Meditação

Paulo Eduardo Mendes*
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Sempre observamos os "modismos" que nos cercam. Atualmente está em moda o estudo da meditação. A essência do que se contém no exercício da meditação está exatamente calcado no fato da sua origem vir como antigo exercício espiritual ensinado e praticado por todas as religiões. Concordamos com o pensamento que informa: "meditação não é um meio" e "nem um fim". Surge como autêntica ponte para que se possa alcançar um valor maior tido como a experiência espiritual. O estudo da meditação apaixona por trazer aspectos da sabedoria dos grandes gênios de todos os tempos. Natural curiosidade aos que desejam a descontração capaz de aliviar tensões e ansiedades. Estamos vivenciando a geração do medo. Os noticiários estão repletos de ocorrências brutais. Os atos de violência são reprisados e martelados nas 24 horas do dia. Insônia, pressão arterial alta, tudo vem de roldão nos "intervalos" das programações a título de diversão. A notícia crua desfaz a "temperatura agradável" vinda do programa alegre.
A meditação vem como antídoto às mazelas que nos inquietam. Podemos meditar sozinhos ou em grupo, desde que sejamos "capazes" de uma descontração para "driblar" os pensamentos angustiantes. O giro das coisas simples nos faz pensar na "arte de viver". Nessa mecânica de tentar viver bem, vamos esbarrar na forma de meditação transcendental espargindo ondas silenciosas. Em busca da saúde mental, estamos sempre procurando mosteiros, retiros e outros recantos de calma para o mergulho interior na tentativa de fugir do estresse. Meditar é uma necessidade para apaziguar ideias.
*Jornalista

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