Alunos deixam de estudar no chão e ao relento em Moçambique


O governador da província moçambicana de Zambézia, Abul Razak, aproveitou a cerimônia de abertura do novo ano letivo para fazer um balanço do trabalho feito na melhoria das condições do sistema de ensino na região, que se traduziu na construção de mais de uma centena de salas de aula e aquisição de mobiliário para as equipar. 

«Só em 2016, construímos 113 salas de aulas apetrechadas com o respetivo mobiliário que serviram para 11.300 alunos do ensino primário, mas também foram edificadas outras infraestruturas escolares para o ensino secundário nos distritos de Alto Molócuè, Ile, Milange e Guruè havendo outras em construção na província», afirmou o responsável. 

Segundo Razak, o ano passado foram distribuídas também cerca de 30 mil carteiras pelas escolas da província, o que permitiu que 60 mil alunos do ensino primário deixassem de estudar no chão. Para este ano letivo, o governador prevê a contratação de 2.700 professores com formação psicopedagógica em várias áreas de especialização, com vista assegurar a lecionação em distintos subsistemas de ensino.


Fátima Missionária

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