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Estátua de Drummond é mais uma vez alvo de vandalismo no Rio

Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil
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A Secretaria de Conservação e Meio Ambiente  do Rio informou que fará hoje (30) o registro do furto na polícia dos óculos da estátua em homenagem ao poeta Carlos Drummond de Andrade, ocorrido na madrugada de ontem (29) na altura do posto 6, em Copacabana.
A estátua foi instalada na orla em outubro de 2002 para comemorar o centenário do escritor nascido em Itabira, em Minas Gerais, em 31 de outubro de 1902. Imagens de câmeras de segurança do Centro de Operações Rio flagraram um homem carregando uma mochila e usando uma camisa listrada e boné. Ele chutou o rosto da estátua do poeta, cujos óculos foram arrancados. Em seguida, o homem pegou os óculos no chão e foi embora. Pela imagem das câmeras dá para avaliar que o vândalo agiu sozinho.
Em nota, a Fundação Parques e Jardins, órgão da prefeitura do Rio,  informou que está em entendimentos com a multinacional francesa Essilor/Varilux para verificação de possível renovação ou não do termo de adoção da estátua de Drummond pela empresa.
Prazo de 45 dias
O contrato foi iniciado em 2008 e interrompido em janeiro de 2016. Por ter ultrapassado o limite máximo para renovação automática de 30 dias, após o vencimento, mesmo que a empresa demonstre interesse em renovar a adoção, deverá ser providenciado um ato publicado no Diário Oficial do Estado do Rio para que também outras empresas interessadas possam participar do processo - que deve ser finalizado dentro de um prazo de cerca de 45 dias, a partir de sua abertura.
A Fundação Parques e Jardins informou ainda que, desde que o termo foi interrompido, a manutenção do monumento está inserida na programação da Gerência de Monumentos e Chafarizes da Secretaria de Conservação e Meio Ambiente, que vai avaliar a reposição imediata dos óculos.
A estátua de Drummond foi esculpida em bronze pelas mãos do mineiro Leo Santana. Pesando cerca de 150 quilos, foi feita para retratar um momento rotineiro da vida de Drummond, que sempre sentava num banco do calçadão na orla de Copacabana para observar o mar. Desde que foi inaugurada, a imagem já teve os óculos arrancados ou pichados por tinta spray por 11 vezes.

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