29 de dezembro de 2014

Quem fez a diferença em 2014


Dorrit Harazim*
A jornalista Dorrit Harazim Foto: O GloboQual líder da atualidade conseguiria lotar uma praça como a de São Pedro, em pleno inverno, com duplas improvisadas dançando tango para lhe desejar feliz aniversário (77anos)?

Acena ocorreu em maio deste ano. Durou quatro minutos de eternidade. Jamais fora sequer cogitada por nenhum chefe de Estado em visita a uma região em que o menor gesto pode adquirir significado milenar e levar à combustão.

Mas o papa Francisco, sendo quem é, optou por não desperdiçar a chance de deixar sua marca. Ao perceber a muralha de concreto que fazia parte da paisagem solicitou uma curta parada da comitiva . Desceu do carro , aproximou-se do paredão de concreto que separa Israel da Cisjordania palestina e ficou em silêncio. Depois colocou a mão direita espalmada no muro, curvou a cabeça até tocar a superfície áspera com a fronte e orou em silêncio. Uma pichação gravada em letras escarlates naquele mesmo trecho de concreto dizia “Liberdade para a Palestina”.

Construído a partir de 2004 como um cinturão de prevenção de Israel contra ataques terroristas, a muralha tem, hoje, uma extensão de 721 km, 8 metros de altura, trincheiras com 2 metros de profundidade, arames farpados e torres de vigilância a cada 300 metros.

Para a sua visita de três dias a Israel e à Cisjordânia ocupada Francisco não desembarcou no aeroporto de Telavive, como mandaria a praxe diplomática. Preferiu pousar primeiramente na cidade santa de Belém, sinalizando uma aprovação simbólica às aspirações palestinas por um estado independente.

Francisco também foi o primeiro dos quatro pontífices a pisar naquelas convulsionadas terras decidido a dar um passo adiante da moldura diplomática convencional. “Neste local do nascimento do Principe da Paz desejo convidar o senhor, presidente Mahmoud Abbas [da Autoridade Palestina] , assim como o presidente Shimon Peres [ de Israel] a se juntar a mim numa oração por uma paz...Ofereço minha casa no Vaticano como lugar para esse encontro de preces”. Duas semanas depois os dois presidentes batiam ponto no Vaticano e ouviram rezas em hebraico, árabe e italiano. Formalmente não se falou em política. Não era preciso : bastava por ora o ineditismo de uma prece entre líderes em conflito arquitetada por um papa.

O encontro tampouco visou resultados a curto prazo. Como disse à época à rede CNN o vaticanista americano John L. Allen, “A métrica do Papa Francisco para medir o êxito desse evento é de muito longo prazo”. Em seus poucos meses de poder (o argentino foi eleito em março de 2013) Jorge Mario Bergoglio já deu mostras suficientes de saber onde quer chegar.

Ao longo deste 2014 que pouca saudade deixa, o papa fez diferença pela visão, ação e coerência certeira com que toca a sua parte – atributos escassos no grupelho de líderes mundiais que se revelam cada vez mais indecisos , erráticos, amedrontados ou vorazes.

Seja na silenciosa e certeira mediação para o restabelecimento de relações entre Estados Unidos e Cuba, seja na vigorosa promoção de um civilizatório e urgente diálogo entre religiões, seja através de uma visita relâmpago ao burocratizado Parlamento Europeu para um chamamento à razão , o jesuíta Francisco tem os pés no chão e sabe onde pisa.

“A Europa não está velha, mas está cansada. Precisamos ajudá-la a rejuvenescer , a reencontrar suas raízes”, discursou o pontífice no plenário da entidade que tem três sedes (Estrasburgo, Bruxelas, Luxemburgo), 766 deputados eleitos , uma estrutura de mais de 7 mil funcionários, mas que, apesar de seus 430 intérpretes e 700 tradutores não parece se entender sobre questões cruciais.

Um dos princípios que norteia a ação do atual papa é que para se entender o conjunto é preciso conhecer a periferia. Foi o que o levou até a ilha italiana de Lampedusa, menos de três meses após ser empossado, para ver de perto a débâcle do drama migratório. Pouco depois tratou de se materializar na Albania para aferir os extremos da penúria social do continente e ter o que dizer perante o Parlamento Europeu

Para o núcleo aparelhado da Igreja, conservador, chegado a uma opulência e/ou moralmente corrupto e desviante, a vitalidade empreendedora do Sumo Pontífice sem refúgio. Além de abordar temas espinhosos como a homossexualidade , o divórcio ou o celibato, Francisco não cessa de abrir novas frentes sempre que vê espaço para avançar . Ainda esta semana acenou para ateus se juntarem ao esforço de paz.

No mês passado , ao ser chamado de marxista por uma das vozes mais xiitas da direita americana, o radialista Rauch Limbaugh, o pontífice saboreou a oportunidade de responder através do diário La Stampa , de Turim. “A teoria marxista está errada mas ao longo da vida conheci inúmeros marxistas que eram boas pessoas e portanto não me sinto ofendido”. Aproveitou para reiterar suas afiadas críticas à desigualdade econômica , à ganância das elites globais e à corrosão social provocada pela pobreza.

Promoveu uma faxina no comando autoritário da Guarda Suiça do Vaticano, implodiu o corrupto Banco do Vaticano , cerceou de forma metódica a prática ou o acobertamento da pedofilia nas fileiras da Igreja. Qual outro líder mundial teve coragem de listar os malfeitos mais graves praticados pela cúpula à sua volta e propor correções? Francisco apontou para 15 “enfermidades” da Cúria no seu franco discurso de Natal . Boa parte delas soam familiares a qualquer governante e governado - “rivalidades pela glória”, “exibicionismo mundano”, complexo de se sentir superior”, “indiferença com os demais”, “transformar o serviço em poder e o poder em mercadoria para obter vantagens”

Francisco já avisou que quando chegar a hora vai embora. “Penso que a figura do Papa Emérito já se tornou uma instituição”, explicou em conversa informal com jornalistas, referindo-se ao status de seu antecessor Bento 16. “A partir de certa idade não somos mais capazes de governar bem...Não temos mais a força para enfrentar todos os problemas...Bento abriu a porta que é institucional, não excepcional. Se eu sentir que é a hora, farei o mesmo”.

Último argumento: qual líder da atualidade conseguiria lotar uma praça como a de São Pedro, em pleno inverno, com duplas improvisadas dançando tango para lhe desejar feliz aniversário (77anos)?

 *É jornalista

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Após apelo de Francisco, religiosas italianas abrem estruturas a refugiados

014-12-29 Rádio Vaticana


Roma (RV) - Casas religiosas existentes na Itália começaram a abrir suas estruturas aos refugiados, após apelo do Papa Francisco durante visita, em setembro de 2013, ao Centro de Acolhida Astalli, administrado pelos jesuítas: "Os conventos vazios - disse o Papa naquela ocasião - não sevem à Igreja para transformá-los em albergues e ganhar dinheiro, mas são para a carne de Cristo que são os refugiados". A Rádio Vaticano conversou na véspera de Natal com a Superiora Provincial das Irmãs de São José de Chambery, Irmã Maria Cristina Gavazzi:
RV: As palavras do Papa foram acolhidas por diversas comunidades religiosas, que dispunham de estruturas vazias também devido à queda nas vocações...
"Eu diria que isto é um sinal decisivo. Temos consciência de que simplemente acrescentamos uma gota no mar, abrindo as portas de nossa estrutura em Roma. No complexo da Casa provincial acolhemos três refugiados, a pedido do Centro Astalli. São três jovens provenientes de Gana. É apenas uma gota no oceano, mas estou mais do que convencida de que isto é um início. Os refugiados foram acolhidos na casa de campanha onde, há 20 anos, residia uma família de agricultores".
RV: Esta iniciativa nasceu após as palavras do Papa Francisco?
"Esta iniciativa específica sim, nasceu após as palavras do Papa Francisco. Nos perguntamos, de fato, como poderíamos colocar à disposição alguma de nossas estruturas e claramente, sendo nós uma Congregação de espiritualidade inaciana, nos dirigimos à Fundação Astalli".

RV: A presença destes jovens revolucionou um pouco a vida de vocês....
"A comunidade continua a viver, tranquilamente, no seu ritmo, mesmo porque os jovens não estão dentro da estrutura comunitária, tem uma total independência. Isto não significa, porém, que não existam interações positivas entre aquela que é a comunidade religiosa e estes três jovens. Nós colocamos à disposição da Fundação Astalli - e portanto também outros refugiados virão trabalhar - o  nosso terreno, porque atualmente não é cultivado por não ter mais irmãs como havia, e que cultivavam o campo. A Fundação Astalli assumiu a tarefa de enviá-los por meio de uma  cooperativa de serviço, alguns jovens que virão trabalhar a terra, produzindo produtos agrícolas e depois vendendo-os nos mercados".
RV: Vocês hospedam jovens de fé não-cristã. Qual a resposta deles a vossa acolhida?
"Estes três jovens são muçulmanos. Faço simplesmente um exemplo: estes três jovens muçulmanos serão acolhidos pela nossa comunidade de noviciado para a ceia do Natal. Ele chegaram, se não me engano, em abril ou maio deste ano, e portanto é a primeira grande festividade que os convidamos para participar e eles disseram sim, mesmo sendo de uma religião diferente da nossa". (JE)
(from Vatican Radio)

A ajuda católica alemã aos refugiados


2014-12-29 Rádio Vaticana

Berlim (RV) – Em 2014, as Dioceses e estruturas da Igreja Católica na Alemanha destinaram, no total, mais de 73 milhões de euros em iniciativas de solidariedade.
 A informação foi publicada no site da Conferência Episcopal Alemã terça-feira, 23 de dezembro. 
“De sua própria iniciativa, as Dioceses alemãs dispensaram cerca de 41,58 milhões de euros em ações em favor dos refugiados na Alemanha ou outras atividades internacionais”. Por sua vez, movimentos e serviços de solidariedade no âmbito católico contribuíram com 31,52 milhões “para financiar projetos em prol dos refugiados no Oriente Médio e no mundo”, consta no site. 
Imóveis disponíveis 
A esta ajuda financeira, somaram-se outras formas de sustento, apontam os bispos no comunicado. Dioceses, congregações religiosas e paróquias forneceram imóveis, transformados em “albergues”. Estruturas da Igreja ofereceram também conselhos e ofertas de emprego, apoio psicológico e médico, ações caritativas e asilos para crianças.  
“Com a ajuda aos refugiados, queremos demonstrar que a solidariedade não é uma teoria, mas uma prática de vida”, explica o Cardeal Reinhard Marx, Arcebispo de Munique e Presidente do Episcopado. “Agradeço do fundo do coração as Dioceses e todas as entidades de ajuda, os coordenadores dos projetos, a Caritas Internacional e cada ajudante”, afirma o Cardeal, invocando as bênçãos de Deus a todos os que doaram horas de trabalho voluntariamente, sustentados pela oração; e concluiu: “Os refugiados aqui são bem-vindos”. 
(CM)

(from Vatican Radio)

Apple disponibiliza filme ´A Entrevista´

  domtotal.com

Filme que causou a fúria do governo da Coreia do Norte estará disponível para download.

Por Christina Farr e Edwin Chan

SAN FRANCISCO, EUA - A Apple informou que sua loja iTunes agora tem disponível o filme "A Entrevista", da Sony, que enraiveceu a Coreia do Norte e motivou um ciberataque contra o estúdio. "Estamos felizes em oferecer ‘A Entrevista‘ para aluguel ou compra na loja iTunes", disse o porta-voz da Apple Tom Neumayr em comunicado.
A notícia vem após a Sony Pictures ter lançado o filme online por YouTube e Google Play, do Google, pelo videogame Xbox, da Microsoft e por um website dedicado da Sony na semana passada.
Reuters

O caminho de Santiago

 domtotal.com

Uma centena de jovens brasileiros, com poucos recursos, aprendem a ser líderes nas trilhas de Compostela.

Por Xosé Manuel Pereiro*
A chanceler alemã Angela Merkel não foi a única a recentemente se declarar impactada pelo Caminho de Santiago e comovida pela visita a catedral da região de Compostela. Seguindo seu caminho – centenas de quilômetros antes – caminharam jovens de outro mundo, em todos os aspectos. Uma centena de estudantes de escolas públicas de Brasília, com poucos recursos econômicos e alguns moradores de favelas. Praticamente nenhum deles havia saído do Brasil, nem viajado de avião, nem visto o mar. Mas são os melhores estudantes de espanhol entre os que estão acabando o ensino médio e começando a universidades, entre 16 e 19 anos.

Pelo menos os melhores dos cerca de 2.000 que se inscreveram no Brasília Sem Fronteiras, um projeto do Distrito Federal. Os ganhadores receberam uma bolsa que inclui a viagem e um mês de estadia na Galícia, incluindo o Curso ministrado pela Universidade de Santiago (USC), além de 600 euros (1.770 reais) para seus gastos. O curso é de Língua e Cultura Espanhola, Empreendimento e Liderança. “Queremos que façam uma imersão na língua e cultura espanholas, mas também queremos formar líderes”, disse Luciano Helou Ramos, responsável pelo projeto brasileiro.

Mergulham, então, pela manhã no estudo do idioma castelhano e de tarde submergem no mundo empresarial, em grandes corporações como a Inditex ou a Autoridade Portuária de Vigo, mas também empresas mais ligadas ao lugar, como as adegas Martín Códax e até artesanais, como a Granxa Maruxa, fabricante de biscoitos, ou a Arqueixal, de queijos. “Os garotos se surpreendem com a diversidade cultural e empresarial que existe na Espanha. Ficaram impressionados com a Inditex, mas também com a história de gente que volta para a região de onde saiu, para fazer produtos mais próximos, não pensados para todo o mundo. Nos perguntamos por que não fazer o mesmo no Brasil, onde as fazendas são como fábricas de trigo ou carne”, pergunta-se Luciano Helou.

Oportunidade de crescer

Até as visitas turísticas são “armadilhas” pedagógicas: a ilha de Sálvora foi o cenário de uma oficina de liderança. E o Caminho de Santiago é um óbvio desafio de superação pessoal. “Normalmente não temos alunos tão jovens, nem deste estrato social, costumam ser universitários de nível médio alto. Os professores se surpreenderam com a atenção que eles prestam durante as aulas. Já os garotos, ficam espantados que se possa ir andando para todos os lugares, com a arquitetura, com os monumentos. Alguns choraram de emoção ao ver a catedral”, resume Lanzada Calatayud, gerente de Cursos Internacionais da USC, a universidade escolhida entre 40 opções como sede do Brasília Sem Fronteiras.

Derek Sousa Flores é um dos que não haviam saído de sua cidade e não tem muita pressa em voltar. “Ficaria aqui mais tempo, porque sei que é uma grande oportunidade para crescer”, diz o garoto de 17 anos, que afirma ser testemunha de Jeová e ter vocação de professor. De fato, gostou muito de conhecer o mar, mas também das aulas sobre as empresas. Ana Gabriela Souza Furtado tem 16 anos – “ainda não sei o que farei, talvez Direito, com especialização em gestão ambiental” – e teve duas surpresas. “Vimos uma peça de teatro do grupo Chévere, em galego, e entendíamos tudo, apenas algumas palavras eram diferentes. E antes de vir, pensava que os espanhóis eram muito sérios e que teríamos dificuldades para lidar com eles, mas são muito amáveis e ‘riquiños’ (palavra galega que significa encantador, adorável). É assim que se diz, não?”.

Pelas trilhas de Santiago de Compostela. Veja o vídeo:
* Xosé Manuel Pereiro é correspondente em A Coruña, Espanha, do El País, onde esta reportagem foi publicada originalmente.

'A entrevista' fatura US$ 18 milhões em fim de semana de estreia, diz Sony

 29/12/2014 10h21

Vendas online bateram recorde da empresa e puxaram faturamento.

Filme que ironiza líder da Coreia do Norte foi motivo de ciberataque à Sony.

Da Reuters

Cena do filme 'A entrevista' (Foto: Divulgação)Cena do filme 'A entrevista' (Foto: Divulgação)
A Sony Pictures informou que a 'A entrevista' faturou cerca de US$ 18 milhões (R$ 48 milhões) no fim de semana de estreia. Foram mais de US$ 15 milhões em vendas online e outros US$ 2,8 milhões em cinemas. O retorno expressivo foi possivelmente alavancado pela publicidade em torno do ciberataque supostamente cometido pela Coreia do Norte.
O estúdio disse, no domingo, que o filme foi comprado ou alugado online mais de 2 milhões de vezes em quatro dias até sábado, tornando-se o maior filme online da Sony Pictures de todos os tempos.
A comédia que retrata o assassinato fictício do líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, fez praticamente tanto dinheiro por meio de distribuição online e em cinemas limitados em seu final de semana de estreia quanto teria ganhado com o grande lançamento que foi cancelado depois de ameaças de hackers.
O filme que custou US$ 44 milhões, estrelado por Seth Rogen e James Franco, tinha expectativa de faturamento de 20 milhões de dólares em seu final de semana de estreia se tivesse amplo lançamento, de acordo com a Boxoffice.com.
Ciberataque
O filme deflagrou o devastador ciberataque ao estúdio no mês passado. Os Estados Unidos dizem que o ataque foi lançado pela Coreia do Norte. 'A entrevista' estreou na quinta-feira em 331 cinemas independentes.
Muitos espectadores e donos de cinemas disseram que apoiaram o filme em nome da liberdade de expressão.
Depois de grandes redes de cinema como AMC e RegalEntertainment se recusarem a exibir a comédia após ameaças de violência por hackers que se opuseram ao filme, a Sony costurou uma lançamento limitado em cinemas e um aluguel de vídeo sob demanda de US$ 5,99, além de uma opção de compra de 14,99 dólares no YouTube Movies, Google Play, do Google, Microsoft Xbox Video, da Microsoft e um site dedicado, com início em 24 de dezembro.
A Sony foi criticada por Hollywood e até pelo presidente dos EUA, Barack Obama, pelo que muitos consideraram ser uma concessão aos hackers. A Sony manteve que não teve escolha a não ser alterar o lançamento mais amplo e procurar imediatamente plataformas alternativas com empresas de tecnologia
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'O hobbit' supera 'Invencível' em bilheterias dos EUA no fim de semana

28/12/2014 16h58

Último filme da trilogia de Peter Jackson arrecadou US$ 41,4 milhões.

Musical da Disney 'Caminhos da floresta' ficou em 3º, com US$ 31 milhões.

Da Reuters

Cena de 'O hobbit: A batalha dos cinco exércitos', última filme da saga, que estreia nesta quinta (11) (Foto: Divulgação)Cena de 'O hobbit: A batalha dos cinco exércitos', última filme da saga, que estreia nesta quinta (11) (Foto: Divulgação)
O último filme da trilogia "O hobbit", de Peter Jackson, conquistou pelo segundo fim de semana consecutivo a maior bilheteria nos cinemas dos Estados Unidos e do Canadá, com vendas estimadas em torno de US$ 41,4 milhões em ingressos, superando os recém-lançados "Invencível" e "Caminhos da floresta".
Com US$ 13,1 milhões em ingressos só no dia de Natal, "O hobbit: A batalha dos cinco exércitos" conseguiu, de quinta-feira (25) a domingo, arrecadar US$ 54,5 milhões nas bilheterias, de acordo com estimativas da empresa Rentrak. 
O drama "Invencível", que se passa durante a Segunda Guerra Mundial e tem Angelina Jolie na direção, ficou em segundo lugar com US$ 31,7 milhões em bilheteria, superando outro novo lançamento, o musical "Caminhos da floresta", com US$ 31 milhões em vendas de ingressos. 
"Invencível", segundo filme dirigido por Jolie, conta a história real de corredor olímpico Louis Zamperini, que ficou dois anos como prisioneiro de guerra no Japão. Já "Caminhos da Floresta", uma adaptação do musical da Broadway de Stephen Sondheim que traz o lado mais obscuro dos contos de fada, traz Meryl Streep, Emily Blunt e Johnny Depp no elenco.
"Invencível" foi lançado pela Universal, ao passo que "Caminhos da Floresta" é da Disney e "O Hobbit", da Warner
.

'O lobo de Wall Street' lidera ranking dos filmes mais pirateados de 2014

 28/12/2014 16h44

Longa com Leonardo DiCaprio teve 30 milhões de downloads feitos.

'Frozen' e 'Gravidade' também aparecem na lista da empresa Excipio.

Do G1, em São Paulo

O Lobo de Wall Street (Foto: Divulgação)O Lobo de Wall Street (Foto: Divulgação)
"O lobo de Wall Street", com Leonardo DiCaprio, e a animação "Frozen: Uma aventura congelante", da Disney, foram os filme mais pirateados de 2014, com 30 milhões de downloads ilegais feitos por torrent. As informações são do site da revista "Variety".
O ranking foi elaborado pela empresa anti-pirataria Excipio. Nele, "Gravidade", do diretor Alfonso Cuarón, aparece em terceiro lugar, com 29 milhões de downloads.
A empresa compilou os dados do período entre 1º de janeiro e 23 de dezembro de 2014.
Veja o ranking completo:
"O lobo de Wall Street" - 30.035 milhões de downloads
"Frozen: Uma aventura congelante" - 29.919 milhões de downloads
"Gravidade" - 29.357 milhões de downloads
"O hobbit: A desolação de Smaug" - 27.627 milhões de downloads
"Thor: O mundo sombrio" - 25.749 milhões de downloads
"Capitão América: O soldado invernal" - 25.628 milhões de downloads
"Hércules" - 25.137 milhões de downloads
"X-Men: Dias de um futuro esquecido" - 24.380 milhões de downloads
"12 anos de escravidão" - 23.653 milhões de downloads
"Jogos vorazes: Em chamas" - 23.543 milhões de downloads
"Trapaça" - 23.143 milhões de downloads
"300: A ascensão do Império" - 23.096 milhões de downloads
"Transformers: A era da extinção" - 21.65 milhões de downloads
"Godzilla" - 20.956 milhões de downloads
"Noé" - 20.334 milhões de downloads
"Divergente" - 20.312 milhões de downloads
"No limite do amanhã" - 20.299 milhões de downloads
"Capitão Philips" - 19.817 milhões de downloads
"O grande herói" - 19.130 milhões de downloads
"Robocop" - 18.739 milhões de download
s

Cresce na Alemanha movimento contra o Islã

Em outras cidades alemãs, outras 20 mil pessoas foram às ruas contra esse movimento populista.

Mais de 17.500 pessoas participaram nesta segunda-feira da 10ª manifestação contra o Islã, em Dresden, no leste da Alemanha, entoando canções natalinas para declarar sua rejeição à "islamização do Ocidente".

Em outras cidades alemãs, outras 20 mil pessoas foram às ruas contra esse movimento populista.

Na segunda-feira passada, os "Patriotas Europeus contra a Islamização do Ocidente" (Pegida, na sigla em alemão) - o movimento que originou os protestos contra o Islã, em Dresden - reuniu cerca de 15 mil pessoas nas ruas da capital do Estado federal da Saxônia, na antiga Alemanha Oriental.

Hoje, o movimento conseguiu reunir 2.500 manifestantes a mais do que na semana passada, em seu 10º protesto de segunda-feira seguida. A multidão se reuniu na frente da Ópera de Dresden.

A diretoria da Ópera decidiu se opor à manifestação anti-Islã, apagando as luzes do prédio. Também foram hasteadas quatro bandeiras, com os dizeres "Abram os olhos", "Abram os corações", "Abram as portas" e, invocando a Constituição alemã, "A dignidade das pessoas é intangível".

Fundado em outubro, o Pegida recebeu o apoio do jovem partido populista Alternativa para a Alemanha (AfD) e organiza toda semana suas "Manifestações de segunda", seguindo o modelo dos protestos que, há 25 anos, contribuíram para derrubar o Muro de Berlim.
AFP

'Trapaça' e '12 anos de escravidão' vencem o Globo de Ouro 2014

A 71ª edição da premiação aconteceu neste domingo (12), em Los Angeles.

Dentre as séries, maiores ganhadores foram 'Breaking bad' e 'Brooklyn 9-9'.

Do G1, em São Paulo
'Trapaça' vence o prêmio de melhor filme de comédia ou musical no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)'Trapaça' vence o prêmio de melhor filme de comédia ou musical no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)
O filme "Trapaça", com três prêmios, foi o principal vencedor da 71ª edição do Globo de Ouro, que aconteceu na noite deste domingo (12), em Los Angeles, nos EUA. "12 anos de escravidão", que, assim como "Trapaça", disputava sete categorias, ganhou apenas a de melhor filme de drama.Veja abaixo a lista com todos os vencedores.
A cerimônia premiou os melhores filmes e séries do ano de 2013, em 25 categorias, segundo votação da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood. "Trapaça" venceu as categorias melhor filme de comédia ou musical, melhor atriz de comédia ou musical para Amy Adams, e melhor atriz coadjuvante para Jennifer Lawrence. Os eleitores também deram ao drama "Clube de compras Dallas" dois dos principais prêmios: melhor ator coadjuvante para Jared Leto e melhor ator de drama para Matthew McConaughey.
Leonardo DiCaprio ganhou a categoria de melhor ator de comédia ou musical por "O lobo de Wall Street", de Martin Scorsese, enquanto Cate Blanchett levou o prêmio de melhor atriz dramática por "Blue Jasmine", de Woody Allen. Este decidiu não comparecer à cerimônia em que foihomenageado com o prêmio Cecil B. DeMille, pelo conjunto de sua obra, recebido em seu lugar pela atriz Diane Keaton.
Diferentemente do Oscar, a HFPA (sigla original da associação de imprensa estrangeira) não se limita a produções exibidas nos cinemas, contemplando também programas de TV. Dentre estas últimas, os destaques foram "Breaking bad", eleita a melhor série dramática e com prêmio de melhor atuação para seu protagonista, Bryan Cranston, e "Brooklyn nine-nine", a melhor série cômica e com prêmio pela atuação de Andy Samberg. "Minha vida com Liberace" também venceu duas categorias: melhor filme para TV e melhor ator em filme para TV para o veterano Michael Douglas.
Transmitida no Brasil desde às 23h pelo canal pago TNT, a cerimônia foi apresentada novamente pelas comediantes Tina Fey e Amy Poehler, ambas ex-integrantes do programa humorístico "Saturday Night Live". Elas iniciaram a festa com um discurso de dez minutos cheio de piadas, em que chamaram "Trapaça" de "explosão na fábrica de perucas", Woody Allen de "o diretor mais magro com os óculos maiores", e George Clooney de preferir "se perder no espaço a ficar com uma mulher de sua idade", referindo-se ao filme "Gravidade". "Isso aqui é Hollywood. Se uma coisa dá certo, eles continuam fazendo até provocar ódio nas pessoas", declarou Tina Fey.
Alguns dos momentos de maior empolgação ocorreram durante o anúncio de Amy Poehler como melhor atriz de série cômica, em que ela deu um beijo no cantor Bono, e nos pronunciamentos da atriz Jacqueline Bisset, que mandou algumas pessoas "para o inferno"; e do grupo U2, vencedor na categoria canção original pela música tema de "Mandela: Long walk to freedom". "Mandela foi um homem que se recusou a odiar não porque não tivesse ravia, mas porque achou que o amor faria o trabalho melhor. A música que escrevemos tem a ver com o filme, que é uma história de amor", declarou o vocalista Bono.
Veja abaixo, em negrito, quais foram os ganhadores do Globo de Ouro 2014.
Da esq. para dir., Lupita Nyong'o, Chimetel Ejiotor, o diretor Steve McQueen, Sarah Paulson e Michael Fassbender comemoram o Globo de Ouro de melhor filme de drama para '12 anos de escravidão'. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)Da esq. para dir., Lupita Nyong'o, Chimetel Ejiotor, o diretor Steve McQueen, Sarah Paulson e Michael Fassbender comemoram o Globo de Ouro de melhor filme de drama para '12 anos de escravidão' (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)
— Cinema
Melhor filme – Drama
"12 anos de escravidão"
"Capitão Phillips"
"Gravidade"
"Philomena"
"Rush: No limite da emoção"
Melhor filme – Comédia ou musical
"Trapaça"
"Ela"
"Inside Llewyn Davis: Balada de um homem comum"
"Nebraska"
"O lobo de Wall Street"
Matthew McConaughey vence o prêmio de melhor ator dramático por 'Clube de compras Dallas' no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)Matthew McConaughey vence melhor ator dramático
por 'Clube de compras Dallas' no Globo de Ouro
(Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)
Melhor ator – Drama
Chiwetel Ejiofor ("12 anos de escravidão")
Idris Elba ("Mandela: Long walk to freedom")
Tom Hanks ("Capitão Phillips")
Matthew McConaughey ("Clube de compras Dallas")
Robert Redford ("All is lost")
Melhor atriz – Drama
Cate Blanchett ("Blue Jasmine")
Sandra Bullock ("Gravidade")
Judi Dench ("Philomena")
Emma Thompson ("Walt nos bastidores de Mary Poppins")
Kate Winslet ("Refém da paixão")
Melhor ator – Comédia ou musical
Christian Bale ("Trapaça")
Bruce Dern ("Nebraska")
Oscar Isaac ("Inside Llewyn Davis: Balada de um homem comum")
Joaquin Phoenix ("Ela")
Leonardo DiCaprio ("O lobo de Wall Street")
Amy Adams vence o prêmio de melhor atriz de comédia ou musical por 'Trapaça' no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)Amy Adams vence melhor atriz de comédia ou
musical por 'Trapaça' no Globo de Ouro
(Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)
Melhor atriz – Comédia ou musical
Amy Adams ("Trapaça")
Julie Delpy ("Antes da meia-noite")
Greta Gerwig ("Frances Ha")
Julia Louis-Dreyfus ("À procura do amor")
Meryl Streep ("Álbum de família")
Melhor ator coadjuvante
Barkhad Abdi ("Capitão Phillips")
Daniel Bruhl ("Rush: No limite da emoção")
Bradley Cooper ("Trapaça")
Michael Fassbender ("12 anos de escravidão")
Jared Leto ("Clube de compras Dallas")
Jennifer Lawrence vence o prêmio de melhor atriz coadjuvante no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)Jennifer Lawrence vence melhor atriz coadjuvante
no Globo de Ouro (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)
Melhor atriz coadjuvante
Sally Hawkins ("Blue Jasmine")
Jennifer Lawrence ("Trapaça")
Lupita Nyong'o ("12 anos de escravidão")
Julia Roberts ("Álbum de família")
June Squibb ("Nebraska")
Melhor diretor
Alfonso Cuarón ("Gravidade")
Paul Greengrass ("Capitão Phillips")
Steve McQueen ("12 anos de escravidão")
Alexander Payne ("Nebraska")
David O. Russell ("Trapaça")
Melhor roteiro
Spike Jonze ("Ela")
Bob Nelson ("Nebraska")
Jeff Pope Steve ("Philomena")
John Ridley ("12 anos de escravidão")
David O. Russell ("Trapaça")
Melhor filme estrangeiro
“Azul é a cor mais quente”, da França
“A grande beleza”, da Itália
“A caça”, da Dinamarca
“O passado”, do Irã
“Vidas ao vento”, do Japão
O grupo U2 vence o prêmio de melhor canção original por 'Ordinary love', do filme 'Mandela', no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)U2 vence o prêmio de melhor canção original no
71º Globo de Ouro (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)
Melhor canção original
"Atlas", de Chris Martin ("Jogos vorazes: Em chamas")
"Let it go", de Kristen Anderson Lopez e Robert Lopez ("Frozen: Uma aventura congelante")
"Ordinary love", do U2 ("Mandela: Long walk to freedom")
"Please Mr. Kennedy", de Ed Rush, George Cromarty, T Bone Burnett, Justin Timberlake, Joel Coen e Ethan Coen ("Inside Llewyn Davis: Balada de um homem comum")
"Sweeter than fiction", de Taylor Swift ("One chance")
Melhor trilha original
"All is lost"
"Mandela: Long walk to freedom"
"Gravidade"
"A menina que roubava livros"
"12 anos de escravidão"
Melhor animação
"Os Croods"
"Frozen: Uma aventura congelante"
"Meu malvado favorito 2"
Bryan Cranston vence o prêmio de melhor ator de série dramática por 'Breaking bad' no 71º Globo de Ouro (Foto: REUTERS/Paul Drinkwater/NBCUniversal/Handout)Bryan Cranston vence o prêmio de melhor ator de
série dramática por 'Breaking bad' no Globo de Ouro
(Foto: REUTERS/Paul Drinkwater/NBCUniversal)
— TV
Melhor série de TV – Drama
"Breaking bad"
"Downton Abbey"
"The good wife"
"House of cards"
"Masters of sex"
Melhor ator em série de TV – Drama
Bryan Cranston ("Breaking bad")
Liev Schreiber ("Ray Donovan")
Michael Sheen ("Masters of sex")
Kevin Spacey, ("House of cards")
James Spader ("The blacklist")
Melhor atriz em série de TV – Drama
Julianna Margulies ("The good wife")
Tatiana Maslany ("Orphan black")
Taylor Schilling ("Orange is the new black")
Kerry Washington ("Scandal")
Robin Wright ("House of cards")
Melhor série de TV – Comédia ou musical
"The big bang theory"
"Brooklyn nine-nine"
"Girls"
"Modern family"
"Parks and recreation"
Andy Samberg vence o prêmio de melhor ator de série cômica no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)Andy Samberg vence melhor ator de série cômica
no Globo de Ouro (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)
Melhor ator em série TV – Comédia ou musical
Jason Bateman ("Arrested development")
Don Cheadle ("House of lies")
Michael J. Fox ("The Michael J. Fox show")
Jim Parsons ("The big bang theory")
Andy Samberg ("Brooklyn nine-nine")
Melhor atriz em série de TV – Comédia ou musical
Zooey Deschanel ("New girl")
Edie Falco ("Nurse Jackie")
Lena Dunham ("Girls")
Julia Louis Dreyfus ("Veep")
Amy Poehler ("Parks and recreation")
Melhor minissérie ou filme para TV
"American horror story: Coven"
"Minha vida com Liberace"
"Dancing on the edge"
"Top of the lake"
"The white queen"
Melhor ator em minissérie ou filme para a TV
Matt Damon ("Minha vida com Liberace")
Michael Douglas ("Minha vida com Liberace")
Chiwetel Ejiofor ("Dancing on the edge")
Idris Elba ("Luther")
Al Pacino ("Phil Spector")
Elizabeth Moss vence o prêmio de melhor atriz em filme para TV no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)Elizabeth Moss vence o Globo de Ouro
(Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)
Melhor atriz em minissérie ou filme para a TV
Helena Bonham Carter ("Burton and Taylor")
Rebecca Ferguson ("The white queen")
Jessica Lange ("American horror story: Coven")
Helen Mirren ("Phil Spector")
Elisabeth Moss ("Top of the lake")
Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou filme para a TV
Josh Charles ("The good wife")
Rob Lowe ("Minha vida com Liberace")
Aaron Paul ("Breaking bad")
Corey Stoll ("House of cards")
John Voight ("Ray Donovan")
Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou filme para TV
Jacqueline Bisset ("Dancing on the edge")
Janet McTeer ("The white queen")
Hayden Panattiere ("Nashville")
Monica Potter ("Parenthood")
Sofia Vergara ("Modern family")
Prêmio Cecil B. DeMille
Woody Allen
Michael Douglas vence o prêmio de melhor ator em filme para TV por 'Minha vida com Liberace' no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)Michael Douglas vence o prêmio de melhor ator em filme para TV por 'Minha vida com Liberace' no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)
Robin Wright vence o prêmio de melhor atriz em série dramática por 'House of cards' no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)Robin Wright vence o prêmio de melhor atriz em série dramática por 'House of cards'; no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)
Jared Leto vence o prêmio de melhor ator coadjuvante no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)Jared Leto vence o prêmio de melhor ator coadjuvante no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)
Os atores Aaron Paul e Bryan Cranston comemoram dois prêmios recebidos pela série 'Breaking bad' no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)Os atores Aaron Paul e Bryan Cranston comemoram dois prêmios recebidos pela série 'Breaking bad'; no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)
Jon Voight vence o prêmio de melhor ator coadjuvante em filme para TV no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)Jon Voight vence o prêmio de melhor ator coadjuvante em filme para TV no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)
Alex Ebert vence o prêmio de melhor trilha original por 'All is lost' no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)Alex Ebert vence o prêmio de melhor trilha original por 'All is lost'; no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)
Jacqueline Bisset vence o prêmio de melhor atriz coadjuvante em filme para TV no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)Jacqueline Bisset vence o prêmio de melhor atriz coadjuvante em filme para TV no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)
O produtor Jerry Weintraub recebe prêmio de melhor filme para TV por 'Minha vida com Liberace' no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)O produtor Jerry Weintraub recebe prêmio de melhor filme para TV por 'Minha vida com Liberace'; no 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles. (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson)