, se aproxima também o momento da visita da "Grande Abóbora".
Não se trata, porém, de mais um personagem dessa festa pagã de origem celta, mas sim de um asteroide gigantesco que, segundo a Nasa(agência espacial americana) descobriu recentemente, passará relativamente perto da Terra às 19h05 (horário de Brasília) de 31 de outubro.
Conhecido tecnicamente como TB145, esse objeto tem uma largura aproximada de 400 metros. Isso faz com que ele seja 20 vezes maior que o meteorito que explodiu sobre o céu de Chelyabinsk, na Rússia, em 2013, destruindo centenas de janelas e deixando mais de mil feridos por causa de seus detritos.
Sua velocidade também é maior: enquanto o meteorito entrou na atmosfera a uma velocidade de 19 km por segundo, a "Grande Abóbora" se movimenta a 35 km/s.
No entanto, o asteroide felizmente passará a uma distância que, se é bem próxima em termos espaciais, é considerada segura para o nosso planeta.
Oportunidade
Quando estiver mais perto, o TB145 estará a 480 mil quilômetros da Terra. Isso representa 1,3 vez a distância entre a Lua e a Terra.
O asteroide não será visto facilmente. "Será preciso ao menos um pequeno telescópio para vê-lo", afirmou Paul Chodas, diretor do Centro para Estudo dos Objetos Próximos da Terra do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa.
Para a agência espacial americana, essa será uma excelente oportunidade para estudar o asteroide. A próxima vez em que um objeto tão grande passará tão perto do nosso planeta deve ser apenas em agosto de 2027.
 Em fevereiro de 2013, meteorito assustou cidade russa; detritos feriram mais de mil pessoas  (Foto: BBC)Em fevereiro de 2013, meteorito assustou cidade russa; detritos feriram mais de mil pessoas (Foto: BBC)
A Nasa planeja obter imagens de radar para analisar sua superfície e para detectar se ele está ou não acompanhado de uma lua, o que pode apontar pistas sobre sua massa e densidade.
"A influência gravitacional do TB145 é tão pequena que não terá efeitos detectáveis na Lua, nas placas tectônicas ou nas marés da Terra", explicou a Nasa em um comunicado.
Consequências catastróficas
Felizmente, a "Grande Abóbora" passará rapidamente pelo céu, cumprindo sua órbita.
No entanto, não haveria tempo hábil para evitar uma colisão se a Terra estivesse em seu caminho. "Um asteroide deste tamanho é muito difícil de desviar com um alerta de apenas 20 dias", afirmou Chodas à revista Popular Science.
Em caso de um choque com a Terra, um pedaço gigante de rocha ou gelo como o TB145 poderia causar uma devastação catastrófica, avaliou o pesquisador.
Cientistas estão trabalhando atualmente em planos para desviar e destruir esse tipo de objeto – nosso planeta é alvo do impacto de asteroides medianos a cada 100 mil anos, em média.
A Nasa assegura que não temos com o que nos preocupar. Ao menos desta vez

Igreja exige à COP 21 acordo climático «justo, vinculativo e transformativo»


(Lusa)
Agência Ecclesia 26 de Outubro de 2015

(Lusa)
Cardeais, patriarcas e bispos de todo o mundo subscrevem apelo inspirado em encíclica do Papa Francisco

Cidade do Vaticano, 26 out 2015 (Ecclesia) – O Conselho Pontifício Justiça e Paz lançou hoje um apelo por um acordo “justo, juridicamente vinculativo e autenticamente transformativo” na próxima Conferência sobre as Mudanças Climáticas (COP 21), com dez propostas específicas de orientação.

“Apelamos à COP 21 que formule um acordo internacional para limitar o aumento global da temperatura aos parâmetros atualmente sugeridos pela comunidade científica global, de modo a evitar impactos climáticos catastróficos, especialmente para os mais pobres e para as comunidades mais vulneráveis”, subscrevem cardeais, patriarcas e bispos de todo o mundo, em representação das associações continentais de Conferências Episcopais.

Os representantes da Igreja Católica nos cinco continentes estão de acordo quanto à “existência de uma responsabilidade comum, mas também diferenciada”, de todas as nações na questão climática.

“É imperativo que se trabalhe em conjunto em prol de um empreendimento comum”, acrescentam.

Os signatários, em nome próprio e das populações ao seu cuidado, manifestam “esperança” nas negociações da COP 21, que vai decorrer entre 30 de novembro e 11 de dezembro, em Paris.

Este desafio, inspirado na Encíclica ‘Laudato si’ do Papa Francisco, foi apresentado hoje em conferência de imprensa com 10 propostas específicas de orientação, onde se começa por pedir “atenção não apenas às dimensões técnicas” mas particularmente éticas e morais das alterações climáticas.

Depois, propõe-se a definição do clima e da atmosfera como “bens comuns globais”, que pertencem e se destinam a todos; o terceiro ponto frisa a importância de um “acordo global justo, de mudança”.

A quarta proposta incentiva os participantes da COP 21 a impor “limites estritos ao aumento global da temperatura” e um objetivo de “completa descarbonização para meados do século”.

“Novos modelos de desenvolvimento e estilos de vida que sejam compatíveis com o clima, enfrentem as desigualdades e tirem as pessoas da pobreza”, é outra proposta, destacando que “um elemento primordial” para esta realidade “é pôr fim à era dos combustíveis fósseis”.

É pedido que as pessoas tenham acesso à água e à terra para desenvolverem sistemas alimentares “sustentáveis” e “resistentes às condições climáticas”.

O ‘Apelo de cardeais, patriarcas e bispos de diversas partes do mundo à COP21’ pretende também que se assegure que o acordo de 2015 aponte para uma abordagem de adaptação que responda às “necessidades imediatas das comunidades mais vulneráveis” e tenha presente as alternativas locais.

“Os responsáveis pelas alterações climáticas têm a responsabilidade de apoiar os mais vulneráveis na sua adaptação, a gerirem perdas e danos, e devem partilhar a tecnologia e o saber-fazer necessários”, propõe o número nove.

Os responsáveis eclesiais concluem que tudo “implica uma educação e uma consciência ecológica sérias”, no documento disponível no sítio online da Aliança Internacional de Organizações Católicas de Desenvolvimento (CIDSE).

CB/OC

FHC: Qualquer um de nós estaria enrolado

  domtotal.com

Para o ex-presidente, o sistema político fracassou e pesaria pra quem estivesse na presidência hoje.
O ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso disse que falou a amigos que, se qualquer um estivesse na Presidência, hoje, estaria enrolado. "Como se forma maioria?", questionou, durante o primeiro bloco do programa Roda Viva, da TV Cultura.
O ex-presidente, que lança nesta semana o primeiro dos quatro volumes de seus Diários da Presidência, afirmou que, em seus escritos, é possível perceber o início dos problemas políticos atuais. "Hoje o Brasil vive o apogeu desse sistema político que não está funcionando", disse.
Para FHC, o sistema político fracassou e, recentemente, o Congresso perdeu uma oportunidade de fazer uma reforma que reduzisse a tendência de fragmentação do Congresso, que dificulta a formação de uma base de sustentação do governo. "O sistema está viciado e isso é mais grave do que o problema da economia", afirmou.
Segundo o tucano, os partidos hoje não são verdadeiramente partidos porque não organizam as opiniões, o que impede a formação de uma coalizão em torno de ideias. FHC apontou que nem os líderes das legendas têm controle das bancadas, o que dificulta os acordos, mas defendeu o diálogo com todas as forças e com a sociedade. Ele lembrou a crise energética de 2001 para exemplificar sua atitude em um momento difícil. "O que eu fiz no apagão? Chamei todos os partidos, a sociedade civil", disse. "Perdi popularidade, sem dúvida, mas não se está no governo para ter popularidade".
O ex-presidente afirmou que, embora às vezes se queixe, recebeu apoio do PSDB em sua gestão. "Não tinha uma questão como a do PT hoje, que é contra o ministro da Fazenda", afirmou, em referência às falas de lideranças petistas sobre Joaquim Levy.
Cunha
Questionado sobre como uma pessoa como Eduardo Cunha, que já havia apresentado problemas ainda na época Fernando Collor, chegou à presidência da Câmara, FHC disse não ser responsável pela trajetória do deputado.
O tucano voltou a afirmar que tinha uma vaga ideia de quem era Cunha quando a bancada do Rio de Janeiro lhe pediu a nomeação dele para um cargo na Petrobras. "Sabia que ele já tinha dado problema, tinha sido afastado do cargo", afirmou, para justificar a negativa ao pedido.
FHC disse que conheceu Cunha muito recentemente. "Alguma qualidade ele tem que ter, mas isso não o inocenta de responder pelo que fez", afirmou.
Memórias
Questionado sobre a insatisfação das pessoas ao serem citadas em seu livro, FHC disse que apenas conta a história tal como a percebeu. Ele afirmou que, por sua formação acadêmica, não seria capaz de falsificar a história.
Ele disse ainda que pediu desculpas de antemão aos amigos retratados nas páginas e minimizou as opiniões que manifesta na obra. "As pessoas que forem ler esse livro não têm que se assustar. Eu mudo de opinião. O livro reflete a opinião daquele momento. É muito mais um documento de como é que se exercicia o poder naquele momento do que propriamente uma análise objetiva." Segundo FHC, o livro mostra como é difícil exercer o comando do País, mesmo com toda boa vontade.
Agência Estado

Adele bate recorde com 27 milhões de visualizações do clipe de 'Hello'

Vídeo bateu recordista anterior 'Bad blood', de Taylor Swift, diz site Vevo.

Novo single de Adele também pode ter venda digital inédita, diz 'Billboard'.

Da Reuters

Adele no clipe do single 'Hello' (Foto: Divulgação)Adele no clipe do single 'Hello' (Foto: Divulgação)
O primeiro vídeo da cantora britânica Adele em quatro anos bateu recordes na plataforma de entretenimento Vevo.com ao somar 27 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas depois de seu lançamento.
A Vevo declarou nesta segunda-feira (26) que o vídeo de "Hello", que estreou exclusivamente em seu site na última sexta-feira, desbancou “Bad Blood”, de Taylor Swift, que foi visto mais de 20 milhões de vezes nas 24 horas iniciais de seu lançamento em maio.
“Hello” é a primeira canção de trabalho de “25”, o novo álbum de Adele, que fez uma pausa de quatro anos depois que seu disco anterior, “21”, conquistou seis prêmios Grammy e vendeu mais de 30 milhões de cópias em todo o mundo. O terceiro disco de Adele chegará às lojas em novembro.
As cifras dos primeiros downloads da balada emotiva só devem estar disponíveis na semana que vem, mas a Billboard.com afirmou que as vendas digitais também podem quebrar recordes.
Referência das paradas musicais, o Billboard.com citou fontes da indústria segundo as quais “Hello” vendeu cerca de 450 mil cópias nos dois primeiros dias, podendo liderar a parada de canções Billboard Hot 100 na próxima semana

País tem de zerar desmate para cumprir meta

 domtotal.com

Só uma transição energética radical poderá colocar o mundo no rumo de cumprir o objetivo.
Por Claudio Angelo
A meta registrada pelo Brasil para o acordo de Paris é ambiciosa. Mas, se quiser cumpri-la, o governo precisará ir bem além de simplesmente zerar o desmatamento ilegal na Amazônia, como prometeu: precisará zerar o desmatamento em todo o país, legal e ilegal. A conclusão é da primeira análise detalhada do plano climático brasileiro, publicada no último dia 22 por um grupo de pesquisadores da Coppe-URFJ.
Segundo um modelo computacional que leva em conta as emissões e o desempenho da economia brasileira rodado pela equipe de Roberto Schaeffer, da Coppe, atingir a meta de 1,3 bilhão de toneladas de CO2 em 2025 e 1,2 bilhão em 2030, valores propostos pelo Brasil na sua INDC (Contribuição Nacionalmente Determinada Pretendida), exigirá três componentes. Dois deles estão longe dos planos do governo federal.
Primeiro, será preciso cumprir na íntegra do Plano ABC (Agricultura de Baixo Carbono), que prevê até 2020 a recuperação de 15 milhões de hectares de pastagens degradadas e mais 15 milhões até 2030. No ritmo atual de execução, o ABC não conseguirá cumprir nem os 15 milhões iniciais.
Depois, será preciso zerar o desmatamento líquido em todo o país. O governo Dilma Rousseff não tem a menor intenção de fazer isso, por dois motivos: primeiro, porque aposta todas as fichas no Código Florestal, que autoriza desmatamento legal de 20% (na Amazônia) a 65% (no cerrado) da área de uma propriedade. Segundo, porque a ministra da Agricultura e afilhada de casamento de Dilma, Kátia Abreu (PMDB-TO), ganhou de dote para a expansão da agropecuária toda a extensão de cerrado do chamado Mapitoba (terras de alto potencial agrícola situadas entre Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia), que será devidamente cortada e queimada nos preceitos da lei.
Por fim, o governo precisará, ainda, estabelecer um preço para as emissões de carbono: US$ 50 a tonelada. O assunto também é tabu para um governo que estabeleceu prioridade para o petróleo do pré-sal e que tem se recusado até a adotar medidas tímidas de eliminação de subsídios aos combustíveis fósseis, como elevar a alíquota da Cide (Contribuição sobre Intervenção no Domínio Econômico) para a gasolina para mitigar o déficit fiscal – aconselhado a fazê-lo por ninguém menos que Antonio Delfim Netto.
As três medidas são necessárias porque as emissões do Brasil, grosso modo, equilibram-se sobre três setores: desmatamento, agropecuária e energia. Segundo Schaeffer e colegas, é inviável no país reduzir as emissões de energia em 2030 a menos de 410 milhões de toneladas de CO2 equivalente – valor correspondente a 70% das emissões do setor em 2010. Portanto, para que isso aconteça, as emissões somadas de florestas e agropecuária precisariam ser de menos de 790 milhões de toneladas.
Dos vários cenários de mitigação de emissões construídos pelo grupo da Coppe – e isso assumindo que o PIB brasileiro crescerá pífio 1,9% ao ano em todo o período, o que reduz o apetite por energia e terras – somente dois fecham tecnicamente a conta do setor energético: o que assume cumprimento total do Plano ABC e desmatamento equivalente a metade do de 2010 e outro com desmatamento zero. Este último foi o único considerado tecnicamente e economicamente viável.
“Mas isso só será possível se se começar a valorar o carbono emitido, de maneira a que tecnologias que emitam carbono reflitam este custo maior para a sociedade, e com isso ela parta para soluções de mais baixo carbono”, disse Schaeffer ao OC. “Nossos estudos mostram que, para valores de carbono da ordem de US$ 50 por tonelada de CO2 equivalente emitido, o setor energético se adequa, e o Brasil consegue cumprir sua INDC.”
No entanto, prossegue o pesquisador, sem desmatamento zero e sem Plano ABC completo, “nem com valores de carbono acima de US$ 200 por tonelada de CO2 equivalente a conta fecha”.
Ponte
O estudo da INDC do Brasil integra um grande relatório sobre como as metas de cinco grandes poluidores e da União Europeia podem estimular a mudança no jeito como esses países produzem e usam energia. A ciência tem indicado que só uma transição energética radical, que elimine progressivamente os combustíveis fósseis, poderá colocar o mundo no rumo de cumprir o objetivo de limitar o aquecimento global neste século ao máximo de 2ºC, limite considerado relativamente seguro.
Intitulado “Além dos Números”, o relatório foi produzido por pesquisadores de 15 países, que integram o chamado Consórcio Miles (sigla em inglês para Modelando e Informando Estratégias de Baixa Emissão), e divulgado em Bonn, onde termina nesta sexta-feira a última rodada de negociações diplomáticas antes da conferência do clima de Paris, em dezembro.
Sua conclusão principal é de que as INDCs importam, sim. Embora os números que estão na mesa sejam incapazes de pôr o planeta no rumo dos 2ºC, eles ajudam a acelerar a descarbonização. Somadas, as metas reduzem em 6 bilhões de toneladas de CO2 (quatro vezes as emissões do Brasil) o “buraco” para fechar a conta do clima. Cortam em 40% a quantidade de CO2 emitido por dólar de PIB nos países estudados (China, Índia, EUA, Brasil, UE e Japão, que, juntos, respondem por 60% das emissões mundiais por combustíveis fósseis) e elevam a participação das energias renováveis para 36% da matriz.
O problema é que, se o mundo esperar até 2030 para aumentar a ambição das metas, os cortes a serem feitos na sequência, a redução de emissões a partir daquele ano terá de ser tão profunda e tão acelerada a ponto de tornar-se inviável na prática – e adeus 2ºC.
“Um cenário de ação adiada e transição muito rápida poderia ser muito pernicioso”, disse Thomas Spencer, do IDDRI (Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Relações Internacionais), na França, um dos líderes do trabalho.
Para que a descida da ladeira do alto carbono seja mais suave, os pesquisadores do Miles propõem o que eles chamam de “ponte”: um mecanismo pelo qual as INDCs sejam ajustadas para cima já em 2020 e as metas para o pós-2030 já sejam igualmente definidas.
“Os investidores precisam acreditar depois de Paris que o mundo está falando sério sobre os 2ºC”, disse Elmar Kriegler, do Instituto de Pesquisa Climática de Potsdam, na Alemanha, co-autor do relatório.
Esse aumento progressivo de ambição, apelidado nas negociações de “torniquete”, tende a ser uma das grandes batalhas do período pós-Paris, a partir de 2016. Dele dependerá, em última análise, o atingimento dos 2ºC.
A rede de ONGs Climate Action Network defendeu que o “torniquete” seja adotado antes ainda de 2020, em 2018.
Observatório do Clima, 23-10-2015.

Bloquear conteúdo não fere legislação

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Mozilla anunciou que irá colocar em prática um sistema de bloqueio de conteúdo.
Por Fernando Martines
Com a alegada intenção de “assegurar uma internet aberta, confiável e que dê o controle da experiência para o usuário”, a Mozilla anunciou que irá colocar em prática um sistema de bloqueio de conteúdo. Segundo a empresa, responsável pelo navegador Firefox, a prática já faz parte da experiência do internauta, que pede por isso — seja para evitar a exibição de anúncios, por proteção contra rastreamentos indesejados, para melhorar o desempenho da navegação ou para reduzir o consumo de dados.
A nova diretriz do Mozilla foi elogiada por advogados especializados na área digital, que não viram na medida uma ameaça ao princípio da neutralidade previsto no Marco Civil da Internet — ele define que não se pode privilegiar conteúdos por meio de bloqueio ou controle de velocidade de conexão.
"Está se intensificando uma discussão sobre a possibilidade de bloqueios de conteúdos, em especial anúncios, propagandas ou ads, do ponto de vista ético e também sob a ótica do princípio da neutralidade de rede, previsto no Brasil na Lei 12965/14, chamada de Marco Civil da Internet. Programas ou addons com essa função são cada vez mais comuns e acessíveis aos usuários, além da possibilidade de cada página ou site poder interferir no fluxo de dados que transita em seus domínios", afirmou o advogado Omar Kaminski, em entrevista à ConJur.
"Por isso, vejo com bons olhos a criação e manutenção de uma política transparente nesse aspecto. Porque os ads podem ser chatos, muitas vezes invasivos, mas são um modelo ainda dominante na internet e em vários casos acabam por financiar e mesmo viabilizar muitas iniciativas", conclui Kaminski.
Para o advogado Alexandre Atheniense, o navegador tem liberdade para estipular suas condições de uso, o que não significa que ele está interceptando pacotes de dados e ferindo o Marco Civil. “Muitas vezes, essa medida é necessária para que ele se proteja contra elementos que podem vir a prejudicar seu funcionamento. O Google, por exemplo, privilegia em sua busca os sites adaptados aos aparelhos móveis, e isso não é algo ilegal, apenas visa apresentar os melhores resultados”, disse Atheniense.
Princípios base
De acordo com Denelle Dixon-Thayer, diretora da área jurídica e de negócios da Mozilla, a proposta de “princípios para o bloqueio de conteúdo” tem como objetivo guiar os esforços do mercado e informar os usuários sobre os benefícios dessa prática e seus riscos, estabelecendo como e por que um conteúdo deve ser bloqueado, tendo em vista o respeito e as escolhas do usuário. Três princípios base foram elaborados para a nova política:
A neutralidade de conteúdos: os programas de bloqueio de conteúdo devem atender às demandas de seus potenciais usuários (como desempenho, segurança e privacidade) em vez de bloquear categorias específicas de conteúdo (como publicidade);

Transparência e controle: os bloqueadores de conteúdo devem oferecer aos usuários mais transparência e controles significativos sobre as necessidades que ele está tentando resolver;

Liberdade: o bloqueio deve manter a igualdade de condições e atuar sempre com os mesmos parâmetros, independentemente da fonte do conteúdo. As publicações e outros provedores de conteúdo devem ter a chance de participar do ecossistema web aberta, em vez de serem permanentemente castigados, o que fecha a internet para seus produtos e serviços.
Consultor Jurídico

Dom Claudio Hummes: "Aqueles 2/3 fazer sim São O Caminho Livre para Bergoglio se mudar uma Igreja"

 domtotal.com

Roma, 27 out (La Repubblica / SIR)  - "Uma Verdade e aqueles that that 2/3 votaram 'sim' nos parágrafos Dedicados na" relatio finalis "Do Sínodo em Relação à Comunhão dos divorciados recasados ​​representam hum Apoio Importante parágrafo Francisco, parágrafo ELE Continuar avançando. São hum Ponto de Partida parágrafo Continuar SUAS reforma da Igreja ".
E o Que afirmou Ao romano jornal  La Repubblica  Não É QUALQUÉR uma pessoa, mas o cardeal Cláudio Hummes, 81 anos, franciscano, arcebispo emérito de São Paulo, Aquele Que estava ao Lado de Bergoglio não Conclave Ultimo.
Eminencia, Bergoglio ESTÁ Sendo fiel Ao nomo e Compromisso Ao that escolheu?
"Absolutamente sim. E Um Papa amigo dos Pobres, da paz e Que trabalha cabelo cuidado da Criação. Fez Tudo É continua a Fazer Tudo Pará ir Adiante nestas Três instancias, deixando that São Francisco o oriente. E Realmente o pastor dos Pobres e fico feliz em tê-lo inspirado na ESCOLHA fazer nome ".
Como o senhor VIU O Caminho Que iniciou uma Igreja com este Sínodo?
"Um caminho de Comunhão e de Coragem. De: Não houve Nenhum Compromisso, mas hum hum Geral Apoio um itinerário de abertura ".
Porem 1/3 dos padres sinodais votou "não" nos parágrafos Relacionados com OS divorciados recasados.
"Prefiro sublinhar OS 2/3 that votaram 'sim'. E Um resultado bonito. Que normais e No Ponto Tão delicado Haja Quem NÃO ESTÁ de a Acordo, mas é Preciso reconhecer that aqueles 2/3 representam parágrafo Francisco hum bonito incentivo. "Continua, vai Adiante 'é Como s tivessem LHE dito".
O Sínodo parecia Dividido Entre OS that olhavam com desconfiança o Mundo, e aqueles Que o olhavam sem medo. E ASSIM?
"Eu Não participei do Sínodo e, portanto, Não Posso dar hum Julgamento Preciso. Porem, Parece-me claro that today a Igreja sai Menos medrosa. This Consciente Que o Evangelho DEVE Ser levado sem medo Dentro do Mundo e SEUS Desafios. Isto É, me parece, padres sinodais Que OS entenderam. E Por Causa Disso eu tenho Muita Confiança e Muita Esperança no Futuro De toda a Igreja ".
Sítio Croire 18-09-2015.

Filmes levantam questões políticas

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Longas que estreiam na Mostra foram premiados em Berlim e Cannes.
Em princípio, as similaridades entre Body, da polonesa Malgorzata Szumowska, e Para o Outro Lado, do japonês Kiyoshi Kurosawa, parecem simplesmente anedóticas. Talvez não sejam. Body concorreu e foi premiado em Berlim. Para o Outro Lado integrou a seleção da mostra Un Certain Regard e também foi premiado em Cannes. Em ambos os casos, o repórter encontrou-se com os diretores. Body/Corpo articula seu relato em torno de três personagens. Um trabalha numa morgue, sua filha anoréxica passa o filme vomitando o que come e há a terapeuta que acredita que pode se comunicar com os mortos, como forma de ajudar a garota a superar sua crise de ansiedade/identidade. Para o Outro Lado é sobre uma relação que desafia a própria morte.
Três anos após a morte do marido, ele volta, é acolhido pela mulher e partem numa viagem - de reaproximação ou de ruptura definitiva? Existem fantasmas em grandes clássicos do cinema japonês. Integram-se ao mundo dos vivos em Contos da Lua Vaga, de Kenji Mizoguchi, ameaçam o equilíbrio dos vivos no terrorífico Kwaidan, as Quatro Faces do Medo, de Masaki Kobayashi. Kurosawa diz que seu filme não é sobre fantasmas, mas sobre relações. Ele se baseou num livro de sucesso no Japão (de Kazumi Yumoto) e, quando passou em Cannes, o filme, já lançado no país de origem, também fazia sucesso.
A grande diferença de ambos talvez esteja no tratamento. Kurosawa trata sua história com algum toque melodramático. Yumoto é um autor conhecido por seus livros para crianças e adolescentes.
Journey To the Shore, título original, Jornada para o Outro Lado fornece o que o diretor definiu como interpretação espiritual do 'mitoru', costume japonês pelo qual as famílias ficam comprometidas a acompanhar seus queridos terminais até o fim.
Malgorzata prefere apostar no humor. Ela critica a burocracia, a falta de fé. Sendo a Polônia um país católico, até sob o comunismo, e tendo sido o falecido Papa João Paulo II a liderança que todo mundo reconhece, o filme dela talvez tenha a dimensão de um acerto de contas com o passado.
A configuração dos personagens, do relato, revela uma Polônia em crise, dividida entre tradição e modernidade. Pensando de forma mais abrangente, cabe indagar. A mãe morta, num filme, o marido, no outro. A mãe pode ser a pátria, a Igreja. O pai, a autoridade. "Vocês (críticos e jornalistas) procuram significados demais. O que me interessou foi a questão do fato. Os laços permanecem, após a morte?", explicou, a título de interrogação, o cineasta japonês.
Pode-se lembrar que o tema da anorexia está presente em outro filme premiado da Mostra. O sueco Minha Irmã Magra, de Sanna Lenken, recebeu o Crystal Bear na Berlinale, como melhor filme da mostra Juventude. Todas essas garotas inseguras com suas imagens - e todas indo contra conceitos e formas estabelecidos pelas gerações anteriores. Pode-se preferir, talvez, o misterioso filme de Kurosawa, com sua ideias do casamento como um vínculo permanente. O diretor fez uma observação curiosa - no Japão, o público preferencial do filme era feminino e, dentro dele, um número considerável de viúvas, que encontravam, no post-mortem, uma forma de reconciliação com os maridos workaholics, que as negligenciavam.
Agência Estado

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Papa: Constituição “Pastor Bonus” está em pleno vigor



O Papa Francisco enviou nesta terça-feira (27/10) ao Cardeal Secretário de Estado Pietro Parolin uma carta sobre a regulamentação do processo de reforma da Cúria Romana. Enquanto o percurso de reforma de algumas estruturas da Cúria Romana (à qual se está já a dedicar o Conselho de Cardeais por mim instituído em 28 de setembro de 2013) está a decorrer segundo o programa estabelecido – lê-se no documento – devo salientar que, entretanto, surgiram  alguns problemas que pretendo prontamente enfrentar.


Antes de tudo o Papa reafirma que este período de transição não é de modo algum um tempo de vacatio legis e confirma, portanto, que ainda estão em pleno vigor a Constituição Apostólica Pastor Bonus, com as sucessivas alterações nela realizadas, e o Regulamento Geral da Cúria Romana.

E o Papa Francisco continua sublinhando que, dada a necessidade do cumprimento das normas comuns para garantir a realização regular do trabalho na Cúria Romana e nas instituições ligadas à Santa Sé, para garantir um tratamento equitativo, mesmo economicamente, a todos os colaboradores e colaboradoras, o Santo Padre ordena que sejam respeitadas escrupulosamente as disposições dos documentos acima mencionados, bem como o Regulamento para o pessoal dirigente leigo da Santa Sé e do Estado da Cidade do Vaticano e o Regulamento da Comissão independente de avaliação para o recrutamento de pessoal leigo na Sé Apostólica.

Como consequência, diz ainda o Papa na carta, o recrutamento e as transferências do pessoal deverão ser feitas dentro dos limites das tabelas orgânicas, excluindo qualquer outro critério, com a autorização da Secretaria de Estado e em conformidade com os procedimentos prescritos, incluindo a referência aos parâmetros definidos para a compensação.

Tudo isso, na medida compatível com os próprios  Regulamentos, aplica-se também ao Governatorato do Estado da Cidade do Vaticano e as Instituições dependentes da Sé Apostólica, embora não especificamente mencionadas na Constituição Apostólica Pastor Bonus, fazendo excepção para o Instituto para as Obras da Religião – lê-se ainda no documento.

E Francisco termina pedindo ao Secretário de Estado Cardeal Parolin para levar ao conhecimento dos superiores dos Dicastérios, Gabinetes e Organismos da Cúria Romana, bem como da Comissões, Comités e as Instituições a elas ligadas, e do Governatorato, as disposições que indicou, com destaque, em particular, para os aspectos que requerem mais atenção, e vigiar para o seu cumprimento. (BS)

UM SONHO DE VERDADE

Marcos Souto Maior*


Sempre dormi bem, em minha cama, deitando a cabeça no travesseiro e, outro que colocava entre as pernas dobradas, sem nunca me assustar ao acordar dos sonhos até porque, desde a teoria de Sigmund Freud, em 1900, que despertou a abalou o planeta, deixei de questionar símbolos e premonições, transpondo-as ‘particularidades do nosso inconsciente’ para os fenômenos regressivos terminando por devolvê-los, desde criancinha! Uns mais e outros menos, ousam tentar definir seus sonhos, muito embora, a significação oculta em nossa mente possa chegar até coçarmos os cabelos da cabeça, como se as respostas fossem um computador de acesso à volúvel internet. O importante vem a ser os inconsoláveis desejos reprimidos que nem sempre alcançamos, mas com teimosia, às vezes acontecem surpreendentes resultados, a exemplo do que aconteceu comigo, na Bélgica.


Pelo menos em três ocasiões diversas, anos a anos, acordei tranquilamente pela manhã e me vi tranquilo e bem aboletado dentro de um bonde de trilhos puxados à eletricidade, parecidíssimo com os que andavam pelas linhas que percorriam, desde do bairro de Cruz das Armas até descer para a linda praia de Tambaú, onde o sol chega primeiro, no ponto mais oriental das Américas! Nunca quis conversar sobre os meus sonhos com ninguém, nem com os familiares, inclusive porque sou sisudo para com a minha intimidade e, poderia ser tido como louco varrido, inventando. Resolvi fazer viagem à Europa começando por Paris, onde me deparei na Sorbonne University, em homenagem pública a algumas personalidades da resistência francesa, dentre os quais com quadro enorme de Geneviève de Gaulle Antonioz, integrante histórica e defensora dos pobres, que veio a óbito em 14 de fevereiro de 2002, e me surpreendeu por parecer demais com a minha querida mãe Adélia, professora diplomada, católica e caridosa, também falecida, em 07 de setembro de 1994. Para mim, uma coincidência implacável da semelhança dos rostos das duas mulheres destemidas e determinadas.

Próxima parada, nos Países Baixos, desta vez em trens modernos e rápidos, abri os olhos para conhecer onde se encontram as sedes dos Tribunais de Justiça e de Contas da União Européia, em Luxemburgo. Na sequência, já em Bruxelas, entramos rezando na Catedral; adiante, em Bruges, também fui à Igreja Santa Ana, onde Michelangelo esculpiu Madona e o Menino. Finalmente, a surpresa maior, quando cheguei ao ponto máximo da minha viagem, inesperadamente, meu amigo Marcondes Brito, da BAND/São Paulo, me telefonou e recomendou o que não sabia: conhecer a Basílica do Santo Sangue, que abrigava a relíquia do sagrado sangue de Jesus Cristo, em pequeno tecido trazido há oitocentos anos para esta igreja, sendo abençoado por padre que me conferiu as orações em muitas línguas, inclusive português.

Finalmente, eis que me encontrei, sim, na cidade medieval procurada e desejada de Bruges. Foram anos a fio, na qual me vi de pleno coração aberto, emocionado e palpitante, na longínqua Bélgica, lá tomando o antigo bonde da saudade, que nunca mais poderá circular materialmente no éter do tempo e do viver. Também a casa de esquina, onde abri as portas das igrejas católicas nas quais rezei, justamente na estação que o bonde me deixou, sob as bênçãos do bom Deus, continuará imorredoura nas imagens sonhadas de muita fé cristã.

Não devemos desistir da bondade e da meiguice de uma saudade pura e incandescente, porque é mais do que válido nos confortar aos que pensam na eterna vida. Para mim, acreditar no que amamos é mais significativo se vem, há anos, do sonho verdadeiro!

 *Advogado e desembargador/aposentado.
Professor de direito, ex presidente do Tribunal de Justiça da Paraiba, Ex secretario de Cultura, Esporte e Turismo, ex secretário de Serviço Social, ex diretor do Unipê .

DESPIDA DE EMBALAGEM


Mônica Raouf El Bayeh *
Que eu me jogue na vida
Sem Pensar em volta OU Bagagem
E dela APENAS guarde
Bons momentos e aprendizagem

Que eu plante Sementes de Afeto
Não Me desperdice em Bobagem
Tenha ritmo sobrando
Para risos e molecagem

Que Deus me troque o Juízo
Por Três Quilos de fé e Coragem
Todas E como Regras that sigo
Por Meio metro de malandragem

Que eu Engate a quinta sem culpa
Sem ré, retorno OU frenagem
E caia de boca na vida
Despida De toda Embalagem

* Professora e psicóloga
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SECRETÁRIA-GERAL DO CONIC FALA SOBRE A CFE 2016

 

Em 2016, a Campanha da Fraternidade será Ecumênica (CFE). Isso ocorrerá pela 4ª vez coordenada pelo CONIC (Conselho Nacional das Igrejas Cristãs) e todas as igrejas que integram o Conselho.
Por Valquíria Vieira
Edição da Redação
Foto: Canal Adital
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A secretária-geral do CONIC, Romi Bencke, explica o que é uma Campanha da Fraternidade Ecumênica, fala sobre a participação das Igrejas do CONIC e a história e as expectativas para a CFE 2016.
O que é uma Campanha da Fraternidade Ecumênica?
Romi - No ano 2000, no contexto do Jubileu, optou-se por realizar a Campanha de forma ecumênica. Por isso, naquele ano, a coordenação dos preparativos e execução da Campanha foram entregues ao Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil – CONIC. Com isso, as igrejas que fazem parte do Conselho realizaram a Campanha. É por isso que se diz que ocorreram, ao longo da história da Campanha da Fraternidade três Campanhas da Fraternidade Ecumênicas: 2000, 2005 e 2010.
A que acontecerá no ano de 2016 será a 4ª Campanha Ecumênica.
Essa Campanha é coordenada pelo CONIC e todas as igrejas que integram este Conselho, no período da Quaresma irão assumir o tema, lema da Campanha e realizar a coleta da solidariedade para apoiarmos projetos, ações voltadas para a melhoria de vida das pessoas e fortalecimento de ações comunitárias que têm o objetivo de promover ações de participação popular e cidadania. Claro que a participação da igrejas não é restrito apenas às igrejas que fazem parte do CONIC.
Qualquer igreja que se identifica com o tema da Campanha: ‘Casa Comum, nossa responsabilidade’ pode participar. Todas as igrejas e também religiões são bem-vindas. A Campanha da Fraternidade Ecumênica é uma ótima oportunidade de oferecermos um testemunho público comum de que cremos em um mesmo Deus, pai de Jesus Cristo, nosso Salvador.
O Espírito Santo é a força que nos move para superarmos as barreiras da divisão. A Campanha Ecumênica é, portanto, um testemunho de unidade.
Quais igrejas participam da Organização do CFE?campanha da fraternidade 2016
Romi - Na IV Campanha da Fraternidade Ecumênica que acontecerá em 2016 participam as igrejas do CONIC: Igreja Católica Apostólica Romana, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Episcopal Anglicana do Brasil, Presbiteriana Unida do Brasil, Sirian Ortodoxa de Antioquia. Além dessas igrejas convidamos a Aliança de Batistas do Brasil e a Visão Mundial, que é uma organização internacional que reúne pessoas ligadas a diferentes igrejas evangélicas que não fazem parte do CONIC. Também convidamos o CESEEP: Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular que é um dos membros fraternos do CONIC.
É importante dizer que a IV Campanha da Fraternidade Ecumênica terá uma dimensão internacional, pois a Misereor, organização alemã ligada os bispos católicos daquele país realizará a sua Campanha de Quaresma em parceria com o CONIC, abordando, naquele país o mesmo tema que nós trabalharemos aqui. Essa será uma Campanha que irá transcender fronteiras.
Qual o objetivo da CFE de 2016 para o ecumenismo?
Romi - Para o ecumenismo os objetivos da CFE são:
Unir igrejas, diferentes expressões religiosas e pessoas de boa vontade na promoção da justiça e do direito ao saneamento básico.
Além disso, reafirmar o ecumenismo como o melhor caminho para o testemunho da fé em Jesus Cristo.
Vivemos em tempos em que as igrejas (inclusive as que têm abertura ecumênica) tem se fechado para testemunhos conjuntos. Isso é muito triste. Pois todo o sentimento de exclusivismo vem acompanhado de arrogância. Esse não é um testemunho agradável aos olhos de Deus. Bonito é mostrarmos que, apesar de nossas diferenças, expressamos a fé no mesmo Jesus Cristo.
O Batismo nos une. Sendo assim, a Campanha da Fraternidade Ecumênica é uma grande oportunidade que Deus nos oferece para crescermos na prática ecumênica.
O cuidado com a Casa Comum requer a ação conjunta de todas as igrejas e para isso, precisamos cultivar e cuidar da unidade na diversidade que é o grande valor ecumênico. A Campanha é uma oportunidade de vermos que nossas diferenças não são ameaças, mas são riquezas e expressões do próprio amor de Deus.
Quais serão os gestos concretos propostos para a CFE 2016?
Romi - Temos muitos gestos concretos, pois saneamento básico é uma questão que contempla várias dimensões das nossas vidas. Tem a ver como nosso estilo de vida e também com ações governamentais. Saneamento básico e o cuidado com a casa comum tem relação com a superação da cultura do desperdício e do consumo, mas também tem relação com políticas públicas efetivas como os Planos Municipais de Saneamento Básico.
Por isso, os gestos concretos vão desde ações que nos desafiam a assumirmos responsabilidades com o espaço onde habitamos, por exemplo: pensar em formas de separação do lixo, canalizar água da chuva, etc. Até exigir dos governos municipais a Planos Municipais de saneamento básico.
Desde a perspectiva da espiritualidade, estamos propondo como gesto concreto para a quaresma a realização de um jejum para evitar o consumismo extremo e o desperdício de alimentos. A ideia é realizar um dia de jejum e o dinheiro que economizarmos com isso doarmos para projetos sociais ou para alguém que nós conhecemos e esteja precisando.
Além disso, a prática da oração conjunta. Criar espaços celebrativos realmente ecumênicos em que todos os momentos são pensados juntos. Todos precisam sentir-se protagonistas da Campanha!
Desejamos que essa Campanha reacenda a chama ecumênica e que, ao final da Campanha, nos olhemos olhos nos olhos e reconheçamos o quanto somos valorosos e importantes uns para os outros. Jesus nos ama igualmente e não faz distinções.
Fonte: Portal A12

22 de outubro de 2015

A VIDA E UMA VIAGEM ...

Viver e Seguir em frente ...
E Seguir Um certo rumo.
E aguçar Alguns sentidos ...
E viver ... Viver a vida!

E Viver Cada Diâmetro intensamente ...
Viver a vida loucamente.
Encantar-se com a vida ...
E Encontrar-se com a vida.

Vida ... Façanhas ...
Encontros ... Desencontros.
Ócio, dor e tristeza ...
Silêncio e Vazio ... 
Saudades!

Desejos .... Vontades ...
Vontade de PROVAR uma vida
Em hum copo de alegria,
Sem apreciar ritmo para.

Sonhos ... Devaneios ...
Fechar de Olhos NUMA geografia
De alma sofre that
De saudades e solidão!

Vontade de imergir
Nenhuma mar de belas ideias ...
E em silencio não fazer in-quarto escuro
Ouvir ao longe o pulsar de hum Coração.

OS Cerrar Olhos ...
Submergir em si!
OS Rever Velhos tempos ...
Sorrir ... sorrir Muito de felicidade.

Um adeus vida TEM e Despedidas ...
E o Coração FICA semper,
Como Depositário eterno,
Das amarguras dela.

Tentamos Fugir de Nós
Para chegarmos NAO No somos Que!
Fugimos sem saber Pará Onde vamos
 E SEM sabre si chegaremos.

Corremos Os Quatro Ventos ...
Levando uma dor no Coração,
Como injúria, lamentos OS,
E o Desejo de aplacar OS desencontros.


Viagem eterna do Coração
Fingindo Fazer turismo
Por terras malditas e distantes
Em busca do eu perdido.

A vida é sim, Uma viagem ...
Deixamos nsa Olhos como lágrimas
E o Desejo de never chegarmos ao Fim
Dessa misteriosa, Caminhada.

 * Jornalista,  escritora, poetisa e colunista.
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Dom Roque Paloschi, bispo de muitos gols

Padre Geovane Saraiva *

Dom Roque Paloschi, nos SEUS 10 Anos de Ministério episcopal, em Uma vida de Doação, generosidade e Entrega a Deus e AOS Irmãos da Floresta Amazônica (Diocese de Roraima), foi nomeado Arcebispo de Porto Velho. Pelo Que sabemos de Seu pastoreio, Além de alegre e cativante sem despertar dos Mais Próximos, clero, Religiosos, religiosas e povo de Roraima, sem Esquecer OS Que estao longe e distantes, a Igreja do Brasil e do Mundo, Olham e se encantam com ESSA Planetária figura, exemplar e referencial. Sua mente lúcida e fértil jamais Parou, sem amor a Deus incessantemente, Traduzido na Luta em favor de UMA Igreja Missionária, servidora, despojada, Atualizada e atenta EAo Sinais dos Tempos.

Como alhures Já Disse: "Na Igreja, o Bispo e O Primeiro Chamado a ser, não hierárquico SENTIDO. ELE DEVE Ser hum Irmão between OS Irmãos na busca da Justiça, da Paz e da Solidariedade; Ser DEVE TAMBÉM homem de todos, parágrafo NÃO sor de Ninguém ". Como also o padre Participações fazer Ministério do bispo, NÃO DEVE Ser ministro de hum grupo OU MESMO de Movimentos apostólicos, Sejam ELES FOREM Quais, Para Ser de todos. E MUITO Importante o convencimento de that um Única Maneira de Nao Ser de Ninguém é ser de todos, Lição e Presente fazer novo Arcebispo de Porto Velho.

E Tao do maravilhoso Sentir a graça de experimentar constantemente a Presença de Nosso Senhor Jesus Cristo! Aqueles that were constituídos apóstolos cabelo Mestre Divino, E Depois enviados em Missão, voltaram e reuniram-se com Jesus Pará Contar Tudo Quanto haviam Realizado e ensinado, resultado Fecundo da Força do anuncio do Evangelho (cf. Mc 6, 30-31). Dom Roque Paloschi, bispo ardoroso, com Aquele MESMO Desejo de Ser de todos, parágrafo NÃO sor de Ninguém, propos hum grande desafio, Por Ocasião da Copa Mundo da FIFA de 2014, that jamais esquecerei, Quando convocou OS Irmãos de Boa Vontade e seguidores de Jesus de Nazaré, dizendo: "Eu vou jogar do tempo de Jesus; Eu Vou Fazer o gol da União; Nosso tempo não Não Tem reserva; com Jesus eu sou titular. Somos convocados POR Jesus a disputar uma Copa da Justiça, da paz e da fraternidade ".

Dom Roque marcou Belos gols, Quando denunciou um e Mineração como hidrelétricas em Terras Indígenas, afirmando com maestria: "Os Povos Amazônicos São Portadores de Uma Enorme Contribuição para a Vida EO Nosso futuro. Sua profunda espiritualidade, o SUA Relação com a Mãe Terra, com tão Florestas, os Rios e Todas quanto Formas de vida com quem de Convive, Seu Impressionante acervo de Conhecimentos apontam parágrafo Caminhos Diferentes e humanizadores Para Todos nós ", sem Esquecer o bispo, defensor fazer Pulmão verde do Mundo, AO Encontrar Uma âncora não Vigário de Cristo, AOS 27/07/2013: "A Igreja Está na Amazônia, Não Como aqueles Que Tem como malas Na Mão, parágrafo Partir DEPOIS de Terem Explorado Tudo O Que puderam". E here Recordo Padre Antônio Vieira, AO asseverar: "ELES (como autoridades) chegam Pobres Às Índias ricas e voltam ricos das Índias Pobres".

A Notícia alvissareira da nomeação de arcebispo de Dom Roque Paloschi, colega dos bons tempos de teologia, na PUC de Porto Alegre, Chegou concomitante com o Seguinte comentário da Rádio do Vaticano: "O arcebispo de Porto Velho e Um Paladino na Defesa dos DIREITOS dos camponeses e dos Povos Indígenas contra a agressão das Empresas extrativistas that exploram OS Recursos Naturais da Amazônia ". Gols, muito EAo superiores NOSSOS craques, não vasto currículo do referido amigo bispo, não trinômio, generosidade, Renúncia e Doação: Membro da Rede eclesial Pan-Amazônia, (REPAM), fruto de Uma Iniciativa da Comissao Episcopal da Amazônia, do Departamento de Justiça Social do Conselho Episcopal Latino-Americano {CELAM), da Conferencia dos Religiosos da América e do Caribe e da Cáritas, com o Apoio de Organismos Internacionais, fazer Pontifício Conselho da Justiça e da Paz do Vaticano e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil , (CNBB). Sem Esquecer Que Dom Roque Paloschi presidirá o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), EM Momento de Enormes Violências OS DIREITOS contra Indígenas em Todo o País, eleito Durante SUA 21ª Assembleia Geral (15 a 18 de setembro de 2015) em Luziânia-GO.

Uma das Características fortes em Dom Roque Paloschi, nos incontáveis ​​gols marcados, centra-se no Seu Ministério episcopal Terno, alegre e generoso, voltado PARA O clero, Religiosos, religiosas EO Rebanho Que LHE foi confiado, Ensinando a muitos pastores da Nossa Igreja, MUITAS vezes autoritários, grosseiros e, MESMO tirando Vantagens das benesses Governamentais, sem Esquecer uma falta de Transparências de muitos (cf. Livro: Voz dos that nao tem voz, p 23.). Certamente o bispo dos muitos gols se inspirou no Servo de Deus e Dom Paz, Dom Helder Câmara, o Qual, em 1948, Como padre Novo no Rio de Janeiro, se expressou de Modo Profundamente poético Quanto profético: "Se Eu Pudesse sairia povoando de sono e de sonhos como Noites mal Dormidas dos desesperados ". Por Tudo, Deus SEJA louvado!

* Escritor, blogueiro, colunista, vice-presidente da Previdência Sacerdotal e Pároco de Santo Afonso, Parquelândia, Fortaleza-CE -geovanesaraiva@gmail.com