Opção

Gonzaga Mota*

Observando-se o pensamento de filósofos clássicos, neoclássicos e modernos, nota-se uma preocupação com a verdade e a existência. Por isso, muitos deles foram formadores de Escolas que serviram e ainda servem de orientação às pessoas e, principalmente, às lideranças. Apesar das controvérsias, todos buscaram formas para justificar, de acordo com suas teses e convicções, o sentido da vida, da moral, da ética, da justiça, etc. Ademais, sempre é importante entender que a política é dinâmica, conforme o Estado e Governo, já a ética é permanente. Diante desta linha de raciocínio, para reflexão do leitor, segue um poema/prosa intitulado “Opção”. Para exercer funções públicas é fundamental: pensar no povo e não no poder; defender a liberdade; cumprir as Leis; definir as diretrizes básicas; executar as políticas prioritárias; evitar a corrupção e a demagogia; fugir da fisiologia e do tráfico de influência; ouvir as verdadeiras e sinceras avaliações; desprezar os gananciosos e aduladores; buscar a paz e a justiça; aplicar com honestidade o dinheiro público; beneficiar a população e não os áulicos; estimular, com destaque, a educação; condenar qualquer discriminação; obedecer a consciência crítica; ler mais os poetas e menos os “marqueteiros”.// Será uma utopia? Espero que não. Na democracia o povo vigia. Para o bem da nação. Assim, o povo deve preservar os princípios democráticos, baseados num sistema de instituições construídas na expectativa de garantir a representatividade e a legalidade das decisões políticas. Vale lembrar Luther King; “O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons”.

*Professor aposentado da UFC

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