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Crise faz aumentar mortalidade infantil


A grave escassez de medicamentos, de alimentos e outros bens essenciais, está a arrastar a Venezuela para uma grave crise humanitária, que já fez «aumentar substancialmente» a mortalidade materna e infantil e está a deixar cada vez mais crianças com sintomas de desnutrição, denuncia a Human Rights Watch (HRW) no seu mais recente relatório sobre a situação do país. 

«O governo da Venezuela tem sido mais vigoroso a negar a existência de uma crise humanitária do que a trabalhar para resolvê-la», lamenta o diretor da HRW para a região das Américas, José Miguel Vivanco, sublinhando que embora os esforços do executivo para aliviar as carências não tenham surtido resultados, Caracas fez poucos esforços para obter assistência humanitária internacional, que poderia estar disponível rapidamente. 

De acordo com os elementos recolhidos no terreno pela equipa da organização de defesa de direitos humanos, a carência, e por vezes ausência total, de medicamentos básicos e outros equipamentos médicos têm provocado uma grave deterioração da qualidade e da segurança dos cuidados de saúde nos últimos dois anos. 

No que se refere à alimentação, muitos venezuelanos têm cada vez mais dificuldade em encontrar nutrição adequada, particularmente entre as famílias de médio e baixo rendimento, que dependem de bens sujeitos a preços controlados pelo governo. Alguns mercados têm alimentos, e até produtos de luxo, mas os preços são tão elevados que muitos não conseguem comprá-los.


Fátima Missionária

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