No documento, é referido que apesar de Cabo Verde ter registado «melhorias enormes», ter conseguido aumentar a produção de alimentos e a sua capacidade em fazer face a oscilações e crises, as vulnerabilidades ao nível da segurança alimentar e nutricional «continuam a ser grandes».
O estudo revela ainda, que à semelhança de outros países em desenvolvimento, as estruturas alimentares assentam no elevado consumo de cereais, lípidos, leite e pescados. Em contrapartida, a carne continua com consumos muito baixos.
«Os técnicos desta área são de opinião que Cabo Verde se encontra na face de transição nutricional onde coexistem situações de diminuição de desnutrição e um aumento do excesso de peso. Consequentemente, tem-se registado um aumento de doenças crónicas não transmissíveis, tais como a obesidade, a hipertensão, diabetes, entre outras», precisou o ministro, citado pelas agências internacionais.
Fátima Missionária
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