Dia dos Pais

Paulo Eduardo Mendes*
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Os espaços vão sendo criados. Ganham-se datas. Homenagens. Tudo no mesmo diapasão das nossas queridas companheiras. Dia dos Pais logo após o Dia dos Homens. Enquanto não vem o "Dia do Ser Humano" para uniformizar as atenções divididas por "categorias". Brincadeiras à parte, vamos registrar o 12 de agosto como agradável dia para reconhecer, com gratidão, a existência dos pais. A junção de homem e mulher provoca o nascimento dos dois seres da Criação Divina. "Dia dos Pais" agora numa emoção diferente entre vivos e ausentes fisicamente. Relembramos e somos partículas paternas em colocações dos dois lados da vida. Invocamos o carinhoso "papai" e sentimos a segurança que tentamos repassar aos nossos filhos. Pai na expressiva simbologia de uma "chefia" mesclada ou dividida com a ternura materna. Pai e mãe atrelados em dias diferentes, mas superunidos no afã de produzir a alegria de ter nascido dessa fantástica união biológica dos seres humanos.
Tudo emoldurado pelo amor que predomina na vida dos casais do núcleo família. Dia dos Pais com profundo respeito, ou com saudade, assumimos essa efeméride que nos alcança prazerosamente. Festejar todos os pais do mundo físico e do mundo astral. O certo é que sustentamos a força desse título de pai com a responsabilidade de levar adiante os exemplos de dedicação e máscula afeição própria da nossa natureza voltada para o suave comando na arte de querer bem. Dia dos Pais, sim, com todo o empenho de evocar o lado feliz da nossa participação no crescimento, sempre contínuo, das tradições familiares. Se mãe é mãe, pai é pai...

*Jornalista

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