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Facebook detecta usuários que tentam confundir sobre notícias falsas

Plataforma com dois bilhões de usuários está sob críticas por supostamente não fazer o suficiente para bloquear a maré de informações falsas que circulam nela.


O Facebook negou de forma contundente que conte com um sistema de detecção que qualifique a confiabilidade de seus usuários

O Facebook negou de forma contundente que conte com um sistema de detecção que qualifique a confiabilidade de seus usuários Foto (Pixabay)
O Facebook anunciou nesta terça-feira (21) que desenvolveu ferramentas para identificar os usuários que informam de notícias falsas "indiscriminadamente" e que socavam os esforços da companhia para lutar contra a desinformação.
Mas a rede social negou terminantemente uma informação do Washington Post que afirma que ela está desenvolvendo um sistema de detecção que qualifica a confiabilidade de todos os seus usuários.
A plataforma com dois bilhões de usuários está sob críticas por supostamente não fazer o suficiente para bloquear a maré de informações falsas que circulam nela.
O grupo explicou que desenvolveu um sistema para evitar que o trabalho de seus verificadores seja destruído por usuários que assinalam sistematicamente notícias, mesmo que sejam corretas, muitas vezes devido ao fato de não estarem de acordo com o conteúdo.
"A razão pela qual fazemos isso é porque queremos que a nossa luta contra a desinformação seja a mais eficaz possível", afirmou a empresa, consultada pela AFP.
Os usuários que advertem de informações suspeitas de serem falsas recebem um ponto de confiabilidade que vai de 0 a 1 de acordo com a sua capacidade para distinguir as histórias reais das falsas.
Essa é uma das muitas ferramentas usadas para fazer alertas às equipes encarregadas de corroborar e eliminar os conteúdos suspeitos.
No fim de julho, o Facebook informou que havia fechado 32 páginas e contas falsas envolvidas em uma tentativa "coordenada" de manipulação política da opinião pública nas eleições legislativas de novembro nos Estados Unidos.

AFP

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